Tu és muita parvo. Mas fazes-me bem. Mas és muita parvo mesmo. Às vezes até me admiro da sinceridade que consigo ter para contigo. Acho que é mesmo da tua parvoíce. Só pode ser da tua parvoíce.
Mas sim, soube-me bem, sol nas costas, vento no corpo, abraçada a ti só porque sim. Soube-me bem e temos que repetir. Não amanhã mas temos que repetir. Não sejas chorão e vai acontecer. Tu tens muita necessidade de mim. Sou assim tão benéfica?
(Eu em modo super orgulhosa porque vi um caderno na tua mala. Tu usas isso?; sou tão má, tenho que parar de gozar contigo. Não, a sério, é bem feita. O que seria de nós sem gozar um com o outro?)