sábado, 29 de novembro de 2014

Pensava sinceramente que já tínhamos passado a fase do "por favor, não me deixes quando vais sair", pensava que já tínhamos discutido sobre isso e que tinhas percebido o meu ponto de vista... mas como me deixas ultimamente até quando trabalhas hoje não seria diferente. Só quis mesmo ter a certeza que tinha razão quando te disse "até logo". E adoro ter tido razão. Adoro que me tenhas dado razão. Adoro que não me tenhas sequer dito que gostavas de mim sabendo que eu odeio a pessoa com quem estiveste e que morro cada vez que se aproximam. Adoro mesmo. A sério, ainda bem que não me conheces e ainda bem que me deixaste ter razão. Ainda bem que estás a discutir comigo como se eu fosse uma pita mimada e que não te tivesse já explicado mil vezes o que sinto. Ainda bem, que eu mereço que tu não me percebas. Ainda bem todas as merdas. Vou deixar de te responder porque quem está três horas sem mim também consegue estar o resto do tempo. Veremos o que fazes agora... Quero ver se me procuras ou não. Vamos lá ver se consegues estar sem mim quando não tens companhia ou se só sirvo mesmo para fazer companhia quando efetivamente não a tens. 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Já não sei quem sou. Sei onde quero chegar; à felicidade, sem este meu lado negro a importunar cada decisão que tomo. Ou cada não decisão. A verdade é que já não sei quem sou, ou, talvez, nunca tenha sabido realmente. Eu não sei quem sou sem isto. Sem esta aura negra que se apodera de mim nos momentos menos propícios. Sem esta aura negra que vive em mim, que é um pedaço maior do que eu. É ela que me faz caminhar. É ela que toma todas as minhas decisões. E todas as não decisões. É ela que me guia. E eu gostava que não fosse. Gostava de me descobrir, de chegar à felicidade. Mas o caminho é tão longo, tão desconhecido. E eu tenho tanto medo. Eu tenho medo de errar continuamente. De desiludir, ainda mais, a única pessoa que eu devia deixar que me aceitasse. Para eu poder fazer feliz todos à minha volta. 
E eu não confio, desde ali, que penso que confio mas não. Acho que nunca mais confiei. Só ultimamente sinto que estou a aprender a confiar de novo. E eu tenho medo de aprender a confiar. Já que já sei o que é alguém me destruir tanto eu sinto-me no direito de não construir. De não deixar que se aproxime a distância que possa magoar-me de novo. E, por isso, deixo que seja o meu lado negro a guiar-me, a racionalizar. Não posso ser eu, a pessoa, porque quando o for vou cair de novo. E eu não posso cair. Isso não. Não mais. Tenho medo de cair. Outra vez. Tenho medo de me descobrir outro alguém que não é quem eu penso que eu seja. Porque eu não sei quem sou. Não sei quais são os meus sonhos, só sei este. E tenho medo de perceber que o que acho já ter andado para o combater seja apenas uma mentira que conto a mim mesma. Que grito baixinho quando choro. Eu tenho medo de mim. Se tenho medo de mim, se não sei quem sou, como é que posso caminhar para a felicidade? Como é que posso deixar que entrem? Como é que posso confiar sem nem em mim confio? Se não sei o que fazer para me retirar deste caminho tortuoso... O caminho é só meu, fui eu que me coloquei aqui. Eu sei que fui, não entrego a culpa a mais ninguém que não a mim. Só que deixei que tudo se tornasse pior. E desde ali que sou isto; um pedaço mais negro que o breu de uma noite escura com gotas de chuva a bater nas janelas fechadas. Desde aí que tento descobrir-me e encobrir tudo isto e desde aí que tento enganar-me a dizer que resulta. Que tola que sou. Não resulta; encobrir pedaços queimados de vida não resulta. O que se deve fazer é retirá-los, olhá-los nos olhos e deixar que a força se apodere de nós de modo a encará-los de frente. É isso que se deve fazer e é isso que eu não consigo fazer. E eu sei, eu sei que enquanto continuar a dizer que não consigo que não o farei. E eu quero fazê-lo. Mas eu não sei quem sou sem isto... Será que tenho mais medo de mim feliz do que assim? Será que me compreendo melhor envolta neste pano negro? Porque é só isso que conheço.., E, afinal de contas, quem me conhece sabe que o desconhecido para mim é dor. Mas será que em mim não é tudo - ou quase tudo - dor?  

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Todos os dias eu espero por ti, eu procuro por ti, eu tento que te vejas comigo. Ou ver-te. É disto que me lembro. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Há coisas que me doem como eu sei lá o quê e a tua aproximação a ela é uma dessas coisas. Por isso, espero sinceramente que tomes conta de mim agora. Porque se não o fizeres eu vou ficar mais fodida contigo. Agora não estou fodida contigo, agora estou fodida com a situação. Mas se não cuidares de mim ... se não o fizeres a minha raiva vai dirigir-se a ti. Porque nem a escrever ela se vai embora. Não nisto. Quero tanto que ela se afaste de ti. Quero tanto mesmo. Ela magoa-me todos os poros do meu corpo. E eu tentei explicar-te isso da melhor maneira ontem. E parece que todos os dias ela faz qualquer coisa que se aproxima de ti e eu afasto-me a passos largos. Porque ela se aproxima...

sábado, 1 de novembro de 2014

Não sei explicar isto que estou a sentir cá dentro. Talvez me vá focar em coisas da faculdade a seguir ao jantar para me esquecer que me sinto assim, nem sei bem como.
Cada vez que escrevo amo-te e me dizes adoro-te uma parte de mim esmorece e apetece-me estar calada por tempo indefinido.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Não percebo qual é que é a puta da ideia. Sério que não. Então eu estou muito bem na minha vidinha e tenho que levar com uma coisa dessas? Irrita-me. Irrita-me que continues a predispor do meu humor. Da forma como me sinto. Qual foi a razão para colocares aquela imagem? Queres saber se te esqueci? Não, foda-se. Não. Nunca. Só andei para a frente. Porque tu fizeste com que eu o fizesse. Tu disseste para eu lutar por ele. E agora perguntas essa merda - ainda por cima sem perguntar? Estou confusa, a sério que estou. Queres saber isso para quê? Quando estou a tentar atingir a minha sanidade mental no meio da confusão do meu cérebro tu fazes questão de desfazer o pouco que eu tinha conseguido nestas semanas... Eu andei para a frente porque tu quiseste. Tu fizeste com que eu desistisse de ti. Foda-se, Joana. Foda-se. Qual é a puta da ideia? 

Vou fingir que não vi nada.... É melhor. É tão melhor.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

E agora toda a gente sabe aquilo que só eu sabia sobre ti. A forma como tu dizes as coisas é forte. Sinto-me tão fora de mim e sinto-te tão longe de mim que só me apetece mesmo deitar-me algures e chorar até as lágrimas se gastarem. 

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

«Preciso de ti», coisa que nunca pensei ouvir-te dizer. Sinto que estás cada vez mais perto de mim e isso deixa-me mesmo contente. Só de pensar que antes, antes, quase não nos falávamos e agora conseguimos falar todos os dias. E mesmo que isso não aconteça as coisas nunca ficam estranhas entre nós, tu sabes procurar-me quando precisas de mim e eu sei onde estás quando preciso de alguma coisa que sei que entenderás. Eu gosto mesmo muito de ti, Alaska. 

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

«Deixa-me só e fica comigo, vai-te embora sem ires, deixa-me agarrando-me.»


Deixa de ser perfeito.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Já há muito tempo que uma mensagem tua tão normal não me colocava o coração a acelerar desta forma. Isto é bom... Sinto que vai correr bem. Sinto que isto nos vai fazer muito bem em vez de nos afastar. 
A cena é... Não tenho a completa certeza da existência de outra pessoa no teu mundo. E tenho medo que estejas apenas a testar-me. E se for isso, vou ficar mesmo muito magoada e não sei até que ponto é que me poderás voltar a ter da mesma forma. Se não o for, eu já decidi que estou aqui. E que quero lutar. Tu ficaste por perto e eu ficarei por perto da mesma forma. 
A verdade é que comecei a ter a ideia de te surpreender no dia do teu aniversário e quando coloquei mãos ao trabalho... Lembrei-me que nem te esforçaste para o fazer no meu. E eu estou a começar isto dia 2. Ou seja, tenho mais 4 dias em que posso ter uma ideia ainda melhor que esta ou fazer alguma coisa mesmo a sério. E sim, está a doer-me mas vou continuar. Não te posso desiludir embora tu me tenhas desiludido a mim.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eu precisava da minha melhor amiga. Precisava mesmo. O verdadeiro problema aqui é que agora discutimos e não sei quando é que vamos ficar bem, apesar de estar a ver laivos de mudança. Só que eu não queria que tu fizesses as coisas só porque eu preciso. Queria que fizesses e te sentisses bem com isso. E se não sentes... 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Estou completamente a passar-me com as atitudes de merda que tens tido. Completamente. Deixa-me em paz. Eu estou a um passo de me cagar completamente para ti. Um passo muito curto. Tu podias parar de me sufocar. É que podias mesmo! Mas como não consegues fazer isso vais perder-me porque eu não vou aguentar muito mais tempo. De ires à estação para me ver? E pedir primeiro? E perguntar primeiro se POR ACASO eu quero ver-te? E de voltares um caminho para trás quando eu te digo que não quero e tu vais na mesma, impondo-me a tua presença quando eu quero estar sozinha? E na semana de praxe? Ficares sozinho mais de meia hora a um canto mesmo só naquela de achares que eu devia ir ter contigo? Foda-se, começas mesmo a sufocar-me como antes e a deixar-me louca da cabeça. Já percebi que não preciso de ti na minha vida porque não preciso de alguém que me pressiona e me sufoca. Começo a ficar completamente farta.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Eu não posso não lutar. Eu tenho que o fazer. Se não, mais tarde, vou arrepender-me de não ter lutado. Por isso eu vou acalmar o meu coração inquieto - mais calmo desde que tomei uma decisão palpável - e vou andar para a frente. Uma pequena peça de cada vez. Espero que me queiras de volta... Porque eu nunca lutei por ninguém, não sei como se faz... Acho eu que nunca o fiz.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Estive a reler os textos que escrevi para ti e tenho lágrimas nos olhos. Podia simplesmente retirar frases do que escrevi há alguns meses e escrevê-las de novo. Tornam-se tão reais. Tornaram-se tão reais... Agora que acabaste comigo. Sinto-me totalmente morta por dentro. A explodir a chorar a qualquer momento. Dizem que tenho lágrimas nos olhos e que os meus olhos dizem tudo... Pois. É a vida. É mesmo.
O silêncio assusta, porque a gente não tem ideia se a pessoa está sentindo a nossa falta ou se está gradualmente aprendendo a nos esquecer.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Lú, eu estou aqui para ti como tu para mim. É para isso que servimos. E fazes-me uma falta danada quando não estás. Amo-te!
Estou a morrer de saudades tuas, de vontade de saber como estás. Sinto a tua falta a cada segundo do meu dia. Sinto mesmo. Do teu sorriso, da tua voz, do teu apoio, de uma mensagem que me dizia que estavas ali, para mim. E morro de vontade de te enviar uma mensagem, de te mostrar que estou para ti. Mas não posso. Não já. Vou esperar, um dia de cada vez. Uma hora atrás da outra. Eu hei de conseguir ultrapassar os dias até chegar à sexta feira. Eu hei de conseguir estar minimamente bem, com uma cara minimamente normal até aí. Na sexta feira decido se durante o fim de semana te envio alguma mensagem ou não. Eu preciso de saber se tu também sentes a minha falta, se me vais procurar, ou se vais ser frio como ameaçaste ser. Estar distante. Como se eu merecesse isso. 

Hoje foi um dia absolutamente horrível. Senti-me completamente em baixo, completamente derrotada. Completamente revirada do avesso. Eu não sabia nada, não conseguia sentir nada sem ser vazio e medo. Medo de te poder encontrar num corredor. Eu não sei lidar com isto. Fazes-me tanta falta, meu puto. Hoje acordei a pensar em ti, que me ias enviar uma mensagem, que devias estar prestes a acordar. Mas depois acordei efetivamente e colou-se um peso ao meu coração durante o resto do dia. Fazes-me tanta falta. E eu sinto-me tão mal ao pensar na última semana. Ao pensar que foste capaz de me usar... Eu não aguento isto se foste capaz de o fazer. Porque é que me sinto tão usada? Porquê? Porque é que não me explicaste as coisas como eu sempre fiz contigo?

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Vi-te. Eu vi-te e tu não me viste. Tinhas uma cara de quem não tinha dormido nada e de quem estava super mal... 
Não sei até que ponto é que isso me faz bem ou mal; o ver-te. Mas queria que me tivesses visto para saber qual seria a tua reação. Tenho tantas saudades tuas. Aceito a tua decisão, a sério que sim, mas os meus olhos quiseram chorar todo o dia. Vai ser difícil habituar-me. À tua não-presença na minha vida e à tua frieza para comigo. 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Obrigada por todo o apoio hoje. De uma maneira ou de outra estão comigo e isso chega-me para sentir que vou ultrapassar qualquer coisa. Sou tão forte convosco por perto.

domingo, 21 de setembro de 2014

Gostava imenso de parar de ver fotos de trajados com os respetivos afilhados porque só me faz sentir mal. Gostava tanto de ter um e não tenho.
Eu vou bater com a cabeça nas paredes umas mil vezes enquanto não me conseguir controlar.
Eu sei que quando me predispuser a estar um bocado em frente ao teclado e colocar uma certa música que vai sair tudo o que eu tenho entalado desde segunda feira. Eu sei. Por isso acabo por não ouvir música nem me manter muito tempo aqui. Tenho medo dos meus pensamentos, estão tão confusos, tão desordenados. Mas algum dia vai ter que sair. E espero que seja hoje. 
Sinceramente começo a gostar mesmo muito mais de ti. Do que - se calhar - devia. Não sei exatamente quando é que te vais fartar de mim. No entanto, todas as noites em que não consigo dormir, tu estás lá. E sei que me procuras a mim. Isso quer dizer alguma coisa.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Eu tinha tanta coisa para escrever e chego aqui e não consigo fazê-lo. Mas vamos fazer algumas mudanças que são necessárias para que possa permanecer em paz por mais um pouco.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Eu devia de conseguir. Dizer alguma coisa e fazer alguma coisa por mim. E esta era uma oportunidade de ouro. E eu deitei-a fora. Como fiz a todas as outras... É por isto que tu te devias afastar de mim, precisamente por isto.
Mando-te mensagem e acabo a perceber que te vi. Penso que não és tu, não podes ser tu. Não quando eu precisava de uma cara amiga. Mas eras. Eras mesmo tu. A mandar uma mensagem. "Não precisas de me responder, podes mesmo dizer.". E tu ficaste tão feliz em me ver. E eu a ti. Foi tão bom, obrigada. Por seres o que és e por me fazeres sentir tão bem mesmo depois de tudo o que nos aconteceu. E por não te importares, em ficar a ver-me lá em cima, só para não lidar com esta parte das coisas já. Amo-te mil, Nicas.
Merda. Merda. Merda.

domingo, 14 de setembro de 2014

Acho que é mais forte que eu, esta sensação de solidão. Esta coisa que arde, que mói e que mata por dentro.
Estou a começar a achar que o amanhã não devia chegar. Tenho medo. Tenho medo de te ver. Porque sei que não estou preparada. Não gosto do desconhecido. E sabes tão bem disso. Tenho medo, João.
Saber que agora não vais estar para mim quando eu te chamar acaba por me doer. Porque agora estamos tão bem... Tenho medo que esse tempo que dizes que não vamos poder falar que acabe por nos afastar. Não quero - nem posso - perder-te. 
Bati tão no fundo que acreditei, por momentos, que o que dizias era a realidade.
O problema é que eu ontem senti que bati mesmo no fundo. Não me lembro do último dia em que me senti tão mal. Não me lembro do último dia em que me senti tão no fundo. Tão sozinha no meio da minha loucura. Tudo o que eu queria era um tempo sem pessoas. Mas depois não era isso que queria exatamente. Eu estava completamente fora de mim, sem qualquer tipo de controlo. Para ter chegado à cama e nem ter conseguido adormecer. Para deixar que as lágrimas encharcassem a minha almofada de forma incontrolável durante mais de uma hora. Para ter chegado ao cúmulo de enviar uma mensagem à tua irmã a perguntar como estavas e para a ter deixado perceber que eu estava tudo menos minimamente controlada ... Eu não sei que mais fazer. A sério. Não percebo. Eu tento arranjar explicações para as tuas atitudes silenciosas em relação a mim e não consigo perceber em que parte é que errei. Tu devias ter, ao menos, falado comigo. Ter explicado que ias afastar-te. Eu sempre fiz as coisas de forma clara para ti e tu fazes-me sentir que podes não ser claro para mim à vontade e que eu tenho que aguentar - e isto, isto não é no mínimo justo. Eu não mereço que me faças isto. Eu posso merecer que me deixes, isso posso - porque sei que mereço -, mas não posso merecer que o faças sem uma explicação plausível. Eu sempre tas dei, a todas, em todos os momentos que precisavas delas. E tu, o que tens para mim? Silêncio e mais silêncio. Deixas-me morta, sabes? Quando eu me lembro perfeitamente que te disse que precisava de ti por perto para manter a minha sanidade mental minimamente intacta... Tu deixas-me. E depois um dos maiores cúmulos de sempre - como se eu não pensasse sequer em ti durante o dia - ainda tive que ir jantar a um restaurante com o teu nome. 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Só não percebo porque é que continuas em silêncio.
Estou mesmo mesmo mesmo contente, por estarmos como estamos. Tenho um orgulho imenso no que alcançamos. A cada vez que discutíamos no passado eu sentia que não tínhamos futuro. E acho que foi isso que fazia com que discutíssemos mais. Mas agora, agora, estou mais calma em relação a nós. Agora tenho a certeza que podemos ultrapassar qualquer coisinha sem discussões. Que podemos conversar. E gosto tanto disso. Caíste do céu. E ficaste por perto. Conheço-te há quatro anos e sobretudo conheço a forma como falas comigo por isso não vale meteres outras pessoas a falar comigo que eu vou perceber rapidamente!
Obrigada pela companhia nas últimas noites.
O que mais me dói é que eu sinto-me uma merda por não te conseguir ultrapassar. É isso que mais me dói. Fechar os olhos ao som da música e acabar a ver-te. Dóis-me tanto, Soffs.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

«Um gajo que não seja capaz de enfrentar o mundo e as pessoas por vocês, nem gajo é, é um conas e um palhaço que não merece a vossa atenção sequer. Ele pode ser muito lindo, podre de bom, e rico como o caralho, que se não tiver personalidade, fodeu. Não se deixem ficar com um gajo que não tem coragem de vos apresentar aos pais porque vocês não são o «estilo deles». Não se deixem ficar com um gajo que não tem coragem de abdicar da vidinha fútil de comodismo por um grande amor. Não se deixem ficar com quem não está disposto a dar-vos o que vocês estão dispostos a dar. E quem diz gajo, diz gaja. Uma pessoa que não tenha tomates para estar com vocês, não está e ponto final.»


Acho que foi por isso que me afastei de ti. Porque não tenho tomates para estar contigo. Acho que é mesmo isto. É que sem tirar nem pôr. E é por isso que mereço que não me fales. Tal e qual. Agora engulo as lágrimas que ainda faltam cair e faço cara alegre. 

Obrigada, Geraldes, por me meteres s-e-m-p-r-e a chorar.
Eu só preciso de disfarçar melhor por aqui. Porque já perceberam que hoje não estou nos meus dias. Eu devia conseguir disfarçar melhor. Qual é a diferença de hoje para ontem? É só mais um dia. Eu só tenho que conseguir aproveitar o que falta das férias para me sentir bem. Para sorrir mesmo sem vontade. Eu vou disfarçar melhor.
Fazes-me falta.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Graças a Deus que existem.
Eu não aguento voltar a viver tudo outra vez, porque continuo sem saber de ti. E isso continua a magoar-me. E só posso pensar que ainda não deste notícias porque não estás cá. Porque já te foste. Só pode ser isso. Não vejo mais hipóteses claras à minha frente nem quero vê-las. Porque a cada vez que penso em ti começo a chorar, vêm-me lágrimas aos olhos. 

terça-feira, 9 de setembro de 2014

T-r-ê-s. Estou a contar.
«Há uma guerra dentro de cada um de nós. Às vezes, ajuda-nos a manter-nos vivos. Outras vezes ameaça destruir-nos.» 

domingo, 7 de setembro de 2014

Estou tão preocupada contigo. Porque é que não me dizes nada ... Tu devias dizer-me alguma coisa. Tu vinhas para Lisboa. Será que não entraste? Eu preciso de saber. Estou preocupada.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Estou sobretudo magoada contigo. O problema é esse. É que estou. Porque tu podias ter toda a razão do mundo - talvez a tivesses - mas perdeste-a. Perdeste-a no preciso momento em que recebeste duas mensagens minhas - apesar de eu não ter mandado só essas - e não me respondeste. Não me disseste nada. Fizeste de conta que eu não existia. E só para aí à quarta mensagem minha - em dias diferentes - é que te dignaste a dar-me notícias, a dizer que estavas magoada comigo pela forma que eu te tinha falado. Isto porque te metes onde não deves, mas nem indo por aí. E que estavas mal e que não querias falar e mais não sei o quê. Então e avisar-me? Isso não, eu que estive dois dias sem saber de ti. Isso não. Ora fode-te. Perdeste a razão e eu, que queria dar-te explicações, deixei de querer dar-te o que quer que fosse. Acabaste de regredir no que andavas (andávamos) a fazer. Mas, mais uma vez, a culpa foi tua. E agora sabes o que vai acontecer? Não te vou dizer n-a-d-a até vires ter comigo. E se não vieres não venhas. Porque eu não te vou dizer nada. Tu é que agiste mal. Se eu precisar de alguma coisa mando-te mensagem? Mas deves estar a gozar com a minha cara, é que só pode. Se tu fodeste qualquer expetativa que eu tinha de te falar ao não me dizeres nada durante dois dias achas que agora vou ter contigo? Deve ser deve. Sonha com isso.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Gostei mesmo muito de saber que perguntaste por mim. Que estás a querer estar por perto. Oh, será que posso confiar em ti ou será que mais vale continuar com uma barreira protetora que me impede que me magoes no futuro? Tenho medo. Tenho mesmo medo. De gostar de ti. Sempre tive. E tu continuas a dar-me provas - sem tas pedir - que estás cá.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Não me cabe no peito tanta felicidade que sinto por te saber feliz. Na mais pura acepção da palavra. Amo-te. E obrigada, por me dizeres que vai tudo ficar bem quando é o que preciso de ouvir.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Vai-te foder, vida.

E o problema é meu, será sempre. Fui eu que escolhi isto. É esta a minha decisão. E eu vou permanecer de pé. 
Agora que me coloquei em frente ao computador nem sequer consigo descortinar a minha mente. Por isso ainda me odeio mais. Tentei ouvir LP até o barulho me parar os pensamentos mas não consigo fazer isso para sempre. Só preciso de me aguentar. Só isso. 
Eu sabia que ia precisar do meu dark enquanto cá estivesse. Só não pensei que fosse assim, logo, já. E não pensei que fosse sentir-me tão destruída, tão apagada e tão morta. Nunca pensei. Só tenho que conseguir que ninguém veja os meus olhos e que as lágrimas não caíam até eu cair na cama. E lá, lá ser silenciosa. Eu vou ficar bem. Vou mesmo. 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

«Se cada um tivesse o que merece, a Rosa tinha uma camisola do João Pereira. Pronto, já disse.»

Caramba, é por estas merdas do nada que me atingem o coração que eu gosto de ti como o caraças.
Não sei perceber como é que será possível estar 15 dias sem isto.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Não percebo; não percebo como é que é possível memórias assaltarem-me antes de adormecer, memórias tuas tão claras, memórias que não queria ver. E não percebo porque é que durante o dia me continuo a lembrar de coisas que não lembram ao diabo; logo eu que odeio coisas de quando era criança - mais nova. Logo eu.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Nós vamos ficar bem, eu sei que sim. Não gosto que chores e não gosto de chorar. E estou a fazer um esforço para ficarmos bem, para voltarmos ao normal. Porque não faz sentido continuar a sentir-me mesmo mal por uma coisa que não vou conseguir mudar.
Luta por ti, luta por ti, luta por ti. Não te cales. Não te cales. Nunca te cales. Não chores. Não mostres fraqueza. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

obrigada, ruru. por estares sempre. 

domingo, 24 de agosto de 2014

Quando tiver um tempo; quando um tempo tiver passado, eu vou conseguir escrever sobre isto. Sobre ti. Sobre o que disseste e o que supostamente sentes.
Só sei que não deixo de me sentir triste e magoada. Não sei. Não deixo de me sentir desamparada, sozinha e sobretudo muito muito triste. Fico sempre a bater mal com isto.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Afinal vieste à net... Só espero que não notes. Como estou.
Eu não acredito que me meti a ver coisas na paz e que vi uma coisa específica que me acertou em cheio na ferida e que agora estou a fazer filmes e que ainda por cima não tenho forma de ter qualquer resposta tua porque o meu telemóvel é uma merda. Não acredito nisto. É que não acredito mesmo; PORQUÊ? A noite vai ser longa. Muito longa. Amanhã o dia mais longo será. Foda-se para mim, a sério. Devo merecer isto. 

Espero que estejas bem. Sinto a tua falta. Estou tão magoada...
She: E depois vamos ser amigas de aparelho! 
I: Vamos!! Vamos tirar uma foto porque FELICIDADE é ser amigas de aparelho! 
She: Oh, agora comoveste-me :)

Caramba, eu gosto tanto de ti!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Não me vou esquecer da promessa que te fiz; no meio das árvores, um dia no meio da natureza na Gulbenkian. Não me vou esquecer.
Apesar de estar muito triste hoje foi um bom dia. É nisso que tenho que me focar para não me focar na minha tristeza. Hoje foi o início das minhas resoluções, feitas de impulsos marados, mas foi.

- Hoje tomei uma decisão e levei-a avante; comecei uma conversa com ele. Pode não dar em nada, o mais certo é que não dê mas poderei virar essa página. 
- Hoje olhei em mensagens antigas e senti que cresci, senti que cresci com a única pessoa que, há dois anos atrás, esperava não crescer. Ela está comigo na mesma, estamos mais fortes do que antes, estamos seguras. Mesmo que nos magoemos nos entretanto's da vida. Viemos para ficar. Viemos para resolver tudo isso e ficar.
- E hoje fui capaz de dizer que tenho saudades do meu padrinho e que quero que ele regresse, aos poucos, à minha vida. Que sou capaz de um pouco mais do que "uma boa noite"
- E hoje, hoje consigo sentir-me muito muito orgulhosa de teres lutado, puto. Lutar por ti é muito importante, deixares sair coisas de dentro de ti, deixares sair a tua verdade. Façam com ela o que acharem que deve ser, tu lutaste. E eu orgulho-me de ti. Como me orgulho de mim por ter feito o que fiz hoje. Apesar de, por outro lado, me sentir tão destruída. 

Mas eu vou ficar bem, eu fico sempre. A vida é cair. Já dizia uma grande amiga minha. Obrigada, Aria, por confiares em mim! Por não te negares a responder a perguntas do profundo. Obrigada! 

Dou por mim a entender que sou um milhão de pessoas misturadas e que me sinto tão feliz assim. Sou feliz se, à minha volta, o estiverem também.
Não houve nenhum milagre. Para que viesses. Quando eu já tinha quase tudo resolvido de forma a estar contigo. Não faz mal, acho que ainda bem que não vieste agora. Porque à próxima vez que combinarmos eu quero resolver sozinha e não depender de ninguém. Tal como tu; não queres depender da tua família porque acaba por ser complicado. 
Depois falamos melhor, é isso, eu espero. Cá te espero. Demore o tempo que demorar, cá te espero.
Ainda não consegui perceber o que se passa para que me faças sentir que me estás a faltar tanto. Como se eu te tivesse feito algum mal. Porque é que não vens ter comigo? Porque é que quando digo e volto a repetir que preciso de ti ... Tu não me dás qualquer resposta? Porque é que disseste que íamos combinar imensas coisas e ainda não fizemos metade? Sinto-te a falta. Não percebo onde errei. Não percebo se estou a fazer algum tipo de filme confuso. Mas gostava de perceber.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Obrigada por seres a melhor companhia, aquela do "eu espero contigo" quando vês que estou mesmo a ficar louca da cabeça. Obrigada por nunca falhares um "eu espero contigo"
Um dia, vou ser capaz de fechar essa página. A vossa página, de vos pedir todas as explicações que penso que tenho direito. Um dia.
Explosões na cabeça e LP. Que mistura.
O problema aqui é que eu não confio em mim o suficiente. Primeiro nunca na vida iria voltar a repetir o teu nome cá em casa, só se fosse uma completa louca. E depois... Depois a carga emocional que tu acarretas contigo, para mim, faz com que eu tenha a certeza que não posso passar por isto sozinha. Isto, de te ver. Isto, de olhar de frente o passado. Isto, de fechar uma página, completamente. Porque nunca a fechei realmente, olhando-te nos olhos. Tudo o que aconteceu foi dado a circunstâncias. E agora terei oportunidade de tudo isso. E eu não queria desperdiçá-la. 

E, por isso, eu preciso de ti. Preciso de ti, irmã. Preciso porque sei que não vou conseguir sozinha e sei que és a melhor pessoa para me apoiar, para estar ao meu lado. Para agires como se tudo fosse normal sabendo o que ela signific(ou)a para mim. Porque sei que és extremamente perfeita a fazer isso. Oh, que raio, eu preciso tanto de ti que estou a explodir. Preciso mesmo. Por favor, diz-me alguma coisa. Por favor, diz-me que poderás estar comigo amanhã. Dá-me uma resposta positiva se não eu tenho que esquecer tudo, não era capaz de passar por isto com mais ninguém. Imploro-te, fala comigo... Prefiro achar já que não do que não ter nenhuma resposta.
Adoro quando me ignoras e me fazes sentir um completo lixo depois de me magoares como o car*lho. A sério, adoro. 
Deve medir-se exatamente as palavras que se diz, para não magoar as pessoas. É isso que se deve fazer.
Eu só queria ficar bem, a verdade é essa. Eu preciso que alguma coisa corra bem. Eu gostava disso... Gostava de ter a certeza que planos planeados à última hora com um dia de antecedência corressem bem, gostava mesmo. A minha cabeça dói-me de não ter a certeza do que poderá ou não acontecer. 
Vires para Lisboa ia ser maravilhoso para aumentar a amizade entre nós! Mesmo muito. Por isso, anda. Entra na faculdade e anda. Eu e a Rae esperamos por ti aqui, pedaço de natureza.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

«Importa sim que tenhas sido capaz de entender-me, importa que tenhas ficado por perto, importa que te importes comigo. Vale muito para mim. Pessoas como tu, não se encontram todos os dias. Eu tive imensa sorte em encontrar.»

O facto de teres vindo, por ti, ter comigo, é alguma coisa de muito indescritível. Tive medo, muitas vezes tive medo. Porque há um lugar em mim que já te pertence, por inteiro, por tudo o que já fizeste por mim. E tive medo que fosses embora, que me abandonasses. Eu entendia que o fizesses, sentir-me-ia muito magoada, triste e desamparada. Porque poderia ter outras pessoas comigo mas não te tinha a ti. E eu preciso, preciso de saber que as pessoas que eu amo estão por perto quando precisar delas. E preciso, sobretudo, que elas saibam onde eu estou quando de mim precisarem. E eu quero que fiques, devagar. Eu quero que voltes a estar no lugar que é teu, por direito. Tu és alguém maravilhoso. 
Não sei. Parece que não consigo falar contigo. Parece que não tenho capacidade de puxar qualquer assunto. Estava à espera que ainda tivesses dito alguma coisa como "desculpa não me ter lembrado do teu dia de anos". Mas não. Talvez não soubesses mesmo. Mas sinto-me feliz, por estares bem. 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014


Só não me quero esquecer que nunca o tinha visto e que quando sonhei com ele era da exata cor que sei hoje que é. E que isso me fez chorar uns dias a seguir. Chorar que é como quem diz, caíram-me algumas lágrimas. Foi demasiado estranho. E eu sei que, um dia, vou lá entrar! 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

«A minha vida sem ti já não é vida, percebes? Amo-te, Ana Lúcia!»; e faço questão de to enviar agora mesmo para que leias e percebas.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

«Gostava tanto de te poder conhecer, Rosi.»

Isto e aquela cena no grupo que estão a combinar todas está a fazer-me sentir mal. Está a fazer-me sentir que nunca vou conseguir isso. E quando eu sinto isto é mau. É doloroso para mim e faz-me ir abaixo. Porque é que eu encontro sempre as melhores pessoas longe de mim? Porque é que eu não consigo ter amizades sólidas quando as pessoas estão perto? Que raio de problema é que eu padeço para que isto me aconteça? Inevitavelmente, sempre o mesmo. Sempre. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Não percebo como é que és capaz de me continuar a magoar tanto assim ao ignorares-me. Eu estou a ignorar-te com a razão de estar à espera de que tu venhas ter comigo porque foste tu que erraste. E tu? Qual é a puta da tua razão para me ignorares tão fortemente? Deixa lá ver: estás a trabalhar? Vai-te foder. Podem ter-me rasgado o coração no meu dia especial mas, ao menos, têm estado comigo depois disso e já me fizeram sentir especial. E tu? Fizeste o quê? Ignoraste-me? Vai-te tão foder.
Alguma coisa em mim se está novamente a partir e eu não sei a razão para isso. Tenho medo. De estar constantemente partida. De acordar a lembrar-me que não estás por perto porque me fizeste um mal tremendo. Eu devo ter daqueles síndromes que só quero quem me faz mal perto. Só pode. Se não... Que outra razão teria eu para me lembrar de ti assim? A minha vida acaba por ser um montão de cenas mal resolvidas.

sábado, 9 de agosto de 2014

Odeio-te, obrigada pelos parabéns.
blogue - check!
telemóvel do Joel - check!
fotografia - check!
fotografia tua no facebook - check!
cronologia do facebook - check!
chat do facebook - check!
vídeo via telemóvel - check!

não me parece que falte nada <3 AMO-TE TANTO!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

«Ainda dói, ainda dói tanto,
ainda tiro uma faca do peito quando te ouço, ainda tiro uma faca do peito quando me lembro que existes,
e depois fica o buraco de um sangue que não pára,
ainda tiro uma faca do peito quando me lembras que existes,
tudo o que faço é para te esquecer,
tudo o que procuro é para não ter de encontrar-te,
ainda me dóis,
ainda me dóis tanto,
(...)»

Pedro Chagas Freitas

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Odeio saber de ti, do nada, porque odeio lembrar-me de tudo.
Não podes estar bem. É isso. 
Talvez eu esteja mesmo impossível de aturar. Talvez.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

I: Tu, Kiara, tu és a pessoa mais querida deste mundo. A sério. A sério que agradeço todos os dias tu teres aparecido. Tu e o teu sorriso. MIL OBRIGADAS por existires, por me fazeres companhia todos os dias e por seres minha amiga. Porque é preciso muito para me aturar! E tu tens isso tudo. ADORO-TEEEE de paixão, minha amiga! Precisas de enterrar um cadáver? Eu vou lá sem perguntas. É isso.

She: Serei sempre tua amiga, mesmo que haja dias em que esteja mais ausente. Porque tu já me ajudaste mais do que algum dia te vou conseguir ajudar, muito provavelmente. E sim, quando matar alguém, estou a contar contigo e a tua mala para transporte de cadáveres! <3
Não percebo porque é que trocamos sorrisos e tu não dizes nada sobre cá estares ou cá vires. E eu começo a perder a vontade de te ver. Não gosto do desconhecido. Não quero mentir. Não quero arriscar. Por isso, face à tua não vontade - a que me demonstras - e face ao que tento ser hoje ... Não parece que vá acontecer.
Só não percebo porque é que me sinto tão magoada contigo e com o facto de não dizeres nada. E não percebo porque é que agora já é uma questão de orgulho não ir ter contigo até me falares. Espero que estejas bem, mas, tal como penso nos últimos dias, se precisasses de mim a sério já tinhas dito alguma coisa.
só espero que ames. só espero isso! amo-te!
Eu sei que estás magoado comigo mas eu também te disse que ia tentar, que queria ajudar-te. E que não ia mentir. E não menti. E tentei. E continuo a querer ajudar-te. Porque é que tens que me ver para falar comigo? Começo a pensar que queres mesmo ver-me só por me ver e que a conversa que precisavas de ter poderia ser feita por mensagens. Custa-me ver as coisas assim mas é assim que parecem estar. Não retirando a minha responsabilidade do assunto. Mas disse-te na última vez que nos vimos - disse-te repetidas vezes - que não nos íamos ver no verão. Não vou arriscar. Começou uma nova fase; a de não arriscar e de fazer tudo o melhor que sei e que me lembro no momento. No entanto, também sei que estás magoado comigo e dou-te todo o tempo do mundo até que voltes. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Estou preocupada contigo. Se não disseres nada rápido acho que me passo da cabeça e desato a perguntar a toda a gente por ti.
Estou só confusa. O que tu fizeste ontem, de me mandares a minha frase especial, e não me dizeres mais nada sobre se vens ou não é suposto ser bom ou mau? É que devias saber que tens que me avisar com antecedência das coisas para que eu possa planear os meus próprios passos e saber se dá para te ver ou se é para esquecer essa ideia. Estou confusa, deixaste-me confusa. Estou com medo, deixaste-me, também, com medo. Porque eu sei como sou. Eu sei que preciso de planear tudo até ao mais ínfimo detalhe para ter a certeza que tudo vai correr bem. Porque eu sei o que acontece quando as coisas fogem do meu controlo e não quero, de forma nenhuma, que isto fuja. Quero que seja diferente. Quero só estar em paz nos momentos em que te poder ver e nem sequer pensar em todas as merdas que o meu cérebro faz constantemente menção de me (re)lembrar. Juro, eu juro, que qualquer dia morro. Morro de loucura provocada por mim mesma. Porque isto que eu faço comigo não é, nem nunca foi, saudável. Erro, erro, erro. Só erros. E acertar em alguma coisa? Nunca pensei fazer isso? Devia já ter cabecinha para pensar em acertar umas quantas coisas. Devia mesmo. Porque é que não tenho? Porque é que não cresço? Porque é que me sinto sempre aquela pessoa desprotegida, ingénua e estúpida? Porquê? Porque é que misturo tudo e acabo sem orgulho nenhum no que sou? Odeio-me tanto. 
Fugir. «Tu queres tanto fugir aos conflitos que acabas por não ser verdadeira, por ficar nervosa quando te colocam frente a frente com alguma situação que não esperavas e por não reagir. Por não dizer o que sentes realmente. É por isso que a tua irmã te chama sonsa.» 

sábado, 2 de agosto de 2014

A única coisa que me acalma: Linkin Park. Graças à sua existência o nó que tenho na garganta não tardará a sair. Ou não, mas espero que sim. 

Alguma coisa em mim não está bem. Ou são mesmo "algumas". Aposto que sei porque é que me estou a sentir assim. E isto não é bom, não é nada bom. Estar a começar a pensar demais na próxima semana não me ajuda em nada. Nada mesmo.
Oh meu Deus eu adoro a voz daquela mulher! 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Sinto-me triste. Por me teres dito que esta era a tua única semana de férias, teres dito que íamos estar juntas, teres combinado planos, ainda que no ar, e depois não teres dito nada durante toda a semana. Posso ter-me enganado na semana mas duvido. Só me fez ficar triste. Porque tenho saudades tuas. Penso em ti todos os dias e não digo nada. E não sei o que fazer mas sei que tenho saudades tuas e que fiquei triste. 
Não fiquei confusa nem nada assim. Só triste. Triste porque parece que te parti um bocado. Ao nunca mais teres dito que amavas alguém depois de mim. E já lá vão três anos. E isso deixa-me triste porque te parti um bocado grande.
Eu gosto tanto de estar bem contigo, é uma segurança tão mas tão grande. Quem me dera conseguir ultrapassar os monstros todos que aqui guardo para poder estar mais tempo contigo. Ia fazer-nos bem, às duas. Só quero que, por agora, continuemos a aproximar-nos, a consolidar tudo isto, a precisar uma da outra. E a estar juntas, mesmo que seja só de vez em quando. Amo-te tanto tanto, Gémi. E gosto tanto mas tanto que estejas bem! 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Qualquer acorde de LP me deixa mais calma.
«O meu cérebro - aka, eu - também tem tendência para ir buscar coisas ao passado, apenas porque acho que estou demasiado bem e isso não pode ser, preciso de problemas na vida. É um masoquismo estranho, mas eu só me sinto realmente "em casa" se estiver a sofrer por alguma coisa. Se eu estiver muito bem, estou sempre à espera da parte em que vai desabar tudo. Se eu estiver mal, pronto, cheguei ao meu destino.»

«Eu não tenho saudades, nem nada que se pareça. Só tenho "monstros" que se reflectem nas acções que tomo hoje. O que faço - mais o que não faço - é por aquilo que me fizeram. As pessoas de agora podem não merecer - e até eu, não mereço ter tanto medo - mas eu deixo de (me) dar por aquilo que, noutra altura, me tiraram.»

Esta merda é tão eu que até dói.
Antes de me deitar escrevi que tu davas um sentido às coisas para, quando me deitei, sentir que não tinha qualquer tipo de sentido. No meio de tudo nem tu me estavas a fazer sentir que afinal até tinhas sentido. E a minha insegurança só aumentou ao sentir isso. Talvez ainda agora esteja alta... A vida muda num segundo.
Gostava que conseguisses ter mais cuidado contigo porque era o que devias fazer. Só isso.
O aperto no peito não vai embora, pois não? Não...
Ora deixa lá ver: não me tens no facebook porque o deves ter apagado e porque não tiveste vontade em me ter lá até agora. Ou porque sou tão invisível que nem sequer sabias que não me tinhas. É isto. É mesmo isto. Mas obrigada, pela mensagem. Tinha sinceramente esquecido que tinhas o meu número. E não tinha o teu, por isso nem resmungues. E vou fingir que isto não aconteceu. 
Acho que a próxima noite em que sonhar contigo que acordo a chorar baba e ranho porque estou farta de sonhar contigo e acordar com um peso enorme no peito que me diz que era apenas um sonho. Isso irrita-me profundamente. Podia só mesmo parar de sonhar contigo. Podia parar de sonhar contigo e de acordar a meio desse sonho com uma dor de cabeça dos diabos. Podia parar de te ver, parar de ver a porra do estádio, parar de achar que vou ganhar alguma coisa das tuas mãos, parar de achar que alguma vez vais saber quem sou. Podia mesmo parar tudo porque me irrita que continue e que seja apenas uma mentira. E isso, caramba, isso dói muito. Por isso, cérebro, pára! Fico extremamente sensibilizada que tudo isso pare.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Conversar contigo da forma como fazemos faz com que eu acabe sempre por chorar ou quase chorar. E não é que isso tenha mal. Gosto da profundidade que trazes às coisas e às conversas. Gosto da profundidade do que és, do mistério que emanas. E gosto disso todos os dias. 
«A vida ensina-nos mesmo quando não queremos aprender.»

Conversar contigo faz sempre com que eu tenha frases maravilhosas a vir-me à mente. Gosto de ti, gosto muito.
Odeio discutir contigo, odeio o sentimento que se apodera de mim. Mas, ao mesmo tempo, gosto. Porque és tu. Porque tudo contigo acaba por fazer algum tipo de sentido. Porque tu és assim, acabas por dar sentido às coisas. 
Estou aqui, L. Não precisas de achar que estás sozinha porque eu estou aqui. E olha: um dia vais ter três metros (de coragem) e seres mais forte que tudo!

terça-feira, 29 de julho de 2014

não sei.
Odeio-me quando parece que te vejo em todo o lado. Quando parece que me falta o ar por momentos por vislumbrar alguém parecida contigo mas que não és tu. Porque não podes ser tu. Odeio-me. Odeio-me por causa de tudo o que me fizeste.
Há dias - ou noites - em que custa demasiado lidar comigo.

domingo, 27 de julho de 2014

The sudden moments of sadness hurt you even more because you know you were happy just a little while ago.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Desde que aconteceu que penso em escrever. Mas, ao mesmo tempo, desde que aconteceu que penso em deixar para mim. Apercebo-me, apesar disto, que tenho que deitar cá para fora porque se não, não me vou entender. Eu julgava que isto não ia acontecer agora. Eu julgava que estava bem, mesmo sabendo que não. Mas a verdade é que não, isto anda a consumir-me há muito tempo. Eu sei disso mesmo que mais ninguém saiba.
Espero que hoje seja uma marca. Espero mesmo porque preciso que o seja. Hoje marcou o fim do meu martírio. Espero eu. Não sei se correu bem, se fiz o que não devia ou se agi completamente bem. Desta vez não sei dizer. Só sei que me fartei, me fartei das críticas todas e uma coisa tão simples como deixar duas garrafas de fora do armário me fez passar da cabeça. Mal ela saiu da cozinha eu começo a sentir as lágrimas a querer saltar cá para fora mas seguro-as e continuo a tentar manter-me completamente segura de mim. Mas quando a minha mãe entra na cozinha eu não consigo. Porque eu sabia que ela se ia passar com a gritaria que se ouviu. E passou-se mesmo. Tenho a certeza que merecemos - ambas - o que ouvimos. Comigo a chorar e com ela a ouvir. Comigo a sair da cozinha a chorar e com ela a começar a chorar, nem sei bem porquê. Ah, porque a minha mãe me defende sempre. Que mentira. Que mentira tão grande. Chorei o almoço todo, ela chorou o almoço todo. A minha mãe começou a chorar a meio. Porque nós não fazemos um esforço para nos dar bem e se acontecer alguma coisa só nos temos uma à outra e não nos damos bem. E eu sei que ela tem razão. Vou esforçar-me ainda mais do que o que tenho feito, ficou a promessa feita a mim mesma enquanto ia acabando de comer. Quase que ia vomitando, estava tão mas tão nervosa. Porque fui eu que me levantei a chorar para acalmar e abraçar a minha mãe. Fui eu que pedi para que ela olhasse para mim enquanto chorávamos as duas para que me ouvisse. Fui eu que a abracei e lhe beijei o cimo da cabeça. Fui eu e não vi nada da parte dela. Não percebo, só me disse que eu a irritava por não dizer as coisas e depois explodir todas ao mesmo tempo. E o quanto ela me irrita? E me magoa? No entanto, eu espero que isto seja o fim, do fim da porcaria que tem andado dentro de mim por causa disto. 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Pensava que ia ter vergonha mas não tive. E soube-me bem. 
(-te)
Obrigada baby.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Ontem à tarde dei por mim a pensar em ti. Quando já não o fazia tão a sério nos últimos tempos. Estava a pensar que nunca mais dizias nada quanto a vires a Lisboa. Até que chego à net à noite e te vejo online. E não te falei. Mal sabia que irias ser tu a vir ter comigo. "Espero bem que me esperes porque estou a pensar ir aí este verão ;) e já vi o teu texto e ... desculpa não ter dado para estar contigo da última vez e sim, não és a única".

She: Sabes que eu já não tenho a minha camisola da Nike? 
She: Eu também a adorava e tinha um significado especial.
She: Eu parto do pressuposto que tu saibas uma vez que fazes parte dele.


OMG, Guimarães foi assim tão marcante para ti como para mim? OMG mil vezes. Sei que é por razões diferentes mas aquece-me o coração saber que sou tão importante para ti como tu para mim. Ou fui. Ou sou. Acabas sempre a surpreender-me. Quando eu menos espero. Literalmente de para-quedas. OMG, és linda!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Do nada fui ter contigo e do nada tu vieste ter comigo! Que bom. Que bom mesmo.

sábado, 19 de julho de 2014

Tenho que começar a perceber que dizer o que sinto faz com que as coisas fiquem um pouco melhor do que o que estavam antes. Podiam era adequar isto a todos os aspetos da vida e não só com certas coisas. Porque assim já podia ter resolvido algumas coisas em mim.
«Se olhares para o teu passado, para aquilo que foste, para o que amaste lá atrás, tu vais sempre amar essa pessoa, nem que seja imaginando-te no momento em que a amaste. Não tens outra forma, mesmo que o negues para sempre, mesmo que jures a pés juntos. Olhas para aquela fotografia, para o momento em que estavas a amar, e amas; não precisas de esquecer – aprende – precisas de viver…de saber viver com isso….o problema do amor – e que tens de saber aceitar - é quando alguém se vai, quando alguém se deixa de nós, ainda assim nos fica para sempre. Por isso não te esforces para esqueceres quem te foi importante, quem teve significado na tua vida, porque te vai ficar; não te massacres com esquecimentos que não esqueces. Nem precisas de esquecer. Basta viveres o teu presente, amares os teus-teus, os que te são hoje, e serás a pessoa mais feliz do mundo; 
o problema do amor é quando alguém vai, ainda assim nos fica.»


Tão isto, meu! Tão isto. Não se esquece, nunca se esquece. Aprende-se a viver sem isso. Sem esse amor. Havendo ou não um novo. Quem fez parte de mim, fará sempre. 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

The feeling when you have absolutely no idea of what's going on inside you.
Não quero estar sozinha e estou. Não quero sentir o que sinto porque o que sinto não é nada, e estou a senti-lo. Este nada está a afogar-me em incertezas que causam dor. É um nada doloroso. É um nada impaciente por me fazer desesperar. E que caramba, está a conseguir. Tudo porque não quero estar sozinha e estou.

2.10h.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Espero que a dor que tenho na cara não faça curto circuito com os olhos porque só me apetece chorar.
Gostava que conseguisses dar mais valor ao que faço por ti. Se sou dura é porque tenho que ser, porque sou a única que te consegue ajudar, já que dizes que não confias em mais ninguém. Acho que hoje tivemos a nossa primeira amostra de discussão mais ou menos séria e ainda bem que não me calei.
Não sei o que se passa comigo. 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Nunca pensei vir a estar tão mal. Nunca pensei dormir apenas 3 horas numa noite e passar o resto do tempo de olhos bem abertos. Esta vez deixou-me completamente de rastos. Parece que não consigo ter qualquer tipo de controlo no meu corpo e nas reações de temperatura. Estou mesmo de rastos. Deixa-me impaciente, cansada, carente e super sensível. Não sei o que fazer comigo. Só quero que isto passe.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Alguma coisa não está bem em mim, não está não.
amo-te mil milhões de vezes, princesa.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Aquele aperto que me esmaga o coração. Que quase parece que vai saltar do peito, que quase parece que vai parar de bater. Que quase parece que vou vomitar tudo o que tenho no estômago. Aquele aperto que me deixa sem ar. É, muitas vezes, o meu companheiro noturno. E eu não o quero comigo. Faz-me dormir menos do que devia. Faz-me sofrer mais do que gostaria. Faz-me sentir pior do que sinto e assumir medos piores do que são, no claro do dia. Aquele aperto que nunca me larga; que, volta e meia, e volta.
Há dias em que me doem as entranhas só de pensar em ti. De me vires à mente, por alguma coisa qualquer. 
Tenho saudades tuas, a verdade é que tenho, e não sei o que fazer com elas. Porque também tenho medo de te mandar uma mensagem. Não sei exatamente o que é suposto. Lá está, não devia ter gostado tanto de ti.

sábado, 12 de julho de 2014

"És a melhor maneira de viver. Podia dizer-te que te quero por tudo o que és. Mas estaria a mentir. Quero-te por tudo o que sou contigo. Quero-te pelo que sou. Porque me sinto, em ti, a pessoa que quero ser. És a minha melhor maneira de viver. Quero-te por egoísmo. É isso. Quero-te por egoísmo. Espero que me queiras pelo mesmo motivo." 
Prometo Falhar, Pedro Chagas Freitas.
Tinha tantas saudades tuas, obrigada baby.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Alguma coisa me diz que é para ficar quieta à espera que digas alguma coisa. Espero que tenhas chegado à conclusão que a nova Rosa diz o que tem a dizer. Amigas na mesma. Mesmo que fiques tão magoada que não me queiras falar mais durante o dia. E depois aí fico à espera que me digas alguma coisa. Quieta.
Só gostava de perceber o que é que sou, de tão mau, que te faça agir como ages para comigo. Será que sou mesmo esse ser humano desprezível que sinto que sou quando olhas para mim ou falas comigo? É que a maioria das vezes acabo a sentir-me em baixo porque me espezinhas. Sei que consigo pagar-te na mesma moeda, sei que se é para discutir que são precisas duas pessoas. Mas não percebo porque é que não nos podemos dar bem. Porque é que não podemos ser amigas normais, irmãs normais. Não percebo porque é que te esforças tanto para me falar mal, para me fazeres sentir que és superior a mim em tudo. Não entendo. E gostava de, um dia, entender. Quando é que te fiz tanto mal. 

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Eu só não posso magoar mais ninguém. Se tiver que engolir tudo o que tenho cá dentro é isso que irei fazer para que toda a gente fique minimamente segura. Há dias em que simplesmente não percebo nada. Não percebo se mereço isto, já que fui eu que o despoletei, ou se está a acontecer precisamente como deveria. Quem me dera, conseguir saber o que fazer no futuro, conseguir saber como vou sair de tudo isto. Só não posso magoar mais ninguém. E vire-me para onde me virar, faça eu o que fizer, vou sempre deixar vítimas por aí. Esta é a minha vida. Só eu é que deveria magoar-me. Não deveriam existir quaisquer danos colaterais. É por isto, é por isto, que me sinto tão na merda, tão morta. Porque sempre esperei que alguma coisa acontecesse mas nunca assim. 
Só me sinto mesmo morta.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Eu não sei como te devo ajudar, se te devo mandar mensagem e relembrar-te que ontem estavas de rastos ou se continuas de rastos de tal maneira que não queres falar. Por isso não sei exatamente o que fazer. O que me magoa porque eu devia conseguir ajudar-te. Mesmo não tendo as palavras certas.

Estou realmente cansada de querer ter uma coisa e tentar lutar - dentro de mim - por ela, para, quando tento enviá-la cá para fora acontecer sempre alguma coisa, antes disso, que me impede totalmente de ter capacidade de falar. Não agora, especificamente, que queria muito que acontecesse, não. Mas já deixei de fazer muitas das coisas que gosto demasiado devido a isto. Sempre, sempre, sempre. Tenho 20 anos e continuo a fazer as mesmas coisas, como se tivesse 5. Como se fosse uma miúda indefesa. Nestas alturas é isso que sinto, que sou uma miúda indefesa. Tenho medo, de mim. De mim mesmo. E estou cansada, de mim.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ando a sonhar contigo demasiadas vezes para o meu gosto. Não sei porquê. 

Post que deveria ter sido escrito dia 6.
Nunca pensei, um dia, estar a responder a um questionário de várias perguntas podendo fazer-te um a ti. Parece que, no final de contas, éramos um mistério uma para a outra. Depois desta madrugada vamos passar a ser menos misteriosas. Um viva a isso!
«Eu sempre andei por parte incerta
Sempre a procura de me encontrar
Será que é a vida que me aperta
Ou serei eu que não se quer soltar»
Sabe mesmo bem estar bem contigo. Mesmo!
Ironia da vida. O dia do teu aniversário é o dia de perdoar. Perdoar? Piada louca, mesmo! Btw, parabéns. Espero que tenhas um bom dia.

domingo, 6 de julho de 2014

Obrigada por todo o apoio, mesmo mesmo.
Ao menos soubeste vir ter comigo. Ao fim de quase três semanas mas vieste. Parabéns por isso. Só espero que não penses que está tudo bem porque não está. Não sei quando estará. Ou sequer se estará. Um dia de cada vez.
Eu estou aqui, a todas as horas que precisares. Eu estou aqui, a tentar arranjar uma explicação plausível para tudo o que está a acontecer-te. Estou mesmo. Para ouvir mil vezes as mesmas coisas, para ter a certeza que estás bem mesmo quando não me queres falar. Ou não podes. Eu estou aqui, para ti. Quando não consegues dormir e quando me chamas zombie por adormecer tarde e às más horas. Eu estou aqui e só consigo pensar que ele é um cabrão por te ter feito o que fez. Tendo ou não uma explicação infantil plausível - a minha ignorância face às pessoas ainda consegue trabalhar - sinceramente, espero que a tenha mas tenho a certeza que não a tem. E isso faz-me sentir mal. Quero ajudar-te mais. Amo-te, okay? Okay.
Tenho uma sorte dos diabos por te ter na minha vida. Por poder caminhar contigo e por poder falar contigo. És uma grande grande amiga.
Olhei para a data quando me deitei e só pensei; é amanhã. E já lá vão três anos desde que me fizeste tanto mal, três anos em que não te dou os parabéns. Três anos em que espero que estejas feliz e que te recordes de mim, de alguma maneira. Como talvez a pessoa que mais magoaste.
Obrigada, baby.

sábado, 5 de julho de 2014

Eu estou bem. Eu só tenho que parar de tremer. Eu só tenho que parar de tremer para não desmaiar. Calma.
Depois de uma muito má noite acabei de descobrir o meu grande problema. Daqueles que tenho que ser eu a cuidar, a perceber melhor. O medo e eu somos amigos, somos amigos desde sempre. Só tenho que perceber como é que vou colmatar esse medo. Ontem tive uma boa ajuda, mas não posso contar com uns phones nos ouvidos sempre que tudo parece engolir-me. Fica na altura de me perceber melhor, de mandar o medo para longe. Saber o que sou, gostar do que sou. Mesmo que isso não seja nada fácil.
Obrigada, L!
Agora não estou magoada. Neste momento estou muito fodida. Continua a ser criança continua. Vamos lá ver quem é que é mais teimoso. Sabes que quando quiseres voltar provavelmente não vais ter nada para reconstruir porque estás a ser um verdadeiro porco.
O que mais me magoa no meio disto tudo é o facto de tu continuares supostamente - pelo que vejo - muito magoado comigo e não me vires falar. Isso faz-me uma impressão do caraças. Mas tu fazes aquilo que quiseres com a tua vidinha, eu vou continuar aqui, na minha, em silêncio. É que quem errou (mais) foste tu. Não eras tu que me ias mandar mensagem de boa noite há tipo 15 dias? Continuo à espera. 
«Eu não sei se vou ficar bem assim
Eu só sei o que vai ser melhor para mim
(melhor para mim)
Eu não sei se vou ficar bem assim
Eu só sei o que vai ser melhor para mim
(melhor para mim)»

Gritar isto em plenos pulmões fez com que o dia inteiro valesse a pena. Alguma coisa tinha que correr bem ontem, não é? Apesar do meu mau humor em achar que não ia apanhar o concerto a tempo ouvir a última meia hora do concerto fez com que tudo acalmasse em mim e fez com que sentisse tudo a apaziguar-se cá dentro. Naquela meia hora o aperto desapareceu. É o que dizem, vás com quem fores para um concerto o que tu sentes é contigo, aproveitas sozinho. E fogo, cada vez é mais verdade!
Eu precisei tanto mas tanto disto. Quando não temos as coisas é que nos apercebemos da falta que nos fazem!
Foi exatamente nesse exemplo que eu chorei uma noite inteira... Ainda bem que não era só a mim que me parecia. Ainda bem que a ti também te parece. Ao menos não sou eu que vejo coisas. 
Obrigada <3

terça-feira, 1 de julho de 2014

Eu gostava de conseguir fazer as coisas de forma diferente, para mim. Primeiro para mim. E depois, claro, para os outros. Para os que convivem comigo, que me conhecem, que me querem bem. Mas eu não consigo ir mais longe do que aquilo que tenho na minha mente, o de viver um dia de cada vez sem correr qualquer tipo de riscos. Eu não quero magoar-me mais por ter deixado de medir as consequências dos meus actos. Já chega disso, já chega de passos mal dados e de cair no chão sem me conseguir levantar. Agora tenho que fazer as coisas certas. E se isso significar prender-me em casa, não estar com pessoas que querem estar comigo ou alguma coisa assim parecida, é isso que acontecerá. Tenho que agir com cuidado. Com o máximo cuidado possível. E não é contigo a passares-te e a deixares-me quase sem reação que as coisas na minha cabeça vão mudar. Porque, lamento, mas não vão. E eu sei que contigo não errei. Sei que fiz tudo ao meu alcance para que percebesses que estar comigo era isto. Um monte de dúvidas, um monte de pensamentos sem sentido mas que, em mim, faziam todo o sentido do mundo. Eu sou isto. Esta pessoa que nem sei dizer o que é. Não gosto do que sou, não gosto do que te faço sentir, quando te faço mal. Não gosto que peças desculpa quando me magoas porque sei que te magoei primeiro por ser tudo isto. Quase me atrevo a dizer que preferia que nunca me tivesses conhecido. Só te proporciono dúvidas e nenhuma estabilidade. Não consigo ser uma pessoa normal porque tenho o cérebro todo lixado e não tenho maneira nenhuma de o consertar. Desculpa eu. Por te ter colocado nesta história sem pés nem cabeça que é a minha vida. E obrigada, por teres entrado. Por quereres ficar. 
«Tell us all again 
What you think we should be 
What the answers are 
What it is we can't see» 
Gostava te de conseguir ajudar mais mas sei que não consigo porque tu precisas de estar contigo e com os teus. Eu vou mandando mensagem de vez em quando para saber como estás a aguentar-te. Vejo-te lá para Setembro, se me atravessares à frente, não vou insistir mais sobre estar contigo. Prometo(-me) que não. 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Um dia os meus sonhos vão tornar-se reais. Um dia vão. E nesse dia eu vou ser uma pessoa bastante feliz!
Passo a passo vamos voltar a ter dias bons, quero prometer-te isso. Um dia de cada vez. 

sábado, 28 de junho de 2014


Estou cansada de tudo isto.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Preciso de ti. Eu ia dizer-te que preciso de ti ... Sinto-me tão na merda. Eu não vou aguentar isto sozinha.
O que mais me dói é estar tão sozinha no meio disto tudo.
Sabes uma coisa? Obrigada. Obrigada por eu poder confiar em ti a esses termos. Por teres feito o que prometemos uma à outra. Foi um bom início. Nenhuma delas te viu e ainda bem. O meu coração, que anda tão na merda, encheu-se de mimo só por te ter visto. Claro que tive medo. De elas te verem. Mas ainda bem que não viram. Ficou só para mim. E o sorriso que colocaste na cara quando eu olhei para trás vai ficar guardado em mim. Amo-te, sempre. 
Estava na rua e só queria vir para casa. Precisava de vir aqui. Esta altura é sempre complicada para mim. Dói sempre de mais. É a altura em que eu devia ter amigos, alguém aqui e me apercebo que não tenho ninguém, que estou totalmente sozinha. 
As lágrimas estão a querer saltar desde que saí de casa. E depois fiquei na rua mais tempo do que era suposto. E doeu tanto.
Dia 27 de Junho vai ser sempre dia 27 de Junho.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Há coisas que não precisam de ser ditas. Ou que não deviam ser ditas.


De um meu que nunca sairá cá para fora. 
É extremamente fodido e estranhamente ilógico que a única pessoa que te pode salvar é aquela que te mandou abaixo. A vida é isto.
Estou afogada em desespero. Mas agradeço; agradeço estar a sentir isto agora. Para não sentir mais tarde. Assim é mais fácil. Fácil, fácil. Quem é que eu vou enganar desta vez? 
Estou bem, está tudo bem. Tretas.
Fito o vazio, de cabeça erguida, mas com montes de nós emaranhados lá por dentro. Ninguém sabe - nem ninguém saberá - o que me vai cá dentro. Talvez porque nem eu sei. E gostava de saber, oh se gostava. Talvez me ajudasse a descortinar a ação que se seguiria. Eu tenho medo. Tenho muito medo. Da minha reação às atitudes dos outros. Da minha dor. Do meu desespero. Porque de mim já caiu muito e com muito esforço se levantou. Digo que sou eu a cuidar da minha alma mas essa é a maior mentira que posso contar a mim mesma. Não sou. Tenho vinte anos de vida e nunca me dispus a aprender a cuidar da minha alma. Tenho-a entregue por aí. E chegou a altura de me desenganar; e o mais rápido possível. Porque quando chegamos a um cruzamento, temos que virar, para um lado ou para o outro. Sem volta a dar. E eu? Eu agora não tenho volta a dar. Voltar para trás tornou-se impossível desde que deixei escapar migalhas de mim. Porque é que estou sempre a deixar escapar migalhas?  Eu deixo que os outros se aproximem e que cuidem de mim. Sem saberem estão a colar bocadinhos que eu, sozinha, já não conseguia colar. E depois, quando fico com nós dentro de mim, não sei o que esperar. Nem de mim nem dos outros. Mas principalmente dos outros. Há coisas que não devíamos deixar escapar. Há coisas que deviam permanecer no mais recôndito espaço que tivermos no corpo. Não deixarmos que nada - nem ninguém - se intrometa nas decisões que o nosso cérebro ainda nem sequer foi capaz de tomar. Não deixarmos escapar migalhas. Lá está. Eu farto-me de deixar escapar migalhas. Eu sinto-me alguém que não serve para rigorosamente nada, alguém completamente ridículo. Alguém que não consegue desenvencilhar-se sozinha e que tem que ter sempre uma bóia de salvação. Não há bóias de salvação no mundo lá fora. Alguém consegue gritar-me isso? Alguém consegue pegar no meu cérebro profundamente estúpido e explicar-me que não posso continuar à espera que me colem bocadinhos? Que tenho que ser eu a fazer isso? Alguém consegue? 
Tenho medo. Vou continuar a tê-lo. Não vou deixar esta sensação ir-se embora. Nem esta, nem aquela, a que não me fez dormir. Que não me tem feito dormir noites seguidas, por variadas razões. Acaba por ser a mesma. Acaba por ser sempre o mesmo peso no coração. Uns dias maior, outros menor. Porém, sempre o mesmo. Preciso dessas sensações para ter a puta da certeza que estou viva. Porque não me sinto viva. Morri algures. Matei-me. Deixei que me matassem quando me predispus a que me colassem. Porque é que eu acho que não consigo aguentar sozinha? Porquê? Porque é que não acredito em mim? Porque é que eu sou esta pessoa completamente estúpida que não cuida de si mesma e que se deixa morrer a cada coisa menos bonita que lhe dizem? É isso, quero morrer. 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Sinto-me a pior merda à face desta terra e é melhor ir para o meu quarto quietinha antes que desabe aqui. Não vai ser bonito nem vai ser bom. 
Tenho a total certeza que esta noite vai ser a pior dos últimos tempos. 
Os primeiros acordes desta música fazem-me sentir tão mas tão bem. Próximo da felicidade, não? Provável.
Eu sinto que devia dizer mas que não posso. Porque existem consequências para o que dizemos, especialmente quando não sabemos na realidade o que sentimos. Dizer sem ter a certeza não é benéfico e trás consequências. Abre portas que não devia abrir. Abre portas para desconhecidos com os quais não posso lidar agora. Só sinto que devia dizer mas não posso. É só isso.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Não sei onde vamos parar. Sinceramente. Mas continuo à espera para ver as tuas reações. Sempre à espera. Tenho imensa paciência em mim. Imensa, quilos dela.
Linkin Park e dormir. Ou ler. Afastar o cérebro dos pensamentos maus. É esse o mote da minha tarde e da minha noite.
A única coisa que tens que fazer é respirar fundo. Muitas vezes. Mas mesmo muitas. E não te passar. Não ligues ao nó que tens na garganta nem a nada do que possas visualizar. Respirar fundo. Estás a respirar? Estou a respirar. Eu estou a respirar fundo. Eu não me vou passar. Vai correr tudo bem porque eu não me vou passar. Porque eu estou a respirar fundo.

domingo, 22 de junho de 2014

Na realidade não sei o que me deu. Sei que tinha, simplesmente, de te dizer que o meu telemóvel não estava bom. Podias ter respondido. E sim, acabaste por fazê-lo. E depois, dei por mim a escrever isto. Dei por mim a deixar sair palavras que deviam estar guardadas cá dentro. Porque estando guardadas cá dentro não me magoariam se tas dissesse. Ao menos, agora que as disse, já saíram. E tu não me magoaste. Só não me respondeste, só agradeceste.

«E posso já ter perdido tudo mas quero só dizer-te que vou ter sempre saudades daquela altura em que nos compreendíamos. Em que éramos amigas acima de tudo. E talvez, daqui a uns anos, consigamos que isso aconteça. Nunca perderei a esperança. Em nós, na nossa amizade. Por muito que te diga coisas horríveis ou por muito que te mande embora, que me vá embora. Sei lá. E sei que contigo é o mesmo. Gosto muito de ti, meu anjo.»

Mas eu gosto de ti na mesma. E vou ter esta esperança na mesma. E vou ser capaz de melhorar os meus humores em relação a ti. Porque, por muito que te odeie muitas vezes, também gosto de ti. Por muita raiva que tenha tua lembro-me de muita coisa que nos uniu. E tenho saudades disso. E saudades trazem esperança. Não fiz isto para que me falasses. Não fiz isto para obter qualquer conversa contigo, só fiz porque tinha que sair. 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

É incrível como preciso de sentir mimo. Hoje.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Agora sinto-me uma má amiga. Uma daquelas mesmo muito má.
Tenho o coração enroladinho porque agora queria dizer-te que a minha mãe perguntou por ti. Merdas tão simples que me fazem ver que não lutaste. E que não quero saber o que se passa contigo porque já não somos o que éramos. E tudo isto acaba por doer. Até nas noites em que não consigo adormecer em que sabia que tu ias lá estar para mim. Grrrr, és, foste, serás, meu anjo, mesmo apesar de tudo. Só não me podes magoar mais. 
amo-te, mesmo quando não sei de ti. sei que me amas. mesmo quando não sabes de mim. espero que estejas a sorrir. que a magia te envolva a noite. e o dia. e no outro a seguir também. 
Não sei. Já estive tantas vezes para fazer isto mas nunca o fiz. E não sei porquê. Talvez nunca tenha tido a coragem suficiente. Ou as palavras suficientes. Mas agora, vou roubá-las. Porque hoje, hoje, já as disse. E quero eternizá-las: aqui. Onde sou eu. 

De mim, para ti. «Sabes o que é que salva um dia de merda? Um daqueles que começa mesmo mal? (Desengana-te, hoje até o dia não foi mau de todo!) Tu. Tu consegues salvar um dia mau. Porque tu apareces aqui - e ali, em qualquer sítio, posso eu ter a certeza que estás; mas agora estou a falar daqui - e contas alguma coisa. E deixas sempre uma mensagem, um fundo de sorriso. Um "não desistam", um "posso estar prestes a desistir mas ainda consigo ser feliz e por isso vocês também". E isso? Isso é qualquer coisa de muito grande. Como só as grandes pessoas conseguem fazer. 
E mesmo que não apareças todos os dias aqui, quando apareces cativas toda a gente. É isso. Tu sabes cativar com as palavras. E pouco têm esse dom, assim. De escrever alguma coisa, contando coisas que se passam contigo, transmitindo uma mensagem assim. Tenho um orgulho enorme em ti. Em poder dizer que sou tua amiga. Em ter a certeza, no meu coração, de que não vais desistir. De ti. Mas de mim também. Porque tenho outra certeza: tu não desistes. E o que prometes? Tu vais atrás de cumprir. 
Por isso: Obrigada. Por me teres feito chorar ao ler isto. E obrigada, por sorrires. Por seres feliz. E por transmitires felicidade.»

A partir de agora vou ser mais eu, mais completa aqui. Porque aqui é mais fácil explodir. E também é mais fácil enviar registos ao coração. Do meu. Para o vosso. Ou do meu, para mim. Só para mim. Onde pertencem. Onde tu acabas por pertencer. Já há algum tempo. 
Há noites que doem de mais. Há erros que não deviam ser cometidos. Por muito que o choro nos dificulte o raciocínio. Dói. Lembrar-me de ti, tanto que não consigo adormecer, dói lidar com as memórias meio cortadas que ainda consigo ter de ti, em mim. Dói, sobretudo, não ter um ponto final em tudo isto. E continuar a ter recaídas. Que me fazem mandar mensagens a alguém com quem já não tenho sequer uma amizade às tantas da manhã quase a implorar por uma forma de falar contigo. Para lidar com as memórias. Dói estar tão frágil e, ainda assim, ter pesadelos que não devia ter. Não merecia, pelo menos, esta noite. Lidar com mais isso. Acordar com o coração feito em papa. Acordar com um aperto enorme. 
Só queria saber porquê. Só queria saber se ainda te lembras de mim, se tens saudades minhas, se acreditas que erraste para comigo e que perdeste a melhor amiga que poderias ter tido. Só queria saber porquê, porquê tudo o que me fizeste. Porquê todas as maldades? Todas as frases em que me humilhavas, em que me mandavas abaixo? Porquê? O que fiz de tanto mal para merecer tudo o que me fizeste? Porque é que não consigo avançar com a minha vida e acabo sempre aqui.... Porquê?

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Não nos quero assim, sem qualquer assunto, sem qualquer conversa, sem nada mais a dizer, mas não me sinto com força para puxar por nós. Estou muito estranha. Estou muito vazia. 
Esta noite vou vingar-me. Vou escrever tudo o que tenho entalado aqui. E depois, no fim, vou sentir-me melhor. Estás a tornar-te alguém que eu não sei reconhecer. Dizes que estás igual mas por pequenas provas como as que tens dado - ou não - se nota o que digo. Obrigada por me fazeres chorar.
Fotos de miúdas que me fazem lembrar de ti e me fazem chorar. Estou a voltar ao mesmo...

terça-feira, 17 de junho de 2014

Eu não acredito... Não acredito que agora qualquer miúda loira numa foto me faz lembrar de ti. Tem resquícios de ti. Eu não posso voltar a pensar em ti todos os dias. Não posso ter essa fragilidade no coração de novo. Não dá. Porque é que eu faço isso comigo mesma? Porque é que a minha cabeça faz de propósito para te ver? Odeio isto, odeio ter recaídas destas, odeio ser assim. Odeio que me tenhas feito o que fizeste, odeio que eu seja como sou por culpa tua, maioritariamente.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

As coisas que fazes - tens feito - deixam mesmo muito a desejar. Mesmo muito. Então comentares um jogo de futebol assim ... Sabendo o que aconteceu com ele e quando a maior parte das pessoas me diz que não é falta e tu teres dito que é claríssima e saberes o que ele é para mim ... Parece que é de propósito para teres um sinal de vida meu, um qualquer. Mas olha? Espera sentado. Tens-me desiludido muito. 
As dores matam-me.
Falei em ti no grupo e doeu tanto escrever aquilo. Dói tanto (re)lembrar... Dói tanto continuar em saber porquê.

sábado, 14 de junho de 2014

Gostava de, um dia, me pedires desculpa por tudo o que me fizeste.
Há dias em que se torna muito complicado tudo isto. É preciso ter cuidado extremo. E, quando estou mais sensível, não consigo tê-lo. Não sei se exijo demasiado, de ti, de mim, de nós. Não sei o que espero quando acho que tens que adivinhar o que posso sentir. Não percebo mesmo o porquê de te colocar esse peso em cima. Mas há tantas outras vezes que o fazes, sem eu to pedir ou desejar, que quando preciso, sinto que devias fazê-lo. Não sei explicar-me. É mais forte que eu. E depois, claro, claro que se torna demasiado complicado lidar com isto tudo. Claro que o cuidado vai às urtigas e que parece que há uma explosão no meu interior. 
Não sei o que fazer para retirar este peso que sinto cá dentro, a cada vez que tento alguma coisa que não dá resultado. Ou que faço alguma coisa que não era suposta e acabo por te deixar mal. Ou que vejo alguma coisa que não queria e acabo a sentir-me pior. Mas não falo. Não falo porque já basta o que basta. Porque vais acabar por me acusar de alguma coisa que não desejo ouvir. Dói-me. Antes, por estar frágil como estou, no meio, por te afastar e por esperar que reajas de outra forma diferente, e depois, quando tu desabas em cima de mim por alguma coisa que não tem nada a ver. E acabas por me fazer recordar sempre do mesmo; eu, ao menos, ... Enfim. Isto vai sempre vir-me à memória quando alguma coisa de mal nos acontece. É difícil lidar com o facto de acabar sempre a sentir que não confias em mim da mesma forma que eu em ti, porque há coisas que não se contam. Já sei isso de cor e continua a doer tanto sempre que alguma conversa menos boa nos atravessa o caminho. 
Não sei que sentir. Só precisava de não me sentir tão confusa como me sinto a escrever isto. Só precisava de parar de sentir que acabo a fazer tudo mal para toda a gente. Parece que nunca sou o que devo ser. Parece que acham que estou num pedestal qualquer em que devo ser sempre linearmente perfeita. Não o sou. Ou talvez ... Eu não sei. 
Tenho saudades de quando escrevias, de quando bebia as tuas palavras. De quando sentia que era alguma coisa transcendente a mim a tocar-me o coração; vinda de ti - do teu interior. 
Ainda bem que nunca faço nada bem, que ontem devia ter feito mais, que devia fazer sempre mais. Ainda bem que sim. Vais sempre deixar-me assim, desfeita por dentro. Sem saber para que sirvo. Sem saber nada sobre mim. Com este aperto enorme na garganta. Sem me conseguir levantar para lutar por mim. Porque continuas a ser mais forte que eu. E eu continuo a ser isto que não serve para nada.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Não consigo entender. Como é que és capaz de te aperceber que estou a subir e acabas a deitar-me abaixo. Fazes isso constantemente. Fazes isso sempre. Será que é propositado? Sinto-me um nada quando mais quero lutar por mim. Quando mais quero erguer a cabeça acabas sempre a mandar-me abaixo. Só não consigo perceber. Como é que és capaz de aceitar coisas a ela e a mim não. A ela aceitas tudo e a mim acabas a enviar-me essas coisas à cara. E ainda as consegues guardar e semanas depois mandas-me com elas para cima quando a situação nem tem nada a ver. Sentes-te vitoriosa quando o fazes? Sentes-te vingada? É o quê? Tremo enquanto escrevo. Tremo porque gostava muito de perceber. Se é amor, se é desejo que eu seja melhor, se o que é. Sinto raiva. Raiva cá dentro. Por me fazeres ser assim, escondida. Por não conseguir lutar por mim. E por acabar sempre a ser a cínica que dizem que sou. Sonsa. Whatever. Só porque quando tento lutar por mim me mandas abaixo. Se eu sou isto, a culpa é tua. Minha, muito minha, mas tua também.
Devia de me ir deitar para chorar em paz. Já que escrever isto me está a fazer deitar lágrimas que não podem - nem devem - ser vistas.
tens estado tanto para mim. e tem sido tão bom. tenho tanto orgulho no que temos. sinto que tu és daquelas pessoas em quem posso depositar tudo. que podemos estar algum tempo sem falar regularmente mas acabamos tão ou mais unidas que antes. adoro qualquer coisa em nós. e amo-te, amo-te pela força que demonstras ter. 

quinta-feira, 12 de junho de 2014


Obrigada, por não desistires de nós. Da nossa amizade. Do que ainda poderemos vir a construir. Obrigada, por ficares do meu lado mesmo que tudo pareça navegar por águas muito desconhecidas e que pareça que temos que andar pé ante pé para não descolar bocadinhos de nós. Obrigada por ficares, por te preocupares, por me ajudares a estudar, por seres o mais preocupado com todos os que me rodeiam. Obrigada por seres o meu melhor amigo. Gosto tanto de ti, meu puto.
Só preciso de dormir. Só preciso mesmo disso. Preciso de uma boa noite, sem sonhos, sem sobressaltos, sem agitações. Dormir por dormir. Por descansar.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Pensava que te ia ter comigo quando acordasse de manhã para que me perguntasses como é que tinha sido a minha noite e eu poder desabafar contigo. Parece que não. Lá está, devo merecer.

Não me lembro da última vez que acordei com um aperto tão gigante no peito. Ter um pesadelo assim... Um sonho assim que mais parecia um pesadelo. Doeu demasiado. Não sei porque é que fui sonhar com isto. Dói tanto.

terça-feira, 10 de junho de 2014

«Não ... És química a umas horas, física a outras, matemática a outras! E depois, quando tens más disposições, és humana e dizes cenas fixes!»


Eu gosto tantinho de ti, Lúci <3
Quando não dá para aguentar mais, desaba. 
Queridas dores,

Podiam fazer o favor de parar? Parar de me incomodar? Parar de fazer com que eu sinta o cérebro às voltas e o coração nos sítios mais estranhos da minha cabeça? Podiam fazer isso? Só até sexta. E depois na sexta eu peço de novo que se vão embora por mais uns dias. Vá lá. Estou sinceramente farta da vossa existência na minha vida. Quero paz e sossego! 

Atenciosamente, 
Blue!
Não saber nada de ti dói-me. 

Ontem lembrei-me de ti. É engraçado como apenas uma palavra me faz lembrar de ti. E hoje... Navego na net e encontro isto. Claro que me lembro de ti novamente. Lembro-me de um texto que escrevi há tanto tempo sobre me encontrar no limbo, na corda bamba, no precipício. Deixaste-me cair e foste-te embora. E agora nem sinal de ti. O silêncio contigo era insuportável, era mesmo, lembro-me daquela vez que estivemos juntas, a última vez, na faculdade. E talvez fosse insuportável porque havia tanta mágoa em mim quanto a tudo o que nos aconteceu. Porque queria perguntar tanta coisa e não tinha coragem de me encontrar frente a frente contigo e desabar. Não podia fazer com que ficasses com mais esse bocado de mim, quando levaste tudo. Levaste tanto. 
Apesar disso tudo, claro que gostaria de saber se te encontras bem. Claro que sim. Não percebo porque é que nunca me agradeceste no teu aniversário. Não percebo mesmo. Gostava de saber se te lembras de mim. Se pensas em mim, ocasionalmente, como eu em ti. Se te apercebeste do erro enorme que cometeste para comigo. Gostava muito.
O que me custa mais é pousar a cabeça na almofada e acabar por sentir que vou desabar a qualquer momento. Há noites que não vale mesmo a pena recordar.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Gostava de conseguir descrever o que sinto para ser mais fácil descobrir-me a cura. Só que não sei. Nem uma coisa e, claramente, nem a outra. Hoje foi um dia muito não sei. Talvez já estivesse a pressentir más notícias. 
Vai ficar tudo bem, B. Vai mesmo.
"Sabes onde me encontrar se precisares. Gosto milhões de ti." 

Sinto-me sem reação, sem saber o que fazer. Só te queria ajudar. E sinto que as tuas palavras só servem para me expulsar, para o meu devido lugar, e são tão suaves. Eu sinto que devia estar contigo mas se me afastas nada posso fazer. Estou sempre aqui, sempre sempre sempre.
Eu estou aqui; vou estar aqui. Basta responderes-me e amanhã vou ter contigo, seja que horas forem, seja a que sítio for. Eu vou ter contigo. Vou apoiar-te e dar-te força. Bem que a precisas. Dou-te a minha toda. Todinha para ti, minha Apple. 

domingo, 8 de junho de 2014


Se chegar uma altura em que eu olhar para baixo e vir isto e me afastar ... Eu tenho que o fazer. 
Às vezes custa demasiado ser eu. Não saber o que fazer, o que pensar, como reagir ou o que ser. Às vezes é melhor eu ficar sozinha do que me deixar levar, levando-te comigo. Mas, nas outras vezes, não consigo suportar as saudades que sinto do que somos. Vai aguentando.
E desculpa, por tudo.
 
Já não consigo escrever da mesma forma, ser o mesmo. E isso assusta-me, esses ventos de mudança assustam-me.
OneRepublic é sinónimo de músicas que me transportam para ti.
Parece que finalmente acabou. Não aguento mais estar neste meio termo estúpido; de nunca te procurar mais e de tu me procurares a mim com os mesmos argumentos de sempre. Não te procuro mais - de consciência tranquila nessa minha ação, que, para ti, pode ser vista como eu não me preocupar contigo. Penso em ti, sim, mas não te procuro. És tu que o fazes. Não sei para quê. Não sei exatamente porquê. Se eu já percebi que mais que isto não seremos, porque é que não te apercebeste do mesmo? Perguntas que não deixarei terem resposta porque falar contigo não me trás nada sem ser desilusão e mau humor. 
Parece que finalmente acabou. Espero ter sido direta o suficiente para que não venhas daqui a duas semanas falar-me. Os parabéns podes dar-me; os parabéns nunca os nego a ninguém - nem quereria que me fizessem o mesmo. Fora isso, mantém-te longe da minha vida porque sinceramente não acrescentas nada.