sábado, 30 de janeiro de 2016

Há noites em que os sonhos são mesmo perturbadores.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Ando há vários dias para escrever sobre o que me fizeste, que eu considero horrível, e como é que resolvemos as coisas depois. Mas acho que prefiro esquecer que me fizeste uma coisa que considero muito má e focar-me em como estamos, de novo, fortes e seguras. Mesmo que eu me lembre de como é que essa conversa começou... O que importa é como acabou, não é? Deve ser... Não agradeço a atitude que tiveste. Agradeço o facto de termos conversado sobre tudo e de estarmos bem novamente. Eu não sei o que era de mim se te perdesse. Mas também não sei o que era de ti se me perdesses. Porque íamos perder-nos uma à outra. 
Eu tenho capacidade para resolver as coisas mesmo quando acho que não devo ser eu a ir resolvê-las. E, afinal de contas, cada vez sinto mais que cresci. É bom saber isso. É bom sentir isso. Esta está resolvida, vamos ver por quanto tempo...

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Aquela imagem do "Quando você sabe o que aconteceu mas mesmo assim pergunta para ver se a pessoa vai continuar mentindo" ganhou toda uma proporção maravilhosa a partir do momento em que tu me mentiste e continuas a dizer que não o fizeste. E se não foi mentir, foi omitir. E, minha amiga, isso é muito feio. Principalmente quando eu tenho provas. Mas that's okay. Porque a razão está do meu lado. Preferia não ter explodido o que sabia, que sabia que me tinhas mentido, mas tu fizeste com que isso acontecesse. E agora estou mesmo muito chateada. E não vou deixar de estar. O melhor disto tudo é que não penso em ti todos os dias como antes. Já estou completamente habituada à tua ausência e à tua falta de capacidade de lidar comigo. E, por isso, não devia estar incomodada por sentir que me mentiste. É que bastava apenas um "não quero falar nisso agora". Mas parece que não valho a pena isso sequer.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

estou aqui.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Há alturas em que metes mesmo os pés pelas mãos e deixas de me saber apoiar. E é nessas alturas que eu sofro tudo.
Nem sei se é melhor o que me disseste ou teres ido falar comigo fazendo de conta que não aconteceu nada. Não sei realmente o que é melhor. Mas não gostei da atitude e vou manter-me afastada. E se vieres ter comigo, vou ser mais fria.

domingo, 10 de janeiro de 2016

«O meu grande problema em relação a ti é que eu te idolatro desde antes de te conhecer. Então, para mim, tu és a melhor pessoa e desculpo tudo o que tu fazes pelos momentos em que eu sinto que tens que me dar mais mas não dás. Eu sei que tu tens um feitio difícil. Eu sei que tu tens defeitos. Eu sei que não gostas dois dias da mesma coisa. Não é isso que se trata aqui. Porque eu respeito quem tu és e gosto de ti como és. É que eu desculpo todas as vezes que tu me fazes sentir triste, tal como já te disse. E são muitas. E o pior é que quando eu te digo o que me estás a fazer sentir tu não o levas a sério. E quando eu me queixo que tu eras diferente para mim, antes, tu dizes que não e eu já não tenho provas que eras. Mas tu eras. Tu fazias-me surpresas. Tu mostravas que gostavas de mim. Eu disse-te isto e a tua resposta foi "só meto fotos com o João", por exemplo. Mas é mentira, Inês. Olha para o teu instagram e para o teu facebook e percebe como me fazes sentir que me deste uma desculpa qualquer para me calar. 
Eu preciso de ser cuidada. As amizades precisam de ser cuidadas. E com isto não digo que temos que falar todos os dias, a toda a hora, não é isso. Eu acho que tu agora tomas-me por garantida porque percebes que eu vou estar sempre para ti. Será que é isso que está a acontecer aqui? Eu sinto que tu deixaste de me dar valor e eu sinto isso há muito tempo. Eu tinha decidido que não te ia dizer isto porque estás mal mas eu encontrei esta frase e só me lembrei de ti. E depois as palavras começaram a desenhar-se na minha cabeça e têm que sair. Tu tens que saber. Tu tens que ouvir o que eu te digo e fazer com isso o que achares. Disseste que sabias que eras uma merda, mas entendes a complexidade do que me fazes sentir? Fazes-me sentir que eu me dou mil vezes mais do que tu te dás. Que eu sou mil vezes mais para ti e que cuido mais de ti, de tantas formas, do que tu de mim. E tu pediste espaço, ontem, disseste que vinhas ter comigo, que eu esperasse por isso. E sabes o que aconteceu? Eu fiquei à espera. E tu não vieste. A minha ideia era não ir ter contigo até vires ter comigo mas vi esta imagem e explodi. Está explodido.»

O que uma simples imagem faz... E o que tu não fizeste. Não me culpo por ter enviado isto. Não me culpo por ter tentado resolver uma situação que me dói. Eu não me culpo. Culpo-me, levemente, do momento em que o fiz porque sei que não estás bem e a minha ideia era dar-te apoio. Mas quando tu decidiste que não me falavas depois de teres prometido que o fazias... Eu também posso decidir explodir por coisas guardadas dentro de mim. Se não te preocupas comigo, porque é que eu me vou preocupar contigo, não é? 
Mas eu estou preocupada. Mas vou deixar de estar. A partir de ontem eu vi o que tu queres; tu queres que te deixem em paz porque não estás bem. Tu queres estar sozinha, contigo, em ti. Tu queres o que tu queres e eu não faço parte nem mereço um bocadinho de consideração. Só faço dramas, apesar de poder ter razão. Escolho mal o tempo, pedes desculpa por seres cabra, E ainda acreditas que eu estou a ser rancorosa por te desejar paz? Não, não estou. Desejo-te mesmo paz, que é o que queres. E desejo que fiques bem. E desejo para mim própria saltar fora porque nunca devia ter metido os dois pés dentro. Agora estou a colher o que semeei. Fui má para mim, devia ter cuidado mais de mim. Mas começou, essa luta começou agora.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Tu disseste para que eu deixasse que fosses tu a procurar-me. E não percebes o quão verdadeiro isso é. Porque é isso que eu faço desde dia 1. Só que, mesmo assim, estou preocupada e só me apetece ir ter contigo e dizer-te isso mesmo; que estou preocupada e que devias contar-me o que quer que estejas a guardar aí dentro. Mas não vou. Não vou porque não vou. Porque sou melhor para mim própria do que já fui. 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

«Desculpa ser uma merda mas preciso tanto tanto tanto de ti. Estou na merda. Destruída. Vou voltar ao que era num piscar de olhos.»

Vamos voltar ao facto de seres uma merda quando estiver tudo bem contigo e estiveres intacta. Por agora vou só ajudar-te a levantares-te. Mas eu precisava desse pedido de desculpas. Eu precisava de sentir que tu tinhas noção de que não estavas a agir bem. O pior é que eu acho que tu fizeste isso porque a Lúcia te abriu os olhos de alguma maneira e não por ti própria. 
Estou triste. Estou triste porque estás mal há semanas e não te preocupaste em contar-me. Estou triste porque sou dispensável. Mas vou dar-te todo o meu apoio porque sei que precisas de mim. Mas vou meter na cabeça que o que és para mim, eu não sou para ti. Eu nunca fui. Eu não tenho o mesmo que te dou. E ouves o que eu digo, quando eu me queixo disso, e não mudas um centímetro. Disseste-me "deixa-me ser eu a procurar-te" e eu disse "é o que tenho feito." Porque tenho. Porque já comecei a meter na cabeça isso desde a passagem de ano. Que chega de achar e sentir que sou o que não sou.
You: És a melhor.
I: Tu também és!!!
You: Parecia que ela me queria roubar a miúda!
I: A miúda não queeeer.
You: O que é que a miúda quer?
I: "Táti" *.*
You: Derreteste-me todo.
I: Derretes-te com pouco, puto.
O melhor momento de ontem foi aquele em que tu me deitaste em cima de ti e ficamos a falar durante dois minutos. Eu fui tão feliz ali. Sou tão feliz contigo. 
A última coisa que eu esperava foi o que aconteceu; escreveste um texto para mim. Louco, impulsivo. Completamente não tu. E eu tremi porque foi demasiado estranho. Doeu-me saber que tu sentes aquilo. Doeu-me mesmo. A minha reação foi um "ela enlouqueceu de vez". 
já não tenho medo de te sorrir e te acenar quando estou com alguma pessoa da minha família. ando a notar isso cada vez mais. e gosto, da sensação. de me estar a despegar de coisas que me prendiam. de me sentir a crescer. de saber que é em relação a ti, esse crescimento. e, mesmo assim, é um crescimento lento. mas acontece. e gosto. gosto muito. portanto vou focar-me no bom que isto é. e vou conseguir, pouco a pouco, que seja ainda melhor. 

e hoje estava a pensar muito em ti, ver o teu sorriso deixou-me contente. amo-te!

domingo, 3 de janeiro de 2016

Eu sabia que ia gostar mais de ti que tu de mim. E eu sabia que não me devia apegar. Mas eu não liguei a nada disso e agora aqui estou. Umas vezes feliz da vida por me dares tanto de ti e outras sem saber o que fazer por não receber o que já recebi. Mas é de ti, é como és. E eu não te quero mudar. Não é isso. Tirava-te toda uma identidade que eu muito admiro. Eu só quero sentir que tu precisas que eu esteja, que tu gostas que eu esteja, que tu fazes questão de me ter. É só isso. E quando não sinto, sinto-me perdida. Eu gosto tanto de ti. 
Nunca pensei que vocês tivessem falado tantas vezes. Se não me mostrasses eu não acreditava. Que cena!
Eu disse-te que tu podias vir ter comigo quando precisasses mas nunca esperei que levasses isso a sério. Nunca pensei que viesses mesmo. E tu vieste. E estas tuas idas e vindas deixam-me confusa. Porque eu não quero que tu realmente vás mas tu queres ir. Então quando vens... Era tão melhor que tu decidisses de uma vez: ficar ou ir. Não é que eu não te ouça quando precisas de mim, não é isso. É só que eu não sei... E realmente, se eu não perguntar nada a conversa morre. Porque, no fundo, eu estou a enganar-me ao dizer que tu precisas de mim. Tu só precisas do que eu te dou, da calma, ou alguma coisa assim. Porque a verdade é que tu não queres saber de mim. Se quisesses perguntavas como estou, nem que fosse só aquela mera educação. Mas não me vou chatear, não vou discutir, não vou dizer nada. Sei que estás a esforçar-te por fazeres o que prometeste na nossa conversa; vir ter comigo quando sabes que não estou bem, não me ignorar. E vir ter comigo quando precisas de mim. Ao menos estás a esforçar-te por ouvires o que te digo. E, se calhar, pensas que estás a agir bem e que finalmente eu não te acho uma merda que só erra. 
tu teres vindo ter comigo contar que fizeste as pazes com ela foi mesmo wow, fico tão contente que tenhas as coisas resolvidas e que não tenhas nada pendente. admiro o teu crescimento. muito mesmo. e tenho a certeza que este novo ano ainda será melhor para ti.

Será que ela pensa em mim? Gostava de saber se se lembra de mim. Porque eu sei que vivo a maior parte dos dias sem me lembrar dela mas que, quando lembro, tudo em mim dói.
Não há palavras para o amor que te tenho. 
Nunca mais me vou esquecer da sensação de paz que se apoderou de mim quando se estava a fazer a contagem decrescente na televisão para 2016. Nem tive tempo de pensar em nada. Só sentir: paz. 
A segunda noite do ano e já sonhei contigo.