sexta-feira, 29 de agosto de 2014

«Se cada um tivesse o que merece, a Rosa tinha uma camisola do João Pereira. Pronto, já disse.»

Caramba, é por estas merdas do nada que me atingem o coração que eu gosto de ti como o caraças.
Não sei perceber como é que será possível estar 15 dias sem isto.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Não percebo; não percebo como é que é possível memórias assaltarem-me antes de adormecer, memórias tuas tão claras, memórias que não queria ver. E não percebo porque é que durante o dia me continuo a lembrar de coisas que não lembram ao diabo; logo eu que odeio coisas de quando era criança - mais nova. Logo eu.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Nós vamos ficar bem, eu sei que sim. Não gosto que chores e não gosto de chorar. E estou a fazer um esforço para ficarmos bem, para voltarmos ao normal. Porque não faz sentido continuar a sentir-me mesmo mal por uma coisa que não vou conseguir mudar.
Luta por ti, luta por ti, luta por ti. Não te cales. Não te cales. Nunca te cales. Não chores. Não mostres fraqueza. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

obrigada, ruru. por estares sempre. 

domingo, 24 de agosto de 2014

Quando tiver um tempo; quando um tempo tiver passado, eu vou conseguir escrever sobre isto. Sobre ti. Sobre o que disseste e o que supostamente sentes.
Só sei que não deixo de me sentir triste e magoada. Não sei. Não deixo de me sentir desamparada, sozinha e sobretudo muito muito triste. Fico sempre a bater mal com isto.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Afinal vieste à net... Só espero que não notes. Como estou.
Eu não acredito que me meti a ver coisas na paz e que vi uma coisa específica que me acertou em cheio na ferida e que agora estou a fazer filmes e que ainda por cima não tenho forma de ter qualquer resposta tua porque o meu telemóvel é uma merda. Não acredito nisto. É que não acredito mesmo; PORQUÊ? A noite vai ser longa. Muito longa. Amanhã o dia mais longo será. Foda-se para mim, a sério. Devo merecer isto. 

Espero que estejas bem. Sinto a tua falta. Estou tão magoada...
She: E depois vamos ser amigas de aparelho! 
I: Vamos!! Vamos tirar uma foto porque FELICIDADE é ser amigas de aparelho! 
She: Oh, agora comoveste-me :)

Caramba, eu gosto tanto de ti!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Não me vou esquecer da promessa que te fiz; no meio das árvores, um dia no meio da natureza na Gulbenkian. Não me vou esquecer.
Apesar de estar muito triste hoje foi um bom dia. É nisso que tenho que me focar para não me focar na minha tristeza. Hoje foi o início das minhas resoluções, feitas de impulsos marados, mas foi.

- Hoje tomei uma decisão e levei-a avante; comecei uma conversa com ele. Pode não dar em nada, o mais certo é que não dê mas poderei virar essa página. 
- Hoje olhei em mensagens antigas e senti que cresci, senti que cresci com a única pessoa que, há dois anos atrás, esperava não crescer. Ela está comigo na mesma, estamos mais fortes do que antes, estamos seguras. Mesmo que nos magoemos nos entretanto's da vida. Viemos para ficar. Viemos para resolver tudo isso e ficar.
- E hoje fui capaz de dizer que tenho saudades do meu padrinho e que quero que ele regresse, aos poucos, à minha vida. Que sou capaz de um pouco mais do que "uma boa noite"
- E hoje, hoje consigo sentir-me muito muito orgulhosa de teres lutado, puto. Lutar por ti é muito importante, deixares sair coisas de dentro de ti, deixares sair a tua verdade. Façam com ela o que acharem que deve ser, tu lutaste. E eu orgulho-me de ti. Como me orgulho de mim por ter feito o que fiz hoje. Apesar de, por outro lado, me sentir tão destruída. 

Mas eu vou ficar bem, eu fico sempre. A vida é cair. Já dizia uma grande amiga minha. Obrigada, Aria, por confiares em mim! Por não te negares a responder a perguntas do profundo. Obrigada! 

Dou por mim a entender que sou um milhão de pessoas misturadas e que me sinto tão feliz assim. Sou feliz se, à minha volta, o estiverem também.
Não houve nenhum milagre. Para que viesses. Quando eu já tinha quase tudo resolvido de forma a estar contigo. Não faz mal, acho que ainda bem que não vieste agora. Porque à próxima vez que combinarmos eu quero resolver sozinha e não depender de ninguém. Tal como tu; não queres depender da tua família porque acaba por ser complicado. 
Depois falamos melhor, é isso, eu espero. Cá te espero. Demore o tempo que demorar, cá te espero.
Ainda não consegui perceber o que se passa para que me faças sentir que me estás a faltar tanto. Como se eu te tivesse feito algum mal. Porque é que não vens ter comigo? Porque é que quando digo e volto a repetir que preciso de ti ... Tu não me dás qualquer resposta? Porque é que disseste que íamos combinar imensas coisas e ainda não fizemos metade? Sinto-te a falta. Não percebo onde errei. Não percebo se estou a fazer algum tipo de filme confuso. Mas gostava de perceber.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Obrigada por seres a melhor companhia, aquela do "eu espero contigo" quando vês que estou mesmo a ficar louca da cabeça. Obrigada por nunca falhares um "eu espero contigo"
Um dia, vou ser capaz de fechar essa página. A vossa página, de vos pedir todas as explicações que penso que tenho direito. Um dia.
Explosões na cabeça e LP. Que mistura.
O problema aqui é que eu não confio em mim o suficiente. Primeiro nunca na vida iria voltar a repetir o teu nome cá em casa, só se fosse uma completa louca. E depois... Depois a carga emocional que tu acarretas contigo, para mim, faz com que eu tenha a certeza que não posso passar por isto sozinha. Isto, de te ver. Isto, de olhar de frente o passado. Isto, de fechar uma página, completamente. Porque nunca a fechei realmente, olhando-te nos olhos. Tudo o que aconteceu foi dado a circunstâncias. E agora terei oportunidade de tudo isso. E eu não queria desperdiçá-la. 

E, por isso, eu preciso de ti. Preciso de ti, irmã. Preciso porque sei que não vou conseguir sozinha e sei que és a melhor pessoa para me apoiar, para estar ao meu lado. Para agires como se tudo fosse normal sabendo o que ela signific(ou)a para mim. Porque sei que és extremamente perfeita a fazer isso. Oh, que raio, eu preciso tanto de ti que estou a explodir. Preciso mesmo. Por favor, diz-me alguma coisa. Por favor, diz-me que poderás estar comigo amanhã. Dá-me uma resposta positiva se não eu tenho que esquecer tudo, não era capaz de passar por isto com mais ninguém. Imploro-te, fala comigo... Prefiro achar já que não do que não ter nenhuma resposta.
Adoro quando me ignoras e me fazes sentir um completo lixo depois de me magoares como o car*lho. A sério, adoro. 
Deve medir-se exatamente as palavras que se diz, para não magoar as pessoas. É isso que se deve fazer.
Eu só queria ficar bem, a verdade é essa. Eu preciso que alguma coisa corra bem. Eu gostava disso... Gostava de ter a certeza que planos planeados à última hora com um dia de antecedência corressem bem, gostava mesmo. A minha cabeça dói-me de não ter a certeza do que poderá ou não acontecer. 
Vires para Lisboa ia ser maravilhoso para aumentar a amizade entre nós! Mesmo muito. Por isso, anda. Entra na faculdade e anda. Eu e a Rae esperamos por ti aqui, pedaço de natureza.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

«Importa sim que tenhas sido capaz de entender-me, importa que tenhas ficado por perto, importa que te importes comigo. Vale muito para mim. Pessoas como tu, não se encontram todos os dias. Eu tive imensa sorte em encontrar.»

O facto de teres vindo, por ti, ter comigo, é alguma coisa de muito indescritível. Tive medo, muitas vezes tive medo. Porque há um lugar em mim que já te pertence, por inteiro, por tudo o que já fizeste por mim. E tive medo que fosses embora, que me abandonasses. Eu entendia que o fizesses, sentir-me-ia muito magoada, triste e desamparada. Porque poderia ter outras pessoas comigo mas não te tinha a ti. E eu preciso, preciso de saber que as pessoas que eu amo estão por perto quando precisar delas. E preciso, sobretudo, que elas saibam onde eu estou quando de mim precisarem. E eu quero que fiques, devagar. Eu quero que voltes a estar no lugar que é teu, por direito. Tu és alguém maravilhoso. 
Não sei. Parece que não consigo falar contigo. Parece que não tenho capacidade de puxar qualquer assunto. Estava à espera que ainda tivesses dito alguma coisa como "desculpa não me ter lembrado do teu dia de anos". Mas não. Talvez não soubesses mesmo. Mas sinto-me feliz, por estares bem. 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014


Só não me quero esquecer que nunca o tinha visto e que quando sonhei com ele era da exata cor que sei hoje que é. E que isso me fez chorar uns dias a seguir. Chorar que é como quem diz, caíram-me algumas lágrimas. Foi demasiado estranho. E eu sei que, um dia, vou lá entrar! 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

«A minha vida sem ti já não é vida, percebes? Amo-te, Ana Lúcia!»; e faço questão de to enviar agora mesmo para que leias e percebas.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

«Gostava tanto de te poder conhecer, Rosi.»

Isto e aquela cena no grupo que estão a combinar todas está a fazer-me sentir mal. Está a fazer-me sentir que nunca vou conseguir isso. E quando eu sinto isto é mau. É doloroso para mim e faz-me ir abaixo. Porque é que eu encontro sempre as melhores pessoas longe de mim? Porque é que eu não consigo ter amizades sólidas quando as pessoas estão perto? Que raio de problema é que eu padeço para que isto me aconteça? Inevitavelmente, sempre o mesmo. Sempre. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Não percebo como é que és capaz de me continuar a magoar tanto assim ao ignorares-me. Eu estou a ignorar-te com a razão de estar à espera de que tu venhas ter comigo porque foste tu que erraste. E tu? Qual é a puta da tua razão para me ignorares tão fortemente? Deixa lá ver: estás a trabalhar? Vai-te foder. Podem ter-me rasgado o coração no meu dia especial mas, ao menos, têm estado comigo depois disso e já me fizeram sentir especial. E tu? Fizeste o quê? Ignoraste-me? Vai-te tão foder.
Alguma coisa em mim se está novamente a partir e eu não sei a razão para isso. Tenho medo. De estar constantemente partida. De acordar a lembrar-me que não estás por perto porque me fizeste um mal tremendo. Eu devo ter daqueles síndromes que só quero quem me faz mal perto. Só pode. Se não... Que outra razão teria eu para me lembrar de ti assim? A minha vida acaba por ser um montão de cenas mal resolvidas.

sábado, 9 de agosto de 2014

Odeio-te, obrigada pelos parabéns.
blogue - check!
telemóvel do Joel - check!
fotografia - check!
fotografia tua no facebook - check!
cronologia do facebook - check!
chat do facebook - check!
vídeo via telemóvel - check!

não me parece que falte nada <3 AMO-TE TANTO!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

«Ainda dói, ainda dói tanto,
ainda tiro uma faca do peito quando te ouço, ainda tiro uma faca do peito quando me lembro que existes,
e depois fica o buraco de um sangue que não pára,
ainda tiro uma faca do peito quando me lembras que existes,
tudo o que faço é para te esquecer,
tudo o que procuro é para não ter de encontrar-te,
ainda me dóis,
ainda me dóis tanto,
(...)»

Pedro Chagas Freitas

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Odeio saber de ti, do nada, porque odeio lembrar-me de tudo.
Não podes estar bem. É isso. 
Talvez eu esteja mesmo impossível de aturar. Talvez.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

I: Tu, Kiara, tu és a pessoa mais querida deste mundo. A sério. A sério que agradeço todos os dias tu teres aparecido. Tu e o teu sorriso. MIL OBRIGADAS por existires, por me fazeres companhia todos os dias e por seres minha amiga. Porque é preciso muito para me aturar! E tu tens isso tudo. ADORO-TEEEE de paixão, minha amiga! Precisas de enterrar um cadáver? Eu vou lá sem perguntas. É isso.

She: Serei sempre tua amiga, mesmo que haja dias em que esteja mais ausente. Porque tu já me ajudaste mais do que algum dia te vou conseguir ajudar, muito provavelmente. E sim, quando matar alguém, estou a contar contigo e a tua mala para transporte de cadáveres! <3
Não percebo porque é que trocamos sorrisos e tu não dizes nada sobre cá estares ou cá vires. E eu começo a perder a vontade de te ver. Não gosto do desconhecido. Não quero mentir. Não quero arriscar. Por isso, face à tua não vontade - a que me demonstras - e face ao que tento ser hoje ... Não parece que vá acontecer.
Só não percebo porque é que me sinto tão magoada contigo e com o facto de não dizeres nada. E não percebo porque é que agora já é uma questão de orgulho não ir ter contigo até me falares. Espero que estejas bem, mas, tal como penso nos últimos dias, se precisasses de mim a sério já tinhas dito alguma coisa.
só espero que ames. só espero isso! amo-te!
Eu sei que estás magoado comigo mas eu também te disse que ia tentar, que queria ajudar-te. E que não ia mentir. E não menti. E tentei. E continuo a querer ajudar-te. Porque é que tens que me ver para falar comigo? Começo a pensar que queres mesmo ver-me só por me ver e que a conversa que precisavas de ter poderia ser feita por mensagens. Custa-me ver as coisas assim mas é assim que parecem estar. Não retirando a minha responsabilidade do assunto. Mas disse-te na última vez que nos vimos - disse-te repetidas vezes - que não nos íamos ver no verão. Não vou arriscar. Começou uma nova fase; a de não arriscar e de fazer tudo o melhor que sei e que me lembro no momento. No entanto, também sei que estás magoado comigo e dou-te todo o tempo do mundo até que voltes. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Estou preocupada contigo. Se não disseres nada rápido acho que me passo da cabeça e desato a perguntar a toda a gente por ti.
Estou só confusa. O que tu fizeste ontem, de me mandares a minha frase especial, e não me dizeres mais nada sobre se vens ou não é suposto ser bom ou mau? É que devias saber que tens que me avisar com antecedência das coisas para que eu possa planear os meus próprios passos e saber se dá para te ver ou se é para esquecer essa ideia. Estou confusa, deixaste-me confusa. Estou com medo, deixaste-me, também, com medo. Porque eu sei como sou. Eu sei que preciso de planear tudo até ao mais ínfimo detalhe para ter a certeza que tudo vai correr bem. Porque eu sei o que acontece quando as coisas fogem do meu controlo e não quero, de forma nenhuma, que isto fuja. Quero que seja diferente. Quero só estar em paz nos momentos em que te poder ver e nem sequer pensar em todas as merdas que o meu cérebro faz constantemente menção de me (re)lembrar. Juro, eu juro, que qualquer dia morro. Morro de loucura provocada por mim mesma. Porque isto que eu faço comigo não é, nem nunca foi, saudável. Erro, erro, erro. Só erros. E acertar em alguma coisa? Nunca pensei fazer isso? Devia já ter cabecinha para pensar em acertar umas quantas coisas. Devia mesmo. Porque é que não tenho? Porque é que não cresço? Porque é que me sinto sempre aquela pessoa desprotegida, ingénua e estúpida? Porquê? Porque é que misturo tudo e acabo sem orgulho nenhum no que sou? Odeio-me tanto. 
Fugir. «Tu queres tanto fugir aos conflitos que acabas por não ser verdadeira, por ficar nervosa quando te colocam frente a frente com alguma situação que não esperavas e por não reagir. Por não dizer o que sentes realmente. É por isso que a tua irmã te chama sonsa.» 

sábado, 2 de agosto de 2014

A única coisa que me acalma: Linkin Park. Graças à sua existência o nó que tenho na garganta não tardará a sair. Ou não, mas espero que sim. 

Alguma coisa em mim não está bem. Ou são mesmo "algumas". Aposto que sei porque é que me estou a sentir assim. E isto não é bom, não é nada bom. Estar a começar a pensar demais na próxima semana não me ajuda em nada. Nada mesmo.
Oh meu Deus eu adoro a voz daquela mulher! 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Sinto-me triste. Por me teres dito que esta era a tua única semana de férias, teres dito que íamos estar juntas, teres combinado planos, ainda que no ar, e depois não teres dito nada durante toda a semana. Posso ter-me enganado na semana mas duvido. Só me fez ficar triste. Porque tenho saudades tuas. Penso em ti todos os dias e não digo nada. E não sei o que fazer mas sei que tenho saudades tuas e que fiquei triste. 
Não fiquei confusa nem nada assim. Só triste. Triste porque parece que te parti um bocado. Ao nunca mais teres dito que amavas alguém depois de mim. E já lá vão três anos. E isso deixa-me triste porque te parti um bocado grande.
Eu gosto tanto de estar bem contigo, é uma segurança tão mas tão grande. Quem me dera conseguir ultrapassar os monstros todos que aqui guardo para poder estar mais tempo contigo. Ia fazer-nos bem, às duas. Só quero que, por agora, continuemos a aproximar-nos, a consolidar tudo isto, a precisar uma da outra. E a estar juntas, mesmo que seja só de vez em quando. Amo-te tanto tanto, Gémi. E gosto tanto mas tanto que estejas bem!