Só acredito quando vir o comboio a chegar e te vir a sair dele em direção a mim. É aí que acredito. Até lá "poderás" vir. E quando me abraçares, aí vou acreditar seriamente!
domingo, 22 de março de 2015
sábado, 21 de março de 2015
«Eu perdi-te, sim. Mas tu perdeste-me porque eu não vou saber o caminho de volta para ti enquanto tu não me deres um sinal de que vais ser tu a lutar, basta um eu tento. Duas palavras que dizem tanto. Eu mereço um eu tento. Tal como tu mereceste.»
19.01.2015
21.03.2015 - não te falo há dez dias. E há coisas tão actuais como esta. Em tudo o que escrevi ultimamente as frases podem adequar-se totalmente ao que senti - sinto - nos últimos dez dias. O que me faz perceber que eu tinha razão. Tu não lutas por mim porque não queres. A nossa amizade só se sustentou porque eu fiz por isso. E agora que desisti, não mereço que dês o braço a torcer. Tudo certezas.
Tal como me lembro de te ter dito "vais longe mas não é comigo". Eu saltei fora.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Não gosto de estar sozinha comigo. Não sou boa companhia para os outros. Imagino para mim mesma... Não preciso imaginar. Sei o que sou. Estou farta que a noite chegue. Porque com ela vêm os fantasmas. As incertezas. As dúvidas mascaradas. Eu não sou suficiente para que tu lutes por mim. E o quanto isso me dói... Mas não vou procurar ninguém. Estou cansada de impor a minha presença a pessoas felizes.
quinta-feira, 19 de março de 2015
«No there's no starting over
Without finding closure
You'd take 'em back
No hesitation»
Eu devia de arranjar uma maneira de terminar isto efetivamente. Uma conversa. Um fim. Mas não consigo. Porque, para isso, tinha que ser eu a ir ter contigo. E eu já fui... E tu foste má para mim. E continuas a ser. "se eu tivesse sido uma cabra", oh... Tu estás a sê-lo agora, espero que estejas satisfeita com isso e que a tua consciência te esteja a dizer que estás a fazer o certo. Orgulho-me de dizer - dentro de mim - que fui a pessoa que mais lutou por ti. E odeio-te por não me mostrares o mesmo. Espero sinceramente que te esteja a doer muito a minha ausência. Juro, só consigo pensar isso, espero que te doa de manhã, que doa à noite. Espero que arda muito. Espero que chores. MUITO. Espero. Que estejas a sofrer e que assim continues. Estás a ser uma cabra nojenta. Eu não vou voltar. Para voltar era preciso tu vires ter comigo, e tu não vens. Tu não queres. A minha mágoa em relação a ti torna-se maior todos os dias, à medida que as horas passam e eu me habituo ao facto de não quereres vir, de eu não ser importante o suficiente para tu dares o braço a torcer. Mesmo que o erro primordial tenha sido o meu; que pode ter sido mas ... até nem foi, porque depois disso fiz muito mais que tu. Fiz sempre mais que tu.
quarta-feira, 18 de março de 2015
I: Nós conhecemos-nos há anos.
Her: Nós conhecemos-nos há vidas.
«É a melhor pessoa do mundo. Somos tipo iguais iguais iguais iguais, ela sabe absolutamente tudo sobre mim. Nem as pessoas que estão comigo todos os dias sabem metade.» Fizeste-me ganhar o dia, é só isto que tenho para te dizer. Para pensar. Estava a ir abaixo e puxaste-me para cima mesmo à Inês, mesmo sem saberes. Às vezes não sei o que fiz para merecer uma pessoa como tu, eu admiro-te tanto e lembro-me de ter tanta vergonha de ir ter contigo e hoje... Que não mude, por favor.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Fala-me. Por ti. Por tu quereres. Por tu sentires a minha falta de forma tão forte que nem todo o orgulho que te consome o peito é mais forte que a falta que te faço. Fala-me. Fala-me porque estás a perder-me. Fala-me pela razão mais pequena que for mas fala. Luta por mim. Abandona toda a tua teimosa, toda a mágoa que possas ter guardada aí dentro e entende que a cada dia que passa em que só me devolves o silêncio que estás a perder-me. Fala-me, para me dizer que é isto que queres, que estás a abandonar-me porque sou aquilo que mais desprezas. Fala-me para me mostrares que fui a pessoa que mais te magoou e que odeias cada bocadinho da tua vida que te possa lembrar que eu existo. O meu nome. Fala-me para me explicares que não aguentas o som da minha voz, que não queres saber se choro ou se rio, se respiro ou se morro. Simplesmente fala-me. Porque é a tua vez.
7 dias sem ti; apesar de te ter falado na terça - faz amanhã uma semana. Vou contar, eu vou contar. Até não me importar em contá-los porque já não me fazes falta.
sábado, 14 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
Segunda, quarta, quinta e sexta. Nunca estive mais de dois dias sem saber de ti. Estive quase cinco dias sem saber de ti. Isso é muito para mim. E só preciso de ir juntando mais dias. Silêncio e mais silêncio. Só preciso de me habituar à ausência que queres marcar por achares que tens razão. E como eu estou a fazer o mesmo, continuamos as duas assim. Porque, desta vez, não vou ser eu a lutar por ti. Já lutei muito. Tu não fazes nada quando é a tua vez... Por isso, estás a perder-me. E eu merecia sentir que lutas... Mas, pelos vistos, não... Pelos vistos não merecia.
quarta-feira, 11 de março de 2015
Disseram-me que as coisas más acabam assim; como a nossa; sem qualquer explicação. O que me está a fazer impressão é que, para mim, nós somos uma coisa boa. A nossa amizade era dos grandes orgulhos que eu tinha. Que eu ainda tenho. Tu demonstraste-me que posso esticar a minha corda o suficiente se for para lutar por alguém, nem que seja só por um pequeno sorriso. E esse é dos ensinamentos que levo comigo. Eu já sei lutar. Claro que cada pessoa é única e que me vou queixar muitas vezes por não saber o que devo fazer a seguir mas já sei que sei. O que eu não sei e gostava muito de ter sabido é qual é a sensação de puxarem por mim. De tu puxares por mim, mais especificamente. De eu merecer tamanho reconhecimento da tua parte. Porque não mereço. Tu mereceste-o da minha. Vezes e vezes sem conta; apenas analisando os factos, sem qualquer tipo de mandar à cara coisas que não fizeste. Não preciso disso quando sei que os factos estão do meu lado. Provavelmente, se formos a ver, a tua versão da história é diferente da minha. Acaba sempre por sê-lo. Mas eu consigo mostrar-te múltiplas vezes nas últimas semanas em que eu lutei e em que senti que tu fizeste alguma coisa que me fez sentir especial. E comparando-as? És muito mais importante para mim que eu para ti. Verdade nua e crua. Eu lutei. Eu tentei ao máximo fazer-te sentir bem. Eu rebaixei-me por ti. Eu fiquei sempre por baixo. E tu ficaste a pensar que eu ia fazer isso continuadamente. Pois, não vou. Tu não queres lutar por mim. Tu não me queres na tua vida. Porque se tu quisesses, a verdade é que já mo tinhas dito. É tão fácil dizer "não vás embora" e tu não dizes. Aliás, não me dizes a mim. O problema aqui sou eu. Se a variável fosse outra o resultado era claramente diferente. É por isso que eu vou saltar fora. Sinceramente, é por isso que eu já saltei fora. As frases que me viste enviar-te ontem foram simplesmente por preocupação e uma tentativa da minha ignorância de achar que estavas a mostrar alguma coisa em relação a mim. Que ias lutar. Mas não era. Sou só muito ignorante e muito estúpida. Tenho que deixar de o ser. Tu já me mostraste que nem te preocupas comigo sequer. É por isso que o silêncio vai fazer parte de mim. Um dia, dois dias, três dias. Até a falta que me fazes se ir evaporando. Espero que se vá evaporando porque custa-me incrivelmente viver com um buraco no peito que sei ter o teu nome escrito.
Eu achava que não ia perder mais amizades mas a vida está sempre a fazer-nos aprender. Levar patadas. Obviamente que todos os dias, semanas, meses, anos, vamos perder alguém. Vamos distanciar-nos de alguém. E só fica e luta quem quer. E tu não queres. E o problema para tu não quereres sou eu. Vou deixar de o ser. Se queria que lutasses por mim? Sim, queria. Se lutasses agora eu ponderaria tentar mais uma vez? Obviamente. Se tenho saudades tuas? Tenho. Se quero discutir? Não quero já há muito tempo. Se acho que a culpa foi minha? Uma pequenina parte, sei demonstrar onde exatamente. O resto é tua? Sem toda a dúvida.
segunda-feira, 9 de março de 2015
«[24h sem dizer nadinha à Joana. Ela falou-me? Não. Meteu gosto numa coisa que meti no Facebook e viu a minha publicação no grupo. De resto cagou-se para mim. Estou a agir como ela. Ou melhor, estou a cagar-me ainda mais para ela. Próximas 24h a caminho!]»
E é isto. Deixei de ser a estúpida que diz o que sente para não ver nada resolvido. Deixei mesmo. Fartei-me completamente. Sou melhor do que aquilo que me andas a tratar. Sou melhor do que aquilo que vês em mim; uma controladora, ciumenta e parva. Sou melhor que isso. Sou tão melhor. Sou melhor do que tudo o que dizes que sentes quando a mim. Que não te trato como amiga - mentira, trato mesmo - que as músicas já não são decentes para nós e mais não sei o quê depois de fazeres um comentário de merda num texto que n-a-d-a tinha a ver contigo. Tu tens uma moral do caraças realmente. Não faz mal, as músicas vão sempre fazer-me lembrar de ti. Pedro Chagas Freitas vai sempre ser o que é. Tal como tu e as tuas bochechas me vão sempre fazer sorrir. Como amigas que somos, só e APENAS isso. Mesmo que tu não sintas o mesmo, e que queiras ignorar, ou fazer o que queres fazer, que eu não entendo, a mandar dicas ... o que importa é o que eu sinto. E eu sinto que sou completamente tua amiga. Desde que tudo acabou tenho lutado simplesmente pela nossa amizade. Se tu não e se tens necessidade de dizer certas coisas... Opá, not my fault. Ainda para mais, fui a única a mostrar por A+B vários dias seguidos que estava a lutar por ti. Fartei-me completamente. Se são os outros que são bons é com eles que deves estar. Silêncio para ti. Montes de silêncio. Espero que estejas a remoer aí dentro. É bem feita. É por seres estúpida.
domingo, 1 de março de 2015
«Porquê vires ter comigo agora? O que é que aconteceu agora para vires ter comigo? Qual é a importância que eu posso ter para que isso aconteça? Tu tens alguma noção do mal que me fizeste? Tens alguma explicação do porquê de o teres feito? Fez-te, em algum momento, fazer-te sentir melhor contigo mesma humilhares-me e deixares-me completamente no chão? E continuares a fazer isso consecutivamente, dia após dia. Eu não entendo. Estas são algumas das questões que me ocorrem. Eu não entendo com que razão alguém destrói outra pessoa como fizeste comigo. É por isso que preciso disto. Porque quero entender.»
Eram 11.55h da manhã quando te enviei isto. Era suposto eu ter uma resposta ainda hoje. E não ma dás; talvez não estejas em casa, talvez tenhas ido sair, talvez estejas com a família, sem acesso ao e-mail, talvez estejas a estudar, a trabalhar, ocupadíssima. Ou talvez não me queiras responder. Talvez tenhas mudado de opinião. E eu estou a passar-me. Não sei em que pé estás. Não sei. E já te entreguei mais do que devia... Porque eu preciso de respostas. E tu és a única pessoa que mas pode dar.
Eu faço refresh ao meu e-mail 3 vezes antes de o fechar e já o vi mais vezes nos últimos dias que no último mês... Eu não devia de ficar assim. Eu devia de me acalmar e de reunir coisas para fazer... E quando não estou ocupada, estou tramada porque não paro de pensar que tens que me responder. E não quero, NADA, ser assim... Se eu vivi alguns anos sem ter respostas agora também devia conseguir fazer o mesmo...
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