domingo, 26 de abril de 2015

«Acredita, se essa pessoa é como dizes ser quando estás bem com ela, então ela não vai afastar-se de ti por apenas alguns erros.»

Era suposto ter acreditado em ti no dia 12 de Janeiro de 2014? É que acreditei. E agora... Olha onde estamos. Ou melhor; eu olho, eu olho para onde estamos. Ou melhor, novamente, eu olho para onde eu estou sozinha. Porque tu não estás. Foste embora. Eu afastei-te. Uma vez, nem sei bem como. Porque mostrei-te, duas vezes, em dois dias, que ainda me preocupava contigo. E o que é que tu fizeste? Foste uma merda. E desta vez, na última vez que conversamos, foi simples, não te dei resposta. Nem a mereces. As tuas atitudes provaram-me que eu tinha razão. E a tua falta de ação faz o mesmo, dia após dia, desde dia 5 deste mês. Continua a não ter ação porque todos os dias eu continuo a fortalecer-me. Mesmo que na noite anterior tenha sofrido horrores com a tua ausência.
Só estás alone porque queres estar alone. Porque afastaste toda a gente. Porque continuas a querer estar assim. Estás alone e sentes-te alone? Ainda bem. A culpa é tua. Espero que o que sentias à uma semana se mantenha porque mereces. Mereces sentir-te a maior merda de sempre. Já que é o que me fizeste sentir durante tanto tempo e o que continuas a fazer. 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Vai correr tudo bem, vai correr tudo bem, vai correr tudo bem, vai correr tudo bem. Vai correr tudo bem. 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Amo-te, muito. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

S-o-z-i-n-h-a.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Não sei o que era não te ter como companhia todos os dias. Gosto imenso de ti, princesinha.
O pior é estar rodeada de pessoas e me sentir tão sozinha... Como já não me lembrava de me sentir há muito tempo. Sozinha. No meio de gente. 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Há dores em mim que são reabertas uma e outra vez. Porque é que eu não tive o mesmo de ti que tu de mim? Porque é que a confiança que eu depositei em ti não veio, para mim, em medida igual? Porque é que isso continua a ser escavado no meu coração de uma maneira impressionante? Porque é que eu continuo a sentir-me, quando me lembro de ti, uma pessoa má e pequena? Que não merece nem um bocadinho de esforço? Porquê? Porque é que eu não mereço esforço da parte de uma pessoa pela qual eu dei tudo? O que é que eu fiz de mal? 

Estou a ser forte o suficiente para te apagar do meu dia-a-dia mas todos os dias me lembro da tua existência e todos os dias acabo por referir o teu nome nem que seja uma vez. A grande questão aqui é se tu fazes o mesmo... Eu duvido... Não fui tanto em ti como tu em mim. E isso corrói-me. De uma maneira brutal. Eu queria-te comigo mas estou a aprender a viver sem ti. E isso é outra coisa que me afecta e não é pouco.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Estou a ouvir The Script só para me sentir mais preenchida por dentro. E estou a lutar contra o facto de só me apetecer ir deitar-me na cama sozinha. E, por isso, penso em coisas melhores. Tipo tu. Abraçar-te e estar contigo foi das coisas que mais energia me deu nos últimos tempos. És o meu grande caracol. És a Geraldes. És a minha Alaska. És a pessoa que se sentou à minha frente enquanto eu escrevia para ela. És o sorriso que tinhas na cara quando acabaste de ler o que te escrevi e o abraço que me deste a seguir. És todas as vezes que aguentaste o meu toque. És tu. Mesmo quando não estás por perto. Porque estás sempre comigo. Não posso. Nem quero. Perder-te. Ficar sem ti é demais para mim. Se eu falho contigo, falho comigo própria. 
Não percebi qual foi a cena de mandares mensagem do nada depois de eu ter escrito. Achavas que eu te ia contar alguma coisa? Piada... Não, não ia. Se não disse nada até hoje é porque não quero que saibas de nada de mim. Fiquemos-nos pelos "boas noites" por enquanto. E tenho a porcaria da certeza que mais dois ou três dias e voltas a queixar-te de sei lá o quê. Tenho pouca paciência para isso eu.
Cada vez me sinto mais sem ti. Mais a perder-te. E, como o que ontem te disse não te fez mudar, hoje decidi estar calada quanto a isso. Que seja. Deves estar farto que eu não ande definitivamente. Por isso... Eu percebo. Se for isso que estiver a acontecer.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Depois de hoje vou sentir-me totalmente tranquila em relação a tudo o que nos liga. Ou ligou. Eu fiz tudo por ti. Eu fiz tudo para que te sentisses bem. Segura. Eu fiz tudo para que sentisses que eu estava a lutar por ti. E quando eu preciso que faças o mesmo por mim as tuas "explicações" são enroladas. As tuas explicações não são explicações sequer. Tu não fazes sentido. Os outros merecem e eu não mereço. É esta a minha certeza quanto a tudo isto. Eu não mereço nada de ti e eu fiz bem em seguir em frente. Basicamente só precisava desta conversa para me sentir segura. Para sentir que tinha feito tudo o que devia por ti. Eu fiz. E tu, por mim, nada fizeste. Porque eu não mereço. Certezas no peito, tranquilidade no coração.