quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Acabo 2015 com uma leveza no peito que nunca julguei ser possível. Cada dia que passa gosto mais de mim e me orgulho mais de quem estou a construir. Que 2016 me faça continuar a sentir o mesmo. É só o que peço. 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Nunca pensei que fossemos capazes de discutir com tamanha raiva e quase gritos. Ainda por cima num espaço público e à frente da tua irmã e do Pedro. Mas, de certa forma, sei que isso nos fortaleceu. E sei que tu tens razão em tudo ou quase tudo o que dizes mas eu também tenho a minha razão. Não ma podes tirar. E tens que me ouvir. Tens que me saber ouvir. Tens que aprender isso. Tens que ouvir de todas as vezes que eu te digo para parares e fazeres isso mesmo. E tens que continuar a ver tudo o que faço mesmo depois de não ter vontade nenhuma de o fazer... 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Sinto natal dentro de mim, sinto-me tão melhor do que estava no ano passado, sinto sorrisos em mim, sinto amor, montes de amor. 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Preferia que não estivesses apaixonada por mim. Preferia que conseguíssemos construir uma amizade normal agora... Mas o que eu prefiro não é lei. E eu sei que preferias o mesmo que eu. Sem ter que sentir coisas dentro de ti que não estás habituada a sentir. 

E eu sei que ontem me querias dizer alguma coisa. Eu não sou maluca. Nunca mais deste sinais de vida mas precisamente a foto anterior à montagem de fotos que eu fiz com ele, foi a que tu foste mostrar que viste. E por isso cedi ao impulso de te perguntar se estavas bem. Ainda bem que estavas a dormir. E ainda bem agora que fizeste o que eu queria e não respondeste mais. Não te quero magoar ao falar nele, no assunto, ao dizer que percebi que tinhas visto aquela foto... É a última coisa que eu quero fazer. Só quero que me esqueças. Esquece o que não vai acontecer. Esquece o que dizes sentir. Esquece-me para sermos amigas. Eu estou aqui à tua espera. Espero que seja rápido. Espero que tenhas em atenção tudo o que te disse na sexta e no sábado. Espero que não me magoes. E espero que fiques feliz. Espero que sejas quem queres ser. Sobretudo isso. E eu sei que não me queres perder e que tens medo que isso aconteça mas nós podemos dar um jeito quando chegar a altura - desde que não me magoes agora. Porque se o fizeres não vou estar cá à tua espera. E deixei-te isso claro, o melhor que consegui. 
Sonhei que estavas comigo. Sonhei que estávamos numa Igreja (os meus sonhos são brutais!) e que tu estavas comigo. Trajadas. Numa reunião com imensa gente. Acho que agora fazes tão parte de mim que até te mudas para Lisboa para a minha comissão de Praxe. Oh Lúci, o quanto eu preciso de ti comigo, o quanto eu te queria aqui, mesmo. 
Tu e a Leonor no mesmo sonho, contigo a pedir-me para a ver (como se eu não a tivesse visto, eu vejo-a sempre, mesmo de costas, eu reconheço aquela silhueta em todo o lado) porque ela não estava bem. E não parecia bem. Mas pronto, eu obriguei-me a acordar porque estou só farta de sonhar contigo.
impossible to forget. love you, a lot. és-me tanto. o meu coração ficou tão recheado com só uma frase tua. 
Definição de felicidade: luzes de Natal, conversas sobre tudo e nada, mãos dadas, as luzes de Lisboa no miradouro. A Lua. Eu sou feliz. Contigo. Só contigo. Amo-te, amo-te como nunca amei ninguém. Fazes-me querer fugir de mim só para te fazer feliz. 
Estou completamente desmotivada em relação aos três trabalhos que tenho para fazer e para entregar na primeira semana de janeiro. Quase todos os dias olho para eles e sinto que não sei nada e que não vou conseguir... E isto dói-me.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Ontem sonhei com ela. Hoje tenho um pesadelo... Sobre o que mais temo. E fico o dia inteiro a pensar no assunto. No quão real pode ser o meu pesadelo. Nos tempos que tenho livres, o meu pensamento vai até ao que me fez acordar durante a noite. E eu sei que isto tem que acabar, que tenho que ser eu a acabar com isto e.. Eu sei. Só não sei quando. E só espero, só espero mesmo, estar errada. Quero muito estar errada.
Sonhar contigo, sonhar que falas comigo. Eu sei que é isso que eu quero. E eu sei que é por isso que acabo por sonhar tantas vezes. Mas não é por sonhar que vai acontecer mais rápido. 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Tu disseste que querias saber de tudo, que querias saber... Tu disseste que te sentes bem comigo. E que somos completamente reais hoje. E eu sou tão feliz por saber que tu me consideras tua amiga na verdadeira acepção da palavra. Tudo isto porque, no passado, houve momentos em que me disseste que não o éramos. E quando falaste na Curinha nem me doeu... Como doeu tanto há tantos anos. É bom. É tão bom. Sermos reais. Os nossos abraços serem reais. E a última coisa que me disseste foi "até para o ano" e eu sei que é certo. Tu és certa.
Sonhei contigo. Duas vezes esta noite. Acordei, a sonhar contigo, adormeci, voltei a sonhar contigo. O primeiro sonho foi tão estúpido... Tu e o Reinaldo, estranho de mais. Na porcada. Nhé, sonhos estúpidos.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O que aconteceu na segunda feira... Eu hoje percebi que isso me afetou de uma forma que eu não estava à espera. Hoje estava a ir para as máquinas das bolachas e tu apareceste à minha frente. E eu não senti nada. Nada daquilo que senti até segunda. Aquele bater de coração descompassado. Aquele bichinho que me diz que tinhas que me reconhecer. Não tinhas. Não tens. Não sou reconhecível assim. Não poderia ser porque não me mostrei o suficiente para que isso acontecesse. Portanto acho que tudo, em mim, se acalmou. E é bom que assim permaneça. Porque eu quero conhecer-te. Quero que tu me conheças.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Estive hoje mais perto do que alguma vez me encontrei de concretizar o meu sonho de saberes quem sou, que te admiro, que me orgulho de ti, mesmo que não me conheças. Estive hoje numa fila, durante duas horas, que supostamente, me iria levar a ti... Mas afinal de contas fui enganada. Não estavas quando cheguei dentro da loja. E eu merecia que estivesses. Eu merecia mais hoje. E quando sai de lá de dentro as lágrimas caíram, dois minutos, porque eu não tive força para as segurar. Segurei-as quando olhei para o fundo da loja e não vi o teu sorriso. Segurei-as quando disse que me ia embora mas me incentivaram a ficar. Afinal de contas, quem lá estava não merecia que eu virasse as costas só porque eu queria apenas ver-te a ti. Mas doeu. Doeu de mais. E eu merecia mais.  

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Fiquei bem rápido. Porque tu estavas no meu sítio. Tu foste buscar-me à porta da biblioteca. Nós abraçamos-nos. E depois estudamos durante duas horas lado a lado. Cada uma sozinha e com a outra como companhia. E soube-me bem. Soube-me bem olhar para o lado e ver-te estudar. Soube-me bem rodear-me de montes de livros e de ti. Tu és tão importante para mim. 

Temos o nosso coração. Ao fim de sete anos. És a minha irmã. És tão grande. Amo-te. Tanto. Ver-te caminhar ainda me faz explodir o coração. Ver o teu sorriso ainda me faz sentir invencível. Tu és tão grande.
Vi que eras tu ao longe. Ouvi a tua voz. E pensei "é agora, é este o momento em que eu vou perceber se me reconheces ou se não." E eu devia ter pensado que não me ias reconhecer para acalmar o bater constante do meu coração. Mas não... Não. Eu acreditei. E, por isso, o som da tua voz misturou-se com o silêncio da minha tristeza ao entender que não me reconheces. Mesmo quando eu te passo ao lado e poucas pessoas se encontram na rua... E doeu. Doeu. 

domingo, 6 de dezembro de 2015

Acho que ainda não tinha escrito nada sobre o assunto porque não queria acreditar que tinha acontecido. Mais uma vez, tu estás a afastar-te. Mais uma vez, tu agarraste nas tuas malas e desististe. Decidiste ir embora porque não aguentas. As minhas merdas. As desculpas que tu primeiro deste e que eu te desarmei completamente com a verdade do que te estava a acontecer. Porque não eram essas as verdadeiras razões do teu abandono a esta nossa amizade. As tuas razões são outras; são tuas. São profundas. São do fundo de ti e no qual eu não posso mudar nada. Porque tu não sabes lidar com o que sentes por mim. Com o que percebeste que sentes. Tu não consegues lidar com o facto de estarmos a construir uma amizade, na sua verdadeira acepção da palavra. Tu não consegues lidar com o facto de tudo ter mudado entre nós. E de eu já não sentir o mesmo que tu. E é por isso que tu decidiste desistir. E é por isso que eu não posso fazer nada para tu ficares. Se me dói? Dói. Dói-me sentir que estás a desistir. Dói-me, sobretudo, sentir que eu não vou ser o mesmo para ti que tu serás para mim. Porque tu vais ficar marcada em mim ao passo que eu não serei nada para ti... Mas, para isso, eu não posso fazer nada. Só posso tentar viver cada dia e meter na cabeça que fiz tudo ao meu alcance para que tu ficasses. Só posso tentar permanecer calma e não sentir muito a tua falta. Se tu estiveste feliz nos três dias em que eu estive a falar contigo e tu não me respondeste nem mexeste uma palha é porque estarás feliz - completamente - com esta decisão que tomaste. E, no fundo, quem está mal sou eu. Porque estou aqui preocupada em como estarás e tudo isso e tu deves estar em paz contigo mesma. Foste tu que te afastaste. A decisão foi tua. Eu queria que ficasses. Eu disse-te tudo isto. Não podia fazer mais para mudar uma decisão que tu tomaste porque não sabes lidar comigo, certo? Certo...

Se acabou de vez? Não sei. Veremos se algum dia virás ter comigo. E se nesse dia eu te vou responder ou se te vou ignorar durante o tempo que me ignoraste até me explicares as desculpas da treta que tinhas para te afastar. 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Aquela altura em que eu já tinha metido na cabeça que não te ia ver mais esta semana e que a esperança me tinha abandonado completamente... Foi nessa altura que estava a entrar no ISCTE e que tu estavas a sair. E eu tinha tantas saudades de te saber viva e bem por te ver com os meus olhos. Sorri completamente.