domingo, 30 de junho de 2013

«Maybe one day you will understand why
Everything you touch all it dies»
Ver-te hoje ... Acho que estava a precisar de te saltar para o colo como fiz da última vez. Ver-te hoje só era completo se também me tivesses visto. 
Fui abaixo a seguir porque esta altura traz-me tão maus momentos à memória, tão más energias ... O ano passado a esta altura eu estava completamente sozinha. Eu não tinha ninguém. Todos a saírem com os amigos e eu ... Não saía. E isso veio-me tudo à memória. Depois ver os amigos dela e saber que ela podia lá estar a aproveitar e não está porque se foi ... E depois saber que tinha feito asneira não o fazendo. Saber que a magoei e que me magoei a mim em nome de um bem maior. Tudo em ebulição aqui dentro fez com que quase as lágrimas caíssem. A minha cabeça vai começar a explodir. Não me aguento a mim própria.
Não vás abaixo. Eu estou aqui. Não podes ir abaixo ...
Sinto-me horrível. Sinto-me nojenta. Desculpa.
Eu sou a maior merda que existe, podemos admitir as duas. Sei que é verdade. Mas é melhor assim. Quando digo que te guardo num canto do meu coração a que pouca gente tem acesso é precisamente porque sei que há pessoas que não iam entender o facto de termos voltado a falar. Perguntaram-me por ti ontem e eu disse que não sabia. Não consigo voltar a falar em ti porque tenho a certeza que não me vão entender. Nenhum deles sabe que precisamos uma da outra da forma que precisamos e que ultrapassamos tudo. Não o iam aceitar, até. Sabem como eu estive por tua causa ... Têm medo que eu cometa algum erro, eu sei, só que ... Acho que tenho discernimento suficiente para saber o que quero para mim. Mesmo não o admitindo logo. E acho que se passa isso connosco. Desculpa, mil vezes desculpa. Não penses que não gosto de ti ou que tenho vergonha de ti. Não tenho. Juro. Simplesmente não consigo ... É mais forte que eu. Ou eu sou mais fraca que eles ... 

Eu contra mim.
"em pouco, tudo de mim"

Tu marcas. Tu és como o vento. Ou como as flores. Ou como as árvores. Não sei que espécie de pessoa és mas tu tens alguma coisa muito própria que cativa. Tu fazes com que queiram ficar. E olha? Eu quero.
Sonhar contigo marcou-me. Tu ainda tens poder sobre mim. Ainda há uma cicatriz aberta no meu coração que te pertence. Foste tu que a fizeste. Ouvir a tua voz com clareza mexeu comigo. Parecia tão real. Estavas a explicar-me o porquê de teres descido tão baixo ... O porquê de teres espezinhado o meu coração da forma que fizeste. Tenho saudades tuas, por vezes. Tenho saudades, não do monstro que que tornaste, mas da preocupação que tinhas para comigo. Que, a meu ver, talvez tenha sido falsa. Talvez me tenhas enganado bem. Só não queria ter sonhado contigo. Não queria sentir a tua falta da forma que sinto. Não queria que me tivesses feito o mal que fizeste apesar de to agradecer com todas as letras. Agradeço-te porque me fizeste abrir os olhos para a vida. Nem tudo é brilhante. Nem tudo é colorido. 
Só gostava de saber o que raio vai na tua mente para não me deixares em paz.
Gosto de te fazer sorrir pela manhã. Gosto que me faças o mesmo. Gosto da tranquilidade que me transmites. Gosto do que somos. Gosto que tenhas aparecido. E vou continuar a gostar, cada dia mais um bocadinho.

sábado, 29 de junho de 2013

O suor está em todo o meu corpo. E é frio. Tal como o choque que apanhei ao receber a notícia. Nunca me quis aprofundar muito sobre isto e sempre que os meus pensamentos vagueavam até ti eu fazia um esforço para os levar para outro sítio. O medo que tivesses partido era imenso. Incontrolável e imenso. E hoje, depois disto ... Depois do quanto me apercebi do que me escondeste .... Acho que me sinto a cair no chão. Se merecia isto? Acredito que não.
Já não sei nada. Dói-me o coração. 
Só um aviso: Lê-la não te ajuda. Apaga tudo o que tens dela e rápido antes que te passes e desates a mandar LOL's por aí. Eu estou a avisar-te. Espero que ainda não tenhas lido o que ela escreveu de novo porque acho que te vai afectar um bocado ... E se não o fizer, parabéns, quer dizer que estás mais forte em relação a isso. Ou pensando bem, a minha opinião é que essa parte já não te afecta e que já avançaste completamente. A minha opinião é que já não te afecta mas a vais odiar um bocadinho. E não queria isso. Não queria isso porque apesar de tudo o que vos aconteceu e tudo o que nos aconteceu ... Ela foi parte de ti. E talvez ainda o seja.
Tu realmente deves achar que eu escrevo de cinco em cinco minutos ... Ou que tudo o que sinto escrevo diretamente ali. Mentira, escrevo é quase diretamente aqui. Tenho lá culpa de ires ver se meto ou não novos textos lá ... Se os apanhas e os lês e fazes filmes na tua cabeça é contigo. Agora deixa-me fora disso. Sim, fui eu que escrevi. Sim, foi o que sentia. Sim, não te menti. Quando perguntaste como é que eu estava, eu estava bem. Eu não tinha que te mentir. Tu fazes super filmes. Estou bem e vou estar sempre bem para ti, já te disse. Deixei de me iludir, está sempre tudo bem. Tu é que me ensinaste a agir assim, agora não te queixes. 
E podes amuar e não me falar à vontade porque sinceramente hoje era capaz de te dizer muita asneira em vez de respirar fundo e te ignorar. Deixas-me tão irritada que demoro mais de uma hora a adormecer.
Estou a modos que preocupada contigo.
Eu não devia estar triste contigo mas estou. E não vou ter contigo enquanto não vieres ter comigo. E ficaremos assim. Sabes ... Estou naquela semana do mau humor. E tenho saudades tuas. Saudades do teu beijinho no cimo da testa. Sou tão contraditória. E tão teimosa, não é? Te amo, meu puto.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Temos mais em comum do que aquilo que inicialmente pensávamos. Chamar por ti ou tu por mim já passou a fazer parte da minha (e tua, seguramente) rotina diária. 
Porque é que agora nos sinto mais ligadas? E que bom que isso é. Livra-te, mas livra-te mesmo, de te ires embora!
Saber que posso contar contigo quando a madrugada é fria acalenta-me o coração, princesa.
Eu quero que me dêem atenção mas depois não quero. Eu quero falar com as pessoas mas quero que me deixem em paz. Eu quero dar-me às pessoas mas só me isolo. Eu quero melhorar e não me deixar cair no mesmo buraco mas afinal estou a ir pelo mesmo caminho. Eu não quero ter medo das madrugadas e das voltas que dou na cama mas é o que mais me assusta e, por isso, cada vez me deito mais tarde. Eu quero ter coisas novas para contar mas limito-me a ficar por casa e a não descobrir o mundo. Eu quero sair mas fecho-me em casa porque voltei a sentir que nada é o que era. Eu quero estar com ele mas não quero sair de casa. Eu estou em riscos de estragar o que tenho com ele porque a minha luta interior é cada vez mais dolorosa. Eu preciso de ajuda mas não a peço.
Nem quero sequer que me falem nisto. Não quero que me perguntem como estou. Não quero que insistam na cena do "sei que não estás bem, estás distante, estás com algum problema" mas sim, estou com um problema. E esse problema chama-se "eu". E agora? Querem dar-me uma fórmula para o resolver ou é desta que vão entender que NINGUÉM pode fazer nada por mim e que quem tem que se libertar destas porcarias todas sou eu? E que, talvez, nunca me irei libertar disto e vai tudo continuar exactamente como esteve até aqui? Ou seja ... Assim.
Estou a sentir-me a voltar ao buraco escuro em que estive enfiada o ano passado. E isso não é nada bom. Ou é? Talvez seja. 
"I just kept going. How do you keep going when the worst thing has happened? What do you have to change inside to survive? Who do you have to become?" Spencer

quinta-feira, 27 de junho de 2013

«Lembro-me de como te apoiei. De ter ido contigo. E de alguma forma, isso deve ter-te feito bem ... Sei lá. Não paro de pensar na forma como te deve ter ajudado eu ter estado presente mas tu e ela vocês estavam juntas todos os dias ... Já isto é completamente diferente. Mas ... Desde sábado que queria um abraço teu ... Vá, agora acabou. Já estou a chorar outra vez.»


Estava a tentar arranjar a imagem perfeita para responder ao que tinhas dito e daí ter demorado tanto tempo ... O que disseste, volto a dizer, encheu-me completamente o coração. Há coisas que nos tocam de uma maneira incrível! 
E, finalmente, encontrei uma imagem que se adequa a nós.


Quer dizer que estaremos juntas, para o que der e vier. Mesmo que estejas longe, eu sei que precisas disso e que depois, mais tarde, voltarás. Não duvido. Só te quero bem. E aguento que estejas longe um tempo para depois voltares e estares bem. Não faz mal. Não te preocupes comigo e com a nossa amizade. Nós estamos bem. Estamos melhores do que nunca.
Gostava que, um dia, voltássemos a possuir aquela cumplicidade que tínhamos. De certa forma tenho saudades tuas desde sempre. Mas também sinto a mais desde sempre, não é? Gosto muito de ti. Gosto de te saber feliz, de ver as tuas fotografias e saber que estás em boas mãos. 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Cada vez percebo menos a tua alma. A tua alma bipolar. Mas enfim. Continuarei na minha. Não é por mudares de estratégia que te vou falar. Quero é que desapareças. Para sempre. Vai embora e não voltes.
"Só se torna simples quando for a altura para se tornar simples."


"Amar é transformar uma sucessão de nadas em tudo."
Os meus pensamentos fazem um barulho horrível. Parece que se contentam em misturar, ao máximo, o maior número de pessoas, momentos, músicas e memórias para me levar à exaustão. Respirar fundo já não serve para tapar o buraco em que se encontra o meu coração. Oiço-lhe o bater, tão estranho que hoje está, e ganho medo até de mim. Já não sei a quem recorrer para que as madrugadas não sejam frias e duras de suportar. Porque o são. Cada vez mais.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

somos o orgulho uma da outra. somos mesmo.
"P., disseste que me falavas ontem às 20h e eu fiquei à espera o resto da noite e o dia de hoje. Acho que depois de o teres dito o mínimo que podias fazer, se não me querias falar, era dizer-mo. Não precisas de pedir desculpa ou algo assim porque não vale a pena. Já percebi o que queria sobre ti. Não vale a pena correr atrás de quem não faz nada por nós ou diz uma data de coisas da boca para fora. Iludi-me, mais uma vez, e tu desiludiste-me, mais uma vez também. Parabéns por isso e parabéns a mim também por continuar a  lutar por quem não quer saber de mim. Mas acabou agora. Não mexo mais uma única palha por ti, para te tentar ajudar ou saber se estás bem. 
O teu problema é que estás habituado a que eu vá ter contigo e que seja sempre eu a falar contigo. Nem sei para que raio isso é importante para ti. Mas já não quero saber. É a última mensagem que recebes minha. Saiu da tua vida quem nem sequer devia ter entrado.
Fica bem. Beijinhos."


Prova que eu não sou importante, a dada altura: "ok, tu é que sabes"; fixe. Acho que te vou demonstrar mesmo isso. Que acabaste de me provar que nem sequer te preocupas que vá. Tudo o que dizes é da boca para fora. Acabaste de perder uma boa aliada, meu querido, isso te garanto.
É desta que eu me vou passar contigo e te dizer tudo o que tenho a dizer e depois agradecer que não me fales mais? Estou capaz de não querer falar-te mais, de verdade. Farta que as pessoas me tratem como segunda prioridade ou como não tendo sequer prioridade, que é o mais engraçado! Santa paciência para os seres humanos de hoje em dia. 
O teu problema é que estás habituado a que eu vá ter contigo. E, mais uma vez, eu fui. Ontem eu fui. E tu achaste que estavas no dever de que eu fosse atrás de ti outra vez. Mas olha: não vou. Por muita vontade que tenha de pegar no telemóvel e perguntar-te se estás bem não o farei. Tu disseste que me mandavas mensagem às 20h ontem. Disseste e não o fizeste. Por isso só tenho a dizer-te: parabéns por não honrares os teus compromissos. A tua palavra não me serve de nada. "Vou tentar mudar" e à primeira fazes exactamente a mesma coisa? Ora paciência. Eu é que não estarei mais à tua espera. Juro isso a mim mesma. Acabou. 

domingo, 23 de junho de 2013

Ontem devia ter escrito sobre isto, sei que me ia acalmar o coração. Não consegui simplesmente. Não tive coragem de lidar com isto. Acho que nem agora a tenho mas preciso. Preciso de te escrever porque onde quer que estejas sei que saberás que o estou a fazer.
Lembro-me de nós, pequeninas, a almoçarmos juntas. Lembro-me do teu sorriso sempre pronto e do sinal que tinhas na face. Lembro-me do teu cabelo comprido e castanho. Lembro-me tão bem de ti. Nunca quis acreditar que estavas doente. Nunca quis acreditar que estavas mal. Parecia sempre que te tinha visto no dia anterior e me tinhas lançado um sorriso, como sempre fazias. Lembro-me do dia em que passeámos à volta do campo de educação física, na nossa escola, na escola onde a tua mãe continua a trabalhar e onde tenho a certeza que receberá todo o apoio do mundo. Lembro-me exactamente da passagem do livro do Harry Potter que te soletrei de memória porque te estava a ajudar. Lembro-me de te ter defendido perante um qualquer problema. Não me lembro das circunstâncias reais, isso não. Mas lembro-me de te fazer soltar umas quantas gargalhadas e de fazeres comparações entre o que eu tinha dito e o que estavas a passar. Guardei sempre com carinho essa memória nossa e sempre que te via relembrava-a. Sei que nos separamos depois, por alguma coisa que nem sei o que foi. Só sei que foste perseguir o teu sonho para um outro sítio e que te via de mês a mês. Até saber que estavas doente e aí me parecer que te via todos os dias. E a tua mãe ... Só penso em como é que ela estará ... Quis ter ido ao teu funeral. A sério que sim. Mas não consegui. Achei que não era merecedora disso, vá-se lá perceber porquê. Achei que nem sequer te conseguiria ver ... Quero guardar apenas o que de ti me recordo, o bom. O sorriso, a gargalhada. A forma como não dizias os "l's". 
Sofro cada vez que me lembro de ti e sei que nos próximos dias me lembrarei muitas vezes. Sofro mas sei que há muitos a sofrer bem mais que eu e os meus pensamentos e a minha força vão para esses. Para os que lidaram de perto contigo, para os que te apoiaram a todas as horas nesta tua última caminhada por aqui. 
Fico feliz, de certa forma, por saber que agora estarás num lugar melhor e que o teu sorriso, de certeza, não te abandonou. És mais uma estrelinha no céu. És mesmo. 
«Only know you’ve been high when you’re feeling low»
"Pergunto-me até que ponto será possível um ser humano conhecer outro ser humano a fundo.
O esforço sincero no sentido de conhecer alguém implica da nossa parte investir nessa tarefa tempo e energia, mas, vendo bem, em que medida é que ficamos a conhecer a sua verdadeira essência? Estamos convencidos de que conhecemos a outra pessoa bem, mas saberemos verdadeiramente o que importa acerca dela?"

Haruki Murakami - "A Crónica do Pássaro de Corda."
Parece que, desta vez, consegui chegar a algum lado contigo. Continuo a duvidar que me vás dizer alguma coisa mais logo mas isso depois logo se vê, não é ... Só queria que compreendesses que me irritas profundamente ao construíres esse muro à tua volta e ao não deixares ninguém entrar. Eu quero ajudar-te. Quero muito ajudar-te. Quero ter-te como meu amigo. Quero que contes comigo para o que precisares. Não quero ser sempre eu a chamar por ti. Faz com que isso mude. 

sábado, 22 de junho de 2013

“Never forget who you are, for surely the world won’t. Make it your strength. Then it can never be your weakness. Armor yourself in it, and it will never be used to hurt you.” GoT

sexta-feira, 21 de junho de 2013

És mais que linda, madrinha. Eu amo-te. Só não te ausentes tanto. O meu coração dói quando o fazes.
"Os meus próprios pensamentos me dão pesadelos." 
Tenho medo de nos perder por te perder. Tenho mais medo do que nunca. Tenho-o. E não me abandona. Não o faz porque eu sinto que o estou a fazer contigo. Não o querendo fazer. É estranho. É muito estranho. E dói. Dói porque tu fazes-me um bem que ninguém me faz. Tu dás-me o que nunca ninguém deu. E eu tenho medo de te perder porque gosto de ti a sério. Juro que se passares por estes três meses ao meu lado sem uma única crise ... És o meu herói. O problema é que eu antevejo muitas crises porque o teu coração não é ferro e sofrerá com a minha ausência (ainda que forçada) da tua vida. Não sei que mais diga. Não sei explicar-me. Só sei que te quero fazer feliz e sinto que não terminarei essa tarefa. Que alguma coisa nos vai separar antes do final. Oh, eu não quero um final para nós. Quero-te comigo. Quero mesmo. Fica, meu bem. Fica. Fica.
Pedires desculpa pela ausência não a apaga efetivamente. E custou só ter três palavras para te dirigir mas para quê pensar em mais se não as valorizarias? Eu gosto muito de ti, sim, mas ainda gosto mais de ti quando me valorizas. E até isso acontecer sou capaz de manter a postura que adoptei até então. A minha ausência da tua vida, salvo uma única vez, tal como tu te ausentaste da minha. 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Tento que ninguém entenda que o negro me quer levar. E quando o quer fazer. Tento.
"amo-te muito, lembra-te" - "nunca me esqueço, que é diferente."
«E há-de haver quem nos queira salvar,
Somos destino,
Donos deste lugar,
Não é o fim.»

Pedro Abrunhosa, Toma conta de mim.
"Não perdemos aqueles que amamos de um momento para o outro, a não ser quando a morte os leva. Na verdade, perdemos aqueles que amamos a cada decepção que eles nos dão, a cada ausência de um gesto de atenção, de mimo, de amizade ou de respeito. Vamos perdendo aqueles que amamos quando percebemos que não nos amam da mesma maneira, quando eles se instalam na nossa vida mas não se decidem a assumi-la, quando nos sentimos usados, alugados, e, consequentemente, desconsiderados. O processo de deixar de amar alguém que faz parte da nossa vida é complexo, penoso e tudo menos linear. O tempo passa, as coisas não mudam e nós ainda amamos aquela pessoa, mas amamos cada vez menos coisas nela, porque o que não gostamos ou não aceitamos vai crescendo como uma bola de neve. Até ao dia em que a bola já é tão pesada que nada a segura, e rola montanha abaixo a uma velocidade cada vez maior, segundo a lei da força cinética, ganhando peso no embalo, e nós enrolados nela."

"O amor é outra coisa"
Sempre que dá aquela música eu lembro-me de ti e o meu coração arde. A modos que te odeio pelo que me fizeste. Sei que já o disse muitas vezes mas é verdade. Odeio-te e odeio-me por ainda me conseguires atingir. Com pequenas coisas mas consegues. Infelizmente. Há-de deixar de ser assim.
A verdade é que não sei o que se anda a passar comigo para te falar como ando a falar mas a verdade é ainda maior que isto. Ainda bem que está a acontecer. Andas a sentir que te falo menos bem, não é? Paciência. Acho que acumulei tanta coisa que agora a minha forma de resolver o tudo que acumulei é esta. Não quero deixar de te falar porque, caso não te recordes, te fiz essa proposta há uns bons dias e tu disseste que não o querias fazer porque ficavas com raiva de mim. Se assim é, agora não tens raiva de mim, eu vou-te falando, por isso não tens motivos para a ter. 
Simplesmente estou bem como estou. Dê por onde der tu acabas sempre por vir ter comigo. E eu? Parece que finalmente os meus olhos se abriram e estou naquela de está tudo bem mas não me podes magoar mais porque eu não deixarei que aconteça. E isso só acontece se eu for seca contigo e te falar de forma completamente diferente daquela que falava até agora. Sem discussões. É assim que tem que ser. E se quiseres começar uma discussão acredita que não será comigo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

obrigada irmã. obrigada por estares e acalmares o meu coração.
Eu adoro-te. Adoro-te mesmo. Agradeço-te a minha sanidade mental, agradeço-te os sorrisos que lanço, agradeço-te o respirar. Adoro-te, mais uma vez. Agradeço todas as vezes em que chamo por ti em silêncio e mesmo que tu não o saibas aparece e aqueces-me o coração. És mais que linda.
Sempre que ela ameaça voltar para perto de ti eu morro um bocado. Sim, tu dizes que não tenho motivos e talvez eu tente, com todo o esforço do mundo, acreditar no que dizes. Mas é mais forte que eu. Ela foi uma das partes responsáveis para o que nos aconteceu no passado. É o que sempre achei. Ela, eu, tu, nós. Ela. Ela e ela. Ela.
No entanto, agora sou mais forte. Agora sei que não me deixarás. Por muito que o meu coração tenha medo que o faças. Tenho medo que toda a gente me deixe, sempre tive.
Estou farta de ti. Estou farta.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

És mais que meu padrinho. Já repeti isto mais de mil vezes mas parece que as palavras nunca se esgotam quando se trata de avaliar o quanto te quero por perto. Adoro-te mais do que alguma vez pensei. És mais do que alguma vez pensei. Entrego-te de mim mais do que alguma vez pensei. Não me deixes. Não penses sequer fazê-lo porque eu acabo destruída. 

domingo, 16 de junho de 2013

"Servir lealmente significa dizer verdades difíceis", isto é tipo a amizade. Ser amigo de verdade significa dizer coisas difíceis de vez em quando. Ser amigo de verdade é estar, ficar, permanecer. Tudo. Dizer todas as verdades necessárias nos momentos em que podem ser difíceis de ouvir.
Estou esgotada. Isto é INJUSTO mil vezes.

sábado, 15 de junho de 2013

Agora fizeste-me chorar. Chorar por dentro.

«Rosa pára
eu n acho que tu erras
fogo
eu amo-te ok
e já não te largo
acredita em mim»

Parece que és a única que sabe amansar a fera que habita em mim sempre que me magoam. Parabéns por isso. Fiquei mesmo feliz.
Então não me largues. Então fica. Então ... Fica só.
Ainda bem que estás tão feliz. Ainda bem. 
Sinto-me a romper de felicidade por ti, ainda que esteja tão partida por dentro ... Podias ter-me contado ... Podias ter querido vir ter comigo ... Mas a verdade não é essa e eu sou burra. Eu não sou mais para ti o que já fui. Esse é o papel dela e acabou. É ela que queres. Perdeste, Rosa. Admite. Admite e faz com que deixe de doer.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

"Tens de acreditar, como ela fez! E nem sabes o orgulho que tenho nela por se agarrar à felicidade como ela está agarrada (...)"

Oh, princesa, se tu soubesses ... Mas este excerto encheu-me o coração. Fez-me perceber que me tens como exemplo para muita coisa. Fez-me perceber que gostas de mim e que me queres bem, que me queres muito bem. Tal como eu a ti. Tu és a minha pequenina. És uma das minhas pequeninas. És uma das pessoas para as quais eu quero estar, sempre que precisares. És uma das estrelinhas que brilha por mim e me faz sentir mais forte. 
Alguma coisa partiu dentro de mim e eu não sei o que é. E não tenho as ferramentas necessárias para me arranjar ... Sinto-me cada vez mais vazia.

Ajudem-me.
Não me encontro a desistir de ti, juro-te que não. Simplesmente estou a deparar-me com o facto de ter a certeza que te irei fazer sofrer, e muito, daqui a bem pouco tempo. O problema é que tu me colocaste num pedestal que eu não mereço estar. Tu achas que eu sou uma pessoa que não sou. Ou eu penso que tu achas isso. Simplesmente porque colocas em mim todas as esperanças que tens ... Tu achas que eu vou conseguir ultrapassar isto e eu sei, bem dentro de mim, que tenho um longo caminho a percorrer. Que não o conseguirei ultrapassar para já. 
Tu achas que eu sou alguém melhor, e eu não sou. Eu deixo que os erros e o medo do futuro, do passado e até do presente me roubem à felicidade que sinto. Deixo. E sinceramente? Não me importo muito que isso aconteça; ou, pelo menos, é o que parece aos outros. Eu importo-me. Simplesmente não mexo um dedo para mudar porque não consigo, porque não sei qual é o próximo passo que tenho que dar. Porque não sou capaz.
Sinto-me a arrastar-te para uma guerra, para um precipício, para um buraco fundo ... E quero salvar-te. Quero que não venhas comigo porque quero que sejas feliz. E sinto que te farei muito infeliz dentro de pouco tempo. E o que menos quero no mundo é fazer-te infeliz. Eu quero dar-te o melhor sempre. E sei que não o conseguirei fazer dentro de pouco tempo. E tudo isto está a dar cabo de mim, aos poucos. 
E não, eu não falo disto. Sabes? Eu tentei, eu tentei começar a falar. Quando te olhei nos olhos, sentada à tua frente, tentei explicar-te tudo isto que sinto. Tentei mas não consegui porque tive medo que não entendesses na plenitude o emaranhado de confusões e nós em que me encontro. 
Eu estou aqui. Tu estás a conseguir fazer tudo, já não estou contigo no dia a dia mas tenho a certeza que estás a conseguir tudo o que te propões fazer. Eu estou aqui para o que precisares, estou mesmo. Não deixo que te queiras perder.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Fazes-me uma falta danada mas não vou ter contigo. Se não precisas de mim, eu não posso precisar de ti.
obrigada por ficares e por acreditares que o "para sempre" faz sentido connosco, porque faz. quero crescer contigo. lembra-te que se entraste na minha vida é porque tens que cá estar. porque fazes falta caso não estejas. o teu lugar é comigo, mesmo que não seja aqui. estás sempre comigo, no espaço que se chama coração. pertences-me de uma forma inexplicável. sinto que já és parte de mim. és mais que mágica. amo-te muito, irmã.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

eu estou a perder-te. boa. nem tenho palavras para o que estou a sentir. 
obrigada, Joel, obrigada. eu sei que fui má para ti mas obrigada. e obrigada por tomares conta dela. obrigada por não a deixares. toma conta dela. por favor. é e será sempre o bem mais precioso que eu tenho. a magia que ela tem ... ninguém a iguala.
"Amo-te. Apesar de tudo és grande."

E eu amo-te a ti.
Fodes tudo sozinha e eu tenho que me acalmar para não fazer pior do que o que tu já fizeste. Tens pena de não termos sempre assunto mas quando te explico que não tenho sempre assunto com ninguém dás exemplos de pessoas com quem tens a certeza que tenho sempre assunto de conversa. Mas tu estás a gozar comigo? Se te digo que não tenho e se te explico por A + B que não tenho ... Ainda me acusas de estar a falar do que não devo? Tu és completamente louca da cabeça. Foste tu que trouxeste essas pessoas à baila, não fui eu. Foste tu que falaste nelas e dizes que não queres saber? Ai ai ai. Estou mesmo capaz de te mandar à merda de novo, é melhor afastar o telemóvel e continuar a estudar e fingir que não existes. 
Não me esqueci do que disseste ontem à tarde, não me esqueci de que disseste que não querias saber da nova pessoa que eu era e quando eu me preparei para sair da tua vida mudaste completamente o teu discurso. Não te preocupes que não me esqueci mas também não vou usar isso contra ti. Estou quieta e calma e não vou fazer asneiras que me enterrem. Tenho que ser melhor que tu.
É nestas alturas que me apetece completamente não te dirigir mais a palavra.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Lamento teres assistido ao espectáculo mais deprimente de sempre. E prometo com muita força que vou tentar não chorar para a próxima. E obrigada. Mais de mil vezes por teres ficado e me teres abraçado, teres mantido o meu corpo pressionado junto do teu. Obrigada pelos teus "eu estou aqui". És mais que milagroso. Tenho muita sorte por te ter na minha vida.
No dia em que estiver no facebook e não tiver a tua janelinha ligada é porque algo de muito mau se passa comigo. Já não me lembro do que é chegar a casa e não te falar. Já não me lembro do que é não te conhecer. Já não me quero lembrar, aliás. Existires trás-me paz de espírito. És o melhor.

E depois saias da minha vida. Isso era mais que maravilhoso. Mais que um sonho.
"Claro que achas, nós somos uma semi cópia uma da outra"

E só o facto de teres aparecido na minha vida me faz sentir muito muito melhor. Porque estás. Mesmo que não saibas que estou mal, estás. Mesmo que eu esteja bem, estás. Queres fazer parte. E essa é das razões pelas quais eu me estou a apaixonar por ti, pelo teu interior, a querer-te por perto. És mais que linda.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

E mais uma vez confio-te o que nunca confiei a ninguém e tu deixas-me. E depois custa-te ouvir que me deixas. É a verdade. Queres que minta para ficar bonito?
Estou a morrer por dentro.
«Essa Rosa morreu a partir do momento em que começaram os nossos problemas e nenhuma de nós lutou. Morreu quando (....), em que me liguei à Sofia. Em que ela me matou por dentro. Em que a (...) me matou. Em que a (...) me traiu, dizendo que não. A Rosa que conheceste morreu. Talvez haja uma réstia, graças ao João e ao Luís e ainda assim ... Não me parece.»
não saber o que pensas sobre mim, não saber as repercussões do que fiz é sentir-me totalmente na merda. odeio depender de ti desta forma. odeio que estejas magoada comigo sem perceberes o meu lado embora já o tenha explicado mil vezes. odeio-me.
e não é que fui eu a ir ter contigo ... porque é que sinto que me vais mandar embora? que acabou?
É demasiado nojento teres feito o que fizeste. Criar uma conta só para me mandar abaixo é muito mas muito fora. 
Tenho muito para dizer mas sobre este assunto não me consigo expressar corretamente.
vou estudar porque tenho uma frequência muito importante. e vou esperar que sejas tu a vir ter comigo. já te mandei a mensagem no dia em que aconteceram as coisas. 
parece que sinto que sou sempre eu a sentir a mais. posso sentir a mais mas vou controlar-me para não demonstrar. talvez ainda estrague ou faça pior.
Não sei o que fazer em relação a ti. Só sei que ontem explodi muita coisa e me fez muito bem. E parece que, afinal, não está sempre tudo bem e quando eu me superiorizo e utilizo todas as forças que tu utilizas da boca para fora ficas mal, não é? Só disse merda e magoei-te muito? Coitadinha de ti. Tu és muito boazinha porque nunca cometeste nenhum erro nem nunca me magoaste muito. És muito boazinha e fazes tudo bem. Nunca me ameaçaste nem nada. Epá, menos, miúda. Aprendi contigo: está sempre tudo bem a partir de há uma semana. 
Mas agora ouve: sei que hoje, possivelmente, não me vais dizer nada e amanhã idem. Mas se o fizeres também não esperes obter resposta porque eu já me cansei de ser tudo à tua maneira. Tu escolheste não ficar resolvido, escolheste dizer que me querias mandar embora, escolheste mandar-me à cara que estás feliz mas não é por minha culpa. Opá, estás feliz? Fixe para ti. Mas não voltes a dizer que estiveste muito mal nos últimos dois anos e que  a culpa foi minha. Arriscas-te a levar com respostas que não gostas de ouvir. Filha, só estiveste mal PORQUE QUISESTE. Deixa de meter a culpa nos outros e passa a olhar mais para ti.
Se queres ter uma amizade comigo, força aí. Mas lutas tu. Já me cansei há muito tempo. Simplesmente sou demasiado fraca para te deixar, vá-se lá saber porquê. Pode ser é que consiga ir fazendo aos poucos, mesmo sem querer. Por acaso gostava.
já vi que já estás bem com ele ... fico feliz por vocês.
estares bem comigo é que ... "falamos amanhã".

domingo, 9 de junho de 2013

Magoa-me que não queiras saber de mim. Não te dignaste ainda a procurar-me e já passaram duas semanas desde que te vi pela última vez. Mas pronto. Andas ocupada com as coisas da vida, não é?

sábado, 8 de junho de 2013

eu gosto de resolver logo os problemas mas ao que parece tu não. e já apareceu o peso no coração tão característico sempre que nos acontece algum mal. não que queiras saber disso porque estás magoada comigo. que seja. o que tiver que acontecer acontece. espero que voltes. quero que voltes. não quero ficar sem ti. não quero ficar sem nós.
o amor em que eu mais acreditava. é estranho, terem passado por tanto e eu continuar a acreditar. sempre. até isto. nunca pensei que chegasse a isto. nunca pensei. essa é das coisas que considero imperdoáveis. sim, sei que não sei toda a história mas a parte de que tenho noção fez-me mandar ao ar. e tu percebeste mal, eu simplesmente disse que deixava de acreditar em vós. aliás, deixava de acreditar nele. porque o que ele fez não se faz. no entanto, sei que precisas dele para estar bem. e eu preciso que tu estejas bem. e preciso de deixar de ser menos impulsiva. de falar antes de ouvir as coisas até ao fim. eu sei que faço isso mas é alguma coisa que não consigo controlar. nunca espero até ao fim e isso trama-me sempre sim. 
entendo que estejas magoada comigo. espero que passe porque nós somos mais fortes que isto. amo-te, sempre.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

"Como algo tão complicado pode ser resolvido com algo tão simples."
A cada dia que passa mais me apercebo que preciso deste meu lado escuro. Não estou segura noutro sítio que não aqui. Ela persegue-me. Ela não para. E ainda magoa. Ainda faz cair lágrimas em mim. Que se esforçam por não serem exteriores mas são interiores, com toda a certeza.
Empresto-te uma mala, a mãe pede que me vás abraçar e tu apertas-me como nunca antes. És tão linda.
Eu: Porque é que eu me preocupo tanto com quem não me valoriza nem um pouco? 
Ele: Porque tens um coração grande. :D

É grande e arde de cada vez que me preocupo e se lixam para isso. 
Encaraste-me de frente. Os teus olhos azuis parecem fogo quando encaram os meus. Nunca percebi nem vou perceber isso. Não havia como fugir. Nem podias fazê-lo. Seria dar-me a total certeza que não te importas nem nunca te importaste comigo. Ao passo que eu preciso de saber que estás bem, nem que seja de mês a mês. Preciso de perguntar por ti. Preciso de ter a certeza. E tu apenas precisas que eu não exista na tua vida. Nunca fui nada, ia ser agora porquê?

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Eu preciso de um abraço. Eu preciso de me sentir junta, pegada. Não sei explicar. Sentir-me mais completa. E isso só consigo quando quem gosto me abraça. Por isso sim, preciso de um abraço. Não preciso de desabafar porque não sei o que se passa comigo. Só preciso de um abraço forte.
Ao invés afasto-me. Sou estranha, eu sei.

Sim, fui abaixo quando percebi que não te ia ver amanhã, padrinho. Mas não quero falar nisso. Entendo completamente o que dizes. Em primeiro está a tua saúde e não estou chateada. Fiquei só triste.

Sinto-me tão vazia.
Se tens coisas, novidades, tristezas, para me contar ... Conta. Estou aqui para te ouvir. Não o fazes. Lá porque eu não tenho novidades nem nada que queira partilhar contigo - isto porque já deixei de ser louca a esse ponto - não quer dizer que não te queira ouvir. Simplesmente não pergunto nada de ti porque tu só tens que partilhar coisas comigo caso o quiseres fazer. Não insisto nem faço perguntas desnecessárias como tu fazes comigo. 
O que mais me custa é que já me senti a desistir de novo. Parece que, por mais palavras que use, nunca me vais entender. Aliás, começo a pensar que talvez nunca me tenhas entendido. Nunca tenhas captado a minha essência. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Porque é que me continuo a preocupar contigo?
Sinto-nos a lutar. Sinto-nos a lutar verdadeiramente para ficarmos bem. Para voltarmos ao que éramos. Obrigada, princesa. Obrigada por estares. Por continuares. 

«But I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you,
So, don't be afraid to let them show
Your true colors,
True colors are beautiful,
Like a rainbow.» 

Sempre.

terça-feira, 4 de junho de 2013

É cansaço e stresse, sim ... É o que vêem se me olharem nos olhos. É eu sentir que tenho que ser melhor que o que estou a ser e não estou a ter tempo. Eu quero mais do que estou a dar e simplesmente não consigo ... Eu quero mostrar o meu valor e para isso tenho um dia de intervalo para estudar montões de calhamaços ... Não é justo. E as notas ... Ainda menos. Eu estou revoltada. Estou a ferver por dentro.
Nas últimas semanas, a cada dia que passa mais vazia me sinto.
«Things aren't the way they were before
You wouldn't even recognize me anymore»
"Vocês são tão dependentes um do outro, (...) qualquer dia não se aturam"

Vire a boca para lá. O que aparenta, aparenta. Não quero saber do que os outros pensam mas gostava imenso que se metessem nas suas vidas e deixassem a minha em paz. O que eu faço ou não, quem eu tenho ou não na minha vida, quem abraço ou não, não vos diz respeito absolutamente nenhum. 
E não. Não me farto dele nem me vou fartar. E caso algo nos aconteça tenho plena certeza que vamos sentar-nos e resolver. Coisa que muita gente nem sabe o que é.
E sabe qual é o problema? É para si e para os outros. O vosso problema é que nunca tiveram uma amizade como a que eu e ele temos. E as vossas palavras começam a irritar-me. Qualquer dia ainda digo alguma coisa que alguém não vai gostar de ouvir.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

"(...) Recordaremos antes todos aqueles, que num gesto espontâneo, um olhar, um abraço, nos tocaram o coração (...) os que de alguma forma disseram: eu vejo o que dizem os teus olhos." Ana Zanatti.

Por ser dela. Por me ter lembrado da frase e andar às voltas. Sabia que encaixava totalmente em nós. No que somos, no que temos. 
já disse que te amo hoje?

domingo, 2 de junho de 2013

«Digamos que antes de dormir, quando tens sono, ya, és. E depois quando estás acordado e olhas para mim e sim, também és. E quando vens ter comigo e me abraças, também. E quando me encaixas perto de ti sem te pedir, igualmente. E quando te despedes de mim ou me dizes "olá" e quando tiras os óculos para me ver. E quando só olhas para mim profundamente trajado só porque não me podes abraçar ... Sim, também és. ÉS fofo a todas as horas e pronto.»
Porque és o melhor a todas as horas.
Adoro quando me dizem que ficamos mesmo bem juntos, que se vê que gostamos um do outro e que fomos feitos para estar juntos. Crescem sorrisos em mim quando isso acontece. Babo-me toda. Porque é verdade. Eu sinto isso. Sinto que encaixamos desde o primeiro abraço que trocamos. Desde as primeiras mensagens que trocamos até. E adoro ainda mais quando são pessoas que gosto muito que o dizem. 
Custa não conseguir desabafar contigo. Há alturas que gostava mas simplesmente o medo da queda é maior. Tenho sempre medo da tua reação quando o faço. A tua reação é diferente de todas as vezes em que vou ter contigo. Por isso mantenho-me no meu canto.
Estou aqui, mesmo que o medo te envolva. Eu estou aqui. Mesmo que as palavras me falhem e não saiba mais como te ajudar. Eu estou. Dizem que, às vezes, basta sentirmos a companhia. Sentir que nos apoiam. E eu apoio-te. 
Pedes-me para ter força e não desistir. Eu peço-te para teres força e não desistires. Sei que está a roubar-te a sanidade mental mas sei que és capaz. Sei que, aos teus olhos, ainda sou pequenina e que não posso saber dessas coisas mas eu sei-as a todas. Fico triste quando não desabafas comigo mas entendo por que o fazes. Queres suportar-me a isso. Mas tem força. Vai tudo ficar bem. És linda, avó.
acho que quando mudar de rede que te vou ligar só para ouvir a tua voz enquanto não adormeço. ou seja, eu não falo mas tu falas. até podes cantar, é como quiseres. simplesmente quero ouvir a tua voz até adormecer. esse que é dos melhores sons que já ouvi. que me provocou um milhão de borboletas esvoaçantes e apressadas que caminhavam dentro do meu estômago. ou melhor, voavam. fiquei com um sorriso tão mas tão parvo que nem queria acreditar que durante a madrugada era capaz de me sentir assim. "oh o que és para mim e a imensidão do que provocas vêem-se nestas pequenas-grandes-enormes coisas." e volto a repetir que és a melhor umas mil vezes seguidas e que quero que chegue o dia em que te vou abraçar. amo-te, irmã.
Tinhas alguma coisa para me dizer e há quase um dia que estou à espera. Fica só sabendo que não é justo. Se fosse contigo também não gostavas. Não paro de pensar no que será que tens que me dizer.
Estive acordada até às 3.30h da manhã à espera que me falasses ... Desculpa. Desculpa não ter podido atender mas fiz o melhor que consegui na altura. Não te deixei, não te abandonei nem parei de te falar. Tentei. Ao invés do que elas fizeram. Tentei e não te deixei. Espero que isso tenha valido de alguma coisa, no final de contas.

sábado, 1 de junho de 2013


tu és um trabalho finalizado, a perfeição mora em ti. no conjunto que és, defeitos e qualidades. embora a ti não te conheça defeitos.
vistas bem as coisas tu e eu somos um trabalho feito a metade ... isto porquê? porque tu cuidas da metade que eu sou e eu cuido da metade que tu és. e mais: somos metade porque o fim nós não o temos. não vemos um fim ao que somos. simplesmente continuamos a trabalhar, com força, com vontade, com alegria. continuamos a trabalhar para que a nossa amizade cresça, se torne mais forte. embora eu ache que isso seja impossível. não podemos tornar mais forte o que é inquebrável. o que nem a distância afasta. o que nem os mil trabalhos da faculdade ou os hobbys afastam. não dá. nós somos a certeza que o "para sempre" existe. o "para sempre" se forma um dia de cada vez. uma hora atrás da outra. e nunca mais nunca deves esquecer o orgulho que deposito em ti. no que és. amo-te, irmã.
Estou sempre sempre aqui. Só te quero ajudar.