Um dia os meus sonhos vão tornar-se reais. Um dia vão. E nesse dia eu vou ser uma pessoa bastante feliz!
segunda-feira, 30 de junho de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Sabes uma coisa? Obrigada. Obrigada por eu poder confiar em ti a esses termos. Por teres feito o que prometemos uma à outra. Foi um bom início. Nenhuma delas te viu e ainda bem. O meu coração, que anda tão na merda, encheu-se de mimo só por te ter visto. Claro que tive medo. De elas te verem. Mas ainda bem que não viram. Ficou só para mim. E o sorriso que colocaste na cara quando eu olhei para trás vai ficar guardado em mim. Amo-te, sempre.
Estava na rua e só queria vir para casa. Precisava de vir aqui. Esta altura é sempre complicada para mim. Dói sempre de mais. É a altura em que eu devia ter amigos, alguém aqui e me apercebo que não tenho ninguém, que estou totalmente sozinha.
As lágrimas estão a querer saltar desde que saí de casa. E depois fiquei na rua mais tempo do que era suposto. E doeu tanto.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Fito o vazio, de cabeça erguida, mas com montes de nós emaranhados lá por dentro. Ninguém sabe - nem ninguém saberá - o que me vai cá dentro. Talvez porque nem eu sei. E gostava de saber, oh se gostava. Talvez me ajudasse a descortinar a ação que se seguiria. Eu tenho medo. Tenho muito medo. Da minha reação às atitudes dos outros. Da minha dor. Do meu desespero. Porque de mim já caiu muito e com muito esforço se levantou. Digo que sou eu a cuidar da minha alma mas essa é a maior mentira que posso contar a mim mesma. Não sou. Tenho vinte anos de vida e nunca me dispus a aprender a cuidar da minha alma. Tenho-a entregue por aí. E chegou a altura de me desenganar; e o mais rápido possível. Porque quando chegamos a um cruzamento, temos que virar, para um lado ou para o outro. Sem volta a dar. E eu? Eu agora não tenho volta a dar. Voltar para trás tornou-se impossível desde que deixei escapar migalhas de mim. Porque é que estou sempre a deixar escapar migalhas? Eu deixo que os outros se aproximem e que cuidem de mim. Sem saberem estão a colar bocadinhos que eu, sozinha, já não conseguia colar. E depois, quando fico com nós dentro de mim, não sei o que esperar. Nem de mim nem dos outros. Mas principalmente dos outros. Há coisas que não devíamos deixar escapar. Há coisas que deviam permanecer no mais recôndito espaço que tivermos no corpo. Não deixarmos que nada - nem ninguém - se intrometa nas decisões que o nosso cérebro ainda nem sequer foi capaz de tomar. Não deixarmos escapar migalhas. Lá está. Eu farto-me de deixar escapar migalhas. Eu sinto-me alguém que não serve para rigorosamente nada, alguém completamente ridículo. Alguém que não consegue desenvencilhar-se sozinha e que tem que ter sempre uma bóia de salvação. Não há bóias de salvação no mundo lá fora. Alguém consegue gritar-me isso? Alguém consegue pegar no meu cérebro profundamente estúpido e explicar-me que não posso continuar à espera que me colem bocadinhos? Que tenho que ser eu a fazer isso? Alguém consegue?
Tenho medo. Vou continuar a tê-lo. Não vou deixar esta sensação ir-se embora. Nem esta, nem aquela, a que não me fez dormir. Que não me tem feito dormir noites seguidas, por variadas razões. Acaba por ser a mesma. Acaba por ser sempre o mesmo peso no coração. Uns dias maior, outros menor. Porém, sempre o mesmo. Preciso dessas sensações para ter a puta da certeza que estou viva. Porque não me sinto viva. Morri algures. Matei-me. Deixei que me matassem quando me predispus a que me colassem. Porque é que eu acho que não consigo aguentar sozinha? Porquê? Porque é que não acredito em mim? Porque é que eu sou esta pessoa completamente estúpida que não cuida de si mesma e que se deixa morrer a cada coisa menos bonita que lhe dizem? É isso, quero morrer.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Os primeiros acordes desta música fazem-me sentir tão mas tão bem. Próximo da felicidade, não? Provável.
Eu sinto que devia dizer mas que não posso. Porque existem consequências para o que dizemos, especialmente quando não sabemos na realidade o que sentimos. Dizer sem ter a certeza não é benéfico e trás consequências. Abre portas que não devia abrir. Abre portas para desconhecidos com os quais não posso lidar agora. Só sinto que devia dizer mas não posso. É só isso.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
A única coisa que tens que fazer é respirar fundo. Muitas vezes. Mas mesmo muitas. E não te passar. Não ligues ao nó que tens na garganta nem a nada do que possas visualizar. Respirar fundo. Estás a respirar? Estou a respirar. Eu estou a respirar fundo. Eu não me vou passar. Vai correr tudo bem porque eu não me vou passar. Porque eu estou a respirar fundo.
domingo, 22 de junho de 2014
Na realidade não sei o que me deu. Sei que tinha, simplesmente, de te dizer que o meu telemóvel não estava bom. Podias ter respondido. E sim, acabaste por fazê-lo. E depois, dei por mim a escrever isto. Dei por mim a deixar sair palavras que deviam estar guardadas cá dentro. Porque estando guardadas cá dentro não me magoariam se tas dissesse. Ao menos, agora que as disse, já saíram. E tu não me magoaste. Só não me respondeste, só agradeceste.
«E posso já ter perdido tudo mas quero só dizer-te que vou ter sempre saudades daquela altura em que nos compreendíamos. Em que éramos amigas acima de tudo. E talvez, daqui a uns anos, consigamos que isso aconteça. Nunca perderei a esperança. Em nós, na nossa amizade. Por muito que te diga coisas horríveis ou por muito que te mande embora, que me vá embora. Sei lá. E sei que contigo é o mesmo. Gosto muito de ti, meu anjo.»
Mas eu gosto de ti na mesma. E vou ter esta esperança na mesma. E vou ser capaz de melhorar os meus humores em relação a ti. Porque, por muito que te odeie muitas vezes, também gosto de ti. Por muita raiva que tenha tua lembro-me de muita coisa que nos uniu. E tenho saudades disso. E saudades trazem esperança. Não fiz isto para que me falasses. Não fiz isto para obter qualquer conversa contigo, só fiz porque tinha que sair.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Tenho o coração enroladinho porque agora queria dizer-te que a minha mãe perguntou por ti. Merdas tão simples que me fazem ver que não lutaste. E que não quero saber o que se passa contigo porque já não somos o que éramos. E tudo isto acaba por doer. Até nas noites em que não consigo adormecer em que sabia que tu ias lá estar para mim. Grrrr, és, foste, serás, meu anjo, mesmo apesar de tudo. Só não me podes magoar mais.
Não sei. Já estive tantas vezes para fazer isto mas nunca o fiz. E não sei porquê. Talvez nunca tenha tido a coragem suficiente. Ou as palavras suficientes. Mas agora, vou roubá-las. Porque hoje, hoje, já as disse. E quero eternizá-las: aqui. Onde sou eu.
De mim, para ti. «Sabes o que é que salva um dia de merda? Um daqueles que começa mesmo mal? (Desengana-te, hoje até o dia não foi mau de todo!) Tu. Tu consegues salvar um dia mau. Porque tu apareces aqui - e ali, em qualquer sítio, posso eu ter a certeza que estás; mas agora estou a falar daqui - e contas alguma coisa. E deixas sempre uma mensagem, um fundo de sorriso. Um "não desistam", um "posso estar prestes a desistir mas ainda consigo ser feliz e por isso vocês também". E isso? Isso é qualquer coisa de muito grande. Como só as grandes pessoas conseguem fazer.
E mesmo que não apareças todos os dias aqui, quando apareces cativas toda a gente. É isso. Tu sabes cativar com as palavras. E pouco têm esse dom, assim. De escrever alguma coisa, contando coisas que se passam contigo, transmitindo uma mensagem assim. Tenho um orgulho enorme em ti. Em poder dizer que sou tua amiga. Em ter a certeza, no meu coração, de que não vais desistir. De ti. Mas de mim também. Porque tenho outra certeza: tu não desistes. E o que prometes? Tu vais atrás de cumprir.
Por isso: Obrigada. Por me teres feito chorar ao ler isto. E obrigada, por sorrires. Por seres feliz. E por transmitires felicidade.»
A partir de agora vou ser mais eu, mais completa aqui. Porque aqui é mais fácil explodir. E também é mais fácil enviar registos ao coração. Do meu. Para o vosso. Ou do meu, para mim. Só para mim. Onde pertencem. Onde tu acabas por pertencer. Já há algum tempo.
Há noites que doem de mais. Há erros que não deviam ser cometidos. Por muito que o choro nos dificulte o raciocínio. Dói. Lembrar-me de ti, tanto que não consigo adormecer, dói lidar com as memórias meio cortadas que ainda consigo ter de ti, em mim. Dói, sobretudo, não ter um ponto final em tudo isto. E continuar a ter recaídas. Que me fazem mandar mensagens a alguém com quem já não tenho sequer uma amizade às tantas da manhã quase a implorar por uma forma de falar contigo. Para lidar com as memórias. Dói estar tão frágil e, ainda assim, ter pesadelos que não devia ter. Não merecia, pelo menos, esta noite. Lidar com mais isso. Acordar com o coração feito em papa. Acordar com um aperto enorme.
Só queria saber porquê. Só queria saber se ainda te lembras de mim, se tens saudades minhas, se acreditas que erraste para comigo e que perdeste a melhor amiga que poderias ter tido. Só queria saber porquê, porquê tudo o que me fizeste. Porquê todas as maldades? Todas as frases em que me humilhavas, em que me mandavas abaixo? Porquê? O que fiz de tanto mal para merecer tudo o que me fizeste? Porque é que não consigo avançar com a minha vida e acabo sempre aqui.... Porquê?
quarta-feira, 18 de junho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
Eu não acredito... Não acredito que agora qualquer miúda loira numa foto me faz lembrar de ti. Tem resquícios de ti. Eu não posso voltar a pensar em ti todos os dias. Não posso ter essa fragilidade no coração de novo. Não dá. Porque é que eu faço isso comigo mesma? Porque é que a minha cabeça faz de propósito para te ver? Odeio isto, odeio ter recaídas destas, odeio ser assim. Odeio que me tenhas feito o que fizeste, odeio que eu seja como sou por culpa tua, maioritariamente.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
As coisas que fazes - tens feito - deixam mesmo muito a desejar. Mesmo muito. Então comentares um jogo de futebol assim ... Sabendo o que aconteceu com ele e quando a maior parte das pessoas me diz que não é falta e tu teres dito que é claríssima e saberes o que ele é para mim ... Parece que é de propósito para teres um sinal de vida meu, um qualquer. Mas olha? Espera sentado. Tens-me desiludido muito.
sábado, 14 de junho de 2014
Há dias em que se torna muito complicado tudo isto. É preciso ter cuidado extremo. E, quando estou mais sensível, não consigo tê-lo. Não sei se exijo demasiado, de ti, de mim, de nós. Não sei o que espero quando acho que tens que adivinhar o que posso sentir. Não percebo mesmo o porquê de te colocar esse peso em cima. Mas há tantas outras vezes que o fazes, sem eu to pedir ou desejar, que quando preciso, sinto que devias fazê-lo. Não sei explicar-me. É mais forte que eu. E depois, claro, claro que se torna demasiado complicado lidar com isto tudo. Claro que o cuidado vai às urtigas e que parece que há uma explosão no meu interior.
Não sei o que fazer para retirar este peso que sinto cá dentro, a cada vez que tento alguma coisa que não dá resultado. Ou que faço alguma coisa que não era suposta e acabo por te deixar mal. Ou que vejo alguma coisa que não queria e acabo a sentir-me pior. Mas não falo. Não falo porque já basta o que basta. Porque vais acabar por me acusar de alguma coisa que não desejo ouvir. Dói-me. Antes, por estar frágil como estou, no meio, por te afastar e por esperar que reajas de outra forma diferente, e depois, quando tu desabas em cima de mim por alguma coisa que não tem nada a ver. E acabas por me fazer recordar sempre do mesmo; eu, ao menos, ... Enfim. Isto vai sempre vir-me à memória quando alguma coisa de mal nos acontece. É difícil lidar com o facto de acabar sempre a sentir que não confias em mim da mesma forma que eu em ti, porque há coisas que não se contam. Já sei isso de cor e continua a doer tanto sempre que alguma conversa menos boa nos atravessa o caminho.
Não sei que sentir. Só precisava de não me sentir tão confusa como me sinto a escrever isto. Só precisava de parar de sentir que acabo a fazer tudo mal para toda a gente. Parece que nunca sou o que devo ser. Parece que acham que estou num pedestal qualquer em que devo ser sempre linearmente perfeita. Não o sou. Ou talvez ... Eu não sei.
Ainda bem que nunca faço nada bem, que ontem devia ter feito mais, que devia fazer sempre mais. Ainda bem que sim. Vais sempre deixar-me assim, desfeita por dentro. Sem saber para que sirvo. Sem saber nada sobre mim. Com este aperto enorme na garganta. Sem me conseguir levantar para lutar por mim. Porque continuas a ser mais forte que eu. E eu continuo a ser isto que não serve para nada.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Não consigo entender. Como é que és capaz de te aperceber que estou a subir e acabas a deitar-me abaixo. Fazes isso constantemente. Fazes isso sempre. Será que é propositado? Sinto-me um nada quando mais quero lutar por mim. Quando mais quero erguer a cabeça acabas sempre a mandar-me abaixo. Só não consigo perceber. Como é que és capaz de aceitar coisas a ela e a mim não. A ela aceitas tudo e a mim acabas a enviar-me essas coisas à cara. E ainda as consegues guardar e semanas depois mandas-me com elas para cima quando a situação nem tem nada a ver. Sentes-te vitoriosa quando o fazes? Sentes-te vingada? É o quê? Tremo enquanto escrevo. Tremo porque gostava muito de perceber. Se é amor, se é desejo que eu seja melhor, se o que é. Sinto raiva. Raiva cá dentro. Por me fazeres ser assim, escondida. Por não conseguir lutar por mim. E por acabar sempre a ser a cínica que dizem que sou. Sonsa. Whatever. Só porque quando tento lutar por mim me mandas abaixo. Se eu sou isto, a culpa é tua. Minha, muito minha, mas tua também.
Devia de me ir deitar para chorar em paz. Já que escrever isto me está a fazer deitar lágrimas que não podem - nem devem - ser vistas.
tens estado tanto para mim. e tem sido tão bom. tenho tanto orgulho no que temos. sinto que tu és daquelas pessoas em quem posso depositar tudo. que podemos estar algum tempo sem falar regularmente mas acabamos tão ou mais unidas que antes. adoro qualquer coisa em nós. e amo-te, amo-te pela força que demonstras ter.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Obrigada, por não desistires de nós. Da nossa amizade. Do que ainda poderemos vir a construir. Obrigada, por ficares do meu lado mesmo que tudo pareça navegar por águas muito desconhecidas e que pareça que temos que andar pé ante pé para não descolar bocadinhos de nós. Obrigada por ficares, por te preocupares, por me ajudares a estudar, por seres o mais preocupado com todos os que me rodeiam. Obrigada por seres o meu melhor amigo. Gosto tanto de ti, meu puto.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Pensava que te ia ter comigo quando acordasse de manhã para que me perguntasses como é que tinha sido a minha noite e eu poder desabafar contigo. Parece que não. Lá está, devo merecer.
Não me lembro da última vez que acordei com um aperto tão gigante no peito. Ter um pesadelo assim... Um sonho assim que mais parecia um pesadelo. Doeu demasiado. Não sei porque é que fui sonhar com isto. Dói tanto.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Queridas dores,
Podiam fazer o favor de parar? Parar de me incomodar? Parar de fazer com que eu sinta o cérebro às voltas e o coração nos sítios mais estranhos da minha cabeça? Podiam fazer isso? Só até sexta. E depois na sexta eu peço de novo que se vão embora por mais uns dias. Vá lá. Estou sinceramente farta da vossa existência na minha vida. Quero paz e sossego!
Atenciosamente,
Blue!
Ontem lembrei-me de ti. É engraçado como apenas uma palavra me faz lembrar de ti. E hoje... Navego na net e encontro isto. Claro que me lembro de ti novamente. Lembro-me de um texto que escrevi há tanto tempo sobre me encontrar no limbo, na corda bamba, no precipício. Deixaste-me cair e foste-te embora. E agora nem sinal de ti. O silêncio contigo era insuportável, era mesmo, lembro-me daquela vez que estivemos juntas, a última vez, na faculdade. E talvez fosse insuportável porque havia tanta mágoa em mim quanto a tudo o que nos aconteceu. Porque queria perguntar tanta coisa e não tinha coragem de me encontrar frente a frente contigo e desabar. Não podia fazer com que ficasses com mais esse bocado de mim, quando levaste tudo. Levaste tanto.
Apesar disso tudo, claro que gostaria de saber se te encontras bem. Claro que sim. Não percebo porque é que nunca me agradeceste no teu aniversário. Não percebo mesmo. Gostava de saber se te lembras de mim. Se pensas em mim, ocasionalmente, como eu em ti. Se te apercebeste do erro enorme que cometeste para comigo. Gostava muito.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
"Sabes onde me encontrar se precisares. Gosto milhões de ti."
Sinto-me sem reação, sem saber o que fazer. Só te queria ajudar. E sinto que as tuas palavras só servem para me expulsar, para o meu devido lugar, e são tão suaves. Eu sinto que devia estar contigo mas se me afastas nada posso fazer. Estou sempre aqui, sempre sempre sempre.
domingo, 8 de junho de 2014
Se chegar uma altura em que eu olhar para baixo e vir isto e me afastar ... Eu tenho que o fazer.
Às vezes custa demasiado ser eu. Não saber o que fazer, o que pensar, como reagir ou o que ser. Às vezes é melhor eu ficar sozinha do que me deixar levar, levando-te comigo. Mas, nas outras vezes, não consigo suportar as saudades que sinto do que somos. Vai aguentando.
Parece que finalmente acabou. Não aguento mais estar neste meio termo estúpido; de nunca te procurar mais e de tu me procurares a mim com os mesmos argumentos de sempre. Não te procuro mais - de consciência tranquila nessa minha ação, que, para ti, pode ser vista como eu não me preocupar contigo. Penso em ti, sim, mas não te procuro. És tu que o fazes. Não sei para quê. Não sei exatamente porquê. Se eu já percebi que mais que isto não seremos, porque é que não te apercebeste do mesmo? Perguntas que não deixarei terem resposta porque falar contigo não me trás nada sem ser desilusão e mau humor.
Parece que finalmente acabou. Espero ter sido direta o suficiente para que não venhas daqui a duas semanas falar-me. Os parabéns podes dar-me; os parabéns nunca os nego a ninguém - nem quereria que me fizessem o mesmo. Fora isso, mantém-te longe da minha vida porque sinceramente não acrescentas nada.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Está em repetição na minha cabeça o momento em que te viras para trás, antes de entregares a frequência, e me perguntas se preciso de ajuda. Balbucio-te um "não" que era "sim" e tu dizes-me "queres a minha folha de rascunho?" e eu digo-te que não mas quero. E tu dás-ma. Isso sim, é amizade. Obrigada, kiki!
E sair da frequência e sentar-me na cadeira em frente à pessoa que menos esperava ver no dia então ... Correu bem a minha manhã correu.
E sair da frequência e sentar-me na cadeira em frente à pessoa que menos esperava ver no dia então ... Correu bem a minha manhã correu.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
O aperto no peito permanece. E é cada vez mais aterrorizante. Não sei explicar por que razão cá anda, mas está cá. E tem-me causado más sensações ao longo do dia. Não sei que faça para que este aperto se vá embora.
Só quero que as coisas amanhã fiquem bem; que a porcaria da frequência corra bem. E que consiga estudar durante a porra da tarde toda. Só tenho uma tarde para saber carradas de matéria.
«In every loss
In every lie
In every truth that you'd deny
And each regret
And each goodbye
Was a mistake too great to hide»
Nos últimos dias penso que ando no rescaldo do concerto simplesmente. Mas cá no fundo sei que não, sei que não consigo ouvir mais nada que não LP. Talvez seja da pressão que tenho colocado em mim mesma por não estar a agir exatamente como devia, por me estar a ir abaixo quando preciso de ter mais força para estudar, para ser melhor. Para fazer melhor do que o que tenho feito até aqui. Será que consigo, será que quero conseguir? Não consigo concentrar-me tanto tempo quanto o que queria. Não consigo dormir menos do que tenho dormido. Não consigo estar sem dores só para me esforçar mais. Só quero conseguir melhor.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Ainda estou à espera do tal assunto indelicado para mim ...
A sério, sei que me passei contigo mas tu mereceste-o. Conversas dessas só me dão vontade de esmurrar quem as tem. Vive a tua vida, porra. Nada é melhor que isso. E querer morrer não resolve nada. Aprendi isso e não deixo que abordem esse assunto comigo porque me faz confusão. Se temos uma vida é para a vivermos. Não para querermos morrer porque a nossa relação acabou. Quantas e quantas relações não acabam todos os dias? Há que saber que nos havemos de levantar. Há que ter força, que ter fé no futuro.
Sonhar contigo precisamente na minha última oportunidade de conseguir que saibas quem sou. É tão irónico. Claro que vais voltar a Portugal, óbvio que sim. Só que o tempo passa.
Mas sonhar contigo foi tão bom. Soube tão bem. Acordei com o coração aos pulos de tão feliz que estava. Muito provavelmente a minha tensão estava tão aos pulos como o meu coração. Tu fazes-me tão bem. É um orgulho imenso. Sentir que estava ao teu lado, mesmo que em sonhos quase acordados, foi realmente mágico. És super.
Tenho só que me recordar de que me vejo como sendo uma pessoa paciente e que dá o seu melhor pelos outros. Tenho só que me lembrar disso e deixar a minha própria mágoa de lado. Virar costas a discussões sem sentido nenhum que me deixam em lágrimas e com um valente nó na garganta. Que fazem com que não durma em condições.
Vou tentar ajudar-te ao máximo, prometo. Prometo que vou ser mais paciente, que vou explodir menos, que vou portar-me bem. Eu prometo-me. Não a ti, a mim. A ti prometo que vou ficar. Mesmo que tenhas muitas fases más.
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