sábado, 28 de maio de 2016

Obrigada, OneRepublic, por terem feito uma música que eu já ouvi mais de mil vezes porque me está sempre a fazer sentir o mesmo...

«I know I could lie but I'm telling the truth
Wherever I go there's a shadow of you
I know I could try looking for something new
But wherever I go, I'll be looking for you»

sexta-feira, 27 de maio de 2016

I (crying): Isto é a coisa mais difícil que já fiz na vida.
She: Não. Sobreviveu. Já sobreviveu. Está a nascer outra vez.

De repente batem-me frases do que aconteceu hoje. Como me batem de tudo o que já disse lá dentro. Mas hoje foi especialmente doloroso. Ainda estou com o coração apertado.
Começo a achar que vou sair dali todas as semanas completamente a apanhar cacos de mim do chão... Eu preciso tanto mas tanto disto e dói tanto mas tanto... Começo a achar que vou acabar por chorar todos os dias que lá entrar. Começo a achar que vou ficar sozinha o resto do dia porque não aguento ninguém ao meu lado apesar de querer que estejam. Eu sou tão contraditória.

Vamos devagarinho. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Não paro de o ouvir. Tenho que o ouvir. Porque o contrário seria sentir que não me queria ouvir ou ajudar, que foi o que senti durante aqueles dois segundos em que disse que se eu não estivesse preparada podia voltar lá mais tarde (para o ano). E para o ano é muito tempo... Eu preciso agora. Eu tenho que fazer isto agora. Começar agora. É agora. 

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Não compreendo mesmo, mas não compreendo mesmo, toda esta situação. Sinto que não está tudo resolvido. Pode ser só uma desconfiança minha mas sinto que ainda há alguma coisa mal contada no meio desta história toda e não entendo mesmo como é que já estás descansada e aliviada. 

E depois... Não entendo que espécie de poder é que ela tem para que tu acredites em tudo o que ela diz e não questiones nada... Isso faz-me uma impressão...
Este aperto que não me larga, que não me deixa em paz.

terça-feira, 24 de maio de 2016

estar contigo hoje e sentir que acabei de te ver ontem deixou-me de coração completamente descansado quanto a nós. se eu sempre acreditei na nossa amizade, hoje, depois de ter estado contigo em carne e osso e ter sido tão normal, tão especial, tão natural, ainda acredito mais. tu fizeste-me acreditar mais. tu e as tuas perguntas. tu e a tua capacidade de querer saber, de mostrar que estás, de estar mesmo. tu, que eu era capaz de ter comigo aqui, sempre. és completamente mágica. amo-te, sempre sempre. mesmo que falemos só de mês a mês, hoje sei que somos mais do que nos últimos tempos que foram tão maus para nós, pela discussão feia que tivemos, mesmo que dois dias depois a tenhamos resolvido porque eu fiz por isso..

Joel, deixaste-me completamente rendida a ti. adoro-te! és mesmo uau.


Ver-te o perfil chega para me deixar arrepiada por dentro. 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Aquela parte em que eu preciso de mimo mas me afasto e tu não vais perceber porque eu vou fazer com que tu não percebas porque é melhor assim. Estar carente e falar contigo provavelmente não é muito boa mistura...
[Os abraços e as lágrimas ligaram-nos ainda mais. Minha família. Ainda dizem que a família não se escolhe... Ai escolhe sim senhora. Aparece-nos e torna-se muito parte de nós. Tão parte de nós que cada abraço, cada aperto de mão, cada troca de olhares, é ainda mais sentido. Pelo menos por mim. Pode parecer que não estou e que não sinto como vocês mas é mentira. Eu sinto-o. Sinto muito.]
Quinta feira vai ficar marcado, à semelhança da sexta feira de Setembro, como o dia em que falamos, mesmo que tenha sido sobre comida e sobre (me) alimentar(es), e me sorriste. Aquele sorriso meio enviesado e lindo que tu tens. A Leonor divertida a aparecer quando entra na casa de banho e pede para passar à frente de toda a gente. A Leonor introspetiva na música Lisboa, és só tu e eu. Os nossos olhos na mesma direção... E o final... Será que te vou continuar a ver? Como até aqui? Isso está a afetar-me a cabeça...
Ter chorado dentro daquele consultório, mesmo que tenham sido apenas duas lágrimas, foi muito doloroso para mim. Chorar à frente de alguém que ainda não confio completamente... Eu não queria. Não queria ter caído mais. Ter chorado por causa dele... Eu estou tão magoada por dentro por causa de tudo o que nos ligou, por causa das falhas de confiança que existiram... Percebi isso perfeitamente quando falei sobre ele. Será que ela também percebeu? Tenho tantas perguntas e tenho tanto medo de perguntar. Pode soar mal.
Sonho contigo e tenho consulta, ando de um lado para o outro o dia inteiro e vejo-te à noite. E és tão wooow.
Quarta feira, noite da última atividade de Praxe. Noite surpreendente. 

A noite em que pegas em mim e me levas para longe para conversarmos. A noite em que vou puxando fios de dentro de mim e tos entrego. A noite em que me abraças e me fazes quase dançar no meio da Alameda porque tu também. Ri-me por dentro, tiveste piada. E por fora senti todo o apoio do mundo. Apoio que eu precisava. Obrigada, meu rebento. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Confesso que estou com medo de hoje.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Vou estar aqui para ti, meu rebento (de mim, a árvore).

Parabéns, minha querida, pela tua entrada no mestrado! 
Hoje doeu - hoje doeu porque eu achei que tu vinhas na (nossa) direcção. E eu estava lá. E podia ouvir um boa tarde ou algo que o valha e eu gostava. Eu gostava que isso tivesse acontecido. Mas o que aconteceu foi que tu viraste para o lado... O que aconteceu foi que tu escolheste os que conheces em vez da única pessoa que conheces; que é provavelmente a tua maior amiga ali dentro. E porra, eu estava lá e eu queria ter vivido isso. E se eles não estivessem lá? Tinhas ido ter com a Rita - e por conseguinte comigo?


Aquela parte em que eu tenho a certeza que perco totalmente a capacidade de respirar quando tu apareces no meu campo de visão. E eu não sei o que é isto, não sei explicar o que se passa cá dentro e a Rita apercebe-se completamente da minha falha respiratória e goza completamente comigo e és burra, Rosa Ana. Segunda «falha»; porque é que te saem coisas da boca quando tu estás mais frágil? 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Aquela parte em que estou a ir em direção ao sítio onde estão no Jardim e passo por uma comissão. Basta-me ver o carrapito no alto da cabeça para saber quem é(s). Estavas ali. E eu suspirei e passei pela comissão de GRH e pronto...

[Adoro os momentos em que estamos todos juntos e somos apenas uma família disfuncional que resulta. Acredito plenamente que a Maria Rita seja capaz de levar este curso para a frente de uma forma espectacular, continuando o trabalho que a Rita fez. Foi a melhor escolha de sempre!]
Estou mais próxima que nunca dos meus bichinhos e isso deixa-me de coração completamente cheio.


[Aquela parte em que eu mudo no messenger o teu nome para rebento e tu mudas o meu para árvore e eu sorrio.]

quinta-feira, 12 de maio de 2016

A tua mensagem de ontem foi a melhor forma de acabar um 11 de maio que ainda me dói - no sentido de ter tido que falar nele na consulta na terça... 

[A minha forma de o começar foi um "Gosto muito de ti.", que eu sabia que não ias entender mas eu entendi-o.]

Obrigada por pensares em mim. Obrigada por me enviares força. Obrigada por teres tirado dois minutos do tempo tão apertado para me fazeres sentir a tua companhia. É por isto que eu sei que a nossa amizade resulta. Porque tu te esforças por estar. E eu também. Enquanto houver esforço e mensagens inesperadas uma para a outra vamos ficar bem. Mesmo que eu precise desesperadamente de um abraço.
Sei que não sei como te responder ao pedido de desculpas que me enviaste esta manhã. E eu sei isso porque sei também que te arrependeste da forma como disseste as coisas ontem mas que, no fundo, querias dizê-las. Porque eu conheço-te. E isso dói-me. É por isso que adio a resposta.  

É por isso também que já estive para enviar um e-mail a pedir uma nova consulta umas trinta vezes desde que ontem me disseste o que disseste - e é por isso também que ainda não o enviei. Porque ainda há a teimosia em mim em lidar com o que sinto sozinha. Ou o mais sozinha possível, dado que ela acaba por saber o que se passa. 

quarta-feira, 11 de maio de 2016

A forma que tu me magoaste hoje não tem qualquer tipo de explicação. Tu espetaste-me uma faca no coração; tu, que me devias conhecer. Tu... As coisas que disseste não têm qualquer tipo de razão quando tudo o que eu sempre fiz fui ser sincera contigo. Sempre... E isso dói-me muito. Foi por isso que eu não te respondi mais. Porque não há mais nada a dizer-te. Vais ter que me procurar. Vais ter que voltar a pedir desculpa. 


[A primeira coisa em que eu pensei depois disto tudo foi em entrar naquele consultório outra vez, porque preciso... Okay...]
11 de maio vai sempre ser lembrado por mim. Deve ter sido por isso que acordei da forma que acordei hoje.
Assustei-me quando ficou no ar a possibilidade de existirem consultas todos os dias. Confesso que isso não me sai da cabeça. Não era capaz de me sentar todos os dias e ouvir a minha voz a falar sobre tudo o que me atormenta. São pequenos fios que estão a ser puxados e eu sei que há tanto mais aqui dentro para puxar. Não sei é até que ponto "tudo" o que há dentro de mim, tudo o que se interliga, se interliga e chega onde estou hoje. Não sei se é isso que acontece. Não sei o porquê do aperto quase constante, da ansiedade que não me larga, da falta de apetite, do isolamento cada vez mais normal, não que eu fuja de estar com pessoas, mas sinto-me mais sozinha que o normal... Sinto-me a enfrentar-me e sei que isso tem as suas consequências. Mas eu já estava com a maior parte destes "sintomas" antes de meter os dois pés naquela sala... Será que estou apenas a acusar tanta pressão? A faculdade mais tudo o que se passa dentro de mim? Mais as certezas que tenho que o futuro não vai ser exatamente como planeado? [É por isto que odeio fazer planos.]

domingo, 8 de maio de 2016

Acho que o que aconteceu ontem durante o dia vai continuar a acontecer muitas vezes até tu perceberes que eu estou mesmo fora de ti. Estou mesmo completamente focada em mim. Estou mesmo comigo. É como se estivesse numa nova relação: eu comigo. E nunca aqui estive. E preciso urgentemente de estar. 
Portanto tu vais afastar-te. Vais calar-te. Vais remoer por dentro. Vais continuar a achar que eu me precipitei na minha decisão. Vais continuar a achar que há um futuro algures porque tu me queres da mesma maneira. Mas não há. Eu preciso de fazer isto comigo e não sei quanto tempo vou demorar. E tu próprio disseste isso... E vais continuar a pedir-me muitas vezes para que eu repita que não quero estar contigo e que estou bem sozinha... Mesmo que digas "não negaste que me amas". Não posso dizer-te isso. Nem sequer posso dizer que te amo porque torna tudo mais difícil. Eu disse muitas vezes que era simplesmente mais fácil não sentir nada por ti... E era. É. Ainda tremo quando te vejo. Mas o amor não chega. 

E não penses que a psicóloga me vai dizer o que fazer com a minha vida porque não vai. Eu tomei esta decisão sozinha e eu estou mais lúcida que nunca.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A primeira pessoa que eu quis ver quando sai dali foste tu. E a primeira pessoa que eu quis ouvir, porque não posso abraçar, foi ela. E a primeira pessoa a quem mandei mensagem foi a ti. E isso é dizer muito.
Hoje foi o primeiro passo. Entrar naquele consultório foi o primeiro passo - mais verdadeiro do que aqueles que tenho dado sozinha, não os querendo diminuir, porque até agora eu aguentei-me comigo e com todos aqueles que me ouviram e fizeram parte de mim e da minha vida (mesmo que hoje, no agora, já não façam) - para cuidar de quem sou. Ainda não acredito completamente que fiz o que fiz. Mas fiz; por mim. Eu conto - para mim eu conto. Eu cuido(-me).

quarta-feira, 4 de maio de 2016

A Rita começa a fazer de propósito para me ouvir falar em nela. Eu, pelo menos, sinto isso... Ter-me dito ontem que vivem perto uma da outra e ter gritado por ela hoje comigo sentada à frente dela... 

O João estava a aparecer. Eu já a tinha visto a sair do edifício pelo canto e virei-me para o João, estiquei a mão para o chamar. Ao mesmo tempo que a Rita chama por ela. Ou ela pela Rita. E ela passa atrás de mim. Quase me toca na mão... Desvia-se. Fala com a Rita, riem-se. Brincam uma com a outra. E eu engulo e foco-me no João e na sua conversa sobre ter sono. Ela vira as costas e começa a ir embora. E eu foco o olhar nas costas dela até deixar de a ver. Depois fica um silêncio estranho. Olhos nos olhos com a Rita. E eu continuo a sentir que falar nela ou pedir ajuda para que ela saiba que eu existo é algo ridículo. Porque eu nem sei o que isto é. 
Eu sabia que alguma coisa estava prestes a correr muito mal mas não sabia que iam ser uma sucessão de dias... Só preciso que comece a correr bem... 
Ver-te hoje fez-me tremer por dentro. Mas isso não quer dizer nada. Nada. Porque eu também percebi que o que eu gosto de ti se está a "desvanecer" perante o imenso que eu preciso de fazer por mim. Como se eu ainda o sentisse mas soubesse com toda a certeza que tenho que estar sozinha, que preciso de estar sozinha e que tenho que valer sozinha agora... Obrigada pelo abraço. 
O grande problema aqui é a dor que tu me causas no coração, é a forma como tu te dás ao luxo de me despedaçar sem sequer te aperceberes que estás a fazer isso. Talvez ontem te tenhas apercebido quando me ligaste e me perguntaste se eu estava bem e me ouviste a chorar. Talvez aí te tenhas apercebido um bocadinho. E talvez te tenhas apercebido também da importância que tens em mim. O que aconteceu ontem foi a maior merda de sempre e eu estou completamente de coração despedaçado. Tu devias de ter feito um esforço, sinto que não o fizeste. Estivemos no mesmo sítio e tu simplesmente não fizeste bem as coisas. Ficaste à espera que acontecesse. Ou sei lá do que ficaste à espera. Só sei que tenho tido semanas de merda, com momentos bons, claro, mas maioritariamente de merda, que tu não tens sido exatamente um modelo de amiga - mas também já sei como és e engulo e tento não me importar e apenas me importar com quem mostra que se importa comigo - e que tu podias ter feito um esforço maior que não fizeste. Portanto estou magoada. Estou incrivelmente magoada. Vim para casa no comboio a chorar. Adormeci a chorar. Acordei a chorar. E depois respirei fundo e percebi que isto é uma aprendizagem constante. Lidar contigo. Com a tua forma tão peculiar de seres quem és. Dói-me, vai sempre doer-me que tu sejas assim comigo quando eu faço o possível e o impossível por ti... Mas seja. Seja porque é isso que eu mereço - ou é isso que tu me provas que eu mereço. O que é mais irónico é a forma como eu gosto de ti. Isso então é que me deixa mesmo debaixo do chão. Mas sou eu que me vou levantar porque se estiver à tua espera mais vale esperar deitada. 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Eu quero ver-te, eu preciso de te ver. Eu queixo-me que tenho saudades tuas. E eu acordo com uma certeza tua de que vens a Lisboa. O que está combinado é se chegares a horas, eu vejo-te uns minutos e se não chegares eu vou para as aulas sem te ver. Mas eu quero ver-te. Podias ter vindo ontem ou vires só amanhã e era tudo diferente... E também podias ter vindo mais cedo se querias tanto ver-me como eu te quero ver a ti... é só isso que me dói.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

És tão linda. És mesmo tão linda. Eu tenho tanto a agradecer-te. Mesmo em silêncio.
Chego à faculdade, vou ter com o João, a Rita e o David, e vejo um vulto a sair do túnel. E és tu, eu sei que és. Vou às máquinas, pelas escadas, contigo à minha frente. Passo-te à frente e continuo na minha vidinha e quando saio do edifício escolho o mesmo caminho - talvez tenha sido propositado sim... Estás a fumar. Baixo os olhos enquanto passo por ti de modo a que só te vejo a mão a segurar o cigarro. E foi a única forma que eu tive de não me parar a respiração. Yeah a mim. Vitória mental.

O pior chegou depois. Por eu ter conseguido ultrapassar fixe isto chego à sala, com a Rita sentada ao meu lado, a ultimarmos o trabalho de amanhã, e ela recebe uma mensagem... "Leonor CP", okay, Rita, obrigada. Ou obrigada, Leonor, por teres mandado uma mensagem à Rita com ela mesmo ao meu lado já que eu tinha ultrapassado tão bem o facto de passar ao pé de ti. 
precisas de falar? de mim? eu estou.
Acordo e sei que sonho contigo e depois acordo realmente e tenho uma mensagem dele a dizer que te viu... Se isto não é bruxedo, não sei o que é.
O aperto que não me larga. Que não me deixa em paz. Alguma coisa está prestes a correr muito mal...

domingo, 1 de maio de 2016

Não sei se ontem ficaste com algum medo quando eu te disse que estava preocupada com ela e que, por isso, não conseguia dormir. Mas espero que não. Não referi o assunto, tu também não. Só tentaste acalmar-me e eu agradeço-te. 

Não, não tenho nada com ninguém. Não vou ter tão cedo. Sei isso dentro de mim. Sei que há, em mim, uma urgência de me cuidar como nunca senti antes. Espero que tenhas bem a noção disso. 
Ainda não consegui perceber se te faz mal, todos os dias, falares comigo. Mas, a mim, faz-me bem. Mesmo que não seja nada de especial, faz-me sentir mais segura. Tu fazes isso. Mas eu não quero que tu fiques só porque sabes que eu preciso de ti... Eu quero que tu fiques sem que isso te doa. 
Estava tudo tão bem entre nós que até parecia um sonho. E eu esforcei-me tanto para no dia dos teus anos ter coisas esperançosas e bonitas para te dizer porque merecias ouvi-las... E só ter recebido de volta três palavras tuas, depois de ter feito duas mensagens diferentes... Custou, custou muito. E tu pediste desculpa mas não entrou na minha cabeça, tu percebeste que eu não estava bem e que não ia ter contigo mas eu não o fiz porque quem deveria de ir ter comigo eras tu, eu simplesmente esperei... E disse que estava tudo bem; porque estava, mas ainda me sinto desiludida. Não merecia só três palavras. De todo.
Confesso-me cheia de medo com o dia 5 a chegar. Confesso que faço de tudo para não pensar nisso. Para não preparar discursos na minha cabeça. Para só estar lá, onde devo estar, às horas que devo estar. E deixar correr, o que for para ser, vai ser. 
As noites são as alturas piores para mim. Sempre foram.