Acho que nunca me tinha doído tanto uma consulta, ao ponto de nem sequer a conseguir processar ou pensar nela sem que fique com o coração a querer saltar-me do peito e com um aperto enorme. Sem sequer me lembrar de mais de metade do que aconteceu. Ter bloqueado tudo, como faço com o que mais dói, não pode ser forma de resolver...
Custa mesmo muito aperceber-me daquilo que sempre soube; que sou mais que culpada por todas as coisas que [me] aconteceram. Estou francamente assustada com tudo isto porque não sei o que é suposto fazer a seguir, como é que é suposto agir e, sobretudo, como é que vou mudar(-me) e deixar de ser um monstro para mim própria.