terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Irónico irónico é a pessoa que menos fez ser aquela que tem as "regalias", isso é que é irónico. Mas pronto, sei que tu também as tiveste e sei que estás feliz com isso. Mesmo que agora estejas triste e mesmo que não me tenhas contado quase nada. Sei que ficaste feliz. Ou espero que tenhas ficado. Não sei bem. Não sei bem sequer como me sinto. Não sei bem se sinto alguma coisa sem ser imensa raiva de mim mesma, por um lado, imensa raiva da miúda que não mexeu uma mãozinha e te tocou, ou imensa raiva por teres tido esta reação. Sem querer sempre pensei na tua reação a isto e acho que não foi a que eu esperava. Mas pronto. Fico feliz por me teres agradecido imenso ontem à noite. Isso encheu-me o coração. Também estranho seria se não me agradecesses. Fico feliz por ter sido mulherzinha o suficiente para te apoiar durante todo o dia, anulando tudo o que estava a sentir e colocando-o para segundo ou terceiro plano. Também é o que faço sempre, por isso é que senti o que senti ontem à noite. E depois admiram-se (e admiro-me) quando expludo. Se bem que contigo é diferente. Acabei por explodir metade ontem à noite. Metade ou não ... Acabaste por saber a maior parte. E acho que estou feliz por só sentir raiva. A raiva é como o ódio, é um sentimento passageiro. Daqui a pouco já não sinto nada.
O que mais dói é mesmo ter sentido o mesmo com personagens diferentes. A dor foi exactamente a mesma. Ainda para mais quando estive a rever tantas conversas durante a tarde de ontem. Chego à noite e acontece alguma coisa que me faz reviver tudo ... Isso sim, é completamente injusto. Não que alguém tenha culpa, nem eu a tenho. 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

amo-te, pequenina.
Há coisas que doem mais do que outras.
Na minha cabeça - ou será no coração? - tu ainda vinhas. Ainda vinhas ter comigo antes do fim do ano. Mas agora percebi que não. Não sei como percebi mas cheguei a essa conclusão ontem à noite. E não é que me doa. Mas é estranho. Eu sempre soube que vinhas, que não aguentavas estar mal comigo. E eu também não aguentava estar mal contigo. Mas desde que perdi a confiança em ti deixei de correr atrás. Coube-te a ti fazê-lo. E não sei porquê mas desta vez sei que não o farás embora uma pequena parte de mim ainda diga que sim. A maior parte diz que devo esperar para ver mas eu agora sei que não vou esperar para ver porque simplesmente não vou esperar. Tu não vens. Eu já fui e tu já me perdeste; por muito que continue a escrever desabafos por aqui. E tu não vens. Estás na tua nova vida. Sê feliz nela. O meu coração vai acalmar-se disto tudo e ainda bem que vai. Não preciso de ti. Não preciso de ti como estivemos desde que eu destruí - porque tinha que o fazer - o que tínhamos. 

p.s- acho que é hoje que apago todas as fotos que tenho tuas no meu computador; já apaguei as da Joana. Apago as tuas também. Sabes .... Vi o sorriso dela numa foto ontem sem querer e lembrei-me do que ela me disse um dia há um ano ou mais. "Mesmo que nunca mais te diga, eu amo-te. Muito obrigada por todo o teu apoio, se não fosses tu eu já cá não estava.". Fui tão amiga dela como tu foste. Suportei-a nas noites em que ela não respirava como tu me ensinaste. Liguei-me a ela de forma estranha tendo em conta que ela acabou por ser uma das causas do nosso afastamento. Mas já passou. Ela é feliz. E eu fico com memórias. 
Tenho tantas saudades tuas. Provavelmente esqueceste-te do que tinhas dito sobre nos vermos nas férias de natal ... Eu já sabia que te esquecerias. Não faz mal. 
Há noites em que as recordações me assombram e me impedem de adormecer. Em que tudo o que vivi se mistura como se simplesmente se ligasse. E não se liga. Nunca se ligou. E os diálogos vão de uns personagens para os outros e eu acabo a dar em louca. Ou já o sou? 

sábado, 28 de dezembro de 2013

amo-te, ruru, dorme com os anjos.
Custa-me continuar a arrastar-te para isto ...
Também te quero por perto.
Gostava de fazer coisas sem querer que calhassem tão bem quanto as tuas. Obrigada por fazeres coisas sem querer que são tão perfeitas.
Quero-te bem. Prometo que vou ficar até ficares bem. Mereces isso.
«Então diz-me, deixo-te cair e ficar eternamente no chão? Deixo-nos morrer todos os dias um pouco mais? Deixo tudo aquilo que construímos simplesmente cair? (...)»

Se eu, por acaso, por algum milagre, tivesse uma resposta a dar-te, eu dava. Mas não tenho. Não sei nada já. Sobre isto ... A cada dia que passa mais me enterro. Menos sei. Menos força tenho. Por isso ... Faz o que tiveres que fazer. 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O que soube de ti ... Tu estás a tornar-te quem não és só para te integrares na sociedade, estás a dar-te com pessoas com quem não tens nada a ver só para poderes ser mais sociável ... Só para te integrares. Não sei se esse é realmente o melhor caminho mas se tu achas que é por aí que deves ir ... Força. 
Tenho pena de que não tenhas feito qualquer esforço antes ... E só agora que me perdeste e que te afastaste dela é que começas a mexer o rabo para fazer alguma coisa por ti. Coisas que tanto eu como ela sempre te dissemos. Mas pronto, só depois de perderes é que achaste que tínhamos razão, não foi? Ou então não. Foram os ares dos novos amigos que te fizeram "mudar". Tal como ela diz: estou melhor sem ela. E eu também; estou melhor sem ti. Muito melhor. Mas não te tornes quem não és. Isso é ires contra ti mesma e mais tarde vais sofrer por isso ... Talvez retire o que disse em cima; não te dou força para que vás contra ti. Enfim, precisava só de expulsar isto de mim. Continua com esse sorriso para as fotos no facebook porque assim toda a gente pensa que estás bem - eu penso que estás bem. 
Ainda virás, não duvido. Ou se calhar até estou errada quanto a isto. Desta vez as palavras que te disse foram demasiado fortes, o que pode ser que te tenha feito entender de vez. Vamos ver.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

"perdes demasiado tempo com merdas", se tencionas dizer que as "merdas" é os problemas que eu tenho, sim perco. se te afastei? sim, afastei. e afastei porquê? porque não quero que lides com isto. porque já sei como é que pensas, sei exactamente como é que achas que eu devo reagir. e se eu não reajo assim ... obviamente que te desiludo. mas não é só a ti que eu desiludo. é a mim mesma sobretudo. mas também ... tu estás magoada ... e eu sinceramente não consigo lidar com isso. queres que eu vá ter contigo e lamuriar-me por mais uma cena que ouvi? e depois dizes que não posso reagir assim e que tenho que me levantar? sabes qual é a diferença entre nós? é que tu és forte. tu fazes o que tens a fazer. é por isso que te admiro. e eu ... eu ando ao sabor da corrente. só andando ... já levei pontapés que não esperava e é por isso que reajo assim. não me podes acusar de reagir mal. aliás, isso ninguém pode porque eu não deixo. ninguém esteve na minha pele quando aconteceu o que aconteceu. ninguém sabe o que é. porque falar é muito bonito, eu própria também me incentivo em voz baixa. mas lidar com as memórias é mais negro que isso. e dói. dói demasiado. por isso ... desculpa lá se te afasto e se lido mal com as coisas. desculpa lá. é a minha forma de agir. aceita isso. pode ser que te desiluda menos. 
não aceito é que digas que tu deixaste de ser uma das minhas prioridades. penso em ti todos os dias, mesmo que não escreva, mesmo que não diga nada, mesmo que tenha agido errado nas alturas em que não o disse. penso sempre em ti. mas pronto, é a tua opinião, respeito-a. magoa-me mas respeito-a. tal como tu respeitaste quando te dei a minha. o que aliás digo: melhoraste. tornaste-te bem melhor. era exactamente o que eu queria. era e é, se ainda quiseres ficar. 
tem um bom dia amanhã. foste, és e serás, um orgulho para mim. amo-te mágica. conhecer-te faz o meu dia melhor mesmo que tudo o resto esteja de pernas para o ar.
«Telling the truth to the wrong person at the wrong time is how I ended up where I did.»
Não saber nada de ti durante dois dias é angustiante, vê lá se dás notícias. Pensa que eu estou a pensar em ti e dá notícias, vá.
Por estares sempre por perto merecias todas as belezas deste mundo. Obrigada, oreo.
Precisava de te ter visto hoje. Primeiro porque eu precisava, eras a minha prenda de natal andante e com caracóis. E segundo porque sei que tu precisavas, porque eu queria que tu soubesses com as minhas atitudes que eu estarei sempre, que farei de tudo para te apoiar. Por isso ... Precisava que tudo tivesse corrido bem. Mas não correu, claro que não correu. Óbvio. Desde quando é que eu me imponho e faço alguma coisa correr bem para mim?? Desde nunca.
Obrigada por tudo, Lú. Quando eu matar o Dragão, tu saberás. Porque a tua amizade é importante para mim.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Não me lembro da última vez que adormeci a chorar e acordei a chorar ... Espera. Foi hoje. 

sábado, 21 de dezembro de 2013


Esta imagem é tão eu que até me arde o coração e as entranhas. Eu já estou a chorar por não ter lutado, por não lutar por mim, por ti, por nós, pela minha felicidade ... Se eu te vou perder? Depende do que tu fizeres. Eu estou a escrever a quente, eu sei, eu sei que pode mudar mas duvido. Duvido porque o meu saco continua a encher e só eu é que tenho que o esvaziar e eu não consigo. O problema é que eu não consigo. Não sirvo para nada. Nem para lutar por mim eu sirvo ...
«Eu não preciso te olhar
Pra te ter em meu mundo
Porque aonde quer que eu vá
Você está em tudo»

O problema é este. O problema é que ... Tu estás em tudo e eu, por muito que queira, não vou conseguir afastar-te o suficiente. Oh, eu não te quero afastar o suficiente. Eu queria que houvesse outra solução mas a verdade é que eu não vejo mais nenhuma. Estou a ficar sem saídas novamente. E sim, três frases desencadearam, novamente, o meu ... O que é isto? Isolamento? Não, não o é. Tu sabes o que eu estou a passar. Contei-to no segundo preciso em que aconteceu ...
Eu devia pensar. Não posso agir de cabeça quente. O problema é que eu nem consigo pensar. Aparento estar bem e estou um turbilhão por dentro. 
Até segunda tenho que ter pensado bem nisto tudo. Tenho que rever, mais uma vez, os prós e os contras e tomar a minha decisão. Já chega. Não consigo mais lidar com isto assim. Dói demasiado. Desculpa-me, por tudo, desculpa-me.
Eu e tu não vamos sobreviver a isto ... Eu sinto que te vou afastar ...
Eu já estou a ver o filme todo. Ouvi isto agora e por isso não vou pisar o risco na segunda feira. Já sei como sou. Podia simplesmente ter respondido mas não. Cobarde. Quero ver-te mas não te vou ver porquê? Porque sou cobarde. Dei voltas à cabeça a imaginar isto e estou prestes a conseguir alguma coisa. Estou ainda a pensar que o vou fazer, que vou ter coragem e oiço isto e claro ... Coragem. Estúpida. Como é que achaste que ias ter coragem? És uma cobarde.
É a porra de uma conversa entre vocês as duas ... Porque é que eu tenho que ouvir cenas que não quero? Porque é que tens que dar exemplos desses?
se eu não sei o que devo dizer ... é suposto fazer o quê? não sei mesmo. é que não sei mesmo. espero que estejas bem porque mereces estar.
Espero que estejas bem mesmo que não queiras falar sobre isso. Espero que amanhã ou segunda consigamos estar felizes; tu feliz porque estiveste com ela e eu feliz porque tu estás feliz. 
Não sei nada de ti há um tempo ... Espero que estejas bem, em paz, pelo menos. Procuro-te por onde caminho com esperança de ver os teus caracóis a saltitar algures e não vejo. Espero mesmo que estejas em paz. Estou aqui. Podes não me ver mas eu estou aqui.
Pensava que me tinhas defendido. É que retiro o que disse ontem. Como é que me podias defender se achas exactamente o mesmo? 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Isto está a custar e não é pouco. O problema é que tenho a certeza que é só o início. Não faz mal, eu não me vou passar e vou simplesmente abstrair-me de tudo isto. Eu vou conseguir dar a volta por cima, vou conseguir agir como pessoa matura que dizem que sou. Só tenho que fingir que não tenho um nó na garganta.
Tenho pena que te tenhas tornado tão nojento. Ou melhor ... Tenho pena que sejas assim. Tenho pena que tu sejas tão homofóbico. Claro ... Claro que nunca poderia ter uma relação contigo. Claro que nunca poderíamos sequer ser amigos. Como é que eu esperei que tu fosses meu amigo? Como? Burra do caraças. Continua a acreditar na bondade das pessoas que depois vais-te lixando. Ou melhor, já te estás a lixar. 
O que mais ... Eu queria ter-te dito alguma coisa ... Mas isso ia ser o quê? Nada. Não ia ser nada porque eu nunca FUI NADA para ti. Tenho nojo de ti e odeio-me por ainda me preocupar com alguém como tu.
"sonsa"; portanto está-se a discutir e eu oiço dali para aqui que eu tenho que deixar de ser sonsa. As lágrimas vêem-me logo aos olhos. Eu sei que a minha mãe me defendeu mas não é justo eu continuar a ouvir essas merdas quando eu tenho dado o máximo para mudar o que penso que está mal em mim. Não é justo ouvir essas porcarias. Claro que me vou abaixo. Ainda bem que a minha mãe percebeu e juro que estive perto de desatar a chorar mas, mais uma vez, consegui vir aqui e expulsar logo em vez de recorrer às lágrimas. 
Estou simplesmente farta de ser vista por ti como a sonsa.  

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

«she: eu tenho quem goste de mim. 
he: e tens pessoas que não vivem sem ti. 
she (sad): não consegues nomear três.
he: eu, a tua mãe e a Rosa.»

e é isto: obrigada Joel lindo por saberes que eu não consigo viver sem a tua menina. e tu, princesinha, deixa de estar triste e sorri porque olha ... tens três pessoas que não vivem sem ti mas eu consigo nomear mais outra pelo menos; a tua melhor amiga, a que está lá sempre. por isso levanta a cabeça e vê que tu és mais brilhante que tudo e que só mereces coisas lindas. amo-te muito, minha irmã. não de sempre mas para o resto do sempre. o sempre é muito tempo, eu sei e tu sabes, mas nós somos mais fortes que o muito tempo. e, um dia, vamos estar a fazer de babysitter para os filhos uma da outra porque claramente que vamos viver perto uma da outra. nem que eu tenha que me mudar para o Porto. okay, não indo tão longe, mas é essa a ideia. se calhar temos que pensar e ficamos metade metade; que tal a cidade dos Estudantes? 
estou sempre aqui, meu orgulho.
«Even though it hurts I can't slow down
Walls are closing in and I hit the ground
Whispers of tomorrow echo in my mind
Just one last time»

Hei-de lembrar-me sempre de ti quando os acordes desta música começarem a dar na rádio. Sinto-te a falta? Não. Por agora não. Mais tarde, perceberei se estou apenas anestesiada ou se já passei.
Mergulhar nos teus olhos, passarem-me imagens pela cabeça e quase desatar a chorar. Ainda bem que foste embora. Não queria que me visses a desabar assim.
Queres saber uma coisa? Acho que houve um avanço em mim. Acho que, daqui a uns tempos, conseguirei voltar a falar em ti aqui por casa. Sem o fantasma do que aconteceu há um tempo atrás. Pelo menos, assim espero. Quer dizer .... Eu não esqueço. Mas perdoo; em parte. Tu sabes. Ambas erramos. E espero que, quando voltar a falar em ti, não me apontem o dedo.
A minha esperança transforma-se em nada.
Não volto a pensar em nada que seja uma suposta piada entre nós porque depois acontece que essa piada se transforma num tormento para mim mesma. Vou deixar de pensar, a sério que vou. Ao menos, não pensando, não sofro. 
Não quero que te preocupes comigo, quero que estejas em paz para que o dia te corra mesmo bem. 
Eu já sabia que a noite me trazia vontades e esperanças loucas que quando a manhã nasce se esvaem e simplesmente parece que foram sonhos. Eu já sabia. Tive apenas a certeza.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Os nervos de hoje fizeram-me mal para o resto do dia.
Love you, pretty little baby.
Obrigada por todo o teu apoio e por saberes separar tão bem as coisas. Espero que não te magoe sentires-me mal por estar menos bem ... com ....; tu sabes. Amo-te muito, puto.
Saber-te feliz faz-me bem.
Eu não sei o que hei-de dizer mais sobre isto; acho que hoje já disse de mais. Acho que hoje, finalmente, compreendeste o que te disse em Novembro ou lá quando foi - ou então não compreendeste nada ... Quando te pedi para não me falares nela. Quando me disseste que ela era capaz de vir ... Agora estás a entender que eu não lido tão bem com isto como parece à primeira vista. Posso enganar. Óbvio que engano. Mas também ... Como é que pretendes que eu lide bem com o facto de ela te ir ver primeiro que eu? Como é que pretendes que eu lide bem com o facto de já saber exactamente como ela é e de saber que te vai abraçar? Com o facto de saber o quanto gostas dela? 
Desculpa mas há demasiadas coisas para eu lidar ... E provavelmente deve haver mais que agora não me estou a lembrar. Ainda para mais ... Se fosse alguém que tu tivesses todos os dias .... Eu estava habituada. Sendo assim sairá da rotina. E magoa mais. Magoa mais saber tudo isto e ter mais camadas de sentimentos escondidas nos olhos. 
Queres saber uma coisa? Prometi a mim mesma que não te via até a veres. Sabes o que aconteceu? Não cumpri essa promessa. E sim, não tem nada a ver mas era uma forma de me proteger e te proteger a ti. Estou farta de discutir contigo, farta. Mas não consigo lidar com esta dor de outra forma. Porque caramba, isto dói. Dói mais do que eu estava à espera e acredita que eu já sabia que ia doer muito. 
Estranha e estupidamente preciso de mergulhar nos teus olhos. Mas não te vou pedir isso nem vou querer que o faças. A não ser que tu precises.
("cara de infeliz"; a escrever isto. E não fui eu que disse.)
Ainda não consegui perceber se para ti é mais fácil afastar-me para te manteres bem. Sei que não te estou a fazer bem e se precisares que me afaste, simplesmente diz.
Tenho medo de te perder. Tenho medo que, um dia, simplesmente percebas que toda a gente que me aponta o dedo tem o seu quê de razão e que vás embora. Que te juntes a eles e me deixes sem ti. A verdade é que desde que nos aproximamos o ano passado que não sei o que fazer sem ti. Porque ver-te todos os dias é uma certeza. E se tu me deixas ... Não me podes deixar.
Parecendo que sou forte e por me rir de tudo ... Não é assim que me sinto realmente. Dói. As coisas magoam-me e fazem-me feridas cá dentro. Podem não se ver mas são reais. E, a cada vez que se decidem a calcar em mim por alguma coisa que eu faço menos bem ... Volta tudo. Tudo volta. Volto a sentir o que antes senti. Volto a sentir-me medíocre. Volto a deitar-me na cama e a deixar cair as lágrimas. Volta tudo a mim. Volto a ser aquela miúda fraca que, um dia, agarraste no meio do pátio. E volto a passar por tudo de novo. Por todos aqueles sentimentos de que já não tenho ninguém, estou sozinha. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A minha capacidade de explodir e de tu dizeres uma qualquer frase que me faça acalmar e "desexpoldir" é um verdadeiro espectáculo. Gosto-te mais.
Há coisas que podiam não me aparecer à frente. Só mesmo naquela.
Custa-me que nunca tenhas lutado.
"Essa miúda não me conhece; mexe contigo mexe comigo."
OH irmã! 
«But every time I try to move on you are right there»

É o que tem acontecido. E não sei porquê mas acho que é o que continuará a acontecer. Sinto que não desististe ainda. Não sei se me faz sentir bem ou não. Acho que só me faz sentir estranha. Preferia que todos estes avanços tivessem sido feitos quando eu ainda estava no mesmo sentido que tu. Porque eu agora fui embora. Fui embora e só ficam comigo as memórias. Dói. Dói demasiado. Eu queria ter conseguido ter mais paciência contigo, mais calma. Só que não deu ...


Quando te fartares de lidar com estes monstros todos és livre de ir embora. Procurar outros caminhos. E não digo isto de ânimo leve e certeza no peito. Não digo porque não o tenho; não a tenho. Mas compreendi que tu estás perto do teu limite. Há coisas que te esmagam o coração e que tu não falas. Há coisas que te destroem por dentro e tu calas. Não as cales. Eu sei e tu sabes que eu sei que te magoo. E tu sabes tudo porque já falamos no assunto milhares de vezes. 
Não sei o que faria a partir do momento em que decidisses virar as costas. Tentei pensar nisso hoje e só me ocorreu que se ia tornar difícil andar. Que se ia tornar difícil fazer o que quer que fosse. Simplesmente ia fazê-lo porque tinha que o fazer. Era imprescindível que eu me mantivesse o mais normal possível. Não vires as costas. Não ainda. Eu sei que não te prometo nenhuma forma nem nenhuma data de resolução disto mas fica ... I want you to stay
O que mais me irritou foi o salto que eu dei da cadeira quando ouvi uma voz na televisão que me fez lembrar a tua. Que porcaria. Porque é que ultimamente me lembro de ti mais vezes do que aquelas que eu queria? Vai embora de mim, sai de mim. Sai. Peço-te. 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

eu quero que saibas que estou sempre contigo, mesmo que o telemóvel tenha voltado para a fábrica e que me seja difícil escrever no que me deram e mesmo que os montes de trabalhos me impeçam de ter muito tempo para te falar. estou sempre, irmã.
Gosto-te baby, gosto-te muito.
A sério que ela não te fala? Epá por mim ...
Mensagens tuas do nada em que comentas um dos meus textos é só um UAU. Obrigada, sis. És a melhor.

domingo, 15 de dezembro de 2013

«Crying is the only way your eyes speak when your mouth can't explain how things made your heart broken».
Obrigada, meu amor. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Que bom que é ter o coração em fanicos e o aperto desde a garganta até ao fundo do estômago. Ou não. Acho que me vou deitar e vai dar asneira. Especialmente porque não consigo ter companhia. Obrigada telemóvel, por me fazeres passar um bocado ainda pior que este. Estou-te mesmo muito agradecida. OU NÃO.
Está a doer. Agora já está a doer. Já está a doer de mais. 
Estou a começar mesmo a passar-me e não é que não saber o que raio tem o meu telemóvel está a contribuir imenso para isso? Uau, as coisas que me fazem passar são mesmo poucas. 
Não sei de ti há horas e estou a começar a passar-me.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Se eu tiver coragem ... Daqui a 10 dias estou a abraçar-te. Posso ter a certeza que vou ver-te? Não, não posso. Não posso. E isso dói-me. Eu devia ser capaz de te dar "mais". Eu gosto tanto de ti, minha pianista linda. 
Okay, eu meti a pata na poça; supostamente tu não devias saber que eu ia ver-te dia 23 e já sabes. O melhor melhor é que disseste-me logo que te ias esquecer. Por isso eu não vou falar contigo no assunto e vou fingir que não te disse nada para que te esqueças mesmo. Vão passar tantos dias que só quero que seja mesmo uma surpresa! A maior surpresa é eu ir. Isso sei que ias amar.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Deve ser desta pressão toda mas daqui a pouco desato a chorar e molho as folhas todas. Ou então é do esforço que fiz hoje para te mandar embora. Ou então é de me lembrar dela. Ou então é do que sinto tudo misturado. Qualquer dia eu vou explodir. 
É que a faculdade está a enervar-me mesmo muito, não sei para onde virar-me, não sei o que fazer. Sinto que é imensa coisa e que não estou à altura de nada. Amanhã a frequência vai ser uma verdadeira porcaria e eu já li um monte de livros. Não sei nada disto. Amanhã não vou saber fazer nada. O que mais me custa é isto. É esta pressão toda e eu não conseguir virar-me para lado nenhum. Sinto-me uma fraca. Só me apetece chorar. Não sirvo para isto. Não sirvo para nada. Só queria conseguir fazer alguma coisa amanhã e tenho a certeza que a frequência me vai correr mesmo mal.
Tenho vergonha das minhas lágrimas por tua causa e da minha tentativa de descoberta de uma foto tua, ainda que não tenha conseguido. Tenho vergonha das lágrimas me terem caído no comboio por me lembrar do que dizias. Por me lembrar de nós. Não sei porque é que isto está a acontecer mas espero que passe. A sério que não teres dito mais nada me está a fazer confusão. Eu sei que se baixar a guarda que tu voltas e que eu vou abaixo ... Por isso, sinceramente, prefiro pensar nestas coisas todas assim. 
Fazes-me ter raiva de ti. Espero que, finalmente, tenhas entendido que eu te quero fora da minha vida e que não me vou iludir mais quanto a ti. Vai embora e deixa-me em paz. E vê se tratas dessa obsessão que tens comigo porque isso é grave. 
Parabéns por me fazeres odiar-te.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Dói. Dói lembrar-me das coisas de repente e continuar sem perceber porque é que tudo foi como foi. Como é que consegues ser tão má. Como é que tu conseguiste ter feito o que fizeste à pessoa que dizias ser a tua melhor amiga? Sinceramente agora não acredito em nada. Lembro-me de te perguntar todos os dias quantos cigarros tinhas fumado porque queria que os reduzisses, fazia-te mal. Lembro-me de te perguntar o que ias comer, comias imenso. Lembro-me de tanta coisa. Lembro-me de chegar a casa e ligar a web e ficar contigo. Lembro-me de te ligar todos os dias. Tenho saudades da tua voz. Tenho saudades de confiar plenamente em ti. E de fechar os olhos ao mundo que me dizia que tu eras uma besta. Estou a chorar a escrever porque tu não me podias ter feito isto. Não me podias ter mudado para isto. Tu não podias ... Eu dei-te tudo sem pedir nada em troca e tu traíste-me a confiança desta forma como se eu merecesse. Como se eu não fosse nada. Dois-me demasiado. Amo-te.
acordar com a tua mensagem de bom-dia é maravilhoso. 
Irrita-me sentir-te a falta quando sei que estares só me faz pior.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Tu apareces e desapareces e apareces e voltas a desaparecer. E é isto. E depois eu penso em ti de repente e tu passado umas semanas, um mês, whatever, voltas. E é assim desde que nós conhecemos. 
Não sei porquê mas hoje as coisas no blogger fizeram-me lembrar dos erros que cometi em relação a ti. Burrinha estúpida que eu era. E que, talvez, ainda sou. Acreditar em tudo e todos sem "provas", burra.

Obrigada, baby. Por me teres "avisado".
É triste quando alguém que não é sequer tua madrinha está mais preocupada contigo que a própria. É mesmo triste. E até o padrinho, que não temos andado no nosso melhor os últimos meses, ele esforça-se TODOS OS SANTOS DIAS para estar presente na minha vida. E tu ... Tu é corações de vez em quando. Mas pronto. Eu já aderi à tua moda. E vamos ficar assim. Porque realmente eu não me posso importar quando os outros não me dão o valor que mereço. Tu tens a tua vida. É triste que não queiras saber da minha mas quero-te feliz.
Obrigada, Cláu. E obrigada, padrinho, és o melhor. Sei que não temos andando propriamente bem mas acho que a nuvem negra vai desaparecendo aos poucos do nosso céu.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O colar fala por nós? Acho que sim. Obrigada pela tarde, pela companhia, pelos apontamentos, pelas calças que me ficam bem e que dizes que não posso usar casaco comprido porque não se fica a ver o meu rabo, pelas conversas que nunca acabam, por seres a amiga que és. És mais que importante para mim, prometo.
Às vezes gostava de não sentir a tua falta de repente. Tipo à noite. Tipo quando te vejo em fotos.
Estou, sinceramente, a tentar que o que disseste não entre muito no meu sistema. Ou melhor, não entre mais do que já entrou. Magoou demasiado. 
Acho que poderíamos ter mais cuidado com o que dizemos uns aos outros porque, mesmo não querendo dizer certas coisas ou que o significado seja diferente do que aparenta, elas são ditas e dói.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Não quero que te afastes de mim.
Começo a passar-me. Parece que sou só eu a preocupar-me com tudo. Parece que tenho que mudar de língua para que me entendam. Já fiz mais que a minha obrigação e prometo que agora não digo mais nada sobre isto. É que não digo mesmo. Se realmente depois a nota não for tão boa e tivermos reparos quanto ao que está feito ... Eu espero que não seja à minha parte do trabalho porque foi feita como aprendi e foi feita como mandam as regras. O problema é ... se fosse só este trabalho. O problema é que são mais mil e eu não sei para onde me virar em como fazer o que falta fazer. 
«Obrigada eu, por saberes o quanto me custa e por saberes que te estou a ajudar na mesma.» Só te quero feliz. E por isso vou ajudar o máximo que conseguir, por muito que doa cá dentro. E vou tentar ao máximo não falar nisto e não escrever nada disto porque o importante é que tu fiques feliz e que tudo corra bem. Mereces isso. 

sábado, 7 de dezembro de 2013

o que uma discussão cheia de verdades faz? faz com que nós nos apercebamos que temos o sempre de mão dada connosco. porque temos. e eu não duvido disso. eu acredito, acredito que agora vai ser tudo melhor e que estamos mais fortes que nunca. agora eu não vou esconder nada, vou dizer o que sinto na hora e tu vais ouvir e vais mudar se achares que o deves fazer. e isto sim, é amizade. e eu prometo que vou mudar o que me disseste que tinha que mudar, que vou ter atenção a isso. 
amo-te, muito.
Ainda me estou a perguntar se tu és burra ou és demasiado crente no que eu sou. Achas, alguma vez na tua vida, que eu ia ter contigo a um centro comercial estando tu com outras pessoas? Mas espera, nem é mesmo isso. Achas, alguma vez, que eu ia ter contigo do modo que as coisas estão entre nós agora? Eu não te quero na minha vida. Não te queria há dois meses, não te queria quando me vieste falar e me fizeste acreditar, por dois minutos, que podias mudar e não te quero agora. Tu não vais mudar. Não vais e não me podes fazer falta. Se eu te faço falta é contigo; tivesses tratado bem de mim enquanto me tinhas por perto. É que só podes ser burra.
O que custa mesmo é eu não estar presente quando sinto que devia estar. Os amigos deviam estar presentes nestas alturas. Em todas, sim, mas nestas especialmente. E eu não posso estar. E só te vejo quando nos cruzamos de repente. Mas o meu abraço, o meu abraço tê-lo-ás sempre. Isso é prometido. E podes chorar nele à vontade. Mas queres saber um segredo? Tenho a certeza que não chorarás. Tu não és feita de lágrimas. Tu tens uma força que não se compara a ninguém. Guardo-te junto ao coração. Penso em ti mesmo que não te diga nada. Penso em ti todos os dias. Mesmo que não escreva. Obrigada por tudo e por nada e as promessas que ambas fizemos permanecerão! Estou sempre contigo, mesmo que não em presença. E isso dói-me. Mas estou. Sei que de mim guardas o sorriso e só me resta enviar-to mesmo que não o vejas.
Obrigada, baby.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Eu estou aqui. Tu nunca estás sozinha, princesa. Podes sentir mas não estás. Aliás, eu não quero sequer imaginar que te sentes assim. Amo-te.
Amo-te amo-te amo-te e amo-te. E amo-te. E amo-te. É isto. 
Parabéns por me aturares há um ano e ainda não te teres suicidado. É um feito.
tu dizes ... "não vou contra as promessas" ... e eu digo ... "ainda bem que não vais". não quero que vás porque a nossa amizade é assim; de um momento inesperado para sempre. mesmo com muito solavancos pelo caminho. é normal que os tenhamos. e é normal que venham a acontecer mais discussões destas, eu tenho a certeza. não pode ser tudo maravilhoso. 
só prometo a partir de agora dizer-te rapidamente tudo o que eu sinta em relação às coisas, mesmo que tu não as entendas, mesmo que nem eu própria as entenda. eu gosto de ti. eu gosto de nós. eu amo o que nós temos vindo a construir e eu quero-te comigo porque eu não vivo sem ti. 
amo-te com tudo, meu orgulho.
Hoje deves estar a experimentar limites, não é?

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

continuares a falar-me dá-me esperança. podes dizer que sou horrível mas ao menos dizes. não pares de falar. não posso ficar sem ti. não posso.
acredito em nós com um infinito mesmo que estejamos assim. amo-te.
Tu és linda e eu quero-te feliz e não te quero a chorar ao pé de mim. Obrigada por perceberes que não estou bem quando eu digo que estou. Pouca gente me conhece assim. Orgulho-me que tu me conheças assim porque me orgulho de ti. A cada vez que te vejo lembro-me de ti o ano passado, quando me foste levar à casa de banho, na semana de praxe e disseste "a caloira gosta muito do João Pereira" e eu derreti toda. Como é que tu sabias isso nessa altura (óbvio pelo facebook, mas achei-te uma super heroína, não digas a ninguém)? Como é que tu sabes destas coisas agora? És importante.
I: Cláudia está ali, olha para mim, estou normal? 
You: Estás, tontinha.

Mentirosoooo, nunca mais acredito em ti. Homem, homem, homem. Há coisas que só as mulheres percebem! xD
Eu podia escrever o que me tem vindo à alma a cada vez que te vejo e que os meus olhos se encontram com os teus mas acho que perde a magia caso o faça. Pode ser que, um dia, to diga. Ou quando encontrar o conjunto de palavras que seja especial para to dizer. Tão especial como tu és. Gosto-te mais.
não vais dizer-me nada mesmo? 
Fazes-me falta quando não vais à faculdade irmã. Por isso trata de ir!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Obrigada por estares, irmã. Por acabares as minhas frases, por me veres trabalhos, por me convidares a ir a sítios que não vamos, por me obrigares a comer o queque mesmo que aquilo esteja tipo pedra. E por teres ficado sentada 15 minutos enquanto eu o fazia. Tive saudades tuas, caramba.
Obrigada por me deixares desabafar no meio da rua e por aumentares os caminhos só para eu continuar a desabafar. E por me deixares chegar às conclusões que eu já sei há muito tempo. Obrigada só porque existes.
«You: Mas explica-me o que estavas a tentar dizer.
I: Queres um desenho?
(passado uns minutos)
Nem acredito que disse isto. Óbvio que queres um desenho (a)
You: Quero xD
I: Sei que sim ;)»

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sabe bem que, do nada, digas que tens saudades minhas. Sabe especialmente bem. Já é este sábado que é para te ir buscar ao aeroporto? 
Vou dizer a mesma coisa todas as semanas até ser realmente verdade. Mal posso esperar para te voltar a abraçar, pretty baby.
«Rute em vez de ruru? Ui, está mau mesmo»

Acredita que está. Parece que me arrancam bocados a cada vez que discutimos. Nós ultrapassamos sempre mas, não sei porquê, sinto que esta vez é diferente. Esta vez foi pior. Foi pior para o que eu andava a sentir e foi pior para ti. Porque, vá-se lá saber como eu devia ter adivinhado que a tua mãe tinha ido para o hospital - peço desculpa não ser bruxa. Porque sim, tu não me disseste que ela tinha ido. A única coisa que tu me contaste foi o teu maravilhoso fim de semana. A merda é essa. Porque é que me fazes isto, a sério?
estares na net e não me dizeres nada magoa-me ... magoa-me não me dizeres nada quando discutimos. sinto que não te importa. custa-me mesmo muito estar assim contigo mas não vou fazer nada para mudar. pelo menos, não para já. só que custa. custa tanto. arde-me o coração. tu não devias ser assim para mim. eu sei que tu tens este lado, eu entendo-o e abraço-o mas nestas alturas dói demasiado. não sinto que mereça isto.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

obrigada por me demonstrares desprezo. e obrigada por me dizeres que sou egoísta. pode ser que a egoísta quando for preciso já não esteja. xau para ti também ... é que tu és mesmo ... dizes que está tudo bem, tudo lindo e tudo maravilhoso, contas o teu lindo e fantástico fim de semana e quando eu me passo porque tu me respondes como se eu não quisesse saber de ti (foda-se, estava bué feliz por me estares a contar que estavas bem, mas ya) e eu me passo ... ai já está tudo mal, estiveste muito ocupada e a tua mãe esteve no hospital. e eu sou egoísta. okay, ruru. eu sou egoísta. sempre a aprender.
a sério que eu escrevi um enorme texto e tu, uma meia hora depois, me mandas mensagem a dizer  Rosinha?, e não sabes sequer que eu escrevi ... a ver vamos o que tens para me dizer. pode ser que me surpreenda.
Enquanto eu gostar de ti só porque sim está tudo bem.
há uns dias escrevia ... "quero sentir alguma coisa". hoje digo: sinto desprezo. sinto falta de atenção. sinto que uma mensagem demora um minuto a enviar e tu nem esse minuto tens para mim. estás tão ocupada a viver a tua vida que nem isso tens ... mas pronto. ontem à noite foi a última vez que tentei e devia ser porque estava a subir-me a febre novamente. enquanto não me disseres nada vou vaguear por aí a fingir - tal como tu deves fazer - que não existes - que eu não existo. porque isto de saberes a quem recorrer quando é para te salvar a relação e quando está tudo bem nem ... é que nada. recordando-me a última vez que me vieste perguntar se estava tudo bem foi porque eu fui comentar a porra de uma foto tua primeiro. ruru, ganha olhos para veres as coisas. porque eu já ganhei ... não posso considerar-te a melhor amiga que eu tenho quando chamo por ti por estar doente e querer mimos e tu nem naquela hora (que sim, é considerável, era tarde) nem na manhã seguinte me procuras. sim, podes ter mil coisas para fazer mas ... acorda, peço-te. não me faças aumentar a minha tristeza por não quereres saber de mim. é que eu sinto isso sempre mas é colmatado pelo facto de eu te demonstrar o que sinto e aí tu seres a pessoa mais linda do mundo. agora a sério, sê a pessoa mais linda do mundo sempre para comigo. não me faças sentir que só sirvo quando precisas. procura-me, surpreende-me. ama-me, demonstra-me isso. 

domingo, 1 de dezembro de 2013

Obrigada por cuidarem de mim e por se preocuparem.
Não sei o que me dá para pensar em ti.
Irrita-me que tu vás à minha faculdade com a ideia de ires ter com uma amiga tua. Que piada mais louca. De certeza que não te apetece ir lá para ver se dás de caras comigo ou com ele? Fica na tua.