quarta-feira, 30 de março de 2016

Só há uma coisa boa no meio disto tudo: o silêncio das não discussões. O meu foco nas coisas todas da faculdade que tenho para fazer. Essa é a única coisa boa. E, ao menos, eu consegui encontrá-la - já me é fácil encontrar caracóis em dias maus, mais uma pequena vitória para mim. O resto não é bom. Mas começo a achar que tu querias isto porque tu queres saber o que é estar sem mim, queres saber que sobrevives - e, de facto, tal como eu sempre te disse, sobrevives. Vives. És. E, na minha cabeça, está cada vez mais concreto que gostar só não chega. É preciso estar no mesmo ritmo. Coisa que nós não temos. Eu devia de começar a fazer uma lista de pequenas frases de conclusões a que vou chegando; talvez seja mais simples para mim verificar, no final deste tempo, em conjunto contigo, se chegamos às mesmas ilações.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Quero aproximar-me de ti mas não sei como. Tu pareces-me inatingível. Não sei como te falar... Não sei o que te dizer.  Mas queria aproximar-me de ti... 
Não sei por que continuo a pensar em ti se tu fazes sempre o mesmo; se estás bem é a ignorar-me e a fazer-me sentir que eu fiz mal quando quem errou foste tu. Não sei porque é que é suposto eu escrever mil coisas sobre o que sinto para não ter resposta... E quando decido que não te vou dizer mais nada, tu tomaste essa decisão antes e eu sou a única que continua a pensar em ti... Dói-me. Dói-me que tu sejas a pessoa que eu dou como exemplo para uma amizade franca depois de algo mais e afinal de contas... Nem amizade, nem franca, nem o raio que me parta. Porque sou eu que estou sozinha a pensar em ti enquanto tu te estás bem a cagar para mim...
Sinto-me tão sozinha, não sei explicar porquê mas é uma solidão cá dentro nos últimos dias que não tenho sequer palavras para a descrever.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Há alturas em que já não te reconheço. Estamos cada vez piores. A cada dia que passa... Parece que o que te digo que sinto por ti não serve porque no dia a seguir tu vais desiludir-me com outra das tuas atitudes imprevisíveis - que, no fundo, eu já prevejo. Isto começa a doer-me. Eu já estou mal por estar a colocar tantos "ses" na minha cabeça e tu ainda fazes questão de não me ajudar...

domingo, 20 de março de 2016

Sexta feira, 18 de março de 2016, o dia em que fiz o que já queria fazer há tanto tempo. O dia em que ganhei coragem para isso e disse o que já devia ter dito (mesmo sendo escrito). O dia que eu nunca pensei que existisse. O dia em que a ideia se tornou, mais e mais, real. Eu fiz. Orgulho em mim.

sexta-feira, 18 de março de 2016

«Adoro-te, pequenina. Desculpa quando te trato mal, não sei porque o faço. Precisava que vivesses cá e acredita que serias a primeira pessoa a quem ligaria quando tivesse um problema, mas quando estás longe eu tento "defender-me" de não poder ter o teu apoio aqui.»

Deixaste-me a chorar. É por isto, é por estas pequenas coisas, que eu gosto tanto de ti. 

quinta-feira, 17 de março de 2016

Ir ao ginásio é tão bom, faz-me tão bem.
Demasiados sonhos esta noite, incluindo um sonho contigo, coisa que me abalou de manhã. 

quarta-feira, 9 de março de 2016

fala comigo, fala comigo, fala comigo. mesmo que sejam coisas sem sentido, fala. estou aqui.

domingo, 6 de março de 2016

Nós estamos piores que nunca. Faz hoje uma semana... E isso dói-me... Não sei como é que é suposto mudar isto. Mudares. Mudarmos. 

terça-feira, 1 de março de 2016

Tinha (tenho) saudades tuas. Mas não sei até que ponto dizer-te isto vai fazer alguma coisa porque nós somos assim, despegadas. Não sei. Mas falar contigo domingo foi mesmo alguma coisa de especial. E hoje teres falado também... Mas sei que não vai mudar muito do que é... deste desapego que nos carateriza. Só gostava que fosse diferente, às vezes lembro-me do passado... da espera dos e-mails. De ter longos e-mails para responder.
Estou a ficar seriamente magoada com isto e só penso no assunto quando estou sozinha a caminhar à noite por Lisboa... E, às vezes, quando o assunto surge em conversa... Mas eu não percebo qual é a tua ideia de veres o que eu te digo e ignorares. Não responderes. Não me dizeres o que se passa. Continuares a agir como se tivesses razão. Ou a fazer o que quer que seja que estás a fazer porque eu não entendo. E gostava de entender. Acho que mereço isso.

Estávamos bem. E de repente é isto... Só porque tu decides a mandar bocas sobre o que eu escrevo no meu blogue e não partilho contigo. Não tenho que partilhar. Não tenho. Não vais compreender isso? É sinal que não sabes quem sou. E escuso de fazer o esforço que for para tu estares presente na minha vida.
Estivemos muito perto de ficar arruinados e sei que eu ainda vou estar a pagar essa factura por algum tempo. Porque não vou estar bem. Comigo, contigo, connosco. O que tu fizeste não se faz. Mas o que eu faço desde início é, provavelmente, muito pior do que o que tu fizeste.
o que precisas de mim? eu estou aqui. para ti.