sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Sonhei que estava num género de refeitório. Estava numa mesa com mais pessoas. E vi-te. Para chegar à minha mesa tinha que passar obrigatoriamente pela tua. Disse à São que eras tu; tu observaste-a a olhar para ti. Viste-me. Eu não te olhei. Fui comer a rir e a brincar. Entretanto fui à casa de banho com a São e fiquei à espera dela cá fora. Estava a dizer-lhe que se aparecesses e me dissesses olá que, desta vez, te mandava foder. E, do nada, apareces ao pé de mim. "Olá, podemos falar?" e eu fiquei sem saber o que pensar. Disse-te apenas "Agora não posso, estou à espera de uma amiga."; "Mas eu insisto, eu espero por ti, quero mesmo falar contigo." Fiquei novamente sem saber o que te responder. Demasiado surreal para ser verdade. Avisei a São que ele queria falar comigo e dirigi-me à saída. Tinha-te ao meu lado. Chegámos lá fora, os dois sozinhos. "Quero que me desculpes, quero ser teu amigo. Quero apagar tudo o que aconteceu e começar de novo.". Não consegui evitar, mandei cá para fora tudo o que tenho guardado aqui e dentro do peito sobre o que já me fizeste. Tu sentaste-te a ouvir-me e no meio das minhas palavras, do nada, puxaste-me para ti como se fosses beijar-me. Afastei-te. "Não tens qualquer direito de fazer o que queres fazer, tu sabes perfeitamente que estou com alguém, alguém que, por sinal, é muito melhor que tu. Se queres ter a minha amizade, tudo bem, terás que lutar por ela. Não quero que digas que sim e depois não faças nada, como já aconteceu, quero que sejas verdadeiro. Sim ou não.". Passaste o dedo pelos meus lábios e novamente te afastei; "a decisão é tua". E acordei. 
Agora ... Explica-me. Ou alguém me explique que eu não entendo. Porque é que me apareces em sonhos? Digamos que foi a primeira vez que me lembro tão claramente de ter sonhado contigo. Mas não queria sonhar. Não queria que me aparecesses na mente mais vezes que as claramente necessárias quando me apareces à frente. O que é certo é que, talvez, em mim, sinta que temos coisas mal resolvidas. Que havia coisas que eu te queria dizer e que não disse. Que havia coisas das quais te queria acusar e não acusei. Será que pensas o mesmo? Será que alguma vez pensas em mim? Será que pensas que agiste mal comigo? Ou, pelo contrário, que agiste como devias? Será que queres a minha amizade ou que não precisas dela? Bem, o que é certo é que as tuas atitudes me fazem ver que não precisas de mim; se precisasses já tinhas tido tempo mais que suficiente para vir ter comigo, para me demonstrar isso. Para deixar actos falar. Na vez das palavras que começaste por dizer tão bem. Embrulhaste-me bem, admito. Admito que me deixei ir por ti até certo ponto, talvez fosse dos olhos azuis terem um efeito estranho em mim, mas não vou mais. Por muita vontade que tenha de te falar, não o farei. Eu estou primeiro. Há vários meses que estou antes de ti.
Queria escrever sobre isto porque sei que preciso mas está a custar a sair. Não entendo porque é que tive que sonhar contigo. Porque é que tive que sonhar que querias voltar a falar comigo. Não percebo nada.
Não me deixes entrar e continua a tratar-me assim ... Que fico cada vez com menos coisas para te dizer. Sinto que cada vez me afastas mais. Mas é contigo. Já tentei explicar-te e tu dizes que estás normal comigo, se achas isso, tudo bem. Não concordo mas que seja. E não vale a pena vires ter comigo porque não tens nada para me dizer; já percebi. 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Potenciador da amizade!! Obrigada pela surpresa, soube muito beeeeeem.
Estou a dar em louca, preciso tanto de saber de ti. Fazes-me tanta falta. Parece que te oiço a gargalhada, que te sinto a dar-me o braço quando eu odeio dar o braço. Parece que te procuro por todo o lado e não te ver faz-me mal. Onde estás? O que se passa contigo? Porque é que não me falas? Porque é que não arranjas maneira de me chegar um "estou bem, irmã", porquê? Estou a dar em louca. Só queria saber de ti. Vem amanhã por favor. Deixo-te nova mensagem com a esperança já reduzida. Mas vem. 
Amo-te, sis.
Gosto tanto de ti que não me importo de falar nela. Ou importo mas não importo. Não sei bem explicar. Só sei que já suporto melhor.
Caramba. Por tua culpa - brincadeira - vi coisas com ela e só me apetece chorar. Ma petite Rose; oh minha pequenina Ann, gostava muito de saber o que aconteceu contigo.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Já não sabia o que era ver-te. Que saudades, minha pequena.
«Tentei, ao longo de toda a minha vida, fazer tudo para não errar. E foi esse, sei-o agora, o meu maior, e único, erro.»

Pedro Chagas Freitas


E isto é tão eu ... Que me dói a alma. Quanto mais tento não errar mais erro. 
Não percebo porque é que tens que gozar comigo. Porque é que eu tenho que sentir cá dentro que estou a ser deitada abaixo, como se não valesse nada, como se não sentisse nada do que digo que sinto. Gozar com as dores que tenho ... Não é bom. E gozar mais porque eu continuo a responder só me faz sentir pior. Há de haver uma altura em que me calo; claro. Mas fica cá dentro. E dói. Só não percebo porque é que tens que gozar comigo. Olha ... Ainda bem que não te dei - vos - assim tantos problemas em criança, que fui uma criança normal dadas as circunstâncias em que nasci. Ainda bem, dá graças por isso. E apoia-me no agora em que mais preciso. Mas não. Deitar abaixo é que é bom. Então continua. 
Quero-nos bem. Quero-nos bem. Quero-nos bem à noite e de manhã. Quero-nos sempre bem. Eu sei que estou a ser bastante repetitiva mas eu não aguento imaginar-nos mal. E eu lembro-me bem de ontem à noite, da dor que senti. Da frase que disse que levou a um silêncio estranho e incómodo, que não serviu para nada. Percebi que não gosto de estar afastada de ti. Mas também percebi que me magoas. Que me conseguiste magoar com o teu silêncio e a tua ausência. Só te ausentaste porque quiseste, verdade seja dita. Podias simplesmente ter dito que estavas magoada comigo e resolvíamos as coisas. Mas impuseste um silêncio entre nós. Silêncio esse que não quis quebrar, queria ver até onde é que o teu orgulho ia. E ainda bem que não foi muito longe; no que toca a mim. Quero que o teu orgulho seja menor que o que gostas de mim. E eu prometo que o meu orgulho também é menor do que o que gosto de ti. Eu ia falar-te mal abrisse os olhos se não tivesses dito nada. Acreditas nisso? Amo-te. 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Quando as dores atacam já nada me salva.
Obrigada. Nunca me tinham dito isso. Ai é? "Então oiço contigo", foi tão bonito. Obrigada.
Como é que eu sei que não estou bem? É mal coloque "Linkin Park" no pesquisar do amigo Google. Ou no YouTube.
Não sei o que se passa contigo e começo a ficar bastante preocupada, tu dá notícias a alguém, por favor. Dois dias sem saber de ti. Começa a ser angustiante. Não dizes nada a ninguém ... 
Quando parti o nariz a minha preocupação foi mandar-te uma mensagem a dizer para não ficares preocupada comigo, que te falava quando pudesse. E quando tenho acesso ao telemóvel, umas horas depois, vejo que a tua resposta é uma mensagem fria e chateada. Eu sei que não te tinha avisado que parti o nariz - nem sabia ainda bem o que me tinha acontecido, só sabia que tinha visto sangue, que tinha desmaiado e que tinha uma dor imensa - mas tinha avisado que não ia estar contigo de manhã. E é o que recebo, bem pensamentos que não me servem de nada agora. Só coisas que acontecem ... Que me vêem à cabeça quando não consigo adormecer. Quando todos os pensamentos são mais fundos que qualquer sono que tenha. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

E lá acabei eu de fazer aquilo que dizia que não ia fazer. Falar-te.
Agora doeu ... Estava a navegar e foi a primeira vez que vi o link do SA. E doeu. Mas também vai passar. 
Obrigada, por seres a única a dizer que queres que eu vá lá, que queres a minha presença. Só por isso vou fazer um esforço de estar presente no teu próximo jogo. Tenho é que descobrir quando é. Mas vou fazer esse esforço. Gosto tanto de ti que parece que me sinto a rebentar. Basta-me fechar os olhos e ver a quantidade de vezes que fizemos duplas uma com a outra e que puxavas por mim quando me ia abaixo, palmadinhas no rabo, e upa. Ou quando te via a subir mais longe que o céu, tu voas miúda. Tu tens um talento nato para isto.
Upa agora eu quando as saudades atacam. O quanto eu preciso de aquecer as mãos e os dedos a tocar numa bola. Ou a correr em volta do pavilhão durante meia hora até já não saber de que sentido estou a correr, se é nos ponteiros do relógio ou contra eles. Oh deuses, tenho tantas saudades disso. Tantas saudades de chegar lá e nem me apetecer treinar e começar a fazer chamadas sem pujança nenhuma ... Até perceber que as estava a fazer de uma forma louca. Porque era uma loucura boa; a loucura do grupo, do dar tudo de mim. A loucura da equipa. Tenho saudades dos gritos que nos faziam repetir mil vezes os mesmos exercícios. Até o odiarmos profundamente e falarmos baixinho umas para as outras. Até tenho saudades de pegar em postes gelados. E de desenrolar redes enroladas no treino anterior. De ouvir o meu nome "Rosa Ana" gritado pela voz daquele que tanto me podia ter dado mas tão pouco me deu. Podia ter-se esforçado mais, tanto como eu. Ali era vista como a "esforçada" a quem pouco ou nada era reconhecido para além disso. E dei cinco anos de mim a uma coisa que talvez não valesse tanto assim. Mas em mim val(ia)e. Oh, ainda hoje vale, quase três anos depois de ter abandonado aquele pavilhão gelado onde as gotas de água caiam em baldes ao canto. Onde se ouviam gritos de todos os tamanhos e feitios. Onde éramos uma só quando montávamos o campo central. A rede central equivalia a um melhor treino. Equivalia a ataques grandiosos e a defesas de deixar os braços negros. Mas orgulhosos. Um negro orgulhoso. Tenho saudades de amorties na rede e do "olha o buraco" que todas esquecíamos que existia na tentativa de perceber de onde vinha o ataque. Tenho saudades dos 6-0, 6-2, 5-1. Tenho saudades. De estar em campo e ter que trocar de 6 para 5 de forma rápida para defender o novo ataque. Das permutas que me custaram tanto a aprender. Tenho saudades de subir para cima daquela cena e arbitrar um jogo. Será que se me puserem a arbitrar agora ainda me lembro de todas as sinaléticas? E não passam, as saudades não passam, só apaziguam.
Tenho saudades dos nervos miudinhos de quanto ouvia o meu nome numa convocatória e pensava "mais uma em que podes mostrar o teu valor" e depois até corria bem. Ou quando corria mesmo mal e as manchetes se tornavam apenas mais uma esquinada. Ou quando a bola ficava presa na rede e o ponto era para a equipa adversária. Ou quando a chamada não era bem feita, por já nem sequer ser pensada. Ser apenas feita inatamente. Onde cada remate que dava o ponto equivalia a um abraço e um "uhh" de grupo. Onde cada viagem era feita como se fosse a última. Percorri Portugal inteiro e voltava a fazê-lo; convosco.
Este texto era sobre ti mas juro que não consigo deixar de pensar em tudo isto. Aquele pavilhão será sempre local de histórias. Aquela escola será sempre a escola onde corríamos à noite e ao frio durante largos minutos, onde contávamos detalhes da vida privada; ou onde eu ouvia coisas de vós e de mim nada dizia. Aprendi algumas coisas no ano de 2009, aprendi e jurei para nunca mais. Por isso, talvez eu ouvisse bem mais do que falava mas até disso tenho saudades imensas. 
Juro mas juro que me odeio porque sei que nós tínhamos uma foto juntas. E quase que aposto que foi tirada na Lousã. E não a encontro em lado nenhum, aposto que a cortei e fiquei só com a minha parte da cara, estava tão fofa. Mas agora queria-a contigo. Não me lembro de mais nenhuma foto contigo. E queria-a agora. Porque tu me fazes ter saudades de tudo isto. Até das lágrimas que escorriam pela cara a cada nova investida da maldade de não pertença me fizeste ter saudades. Mas tenho-as ainda mais das coisas boas. Das que me fizeram escrever isto. Como tu.
Obrigada por teres dito que ficavas comigo se eu não conseguisse dormir. Estamos há uma semana sem discutir. Que uau, nunca pensei. Talvez as coisas estejam a mudar realmente. Talvez voltes a ser o Anjo que desceu à Terra para me salvar. Ou talvez não. Mas gostava que sim. 
* baby steps, baby steps.*
A sério que me convidas para gostar de uma página no facebook em vez de me dares notícias e responderes à mensagem que te deixei de parabéns?? A sério? Fizeste anos em Setembro. Mas é isto. Eu devia mesmo parar de me preocupar com as pessoas. Oh Joana ... oh Joana. Só acho que podias falar comigo de vez em quando, vir ter comigo. Eu não vou ter contigo porque nunca mostraste que querias que fosse. Já nem sei o que digo. Só quero que estejas bem. Mas não vou gostar dessa página não. 
Gostava de saber o que vai acontecer agora; queria que me desses um abraço forte. A sério. Queria muito.
Nós somos muita parvas e eu gosto tanto disso! Da tua parvoíce que só a minha iguala. 
Quero descobrir-te (riso maléfico) mas aposto que não vou conseguir. Só me ia sentir mesmo pró se o fizesse. Grrrrrr.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

«há formas de amar que só a amizade profunda consegue vislumbrar, pelos sentidos que a ausência forçada de abraços seguros nos faz reconhecer. um dia, vou agradecer-te todos os outros dias num caloroso abraço. te prometo. tal como te prometo um "para sempre" que só connosco faz sentido. e é incrível. é incrível como tenho sempre tanto para te dizer quando parece que as palavras para ti já se esgotaram todas. é um respirar profundo e deixar que os dedos façam nascer o que o meu coração quer dizer-te. e não pára. nunca pára. só se torna melhor. como o que és para mim, diariamente. dia após dia fazes-me ser melhor. quase que prefiro ver-me pelos teus olhos do que olhar para mim, por mim. os teus olhos fazem com que eu me sinta realmente especial. tão especial como o que tu és. mágica, amo-te.»

vou fazer um texto disto, um dia destes. vou sim. 
amo-te. amo-te. a todas as horas da madrugada. tu sentes quando me chego perto de ti para fazer um elogio. tu és tão especial para mim.
"(...) aos Domingos gosto de dormir... dizem os outros... Nunca estamos juntos, diz a tua/teu namorada/namorado... Pensa mas é em estudar e trabalhar, dizem os teus familiares...
Pensas e sorris... Que sabem eles o que significa o voleibol para ti... Que sabem eles da tensão e ansiedade que não te deixa dormir um dia antes do jogo... Que sabem eles dos jogos em que jogaste com alguma dor ou mau estar... Que sabem eles do que sentes quando marcas um ponto e os teus colegas te abraçam desesperadamente... Que sabem eles do que sentes quando não jogas... Que sabem eles da força que te dá, uma palmada nas costas de um colega quando algo não te corre bem (...) Que sabem eles do que sentes quando estás no banco de suplentes... Que sabem eles do que pensas 10 minutos antes do jogo (...) Que sabem eles como vibras numa vitória... Que sabem eles da dor que se sente numa derrota(...) que sabem eles do quanto amas o voleibol."
Ontem recordámos todas estas emoções que fizeram parte da nossa vida durante tantos anos. Voltámos ao pavilhão onde já fomos muito felizes o onde cada canto esconde uma história. 
Durante tanto tempo fomos colegas de equipa, companheiras e irmãs e hoje, sendo refém das nossas escolhas, partilhamos uma dor, não a dor de raspar a pele, não a dor de uma queimadura mas a dor da SAUDADE e dessa, eles não sabem nada.
VOLEIBOL // CD ALVERCA VOLEI // SEMPRE  <3"

Podiam ter-me convidado. Podiam ter deixado que eu fizesse parte disso. Mas nunca o fiz realmente, não foi? As minhas saudades não são nada comparadas com as vossas, que passavam horas no campo umas com as outras. Eu não sou nada comparada convosco. Mas podiam ter-se lembrado de toda a gente que fez parte disso convosco. Ou então são os treinadores que não querem saber. Como sempre, como antes. E as minhas saudades ficam, não é? As minhas. As vossas colmatam-se com esses pequenos jogos em que não convidam ninguém. Só quem querem. As de sempre. 
Dói, resumindo, dói muito.
«Bem, os outros são só os outros. Nem sempre nos apoiamos nos "outros" certos, nem sempre esperamos carinho, reconhecimento e consideração dos "outros" certos.»

Se soubessem o quanto isto é eu e o quanto isto doeu ... Só erros. Só erros.
Respiro fundo enquanto te vejo ali no cantinho no facebook. Como se estivesses a brilhar para que eu te fale. Não vou fazê-lo. Eu não posso fazê-lo. Tenho que esperar que sintas a minha falta. Não posso ser só eu a chamar por ti. E foi sempre assim. E não pode ser. 
Espero que estejas bem, gosto muito de ti.
Não sei porquê mas ontem à noite passaste-me pela cabeça a uma velocidade incrível enquanto a viagem no carro ia decorrendo. Não sei porquê mas lembrei-me de tudo com uma exactidão que pensava que já tinha esquecido. Não sei porquê. Não doeu. Foi apenas estranho. 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Há dias que são uma verdadeira merda. Começam e sabemos que vai acontecer. Porque há coisas pendentes por resolver. E por isso ... É aguentar. Até não aguentar. E quando não se aguentar ... Não sei o que vai acontecer. Sinto as lágrimas a nascerem nos meus olhos mas não lhes vou dar esse prazer de caírem, eu sou mais forte. Eu faço valer as minhas ideias. Não sei quem era se não aprendesse com os erros que vou cometendo. Ou melhor, sei. Era alguém pior do que sou hoje. Lamento mesmo mas ... E sim, eu sei, a culpa é toda minha. Há dias em que não consigo que me apontes o dedo e hoje até era um deles, mas eu visto-me de forte e deixo que o faças. Ao menos estás a falar, é já um começo.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Vão continuar aqui, comigo, depois disto? Sinto-me tão mal. Sinto-me mesmo mal. Não sei explicar nada do que sinto mas sinto-me mesmo mal.
Gostei da caminhada, estava mesmo a precisar de estar convosco.
Quando não estás comigo já me sinto como que incompleta. Pode parecer um super cliché mas eu gosto mesmo de ti e da tua companhia, nós damo-nos tão bem! É que é na proporção exata; dar e receber. Pedir e ficar. Pedir e fazer. É uma amizade a sério. Ainda bem que chegaste. Ainda bem mesmo. Fica no meu futuro.
Eu sinto-me tão feliz por te saber com ele, por te saber bem. Gosto de ver o vosso amor mesmo não o conhecendo e só te conhecendo a ti. Eu sei que estás bem. E a cada vez que vos vejo eu penso "vou conseguir isto um dia", só falta ultrapassar os meus fantasmas. Quero muito.
espero sinceramente que estejas bem, não te vou dizer nada porque sei que deves estar ocupada mas amanhã espera por uma mensagem minha porque chegará. amo-te, princesa.
"Acho que só te sei dizer que nunca me vou cansar de te ler. Se começares a escrever só em mandarim, eu aprendia a língua, só para te ler."
Oh meu deus, Lúci, tu és magnífica.
Obrigada, baby.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Eu pensei que ia ficar com melhor humor assim que te desse os parabéns. E que tu me respondesses. Não fiquei, tenho pena. Gosto de ti.
O Tiago parou à minha frente hoje na faculdade e eu parei para falar com ele. E no canto do meu olho estava a passar uma rapariga, mesmo perto do Tiago. E eu achei que fosses tu. Ela tinha caracóis castanhos como tu, era mais ou menos da tua altura. Apanhei um susto. Pensei que me estivesses a tentar fazer uma surpresa. Ia saber-me mesmo bem se o fizesses mas tens aulas durante a manhã, nunca poderia acontecer. Fiquei-me pela felicidade durante uns segundos ao achar que eras tu. E disse-lhe que achava que te tinha visto, que pensava que eras tu. E ele provavelmente achou que eu era maluca. 
Juro que eu estava a tentar, com toda a força que há em mim, que as horas simplesmente passassem e que a dor passasse com elas. Isto porque eu não esperava voltar a sentir-me assim em relação a ti, aliás, até sinto isto como se de uma humilhação se tratasse. Não é por causa de algo tão mínimo que me sinto mais mal hoje, mais vazia, mais desiludida, mais cabisbaixa. Não é. E eu sei que não é. No entanto, contribui tipo 2%. Ou 5%. Não muito, quero eu dizer. Mas dói. O problema é que eu me enganei numa simples mensagem; tenho lá culpa que o meu telemóvel se passe e ande para baixo e para cima e eu carregue no nome que não quero - ou seja, o teu. Pedi desculpa logo no momento, só respondeste passado umas horas e com um smile irónico que odeio. Tudo bem, achaste que eu tinha feito de propósito. E eu dei-te as boas noites e pronto. Só que depois, como sou muito boazinha, ainda pensei "ela pode ter ficado preocupada, deixa cá explicar-lhe", comecei por te perguntar se estavas acordada. Comecei e acabei porque até agora não tive nenhum tipo de resposta tua. E isso faz-me sentir humilhada. Eu enganei-me mas aposto que não acreditas. Não foste capaz de me perguntar nada e agiste ironicamente, respirei fundo para não me passar contigo - vivas a mim! - e ainda sou capaz de, meia hora depois, tentar dar-te uma explicação e tu não me dizes nada até agora? Que uau, sempre a surpreender-me. 
Ficas a saber que não era para te ter dito nada ontem. Apenas a mensagem foi sem querer. O que fez com que acabasse por dizer. No entanto chega. Não te digo mais nada. Fico-me pelo "estás acordada?" e se não me disseres mais nada esquece a tentativa de voltarmos a estar bem e voltares a saber de mim de verdade.
Quando entrei na farmácia o meu coração parou. Não podias ser tu. Não sabia como te enfrentar. Nunca mais te vi desde aquele dia na escola quando fui receber o diploma. Vi de "ver perto". Porque te vi uma outra vez na estação, acho que a entrar para um comboio. E nessa vez tu não me viste, ainda bem. Não sabia como te enfrentar, repito. Acho que nem sequer te quero enfrentar. Tu fazes parte daquela gaveta no meu coração - e na minha cabeça - de coisas que correram muito mas muito mal comigo. Tu mas não tu sozinha. Só que o bom é que a ligação que eu tinha com ela era mais forte que contigo. Ou seja, a ela consigo perdoar; foi com ela que eu errei inicialmente. Ela errou comigo. Perdões mútuos, virada a página (mais ou menos, mas a cada dia mais que menos) e caminhamos em frente, juntas, numa zona de segurança palpável. E um dia sei que ainda vou voltar a falar nela com os meus. E tu ... Tu, ao contrário dela, não tinhas razão absolutamente nenhuma para fazeres comigo o que fizeste, para me estragares o espírito da forma que estragaste. 
Espero que estejas feliz. E não, não eras tu. Ainda bem. Não sabia como te enfrentar. Mas o meu coração parou perante a prespetiva de ter de o fazer. Porque eu não quero; não queria ontem e não quero hoje. Talvez não te lembres de mim sequer. Quem ficou com os fantasmas fui eu.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

É bom ver-te. É sempre demasiado bom ver-te. E seria tão bom ter alguma coisa a expulsar sobre isso. De verdade que tive medo que estivesses mal. Já não sabia de ti há tempos infinitos, pensei que tivesses ido embora. Pensei que tivesses ido ser feliz, longe do lugar que te faz vê-la sem esperares. Mas ainda bem que não, ainda bem que sem esperar te cruzas no meu caminho. Ainda bem que já não sinto aquela coisa estranha que sentia, que me fazia não te querer ver. Eu cresci. Eu cresci e o que senti(a) por ti apaziguou-se cá dentro. Ainda sinto aquela coisa de estar a voltar a casa, ainda bem. Serás sempre a primeira que me tocou os lábios, que me fez arrepiar. Que me traiu. Que me fez crescer. Que me deu e me tirou. Mas serás.
Foi tão bom sentir o meu telemóvel a tocar e saber que eras tu. Foi tão bom conseguir falar contigo, despreocupadamente. Dizer qualquer coisa sem pensar que tinha que falar rápido. Foi muito bom mesmo. E a partir de agora continuará a ser tão bom como hoje; hoje marca o dia do início das conversas a horas estranhas. Gosto-te, baby. 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

saber que ela te vê é saber que és real numa medida que julgava impossível. sempre achei que fosses uma espécie de ser humano inalcansável. como se existisses mas por seres o que és; por seres demasiado perfeita para eu ver o que vejo ... não existias totalmente. eu sei que é estranho mas tu és mais em mim do que alguma vez pensei que alguém fosse. e talvez por isso te imaginasse como os antigos imaginavam os seus próprios deuses. vou começar a assustar-me da forma que te vejo, podem achar que é obsessivo. perseguidor. espero que não aches. é só grandioso. porque estás comigo, de uma forma que ninguém está. e depois ... ela. 
Ela ... Quando arranjar palavras para ti, baby, digo-tas. Saber que a viste é ... Saber que ela existe. (e odiar-te por segundos por poderes ver o que eu queria ver.) Vês? Agora um passeio de carro contigo é elevado a um novo nível, just saying. Ter ainda mais a certeza que tu existes. E juntar-vos. Juntar-vos é elevar a perfeição a um nível nunca antes visto. É conectar duas das minhas maiores certezas. A certeza do "para sempre" e a certeza do estar, sem tempo de ir. Estar por querer. Estar e descobrir.
Baaah, o amor que vos tenho é tão maior que estas linhas que começo a achar que estou a enlouquecer. Nunca pensei juntar-vos num texto. Soube bem. Soube tão bem como nunca pensei que pudesse saber. São as minhas meninas. 
amo-te tanto que qualquer dia expludo de amor. és um orgulho cada vez maior. sinto-me tão feliz por estarmos tão próximas.
Uma noite, vamos escrever todas as histórias que nos entram na mente. 
Eu ainda não devo conseguir escrever isto de forma a saber exatamente que é isto que sinto. Porque não sei. Porque é tudo demasiado surreal para ter a certeza que eu e tu fizemos isto. Eu estava consciente que não te ia falar mais. Porque não tinha mais nada para te dizer, não precisava. Vinha aqui e escrevia com toda a raiva que possuía. Assim evitava mais uma discussão entre nós. E saber que sou capaz de falar contigo durante um bom par de horas sem qualquer tipo de discussão é qualquer coisa de muito positivo. Abre janelas que eu achava fechadas. Pode ser que, a continuar, me dê esperança para que possamos voltar a verificar o que somos, que tipo de amigas somos. É que não tinha qualquer tipo de expetativa, não te queria na minha vida. Achava que fazias falta. E quando estou perto de superar, quando parece que começo a conseguir viver sem ti ... Tu voltas de mansinho. Eu respondo educadamente. E temos uma conversa educada durante umas duas horas. E mais tarde nesse dia voltamos a falar. E só me magoaste uma vez. E não fiz cenas quando o fizeste. Respirei fundo, avisei que me magoaste e expliquei que não queria que voltasses a fazê-lo. Quero que deixemos isto fluir. Não te dou razões para vires ter comigo, não espero que venhas. E o meu telemóvel dar luz, recebi uma nova mensagem. E é tua. A perguntares-me como estou hoje. Estou bem. Para ti estarei sempre bem. Talvez, um dia, recupere alguma da confiança em ti. Por agora sei que não consigo. Mas sei que estarei caso de mim precises. Se mais ninguém te ouvir, eu estou aqui. Podes socorrer-te de mim. Não tornes é isto um diário. Não quero que me fales todos os dias. Eu não te vou procurar; espero que não arranjes problemas se fores tu a falar-me todos os dias e dizeres-me que eu nunca te procuro. Mas é esperar para ver, esperar para ver.
Gosto de falar contigo, de saber como dormiste, de saber se o teu coração está tranquilo ou aos solavancos. Gosto de saber, quando escreves, exatamente que personagem te assoma ao espírito. E saber que sei, reconhecer a resposta quando ma dás ou ta pergunto diretamente e sei que acerto. Demonstra confiança. Gosto de te contar as coisas que me passam pela cabeça e não ter medo do julgamento que correria rápido caso não me conhecesses como me conheces. Porque tu conheces mesmo sem saber que conheces. E é totalmente recíproco. 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Oh meu ... Eu já não sei o que fazia sem ti. Preciso de ti para respirar. Estás sempre. Obrigada por tudo, pelas madrugadas e pelas tardes em que não me deixas sozinha. Já não quero saber o que é viver sem ti. Percebi isso claramente esta tarde. Gosto-te tanto.
É quando te vejo que sei o esforço que faço para não te ver. Tu fazes-me sentir horrível.
O que mais me dói é eu ter percebido que só te tenho a ti, incondicionalmente, a cada dia que a faculdade nos faz viver. Eu só te tenho a ti porque tudo o resto ... Está fora do lugar. E tu? Tu dás-me tanto. Olho para ti pelo canto do olho enquanto olhas para o professor e só penso que já não vivo sem ti. Já não vivo sem as correrias constantes, sem os teus atrasos, sem as tuas batatas fritas, sem os chocolates que vamos buscar à máquina, sem os almoços a correr quando já devíamos estar em aula. Já não vivo sem ti. Não quero que vás. 
Primeiro dia em que cumprimos a foto! 
Obrigada, por estares sempre presente. Por te desculpares quando a culpada sou eu. Por me dares beijinhos no cimo da testa. Por dizeres que me amas com um vidro a separar-nos. Obrigada por me dares chocolates. Por me abraçares no meio da rua. Por me ires buscar à chuva e por me fazeres correr para ti. Obrigada, por me fazeres melhor.
vocês são tão lindos e eu tenho tanto orgulho em vos conhecer como conheço. vocês fazem-me acreditar. e tu, minha irmã linda, tu fazes com que as minhas lágrimas parem. tu estás, logo que chamo por ti. tu acreditas quando eu não tenho força. mas também ... é isso que eu faço por ti. e é nestas pequenas coisas que eu sinto que tu e eu somos para sempre. mesmo que não estejas aqui e mesmo que me faças uma falta danada por isso.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

«E eu espero estar aqui para te acompanhar todos os dias da minha vida. Sim, eu prometo. Prometo que não te deixo nunca. Prometo que te aturo nos bons e maus momentos. Nada nem ninguém conseguirá destruir o que construímos. Venha o que vier… Eu estarei aqui <33 @» 

Algures em 2012 ... 
Esperas? Esperavas? Esperavas porque agora já não esperas. Porque tudo o que nos aconteceu depois disto .... Ainda hoje pensei que nós já não tínhamos volta a dar. E não temos. E depois encontro isto e penso que tu não cumpres as tuas promessas. Porque eu afastei-me porque não consigo lutar mais e tu cagaste e foste embora também. E achas que os teus amigos têm todos razão e que eu é que não gosto de ti. Bem ... Talvez já não goste mesmo. Vens-me à memória de vez em quando. Talvez seja apenas isso. Está a tornar-se cada vez mais simples de suportar.
Que o recomeço seja o que eu preciso. Para me libertar de vez! 
E que o teu recomeço no teu sítio de sempre seja o que precisas tu. Porque tu também estás a recomeçar.
Porque é que, ainda hoje, quando já me remeti ao silêncio para contigo, tu insistes em mandar-me sinais da tua existência? Tu fazes com que eu consiga desejar-te mal, fazes com que o bom que me deste se evapore a cada nova fornada de letras que me envias. Porque o facto de me falares faz-me esquecer que algum dia me deste algo de bom e faz-me focar no mal que me fizeste para não estares aqui agora. É que a verdade é essa: talvez ainda fizesses parte do meu dia se não tivesses feito o que fizeste. O que desejas com as tuas missivas? Dizer que tens saudades minhas? Lutares por mim? Como? Tu não sabes o que é sentir saudades se não sabes distinguir o bem do mal. O mal, que é o que tu me fazes. Tu baralhas-me o espírito, já confundido, enquanto eu tento viver. Sem ti. Eu mudei quando tu me atraiçoaste. E continuo confundida porque ainda consigo sentir saudades da pessoa que me tornou o que eu sou. O mundo já não é a cores. O mundo é a preto ou a branco. Tu esmagaste as cores que me envolviam. E voltas. Voltas sempre. Com missivas que me queimam o coração. Se eu mereço tudo porque é que me magoaste? Antes não merecia e agora já mereço? Ou só depois de perderes e de mim só teres silêncio é que percebeste que eu merecia tudo? Estou cansada de me perguntar o que nunca vou ver respondido. Tu cansas-me, mesmo que de mim só tenhas silêncio como resposta. Cansas-me porque até o meu silêncio me cansa, quando se trata de ti. Se eu estou em silêncio só quero que tu te silencies. Deixa-me em paz. Deixa-me. Eu já repeti vezes sem conta e tu não vais. Tu és o pior de mim e eu não desejo voltar ao pior de mim. Tu esmagaste-me. Tu perdeste-me. E eu tenho saudades tuas. Mas não vou voltar. Vai embora, vai de vez. Apanha o primeiro comboio, bilhete só de ida. Vai para a cidade mais longe de mim que encontrares. Tenho saudades tuas mas és o pior de mim e desejo que vás. Faz cumprir o meu desejo e vai. Não posso desperdiçar oportunidades em pessoas que não as merecem. Já aprendi isso, ensinaste-me isso. Foste tu que me ensinaste isso. Vai embora. 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Os Linkin Park ainda não me furaram os tímpanos. A má disposição ainda não me fez vomitar. E os olhos estão marejados. De lágrimas. Mas não vão sair. Não podem. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O que mais me custa é perder o chão tão rápido e nunca saber se cheguei a cometer algum erro. Porque tu nunca falas nisso por muito que eu te te faça falar. Eu já pedi que o fizesses, se eu cometer algum erro, diz-me, aponta-me o dedo. Tu preferes calar-te. E isso faz-me perder o chão. Mas não te preocupes, eu aprendo rápido também. Eu vou aprender contigo. É só aperfeiçoar a técnica. Limar-lhe os últimos retoques. Ficará pronta num instante. A partir daí ... Andarás tão à nora como eu. Não que eu te deseje isso, no fundo ... Não desejo. Acho que nunca o consegui fazer ... Mas continuo a tentar. Hei-de ser tão boa como tu a fazer o que tu fazes. Por muito que não faças por me magoar espetas-me facas em todo o lado quando preferes o silêncio.

Adoro escrever mensagens e apagá-las sem as enviar para que a raiva passe. E depois enfiar-me debaixo dos lençóis. E fechar os olhos. E acordar de manhã com vontade de te abraçar. Lembrando-me que te tinha raiva antes de fechar os olhos. E deixar esse sentimento apagar-se ao longo do dia. Para que volte à noite. Porque sinto sempre que me tiras o chão, do nada. Mantém o teu silêncio porque isso só faz com que a minha raiva continue. 
Nós somos isto. Ainda hoje. Porque ontem o éramos. Por isso, hoje também somos. Eu acredito. Eu sei que tu acreditas. E eu sei que, um dia, vamos voltar a este porto seguro. Eu amo-te como se ama um irmão. Por muito que nos tenhamos afastado. Por muito mal que tu me tenhas causado ao coração. Por muito mal que eu te tenha feito. Eu amo-te e isso é mais profundo que todo o mal que já nos agarrou.


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Almocei com o Tiago, minha querida. E isso ainda me fez sentir mais a tua falta, a falta de Tomar e a falta do ar puro. E de te ver. Sobretudo de te ver. Espero que venhas para Lisboa no fim deste ano, rezo para isso. Preciso de te saber mais perto.
És um parvo.
A tua voz é qualquer coisa de inexplicável. Volta a ligar-me. Entende como um pedido. Gosto-te mais.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Ainda bem que chamas o mesmo a todas.
«Quando a dor de não fazer nada se torna pior do que o medo de fazer parece que carregamos um grande tumor.»

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Volta lá a tentar ligar-me, quero isso. Mas faz isso só daqui a uns dias, para eu me esquecer que é uma hipótese. Tinha saudades tuas, tantas tantas.
«I: Só te via a ti, que uau, Inês. E tu gostas de mim que eu sei ............

Geraldes: és liiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinda.

I: São elogios teus vindos do nada que me completam os dias :)

Geraldes: é assim que gosto de manter os meus elogios!»

Adoro estas cenas assim do nada, fazem-me sentir que sou especial para ti na mesma maneira que és para mim. 
Não acredito. Ainda estou em choque. Conheço-te ao longe, mal entro num sítio. Conheço-te o detalhe do pulso fino e da forma como moves a mão. As costas e a forma como o teu cabelo está cortado. A pulseira preta que te adorna o pulso. Parece doentio mas talvez eu seja apenas muito boa observadora. Isto não é amor. Isto não é amizade. Isto não é nem nunca foi. Porque tu não quiseste que fosse amizade. E isto irrita-me. Irrita-me porque tu me magoaste e não me vês nem te preocupas comigo. E saber que eu te conheço desta forma é extremamente contra tudo o que eu fiz desde que te disse que me ia embora. Realmente mantive a promessa que te fiz e que me fiz a mim mesma. Só que tenho a certeza que só o fiz porque já não posso alcançar-te com uma mensagem de mês a mês. Eu sabia que eras tu e isso dói-me. E ter-me desviado uns centímetros apenas para te ver a cara e cantar vitória do que eu já sabia ainda dói mais. Podias ter-me visto. Queria que me tivesses visto. Queria saber a reação que tinhas quando os teus olhos me cruzassem o rosto. Tu só me magoaste. "okay, como queiras", só demonstra que querias realmente falar comigo como me disseste. Fica lá com a tua barreira que eu cá me arranjo com perguntas que nunca vou ver respondidas. Porque terei sempre a sensatez e a cabeça no lado contrário ao que tu estiveres. Já te virei a cara uma vez, consigo fazê-lo outra vez, e outra, e outra. 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Somos mais que lindas, Lú.
Só quero que paremos de discutir. Não consigo dizer mais nada. Só isso.
Eu não consigo escrever sobre nós aqui e agora. Já tentei mas não consigo. Quero que amanhã chegue para te dar um abraço, só isso. E quero que saibas que eu entendo se precisares de te afastar. Para pensar no que queres fazer. Eu entendo.
A minha decisão está tomada. Não te vou responder, eu podia fazê-lo mas só ia dar em mais uma discussão sem sentido nenhum. Por isso vou trazer a minha raiva para aqui. Aqui sempre é mais fácil já que ninguém - ou tu - me condena(s). 
O que aconteceu ontem comigo foi uma recaída. Uma recaída que durou, no máximo, duas horas. Não me acrescentou nada de positivo. A única coisa que eu precisava de saber quando te mandei a mensagem era se o que eu sentia - o tu estares mal - era verdadeiro. Porque eu acerto sempre nisso. Sei sempre quando quem gosto está mal. E eu ainda gosto de ti? Fizeste-me duvidar disso. Eu acho que apenas me preocupo. Já não sei o que é gostar de ti. Tenho um leve carinho, como quando olho para fotos que tiramos. Que já não vamos tirar mais. O problema é que tu viraste rapidamente a conversa para o quereres contar-me tudo o que estava a acontecer e que me querias ter contado antes mas que respeitaste a minha vontade e nunca mais me procuraste. E claro que daí veio a culpa que eu tenho - do teu ponto de vista - em ter-te mandado mensagem e a seguir querer-me ir embora. Tu sabes porque é que eu demorei três dias a mandá-la? E só a mandei quando cedi a um impulso? Porque tinha quase a certeza que ia acabar mal. Para mim, claro. Porque eu levo sempre com isto. Irritas-me de uma maneira que ninguém faz. Tu fazes-me sentir mesmo má. Como se eu tivesse um mau íntimo. Mas que porra, tu não percebes que eu só queria saber uma coisa? Percebi que não te podia ajudar e ia-me embora, na paz. Não era necessário, a meu ver, ter ficado e ter dito uma data de coisas que eu já sabia porque eu já te tinha dito mil vezes a mesma coisa. Parece que não me ouves. 
Quando é que eu atino e percebo que não vale a pena continuarmos assim e se quero tentar mais uma vez? Estás a gozar com a minha cara? Só podes estar a gozar comigo. Quantos milhões de vezes eu te disse isso e eu tentei isso? Mas claro, como agora é dito por ti já é extremamente válido. Vai-te lixar. Mas vai mesmo. Quantas vezes é que tu me iludiste e dali a um mês, dois, ou três, ficamos a discutir a mesma coisa? Várias. Várias. E ainda assim não entendes o meu lado? Claro que não, só podes não me ouvir. Só me desiludes. Só me desiludes mesmo. Portanto tu achas mesmo que eu sou uma criancinha e que és tu que ages de acordo a ficarmos bem? Fode-te mesmo. És tão ... Nem tenho palavras. E achas que eu gosto especialmente de ir e voltar na tua vida? Piada louca mesmo. Muita piada. Eu é que vou e volto na tua vida? Fiz isso agora. Poucas vezes o fiz e recordo-me, pelo contrário, de tu o teres feito milhentas vezes nos últimos anos.
Prefiro ter saudades tuas assim. Assim, para aqui e ir escrevendo de vez em quando do que ceder ao impulso de te mandar mensagem quando sinto que estás mal. Erro meu, assumido e percebido. Já reli a conversa umas vinte vezes e acho que eu tenho razão. E sobretudo tenho orgulho em mim por ter mantido a minha posição desde o início.
Mas quem é que são as tais pessoas que dizem que eu me cago para ti quando não me conhecem e não sabem METADE do que eu fiz por ti?? São os teus novos amigos? Boa sorte com isso. Tenho a certeza que te vais dar muito bem com eles. Se são tão inteligentes e se dizem que eu não gosto de ti nem um pouco porque é que não os ouves? Devias. Devias mesmo. 
obrigada pelo "amo-te" não planeado porque soube muito bem.
Ia presentear-te com uma foto como me fizeste a mim, sabes? E sabia exatamente qual é que ia utilizar. Mas descobri que as tinha todas no disco rígido e sou demasiado preguiçosa para ir ao quarto buscá-lo. Deixa-me agradecer-te primeiro. Obrigada pela foto, gosto daquela. E deixa-me agradecer-te outra vez: obrigada por não a teres colocado no facebook, tenho sempre medo do que acontece por lá. Obrigada. 
Também te amo. Muito gémi. E estou aqui, o que quer que seja que precises. 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Preciso de saber mexer nas definições do blogue sem ti. Devias ensinar-me. Eu pedi-te mil vezes. Porque é que nunca o fizeste? Eu sei que tu sab(ias)es que eu sou uma naba dos computadores mas epá ... Devias ter-me ensinado. És um puré mal comportado e desobediente. E sais e entras na minha vida quando e como queres e dás-me ataques cardíacos quando te apetece. Isso não pode ser assim, nunca pode e sempre foi. Desde que me disseste que estavas doente ... Espero que estejas bem, estejas em que país estiveres. Como estiveres. Com quem estiveres. 
«I: tudo bem, para os que estão contigo neste momento podem afastar-se e cansar-se. mas sabes? eu não me canso. porque neste momento eu tenho uma "vantagem" que eles não têm. eu tenho-te no coração apenas, não te tenho o físico. e eu nunca pensei que esta coisa horrível fosse uma vantagem. mas agora acho que a é. porque tu podes mudar de todas as formas que quiseres mas eu vou continuar aqui, forte. forte porque se tu agora não tens a tua força eu tenho a minha toda e eu dou-ta. TODA. toda porque eu agora não preciso dela e tu precisas MUITO. e eu amo-te, mesmo que fiques mais irritada, respondona, rabugenta, com sono, mesmo que não me fales durante dois dias ou que digas que te queres afastar uma semana. eu amo-te e esse amor é mais forte do que a tua mudança. porque há coisas que são para sempre. coisas que eu nunca acreditei que fossem. e tu, tu, ruru, tu és para sempre. porque o para sempre existe e foste tu que me ensinaste isso.

she: acredita rosa. até podes nem acreditar mas foi a coisa mais linda que me disseste. ou pelo menos a que mais me marcou por ter sido dita quando eu mais precisava.. só te digo isto: és das poucas garantias que tenho na vida mas o q interessa é que és... e sabes?! eu posso mudar tudo. posso mudar a minha forma de ser, posso mudar a minha personalidade, posso mudar a forma comor reago e como penso  mas se há coisa que eu não vou mudar é aquilo q temos vindo a cosntruir porque isso?! isso é mais forte que tudo o resto<3

I: ruru, eu invento palavras para ti se for preciso, acredita. eu faço tudo para te colocar meio sorriso no rosto se não colocar todo. eu quero-te bem. tu podes mudar tudo em ti mas eu sei, porque sinto, que a essência não muda. tu és mais que linda. não duvides disso.

she: obrigada mesmo, do fundo do coração. OBRIGADA VEZES MIL MESMO!

I: não tens que agradecer, uma menina disse-me um dia que a amizade não se agradece. e a amizade transformada em amor no seu sentido mais puro ainda menos. nunca se agradece embora os "obrigada" fiquem entalados no peito e na garganta e saiam sempre. mas isso não se deve fazer.»