quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

«Gosto imenso de ti, sabias? Estamos super próximas ultimamente e eu tenho adorado isso porque tu percebes-me IMENSO e conheces-me super bem.»

Same, Alaska.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Há três dias que não discutimos. Ontem à noite podíamos ter discutido e ter ficado pior do que até já estivemos, há uma semana. Agora estamos bem. Há três dias que sinto que estamos bem. Que vamos conseguir resolver todas as trampas que se colocaram entre nós, que nós fizemos que contassem. Nós vamos ficar bem. Porque nós ficamos. 
Ontem à noite contou, contou alguma coisa, para alguma coisa. Valeu eu ter dito o que disse, valeu tu teres explicado - ou tentado. Valeu as lágrimas que me correram por achar que tinha sido estúpida e que só eu é que tinha entendido. Não. Nós ficamos. Orgulho-me disso. Gosto-te.
És mistério!

Não sei porquê mas gosto de ouvir isto. Sabe-me a elogios. Sabe-me bem.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Nós temos uma discussão gigante. Tu apontas o dedo a tudo o que achas que eu ando a errar. E eu, mesmo apesar de achar que estás a milímetros de deixar de te importares comigo, pego nesses erros e transformo-os em pequenas surpresas. Para ti. Não nos dias maus. Mas nos bons. Nos dias bons a seguir à discussão gigante. É o que eu tenho feito. Tenho ido buscar forças onde não existem e penso que tenho que te mostrar que estás errada. Que ainda és importante para mim, como eras. Que não mudou nada. Porque tu mereces sentir que gostam de ti. E eu quero que tu sintas que eu gosto de ti. 
E eu... eu baixo todas as armas e muros e digo-te "preciso de sentir que sou importante para ti"... E o que é que tu fazes? Pois bem. Nada. Não fazes rigorosamente nada. Respondes ao que te digo e mais nada. Não crias conversa, não fazes surpresas, não dás boas noites mesmo sem estarmos a falar. Não fazes nada... E eu pergunto: é isso que eu mereço? Um nada? Pelos vistos é. Mereço sentir-me zero. 
Isto assim não vai durar muito porque eu, para me defender, vou voltar a ser fria... vou afastar-me. E depois a culpa vai ser minha porque vou ser eu que vou ser fria. Mas não vai ser minha porque eu não vou criar discussões. Não vou! Eu disse que ia ser boa e vou ser boa. E ser boa é não criar discussões. Estou a fazer isso por mim. Não me vai saltar a tampa. Vou sentir-me zero daqui para a frente mas não me vai saltar a tampa. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Não tenciono voltar a abrir este blogue para mais pessoas do que as que agora aqui estão. E cada vez mais tenho certezas disso.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

"Enquanto tu quiseres, eu estarei aqui..."

Era necessário eu sentir-me importante para ti e em ti e não foi isso que senti. Os últimos dias foram um turbilhão. Parecia que eu ia aguentar mais um bocadinho e mais outro até que, mesmo sem ainda ter percebido isso, disse que não aguentava. E eu sei que estou a ser verdadeira comigo e que quando digo que não consigo mais puxar um barco sozinha é porque não consigo. Na verdade, a última semana aconteceu porque eu ainda tinha uma réstia de esperança, porque engoli a mágoa e o desespero e disse eu tento. Não sabia quando. Não sabia como. Sabia que não estava preparada para desistir de uma pessoa que era tanto em mim. Que é tanto em mim. Mas isso, agora, não vale de nada. Infelizmente para mim, sobretudo, que estou prestes a rebentar de tristeza porque eu merecia ouvir um eu tento como tu tentaste. Porque se eu estava magoada e extremamente zangada com todas as palavras trocadas nesse dia e nos anteriores, porque se eu estava prestes a deixar de conversar contigo e, a pedido teu, coloquei tudo isso para trás das costas e ergui a cabeça, pelos tempos bons que passamos, tu devias ter tido a mesma atitude agora. É que isto trata-se de atitudes. Era necessário que me mostrasses que era possível dar a volta a isto, era necessário que, por uma vez, fosses tu a pegar em tudo o que nos sustentou e que poderia vir a sustentar. E eu não percebo porque é que eu não mereço isso. Não percebo porque é que eu mereço sentir que dei tudo de mim a uma pessoa que não fez o mesmo, quando chegou a altura. Não percebo onde é que está a culpa que dizes que tenho, que guardo, porque não me sinto culpada. Sinto só uma grande angústia. Sinto, ainda mais forte em mim que nos últimos dias, que não sou importante para ti. Se o fosse, já tinhas confiado em mim da mesma forma que eu confiei em ti e não haveria sempre um fosso entre nós que me permitisse sentir mais insegurança. Porque este foi o motor principal de quase todas as minhas crises mais recentes. Se fosse importante para ti, tinhas falado comigo, no sábado, quando eu te disse para me deixares em paz. Tinhas. Sem desculpas nem tretas, tinhas vindo ter comigo como eu fui ter contigo. Tinhas dito boa noite, como eu disse, mais tarde. Se eu fosse importante para ti tinhas dito que gostavas de mim, nem que fosse só isso. Disseste? Não. Claro que não disseste. Porque é mais fácil dizer que estás a respeitar o que eu peço do que lutar mesmo quando eu te digo que não quero. Porque é mais fácil quebrar duas correntes em mim - a da confiança e a do comportamento - que puxar-me para o teu lado. É mais fácil não abrires os olhos e não me conheceres do que saberes lidar comigo. É que eu não compreendo. Tu ficavas. O meu maior orgulho na nossa amizade é que nós ficávamos. Depois de qualquer troca azeda de palavras nós permanecíamos. Quando chega à tua vez de puxar um bocadinho por mim eu não mereço um eu tento franco e sincero? Mereço um destruíste a vontade que construíste em mim? Mereço um é culpa tua? Mereço ler um enquanto tu quiseres, eu estarei aqui... dito por ti, para uma pessoa que te magoou, mas para mim não? Mesmo depois de tudo o que vivemos uma com a outra? Mereço mesmo tudo isto em vez de fazeres o mesmo por mim? Mereço mesmo sentir-me arrasada por dentro? Sentir que as lágrimas vão ser parte integrante de mim até colocar tudo o que vivemos numa parte recôndita do meu cérebro? Estou cansada. Estou mesmo cansada de tentar perceber porque é que eu lutei e porque é que tu não podes lutar por mim. Porque não chego a qualquer conclusão. A única coisa que tenho são as palavras que trocamos e que me fazem perceber o cenário que é agora o que tenho para mim. Eu perdi-te porque não aguentava mais lidar com a falta de confiança - por teres dito alguma coisa que sempre me perseguiu - que me assaltava nos momentos de maior insegurança. Eu perdi-te, sim. Mas tu perdeste-me porque eu não vou saber o caminho de volta para ti enquanto tu não me deres um sinal de que vais ser tu a lutar, basta um eu tento. Duas palavras que dizem tanto. Eu mereço um eu tento. Tal como tu mereceste.
És sempre a companhia adequada para uma madrugada gelada em mim se tornar, um bocadinho, mais quente. Obrigada por isso. Do coração. 
Só que tu és tu. Quem me dera que ela pensasse assim para lutar por mim como eu precisei que fizesse. Podia nem o fazer agora, podia só dizer eu tento que eu ficava descansada... Mas não o disse, não o disse. E, por isso, acabou.
Eu sei que tenho que escrever sobre o que aconteceu para organizar todos os meus pensamentos muito melhor do que estão agora. Eu sei. E eu planeio fazer isso ainda hoje. Só não agora porque agora ainda dói muito.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Não, eu não estou bem. Eu não estou nada bem. E eu não sei quando é que vou ficar bem. Porque tu devias ter feito alguma coisa tal como eu fiz contigo. Era teu dever. Mas pronto. Não o fizeste porque não percebes porque é que eu me passei. E não era importante perceberes já que, para ti, qualquer reação que eu tenha tem a ver com ciúmes estúpidos. E não vale a pena explicar-te nada porque até quando o faço a reação não tem nada de segurança para comigo. Porque eram ciúmes e isso não é importante. Por isso não vale a pena proteger-me e fazer-me sentir bem, fazer-me sentir importante para ti. Não. Porque eu só sou ciumenta. E, por isso, está decidido que não me vais ouvir falar mais nisto. O verdadeiro problema aqui é meu; sou eu que vou sempre sentir que tu não confias em mim. Tudo isto porque soube que isso é verdade e, a partir daí, vivo com medo. De confiares noutras pessoas que não em mim. De dizeres a outras o que não me dizes a mim. O que é que me diz que isso não aconteceu já? Pois, lá está. Mas sim, são ciúmes. É isso. Não vou voltar a discutir contigo. Tu vais ter as amigas que quiseres porque eu também as tenho e isso não tem rigorosamente nada a ver. Mas tu fodeste o momento em que eu te ia dar uma segunda oportunidade, isso não vou esquecer. Do que senti da última vez; em que te expliquei sinceramente tudo o que sentia quanto à tua amizade com a rapariga e tu achaste que eram ciúmes e, por isso, no dia a seguir me ignoraste completamente estando com ela. E, por causa disso, tive medo de voltar a dizer o que sentia, o que vinha dentro de mim. O que senti ontem à noite. Quando vou para o dizer tu acusas-me de merdas, de ciúmes estúpidos, fazes-me compreender, ainda mais, que na vez anterior não percebeste rigorosamente nada. E eu afasto-me. Por isso, eu afasto-me. Continuar com uma discussão que tanto me magoa não é benéfico para mim. Nada. E tu podes confiar em quem tu quiseres, já que eu sei que em mim não confias a 100%. 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Um minuto de silêncio para mim que mereço dado que sai do quarto para ir comer e está a dar Count on me e eu fico com o estômago às voltas e a doer. Santa vida, podias parar de me fazer lembrar o que eu quero encarecidamente esquecer?

domingo, 11 de janeiro de 2015

Pronto, como se não bastasse agora que tenho montes de documentos para recuperar aparecem-me à frente coisas como bf e eu morro por dentro. A minha garganta gela. Porque é que tu nunca mais te vais embora de mim? Porque é que eu não consigo mandar-te embora?

sábado, 10 de janeiro de 2015

Nunca pensei que estivesses acordada quando te mandei mensagem. Até o fiz por achar que não estarias acordada. Saber que pressentiste alguma coisa, mesmo não sendo em relação a mim, acabou por me assustar. Não quero voltar a pensar neste sonho estúpido, quero fingir que não existiu. Quero respirar fundo e sei que o vou fazer mal acabar estas linhas. 
Se eu e tu vamos ficar bem? Penso que é um longo caminho. Basta lutarmos do mesmo lado, não uma contra a outra. Basta falar; mesmo que pensemos que não resultará, como eu ontem pensei. Mas fartei-me da forma como me andavas consecutivamente a tratar. Fartei-me eu, não tu. Não foste tu que te passaste ontem à noite, fui eu. E também fui eu que acordei com um aperto enorme no peito e perto das lágrimas esta noite. Não tu. Se tens tudo a perder e eu não tenho nada? Foste tu que escolheste tudo isto que está a acontecer, trata de viver com o que escolheste. É isso a vida: viver com as escolhas. Boa sorte com isso, sei que está a ser difícil para ti, mas isso não é culpa minha.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Gostava de não me sentir tão sozinha como tenho sentido nos últimos dias. Gostava.