sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Eu vou conseguir ultrapassar isto de ti. Eu sei que vou. Porque eu já não sou o que era. Eu só preciso de respostas. Eu só preciso de saber porque é que escreveste que sabias que eu nunca te ia perdoar. Eu só preciso de saber se tens noção do que me fizeste. E depois tenciono que as coisas voltem a ser o que eram; tu de um lado e eu do outro. Longe.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Doeu, doeu, doeu, doeu, doeu. «Fraca? Tu és mais forte que eu sei lá. E tenho muito orgulho em ti». Há quanto tempo é que não me dizes alguma coisa assim? Pois... A conversa mais longa que tivemos foi contigo a dizer que eu fazia mal em gastar dinheiro... Que não concordavas... E isto está a doer. Está a doer-me mesmo.  
Eu vou conseguir alcançar a nossa felicidade. Nós vamos ficar bem. Um dia de cada vez. 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Eu vou apoiar-te o melhor que poder. O melhor que souber. Para ti, só o melhor de mim. 
És a melhor companhia em qualquer madrugada.
Assustaste-me. E abraçaste-me. Duas coisas dispares. Estás linda. Linda, linda, linda.
Nós estamos bem. Dois dias; está a valer a pena lutar. Continuemos assim.
Foi bom, foi muito bom, não conseguir adormecer e ter-te como companhia. Estamos mais próximas agora, sinto isso. Amo-te, não te quero largar. 
Acordei super abananada porque estava a sonhar com a Alexandra e só me apeteceu morrer de manhã quando abri os olhos e percebi isso. Ainda bem que hoje vais estar ocupada, pode ser que não tenhas tempo para perceber a estranheza com que te vou falar. Esta porcaria mexeu com o meu sistema e, se te digo o que aconteceu, tu és capaz de te passar comigo. Mas não tenho qualquer tipo de culpa de sonhar com ela. Foi o meu cérebro, não eu. E ela estava a dizer que não eras tão importante para ela assim... E eu fui falar com ela. Dizer que te ia contar. E ela disse, arrogantemente, que eu tinha que a deixar falar contigo. E eu deixaria. Só que entretanto acordei, depois de ter fechado uma porta à chave. Só sonhos da porcaria.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

«Não te quero largar mais.» - digo-te eu enquanto te abraço com força.

Olho para ti e estás prestes a chorar. 

«Não chores, se choras, eu choro.» - (penso: É melhor ir-me embora antes que não consiga mesmo ir.)

Vais ser sempre a minha (Bé)st sis. Venham mais sete.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

De ontem à noite.

Estás a pôr as culpas em mim porque eu estou a deixar de lutar. É por isso. Mas eu não consigo lutar mais... Ainda por cima depois de hoje que percebi mais uma coisa que me magoa. Se não for eu a sustentar a nossa conversa e o nosso dia tu quase nada tens para me dizer. Tu não lutas, tu não queres lutar, tu não puxas por mim. Eu definitivamente não mereço. Porque se merecesse já tinhas feito alguma coisa. Fica com a Alexandra, fica com a Raquel, fica com a Cláudia, com quem te merece e que merece que lutes. Já que eu não mereço. É o que me provas, dia após dia.
Gostava mesmo de te conseguir abraçar esta semana. Mas acho melhor esperar para ver... Ao menos fizeste com que acordasse a sentir uma coisa diferente de dor e desespero. Isso já ajudou...
«Percebo que agora tenho de ser eu a fazer alguma coisa.» 

Percebes mesmo? É que se percebes eu ainda não vi nada... Disseste isto há três dias e ainda não vi nada. Nada mesmo. Continuo a sentir que não mereço. Continuo a sentir que tenho que te afastar porque é mais fácil isso que sofrer continuadamente. Faz alguma coisa por mim! FAZ! Antes que me percas...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Não vou dizer mais o que sinto que tenha a ver com o mal que me andas a fazer sentir cá dentro. A partir de agora vou pegar em tudo o que sentir, na hora, e vou escrever aqui. Vou deitar a raiva cá para dentro. Vou escrever mil coisas sobre ti mas não te vou dizer nada diretamente. Acabou. Tenho sido maioritariamente eu a lutar por esta amizade se manter de pé. E tenho sido eu a criar as discussões que temos tido, tenho, porque se eu não as criar tu não sabes como me sinto. E eu continuo a sentir-me nada para ti. Insegurança, tristeza, desespero. Nada para além disso. Ou muito pouco. E é engraçado que tenho sempre agradecido quando me fazes sentir bem mas acabei de perceber que nem nisso reparas. Não reparas no bem que digo que me fazes e sobretudo não reparas no mal que te aponto quando, ao contrário, eu me esforço para melhorar a cada situação. 
A partir de agora não vais saber mais. Se dizes que continuas pior porque eu estou sempre a falar no que me fazes mal, agora não vou referir isso. Vou estar calada. A forma como me tratares será a forma como eu te tratarei a ti. Não vou ceder nem um milímetro. Acabou. Tenho sido eu a puxar isto. Se eu não te vir a fazer nada - e não fizeste, não estás a fazer - é o que eu farei, nada também. Até nos deteriorarmos completamente. Até já só existir raiva. Não vou puxar mais este barco a bom porto. Preciso que sejas tu a mostrar-me isso e agora não vou ceder. A partir de agora tudo o que tu fizeres estará bem para mim. Queres ir dormir e deixar-me mal, na merda? Deixa. Não me falarás amanhã? Não fales. Não tens nada para me mostrar, dizer ou fazer sentir bem? Não faças. Deixa, faz o que quiseres e como quiseres. Só que as tuas acções têm sempre consequências. E a consequência será perderes-me. Mas agora nem faz muito mal porque estás bem com a outra menina.

Eu não queria isto. Mas não aguento mais. Não aguento mais.
É completamente incrível que depois de duas conversas contigo sobre o quanto as tuas atitudes entre mim e ela são completamente diferentes e que agora eu preciso de me sentir segura contigo tu voltes a fazer a mesma merda. É completamente incrível. Só me apetece vomitar. A tua atitude está a meter-me nojo... Parece que estás a agir de forma propositada para me mostrar que tudo o que eu te disse está errado e que não vais sequer mudar um centímetro porque eu não mereço. Tudo bem, assim seja. Mas vou começar a afastar-me porque não aguento...
Mas vou manter o que disse ontem à noite: vou tentar não referir mais o nome dela. Não vou. E tu não vais saber que eu continuo atenta. Porque eu vou vir desabafar diretamente para aqui, sejam que horas forem, seja de que maneira for. E quando eu explodir tu nem vais saber de onde é que veio. 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

«Às vezes não importa o quantas metas já ultrapassamos e os inúmeros sucessos o que fica marcado é "aquele" fracasso.»

Esta frase assentou em mim que nem uma luva. Que nem uma luva mesmo.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Obrigada pelo apoio ontem. Por teres sido a primeira pessoa que chamei quando aconteceu. Só não queria voltar a sentir o desespero que senti ao ver o nome dela. E a fotografia, principalmente a fotografia. Sinto-me sortuda por te ter comigo.