terça-feira, 29 de outubro de 2013

o que me faz impressão é que disseste aquilo ontem e eu, esta manhã, fui contra a minha decisão silenciosa e mandei-te mensagem. e respondeste? não. só podias ter dito: não posso falar, estou ocupada. bastava-me isso. juro que sim. mas pronto. não tento mais. tu hás-de vir ter comigo. quando precisares de mim, quando precisares mesmo de mim, tu vens. o meu problema é que não há um único dia em que eu não vá atrás de ti. quer dizer, há, mas normalmente nunca é ao contrário. sou eu que vou atrás de ti. e isso cansa-me. cansa mesmo.
oh caramba, vem já. faz-me surpresas do nada, faz-me sorrir, preciso de ti, irmã.