quarta-feira, 29 de julho de 2015

Às vezes, gostava só que estivesses com outra pessoa que já te pudesse ter dado mais que eu. É isso. Porque eu não sei quando é que te vou conseguir fazer feliz... E eu sei que tu esperas. Mas também sei que podes perder a cabeça e não ouvires os meus pedidos de "tens que parar". E eu posso ficar assustada com isso. E posso garantir-te que está tudo bem porque tu não estás bem, porque te ficaste a sentir a pior pessoa do mundo, porque tens medo que eu me afaste depois de teres não-parado-durante-dois-minutos-que-pareceram-horas, e tu saberes que não está porque me conheces tão bem. 

Eu tento lembrar-me de como me senti bem - porque sei que senti, a determinada altura, tu fazes-me sentir a única pessoa no mundo - mas a verdade é que só me lembro do medo que eu tive em que não parasses como te estava a pedir. É por isso que tento não me lembrar sequer desse momento. Já falamos sobre ele. Mas sei que quando estivermos juntos e sozinhos que vamos voltar a conversar sobre o mesmo. E não sei o que sentir sobre isso. Não sei se quero, tenho medo de abordar o assunto... É isso: tenho medo. Tive medo que não parasses... E, por isso, queria que estivesses com outra pessoa que não eu. Porque essa outra pessoa não teria medo. Essa outra pessoa já teria... enfim. Já chega.
Gostava muito de passar uma semana ao teu lado. Quero conseguir isso. E sei que estou quase a conseguir. E tu estás comigo, entre cada palavra não falada, entre cada dor no coração que não me deixa dormir por me sentir a desiludir-te... Tu ficas. E eu fico. Porque todos os dias me deito com o mesmo peso no coração e me levanto, no dia a seguir, pronta a combatê-lo. És tu. Não há mais ninguém que me faça querer ser melhor do que o que sou hoje. Tinhas que vir tu e arrebatar-me por completo. Tinhas que vir tu e me fazer abrir os olhos e perceber que há tanto que não estou a ver... Tinhas que vir tu para me partires, com todo o cuidado, todas as correntes que me prendiam. És tu. Meu.
Sinto-me tão contente por perceber que enquanto eu mudo, tu mudas comigo. Por ver todas as tuas atitudes e só te conseguir agradecer por ouvires cada reclamação que te faço e na vez a seguir melhorares tal qual como te pedi. Tu mudas por mim. Eu mudo por ti. Nós somos assim. A limar, devagar, todas as pequenas arestas que se colocam entre nós. Só me fazes amar-te mais e mais. E mais.

domingo, 26 de julho de 2015

Voltei a tentar e só gostava de saber como é que se percebe se me voltaste a ignorar... Só gostava que aceitasses o pedido. Só isso (por enquanto).

sábado, 25 de julho de 2015


Se eu fosse só metade do que és... que uau. Tenho saudades de te observar assim. É isso, tenho saudades.
Essa tua forma única de gostar de mim ficou abalada. Eu faço isso com toda a gente... Dói-me ser assim. Desculpa. Prometo melhorar. Prometo. 
Estou meio atordoada porque voltei a sonhar contigo. E sonhei que todo o mundo tocava piano, numa escola de piano, numa aula de piano. Esta minha cabeça anda a sair-me melhor que a encomenda. Já não sonhava contigo há uns vinte dias... Estava a melhorar. Piorei de novo? És tipo uma doença mental? Ai, sai de mim! Que o teu sorriso saia de mim, que a tua voz saia de mim, que a tua força saia de mim, que saias de mim. 
Ontem sonhei que me tinhas enviado uma mensagem enorme. Mas aposto que isso não vai acontecer brevemente, de maneira nenhuma. Seja assim. Eu estou bem assim, melhor do que pensei que estaria. E isso prende-se com o facto de saber que fui eu que tomei essa decisão - repentina. Mas fui eu. 
Às vezes - quase todas as vezes, estou a querer enganar quem? - sinto-me a pior pessoa do mundo por causa do meu cérebro. Mas também sei que estou a tratar de mudá-lo. E nada me deixa mais feliz e tranquila do que isso: mudar-me porque sei que estou mal. Tornar-me uma melhor versão de mim. Uma versão de mim sem paranóias, filmes e medos constantes.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Cada vez que a Cara aparecia no grande ecrã eu lembrava-me da tua existência. E o meu cérebro não pode fazer estas associações. Não devia. 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Eu sei que não paro de pensar em ti. Eu sei que me vens à cabeça tipo por qualquer coisa. Eu sei. Mas mais ninguém precisa de saber. Não vale a pena falar no assunto.
Não há melhor pessoa para ter ao meu lado. Amo-te. Mil vezes.

domingo, 19 de julho de 2015

Eu tenho que escrever sobre o facto de termos deixado de falar... De te ter apagado do facebook, de ter apagado o número de telemóvel e de só te ter no instagram porque não sei mexer naquilo... Eu sei que tenho. Só não sei é se consigo. Porque quando eu escrevo fica mais real. E o quanto tu me magoaste já me dói o suficiente. Eu tenho a certeza que desta vez é mesmo a vez... porque eu nunca te tinha dito "acabaste de me perder" até quando o disse, e eu não brinco...
Eu cumpri o que prometi a mim mesma antes de ir de férias: não desistir. Em 15 dias apenas quatro não se ouviu o teu nome, indireta ou diretamente. Ainda não era bem o que eu queria, de forma nenhuma, mas estou muito mais perto de abraçar o meu objetivo e simplesmente me libertar de tudo isto e ser feliz. E tu vens comigo.

13-07-2015

O dia em que ele volta ao Sporting é o dia em que, sem eu planear absolutamente nada, te trago para o meu mundo, para a minha vida e te apresento como minha amiga. Coincidências? És a melhor do mundo.

13-07-2015

Tenho que escrever isto aqui: ninguém, MAS ninguém, (vá, talvez uma pessoa só!) sabe a minha felicidade. Saber que estás de volta é dar gritos, correr, dançar, rir e gargalhar, tudo ao mesmo tempo. É desta que compro uma camisola do Sporting com o teu nome. É desta, 47.
eu fui de férias e a única coisa que me passava pela cabeça eram os dias todos em que não ia saber de ti. mas olha, voltei. e voltei mais forte do que fui.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

E mais um dia; mais uma noite. Sonhei contigo novamente. Porque é que não sais de mim? Dos recônditos do meu cérebro?

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Vamos fazer um livro de regras sobre "como nos perdoarmos" para não nos perdermos. Não aguentava perder-te e eu sei, eu sei, que qualquer dia faço asneira. Eu faço sempre asneira em tudo. Não posso fazer asneira contigo. E o melhor de tudo é sentir que a ideia partiu de uma brincadeira minha mas que alinhaste e desenhaste-a no momento. Gostas tanto de mim como eu de ti e nem é preciso dizer nada. Basta estas pequenas coisas.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Sou a pessoa mais feliz do mundo com as tuas vitórias. Vibro tanto com elas como se fossem minhas. Acho que é isto que quer dizer almas gémeas. És a melhor do mundo e arredores, de todas as galáxias que existem. E mereces toda a felicidade que consigas apanhar. Só porque és tu. Minha Alaska.