Eu precisava da minha melhor amiga. Precisava mesmo. O verdadeiro problema aqui é que agora discutimos e não sei quando é que vamos ficar bem, apesar de estar a ver laivos de mudança. Só que eu não queria que tu fizesses as coisas só porque eu preciso. Queria que fizesses e te sentisses bem com isso. E se não sentes...
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Estou completamente a passar-me com as atitudes de merda que tens tido. Completamente. Deixa-me em paz. Eu estou a um passo de me cagar completamente para ti. Um passo muito curto. Tu podias parar de me sufocar. É que podias mesmo! Mas como não consegues fazer isso vais perder-me porque eu não vou aguentar muito mais tempo. De ires à estação para me ver? E pedir primeiro? E perguntar primeiro se POR ACASO eu quero ver-te? E de voltares um caminho para trás quando eu te digo que não quero e tu vais na mesma, impondo-me a tua presença quando eu quero estar sozinha? E na semana de praxe? Ficares sozinho mais de meia hora a um canto mesmo só naquela de achares que eu devia ir ter contigo? Foda-se, começas mesmo a sufocar-me como antes e a deixar-me louca da cabeça. Já percebi que não preciso de ti na minha vida porque não preciso de alguém que me pressiona e me sufoca. Começo a ficar completamente farta.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Eu não posso não lutar. Eu tenho que o fazer. Se não, mais tarde, vou arrepender-me de não ter lutado. Por isso eu vou acalmar o meu coração inquieto - mais calmo desde que tomei uma decisão palpável - e vou andar para a frente. Uma pequena peça de cada vez. Espero que me queiras de volta... Porque eu nunca lutei por ninguém, não sei como se faz... Acho eu que nunca o fiz.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Estive a reler os textos que escrevi para ti e tenho lágrimas nos olhos. Podia simplesmente retirar frases do que escrevi há alguns meses e escrevê-las de novo. Tornam-se tão reais. Tornaram-se tão reais... Agora que acabaste comigo. Sinto-me totalmente morta por dentro. A explodir a chorar a qualquer momento. Dizem que tenho lágrimas nos olhos e que os meus olhos dizem tudo... Pois. É a vida. É mesmo.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Estou a morrer de saudades tuas, de vontade de saber como estás. Sinto a tua falta a cada segundo do meu dia. Sinto mesmo. Do teu sorriso, da tua voz, do teu apoio, de uma mensagem que me dizia que estavas ali, para mim. E morro de vontade de te enviar uma mensagem, de te mostrar que estou para ti. Mas não posso. Não já. Vou esperar, um dia de cada vez. Uma hora atrás da outra. Eu hei de conseguir ultrapassar os dias até chegar à sexta feira. Eu hei de conseguir estar minimamente bem, com uma cara minimamente normal até aí. Na sexta feira decido se durante o fim de semana te envio alguma mensagem ou não. Eu preciso de saber se tu também sentes a minha falta, se me vais procurar, ou se vais ser frio como ameaçaste ser. Estar distante. Como se eu merecesse isso.
Hoje foi um dia absolutamente horrível. Senti-me completamente em baixo, completamente derrotada. Completamente revirada do avesso. Eu não sabia nada, não conseguia sentir nada sem ser vazio e medo. Medo de te poder encontrar num corredor. Eu não sei lidar com isto. Fazes-me tanta falta, meu puto. Hoje acordei a pensar em ti, que me ias enviar uma mensagem, que devias estar prestes a acordar. Mas depois acordei efetivamente e colou-se um peso ao meu coração durante o resto do dia. Fazes-me tanta falta. E eu sinto-me tão mal ao pensar na última semana. Ao pensar que foste capaz de me usar... Eu não aguento isto se foste capaz de o fazer. Porque é que me sinto tão usada? Porquê? Porque é que não me explicaste as coisas como eu sempre fiz contigo?
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Vi-te. Eu vi-te e tu não me viste. Tinhas uma cara de quem não tinha dormido nada e de quem estava super mal...
Não sei até que ponto é que isso me faz bem ou mal; o ver-te. Mas queria que me tivesses visto para saber qual seria a tua reação. Tenho tantas saudades tuas. Aceito a tua decisão, a sério que sim, mas os meus olhos quiseram chorar todo o dia. Vai ser difícil habituar-me. À tua não-presença na minha vida e à tua frieza para comigo.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
Eu sei que quando me predispuser a estar um bocado em frente ao teclado e colocar uma certa música que vai sair tudo o que eu tenho entalado desde segunda feira. Eu sei. Por isso acabo por não ouvir música nem me manter muito tempo aqui. Tenho medo dos meus pensamentos, estão tão confusos, tão desordenados. Mas algum dia vai ter que sair. E espero que seja hoje.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Mando-te mensagem e acabo a perceber que te vi. Penso que não és tu, não podes ser tu. Não quando eu precisava de uma cara amiga. Mas eras. Eras mesmo tu. A mandar uma mensagem. "Não precisas de me responder, podes mesmo dizer.". E tu ficaste tão feliz em me ver. E eu a ti. Foi tão bom, obrigada. Por seres o que és e por me fazeres sentir tão bem mesmo depois de tudo o que nos aconteceu. E por não te importares, em ficar a ver-me lá em cima, só para não lidar com esta parte das coisas já. Amo-te mil, Nicas.
domingo, 14 de setembro de 2014
O problema é que eu ontem senti que bati mesmo no fundo. Não me lembro do último dia em que me senti tão mal. Não me lembro do último dia em que me senti tão no fundo. Tão sozinha no meio da minha loucura. Tudo o que eu queria era um tempo sem pessoas. Mas depois não era isso que queria exatamente. Eu estava completamente fora de mim, sem qualquer tipo de controlo. Para ter chegado à cama e nem ter conseguido adormecer. Para deixar que as lágrimas encharcassem a minha almofada de forma incontrolável durante mais de uma hora. Para ter chegado ao cúmulo de enviar uma mensagem à tua irmã a perguntar como estavas e para a ter deixado perceber que eu estava tudo menos minimamente controlada ... Eu não sei que mais fazer. A sério. Não percebo. Eu tento arranjar explicações para as tuas atitudes silenciosas em relação a mim e não consigo perceber em que parte é que errei. Tu devias ter, ao menos, falado comigo. Ter explicado que ias afastar-te. Eu sempre fiz as coisas de forma clara para ti e tu fazes-me sentir que podes não ser claro para mim à vontade e que eu tenho que aguentar - e isto, isto não é no mínimo justo. Eu não mereço que me faças isto. Eu posso merecer que me deixes, isso posso - porque sei que mereço -, mas não posso merecer que o faças sem uma explicação plausível. Eu sempre tas dei, a todas, em todos os momentos que precisavas delas. E tu, o que tens para mim? Silêncio e mais silêncio. Deixas-me morta, sabes? Quando eu me lembro perfeitamente que te disse que precisava de ti por perto para manter a minha sanidade mental minimamente intacta... Tu deixas-me. E depois um dos maiores cúmulos de sempre - como se eu não pensasse sequer em ti durante o dia - ainda tive que ir jantar a um restaurante com o teu nome.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Estou mesmo mesmo mesmo contente, por estarmos como estamos. Tenho um orgulho imenso no que alcançamos. A cada vez que discutíamos no passado eu sentia que não tínhamos futuro. E acho que foi isso que fazia com que discutíssemos mais. Mas agora, agora, estou mais calma em relação a nós. Agora tenho a certeza que podemos ultrapassar qualquer coisinha sem discussões. Que podemos conversar. E gosto tanto disso. Caíste do céu. E ficaste por perto. Conheço-te há quatro anos e sobretudo conheço a forma como falas comigo por isso não vale meteres outras pessoas a falar comigo que eu vou perceber rapidamente!
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
«Um gajo que não seja capaz de enfrentar o mundo e as pessoas por vocês, nem gajo é, é um conas e um palhaço que não merece a vossa atenção sequer. Ele pode ser muito lindo, podre de bom, e rico como o caralho, que se não tiver personalidade, fodeu. Não se deixem ficar com um gajo que não tem coragem de vos apresentar aos pais porque vocês não são o «estilo deles». Não se deixem ficar com um gajo que não tem coragem de abdicar da vidinha fútil de comodismo por um grande amor. Não se deixem ficar com quem não está disposto a dar-vos o que vocês estão dispostos a dar. E quem diz gajo, diz gaja. Uma pessoa que não tenha tomates para estar com vocês, não está e ponto final.»
Acho que foi por isso que me afastei de ti. Porque não tenho tomates para estar contigo. Acho que é mesmo isto. É que sem tirar nem pôr. E é por isso que mereço que não me fales. Tal e qual. Agora engulo as lágrimas que ainda faltam cair e faço cara alegre.
Obrigada, Geraldes, por me meteres s-e-m-p-r-e a chorar.
Eu só preciso de disfarçar melhor por aqui. Porque já perceberam que hoje não estou nos meus dias. Eu devia conseguir disfarçar melhor. Qual é a diferença de hoje para ontem? É só mais um dia. Eu só tenho que conseguir aproveitar o que falta das férias para me sentir bem. Para sorrir mesmo sem vontade. Eu vou disfarçar melhor.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Eu não aguento voltar a viver tudo outra vez, porque continuo sem saber de ti. E isso continua a magoar-me. E só posso pensar que ainda não deste notícias porque não estás cá. Porque já te foste. Só pode ser isso. Não vejo mais hipóteses claras à minha frente nem quero vê-las. Porque a cada vez que penso em ti começo a chorar, vêm-me lágrimas aos olhos.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Estou sobretudo magoada contigo. O problema é esse. É que estou. Porque tu podias ter toda a razão do mundo - talvez a tivesses - mas perdeste-a. Perdeste-a no preciso momento em que recebeste duas mensagens minhas - apesar de eu não ter mandado só essas - e não me respondeste. Não me disseste nada. Fizeste de conta que eu não existia. E só para aí à quarta mensagem minha - em dias diferentes - é que te dignaste a dar-me notícias, a dizer que estavas magoada comigo pela forma que eu te tinha falado. Isto porque te metes onde não deves, mas nem indo por aí. E que estavas mal e que não querias falar e mais não sei o quê. Então e avisar-me? Isso não, eu que estive dois dias sem saber de ti. Isso não. Ora fode-te. Perdeste a razão e eu, que queria dar-te explicações, deixei de querer dar-te o que quer que fosse. Acabaste de regredir no que andavas (andávamos) a fazer. Mas, mais uma vez, a culpa foi tua. E agora sabes o que vai acontecer? Não te vou dizer n-a-d-a até vires ter comigo. E se não vieres não venhas. Porque eu não te vou dizer nada. Tu é que agiste mal. Se eu precisar de alguma coisa mando-te mensagem? Mas deves estar a gozar com a minha cara, é que só pode. Se tu fodeste qualquer expetativa que eu tinha de te falar ao não me dizeres nada durante dois dias achas que agora vou ter contigo? Deve ser deve. Sonha com isso.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Gostei mesmo muito de saber que perguntaste por mim. Que estás a querer estar por perto. Oh, será que posso confiar em ti ou será que mais vale continuar com uma barreira protetora que me impede que me magoes no futuro? Tenho medo. Tenho mesmo medo. De gostar de ti. Sempre tive. E tu continuas a dar-me provas - sem tas pedir - que estás cá.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Eu sabia que ia precisar do meu dark enquanto cá estivesse. Só não pensei que fosse assim, logo, já. E não pensei que fosse sentir-me tão destruída, tão apagada e tão morta. Nunca pensei. Só tenho que conseguir que ninguém veja os meus olhos e que as lágrimas não caíam até eu cair na cama. E lá, lá ser silenciosa. Eu vou ficar bem. Vou mesmo.
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