quarta-feira, 30 de abril de 2014


Não sei se estou exactamente a ser egoísta mas sei que me está a magoar. Uma certa coisa especificamente. Duas, aliás, que se interligam. Em mim. Talvez eu acabe sempre por ser o problema. Pode ser que sim. Ou talvez, agora, eu deva ser exactamente como sou. Porque o que era não era certo para eu ser. Era demasiado dada porque achava que poderia ter amigos. Assim. E percebi que não. Custou. Levei com muitas patadas mas aprendi. E agora sou isto. Como se fosse uma personagem distante. Às vezes gostava de saber o que as pessoas pensam sobre mim, a sério que gostava. Porque o que eu penso que elas pensam não é nada bom. Precisamente por perceber que eu sou a cola que interliga as duas coisas que agora me magoam.  

Não sei o que fazer comigo.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Obrigada por me limpares o sangue, com o lenço. E por ficares ao pé de mim no meio dos meus ataques de pânico quando não quero sequer que me agarrares e me abraces. Não disseste mais nada e isso agora também está a mexer comigo. Porque devias estar preocupado. E não disseste mais nada. Mas devias. 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Podias parar de fazer cara fofa. Talvez aí eu tivesse coragem de desligar a web para dormir e para tu ires descansar também. Gosto-te mais.
É só mel para esses lados.

Quero-te feliz, sua gorda obesa.
Não sei efetivamente qual é a tua. Vens perguntar-me se estou bem para quê? Não sabes que nunca vais saber exatamente como estou? 
Voltaste a perder-me e nem sabes isso. Tenho muita pena, agora, finalmente, estava a conseguir ... Voltar a ver resquícios do Anjo que me tinha salvo. E tu tiraste-me o tapete do chão. Porque é que eu nunca aprendo? Porque é que eu quero tanto ter a nossa amizade de volta? Porque é que não podes simplesmente parar de ser importante para mim?
Eu não percebo. Juro que não percebo. Porque é que me sinto tão ansiosa com isto; quando ainda nem sequer me deste uma certeza de que vens. Quando não me falaste mais. Mas falta uma semana e o meu coração, quando se deita na cama, imagina. Porque há tanto para imaginar. Já não sei como agir contigo. Já não somos o que éramos antes. Eu já não sou o que era. Mudou tudo. Menos a minha essência - essa que ainda te relembra o berro no pavilhão algures na Madeira, a primeira vez que te vi. Soas-me a energia como sempre - a tua essência também não mudou. Quero ver-te. Amo-te, Bé(st).
Só não sei o que se passa comigo. Volta e meia e é este vazio. Cá dentro. Tão profundo que me deixa a garganta arranhada. 

domingo, 27 de abril de 2014


Não. Não estava a tentar esconder-te nada. Ou a dizer menos do que sinto. Só precisava de adormecer descansada. Só precisava de um abraço muito forte para dormir em paz. Precisava de ti. Não era nada de mais, nada de especial. 
Sinto-me tão mas tão feliz por ti que nem sequer imaginas! Já há muito tempo que merecias alguma coisa assim. És linda, gémi.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

És tão importante para mim. As lágrimas que caíram quando pensei que podias ser tu a ter uma Praxe naquele local serviram, ainda mais, para me demonstrar isso. Ainda bem que não estás ligada à Praxe, a sério. Ainda bem que não. És tão importante para mim. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Nunca mais me vou esquecer que te vi, por entre milhentos colegas, e que estavas a limpar as lágrimas. Eu prometi. Eu cumpro. Só queria que entendesses o quão especial és em mim.
Amo-te, macaquinha; tal como a acabei. Acabo aqui da mesma maneira. Até podia começar igual. E escrever no meio algures o que te escrevi por lá. 
És o melhor cliché da minha vida!
Eu vi-te ali, no cantinho. Eu sabia que lá estavas. E quase que te ia falar mas o quase impediu-me para uns minutos depois de me encontrar distraída conseguir ver a piscar um "Mariana enviou-te uma mensagem". E não é que possam ser tantas "Mariana". Mas eu sabia que eras tu. E saber que, mais uma vez, arranjaste um tempo para me visitar neste mundo e percebeste que alguma coisa se tinha passado ... A minha casa já não o era. Dou-te a nova e comentas cada texto meu como se tivesses saudades de me ler. Comentas cada feito meu com alegria. A tua. A que me fez admirar-te. Amar-te. Tu és um ser humano maravilhoso e serás sempre. E se por cá vieres, não te esqueças de me avisar onde queres que vá ter contigo. Porque quase seis anos depois da última vez voltar a ver-te é mais que um sonho. Abraçar-te será um misto de estranheza com alegria que nunca antes senti, tenho a total certeza. Que chegue Maio. Que chegue Maio para saber se vens. Para organizarmos tudo. Para eu ter a certeza que te vou ver. 

E agora vou moderar a minha alegria. Quando se trata de ti é sempre melhor moderar. Aliás, quando se trata de mim é melhor tratar cada situação com o seu devido cuidado. Amo-te, sis.
I: Feliz Aniversário! Espero que tenhas tido um bom dia e que possas festejar com os teus assim que te seja possível. Estar perto das pessoas que nos fazem bem é meio caminho andado para que estejamos bem. Luta pelos teus sonhos e agarra-os. Sê feliz e não desistas de ti mesma. Beijinho. Parabéns!

She: Obrigada ;)


Fode-te. Mas é sozinha. Caguei. Juro mesmo que caguei. Ainda fui capaz de ser estúpida ao ponto de te enviar mensagem precisamente às 20.20h. Sou tão estúpida, meu. A sério. Mas deixei de ser. Deixei mesmo. Já vivi vários dias sem ti e vou continuar a fazê-lo daqui para a frente. Não me fazes falta. Pessoas como tu não me fazem falta. Desisto de engolir orgulhos em datas que sejam importantes. 
Se queres pensar, pensa. Se achas que vou atrás de ti, desengana-te. Não irei. Não irei porque aprendi, há um tempo atrás, que se nos pedem espaço nós temos que o respeitar. E, desde aí, que tento, ao máximo de mim, respeitar o que me pedem. Por isso, vou respeitar-te. Vou estar aqui quando voltares do teu retiro de consciência necessário. Gosto muito de ti.
Ainda não decidi como te envio os parabéns. Não consigo decidir isso.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Eu pensava, mais uma vez, que estávamos a alcançar um equilíbrio. Que era agora. Até tinha começado a chamar-te, de novo, pelo nome de sempre. Por aquele que, durante muito tempo, não chamei a mais ninguém. E que, hoje, chamo a duas pessoas, raramente. Esse que é teu. Estávamos a chegar lá. E tu tinhas que estragar tudo outra vez?
Falta 15 minutos para ser o teu dia. Ainda estou a decidir o que faço. 
Tinhas mesmo que mandar para cima de mim um problema qualquer com alguém? Eu não sou burro de carga para levar com as tuas merdas a não ser que saiba de que se trata. Mas já percebi: não me contas nada porque percebes que eu não te conto nada. Tudo bem. Então aí faz o que eu faço quando estou mal. Não fales do assunto com as pessoas. Se quiseres isolar-te, isola-te. Mas não descarregues em cima de quem não tem culpa. Fizeste isso comigo. E que caramba, respondi-te bem. Calmamente. Não te mandei nada à cara. Deste-me um conselho que eu não te pedi só para questionares o que faço da minha vida? Mas tu és mesmo quem? 
10 minutos. Não sei o que fazer.
Eu ia escrever-te um texto. Colocar um foto com cuidado. Mandar-te para mostrar que estávamos a avançar. E tu vais estragar tudo. Dois dias antes. Eu não sou palhaço de serviço. Não sou saco de pancada. Não sou nada disso. Mandei-te mensagem horas depois para perceberes que não estava chateada, por muito que tu estivesses, e nem sequer o telemóvel tinhas ligado. Hoje não mandaste nada. Aposto que amanhã vais ligar o telemóvel. Normal que o faças. Logo se vê é o que eu vou fazer. 
Espero que estejas bem. Já sabes; para ti, estarei sempre bem. 
Parece que se desenrola na minha mente como um filme. O que faz com que isto vá dar um enorme monte de palavras. 
Estava com medo de te ver, confesso. Estava com medo porque sei que qualquer ideia que eu tenha na minha mente sobre o que quero fazer a seguir se vai embora a partir do segundo em que te vejo à minha espera. Porque é isso: tu esperas por mim. De uma maneira que eu nunca vi ninguém esperar. Tu fazes isso por mim e só isso já eu não merecia.
Tu podias esperar para me avisar que tinhas a melhor prenda que alguém me deu dentro da tua mala. Sinceramente, eu sempre pensei que me fosses dar o que me prometeste mas pensava que ias honrar a minha promessa antes da promessa que me tinhas feito de ma dar. Eu só queria que o tivesses feito, porque agora talvez a tivesse vestida, enquanto escrevo. E talvez o desfecho dos meus pensamentos no final deste texto fosse diferente. No entanto, tu abriste a mala e eu vi o pacote cor de laranja e eu não queria acreditar. O meu coração parou por segundos. As lágrimas seguiram-se, para tão perto dos meus olhos, que a minha vista ficou toldada. A névoa. Névoa e irritação por dentro de mim. Por não ser capaz de estar aos saltos no meio da rua por ter a coisa que mais queria  - que é como quem diz, queria várias coisas antes desta, mas percebe-se - e desatar a chorar. Eu só queria que eu tivesse sido capaz de reagir de outra forma. Principalmente para contigo. Para com o esforço que fizeste em dar-me a melhor coisa que alguma vez alguém me deu. Para com tudo o que tens feito por mim. Por saberes que isto que não tem nome, esta admiração gigante por ele é muito mais do que alguma vez foi. Porque saber que ele está feliz, que ele se sente realizado, que ele dá tudo dele todos os dias, me faz sentir tão grandiosa? É um orgulho crescente, um orgulho que parece que, um dia, vai parar e acalmar e dou por mim e aumenta. Aumenta a cada instante. Aumenta quando lhe vejo o sorriso, sinceramente. Aumenta tanto. Aumenta quando o vejo jogar. Aumenta quando o vejo correr durante mais de 90 minutos e dar tudo de si por uma jogada, por cada jogada. Já disse que quando crescer quero ser como ele? Três ou quatro vezes. Várias para mim mesma. E quero. E podia começar com organizar a minha vida. E essa camisola seria o início disso. Mas não é que vê-la me fez sentir ainda mais medo do que aí vem? Fez. Tenho medo. De mim própria. De errar os passos e acabar a cair. De acabar sozinha, mais uma vez, e sem nada onde me agarrar. E tudo isto por causa de tu me teres dado uma camisola. Por isso sim, sou complicada. Queria deixar de ser, queria poder não complicar isto mas isto equivale a tanto em mim que não posso não complicar. 
Eu sei que querias que a abrisse mal a vi mas eu não consegui abrir o pacote porque achava que quando lhe tocasse que queria trazê-la comigo. Mas depois arranjei coragem e abri-o. Ao teu lado. Toquei-lhe. Senti-a. Era minha. Tudo em silêncio. Já te agradeci por não teres falado naquele momento? Por só teres permanecido ao meu lado. E chorei, de novo, e dobrei-a. Não a queria estragar com as minhas lágrimas. Não devia. Obrigada, por me teres dado a melhor prenda do mundo. Prometo que ta vou pedir, para mim, para a guardar em minha casa, daqui a uns tempos. Não já. Não daqui a uma semana. Logo se vê quando mas, para já, obrigada. Por seres o melhor do mundo e por me amares tal e qual como sou. Mesmo com esta grande admiração por ele. Tu até isso aguentas. 

Livra-te de me pagares uma passagem para Valência. Olha que tu prometeste apenas listas. Cumpre isso, por favor. Pela minha sanidade mental, sim?
Amo-te, muito. Sem ser preciso mais nada para além de amor. Porque amor é compreensão. Porque amor é justiça. Porque amor é não julgar. E eu estou aqui. Aqui, contigo, ali, contigo. Em qualquer lado. Mas contigo. És linda e quero-te feliz.
Eu não esperava. Eu vagueava. E foi a melhor coisa que me podias ter dado, para além da tua presença. Prometo-te que vou estar. As minhas palavras vão estar para ti. Tenha bons ou maus dias. E vai ser assim até sempre. Porque amigas como tu guardam-se! Estimam-se. Protegem-se. E eu quero fazer isso tudo. Por ti e por mim. Pela nossa amizade. 
Tu fizeste-me chorar porque tu és capaz de colocar em palavras nuas e cruas o que te faço sentir por não agarrar a felicidade com as duas mãos. E eu sei, eu sei que te custa a entender. Que te apetece espernear e pontapear-me por me deixar abater assim. Eu sei. Mas, de mim, sei eu. Não que tu não saibas. Só digo que não viveste tudo o que eu vivi até aqui e que, por isso, não tens a alma toldada com todas as visões negras do passado e de algum do presente. Agradeço-te, por me agarrares sem me tocar, por me elevares aos céus e me fazeres sentir real em ti. Porque a cada palavra que me dás, dás-me mais de mim e mais de ti. E quem me dera que um dia pudéssemos estar juntas, igualmente felizes, radiantemente rivais, eternas uma na outra. Porque a amizade e o amor que me transmites nunca ninguém o fará. O que és, nunca deixarás de o ser. Não em mim. Viverás, te prometo, aconteça o que acontecer. Amo-te. Amo-te. Amo-te. O que hoje me fizeste sentir e que tanto me fez chorar foi real. Tal como és. Tal como somos.
Tu consegues simplesmente ser o melhor do mundo. 
Prometo dar-te a conhecer o que senti a cada passo do dia de hoje mas não consigo fazer isso para já. Porque para já relembra-me que não aceitei o que me deste, sem te pedir. Desculpa, por te negar uma felicidade maior. És o melhor do mundo, prometo. 
Porque é que todos (vocês) hoje decidiram que tinham que me dar provas de que eu valho alguma coisa? Juntaram-se e falaram todos? Combinaram? Expliquem-me isto que não entendo. 

O que eu estou mesmo a dizer é "obrigada por não me deixarem no chão." Por muito que eu me tenha enrolado lá sozinha. Obrigada, a cada um de vocês, porque isso é o melhor que consigo fazer. Todas as outras palavras me abandonaram o ser e apenas permanece um enorme sentimento de gratidão por sentir que lutam por mim da forma mais sábia que o mundo vos permite. 

sábado, 19 de abril de 2014

«É preciso haver motivo para ser dizerem verdades? Apeteceu-me dizer e sei que estás frágil ... Como não sabia como te dar força e como odeio dizer apenas "tens de ter força", pronto, resultou nisso :b»

Todo o apoio que me tens dado faz-me sentir mesmo bem. Porque eu sei que estou frágil e tu sabes que eu estou frágil. Mas não falamos nisso, salvo raras excepções, e ficas comigo. E isso é tão bom. Tu ficares. Juro que nunca mas nunca imaginei ter-te como tenho. Sei que já repeti isto cinquenta mil vezes mas é a verdade. Ainda me surpreendes a cada manhã, a cada "bom dia, princesa" porque é tão mas tão inesperado. Tu teres saído do mundo e teres vindo para perto de mim. Ainda bem que vieste. Trata de permanecer por muito difícil que eu seja. Gosto muito de ti, minha Ki.
Tu devias estar com alguém que te conseguisse prometer isto. Talvez seja por isso que já ouvi esta música umas dez vezes hoje e em todas elas fiquei com lágrimas nos olhos. Na primeira chorei mesmo. Porque é tão certo. Tão ... Tu devias ser feliz. Longe de mim. Porque eu não conseguia ir atrás de ti para a Lua. Eu deixava-te ir. E tu sabes, tu sabes isso tão bem como eu. Porque caramba, tu conheces-me. Tu sabes que eu não dou um passo sem pensar demasiado se o devo dar ou não. Tu sabes que eu abomino o desconhecido. Tu sabes. Mesmo que aches que não. Mesmo que aches que não sabes lidar comigo, tu sabes. 
Se há coisa que me tira do sério é acabar por fazer milhões de coisas que faltam num trabalho sozinha. Só me apetece partir coisas. É que não é justo e acaba sempre por me calhar a mim. Já nem digo que tenham que me estar sempre a perguntar se falta ou não mas porra. Injusto. Preocuparem-se um bocado não fazia mal a ninguém.
«Parabéééééééééns, B!! Espero que tenhas um dia tão (ou mais) maravilhoso como tu! Que nunca mas nunca deixes de ser o que és porque o que és é simplesmente especial. 
Estás sempre por perto, mesmo quando não estás efectivamente, e isso faz de ti daquelas pessoas para guardar. Por isso, acredita quando te digo, que te guardo. Em mim. Trago-te no peito, tens um lugar especial para ti no meu coração. Desde o primeiro dia em que nos cruzamos. 
Estou sempre que precisares, dou-te espaço quando acho que é disso que precisas - mesmo que não me tenhas dito nada, e sei que tu sabes que estou. Faz-me sentir segura ter alguém como tu por perto. 
Que o teu talento se multiplique um bom milhar de vezes, que alcances todos os teus sonhos, que aumentes a generosidade e a simpatia, já de si enormes. Que  tudo te corra pelo melhor e que me tenhas por perto. 
És mais que importante para mim, por muito que não falemos todos os dias ou todas as semanas. Nunca te esqueças disso. 
Gosto muito de ti, B! És a minha pianista preferida  Feliz aniversário, minha menina.»

sexta-feira, 18 de abril de 2014

«Tu és tão perfeita.» Podia dizer o mesmo de ti, perfeitamente. Tens sido mais que linda nos últimos dias, sei que aturar-me nesta fase não é propriamente fácil mas tens ficado e tens lidado com isto tudo sem fazer muitas perguntas e dar-me exatamente o que quero e o que preciso. Por isso ... Obrigada, baby.
Esse teu sorriso é perfeito. Fez-me lembrar a força com que me salvaste - nunca o irei esquecer. Tenho tanto mas tanto orgulho em ti, no que és, no que me dás, no que me fazes ser. 
Eu consigo ter espaço no coração para tanta gente e juro que há um espacinho aqui guardado para ti. Tu és de cá. Desde que chegaste que tens ficado. Sei que muitas vezes passamos semanas sem falar e que às vezes eu fico magoada mas não consigo ficar triste durante muito tempo. Porque tu és assim, sorriso. És caracóis. És luz. Luz mesmo. E és abraços que só eu te posso dar. Amo-te, milhões, Apple Rae!
O que mais me dói é saber que queres ficar aí sozinha. Eu entendo, não penses que não, sei que aí é a tua casa e é onde te sentes bem. Ao menos, não tens que estar a cuidar dele. Ao menos tens paz de espírito. Tens paz no coração por muito que te doa que ele não esteja por aí. Mas agora precisas, de descanso, de repouso. E podias ser menos teimosa. 
Hoje a mãe falou em ti e enquanto ela falava eu pensava que eu era mesmo parecida contigo. Mas não disse nada. Estou a dizer agora. Agora e nem é para ti. A ti só te dou abraços. Muitos. Porque os mereces e sobretudo porque precisas. Amo-te muito e não sei se algum dia vou conseguir viver sem ti. Não quero saber sequer o que é viver sem ti. Por isso, só tens que te cuidar. E teres força. Porque eu tenho-a quando me pedes para a ter. 
o vosso amor faz-me bem. não sendo meu acaba a sê-lo. fazem-me bem por serem felizes.
Doeu ter que responder à pergunta mas não ia desistir. O momento mais marcante da minha vida foi contigo. Naquele sítio. Mas contigo. No teu abraço.
Amo-te, ontem, hoje e sempre. Aconteça o que acontecer.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Viras-me o mundo ao contrário e eu deixo.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

«O meu desejo é morrer, pelo menos temporariamente, mas isto, como disse, só porque me dói a cabeça.»
Preciso de escrever. A sangue. O que me vai guardado cá dentro. Eu sem escrever não sou eu. E eu preciso de escrever.
Não percebo como é que és capaz de ficar comigo até às tantas da manhã. Não te fartas? Não quero que te fartes. Quero que continues a dizer coisas para me animar não sabendo que o estás a fazer. Quero que sejas o que és, comigo, porque és mesmo uma amiga maravilhosa. Obrigada, Ki. 
Eu não consigo. Sair disto. Talvez seja melhor ires embora antes de que tudo corra pior do que agora. 
Obrigada, baby. Talvez devesse dizer mais mas sinceramente não consigo.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Vais sempre dormir descansada porque nunca vais saber realmente como estou. Dorme bem, Meu Anjo.
Há alturas em que não dá mais. Nem sequer falar no assunto consigo. Não dá. Desculpa mas não dá. Sei que fico sem te responder mas nem força tenho e só quero focar-me noutras coisas que não os meus próprios pensamentos.
«Chorar torna-se uma explicação para um peso enorme e constante que trazemos cá dentro. Estou a falar para ti mas esta frase acabou por me soar tão biográfica que até me assustei.»

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Não sei porquê mas hoje pensei em ti, espero que estejas bem!
Eu digo aos outros para se levantarem e dou-lhes imensas razões para isso, porque é o que vejo na minha vida, mas depois ... Dou por mim sempre no mesmo. E que moral é que eu tenho para dizer aos outros para sorrirem e fazerem isto ou aquilo? Há dias que não percebo.
Nunca pensei que fosses realmente querer comprar-me a camisola. Só de saber que o eras capaz de fazer para mim dá-me vontade de sorrir. Obrigada, puto! 
todos os dias de trabalho mau e feio deviam começar com uma mensagem tua. fazem-se tão melhor! amo-te, ruru. milhões!
Eu acho que tu tens que ter força para sair desse buraco onde parece que te enfiaste. Ou onde achas que te enfiaste. Ou o que quer que seja. E eu espero que eu possa ser a tua força. Só que tens que vir, mais vezes, ter comigo. Não pode ser só quando rebentas. Tu és tão ... Pareces ser tão ... Tu. E depois saber que sentes diferente do que aparentas dói-me. Quero-te bem. Eu estou aqui. 

domingo, 13 de abril de 2014


Ver-te vai ser sempre motivo de sorriso por muito mal que me esteja a sentir. Por isso, devia ver-te mais vezes. Só mesmo naquela. O bem que me fazes e que nem sequer sabes que fazes. É incrível.
O que mais dói é acabar sempre por me sentir invisível. Como se nunca chegasse. E todos os erros que cometi, para hoje me sentir assim, acabam a vir à minha cabeça. Parece que os estou a viver no momento em que sinto essa invisibilidade. E dói. Dói ter sido aquela pessoa que fez com que hoje seja isto.  

sábado, 12 de abril de 2014

Esse sorriso de dentro do campo cá para cima deu-me força. Esse metade abraço quando saíste cá para fora foi alguma coisa que eu não esperava. Tu não és de dar abraços. Sei que só estamos mais em contacto por causa desse teu novo negócio. Se não apenas sabia de ti como sei de tanta gente desse tempo; pelo facebook. Mas gosto que assim seja. De te sentir mais perto de mim por muito que seja apenas por isto. E por muito que tenha noção disso. 
Agora ... Posso odiar o sorteio outra vez? Eu já sabia, tinha tudo planeado. Eu ia pedir-te para ir à Luz contigo! Queria tanto ir à Luz contigo. E saber que também adoraste essa ideia foi muito bom. Mas, mais uma vez, vou odiar o sorteio. 
Diverte-te pelo Porto! Posso ter inveja de ti? Tenho! Uma inveja boa mas tenho. És grande, Rita Mariana! Sim, para a próxima dás-me boleia quando não tiveres o carro cheio de malas. 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Como se o dia me estivesse a correr super bem ainda tinha que te acontecer mais alguma coisa a ti. Ainda que indiretamente. E isso dói. Os problemas na faculdade doem porque me fazem atrasar os milhões de trabalho que tenho, os problemas com o teu pai doem porque tu ficas mal e tu só devias estar bem ... O sorteio hoje de manhã magoou demasiado ... Os sonhos deviam ser concretizados ... Deviam.
Eu estou aqui, eu deixo-te ficar comigo enquanto eu trabalho. Eu estou aqui, prometo. Amo-te, puto.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

És tão o meu orgulho, minha pequena grande pessoa! 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

«I'm friends with a monster that's under my bed
Get a long with the voices inside of my head
You trying to save me
Stop holding your breath
And you think I'm crazy, yeah, you think I'm crazy

'Cause I need an interventionist
To intervene between me and this monster
And save me from myself and all this conflict
'Cause the very thing that I love is killing me
And I can't conquer it»

terça-feira, 8 de abril de 2014

"Amor, eu sou a tua fonte de sofrimento e ao mesmo tempo da tua felicidade, certo?"

Ainda bem que voltaste. É isto.
Sinto que não estás(amos) bem mas pode ser que seja só sentir. E que não seja nada. Se fosse ... Eu já sabia, não é?
Já estou a retirar todas as dúvidas ... É bom. O mau é que agora não consigo. Não consigo dizer o que tinha enterrado na garganta. Talvez mais tarde. Talvez daqui a uns dias. Talvez sim. Estou contente que tenhas voltado. Assim já posso retirar-te os medos todos da mente. Eu cuido de ti.
Ele está preocupado contigo e eu sinceramente também. Não vou é ter contigo porque sei que quando precisares que vens ter comigo. E que sabes que estou aqui para ti. Deves precisar de estar sozinha, contigo. A ouvir-te. A ter a certeza que estás inteira. 
O que sinto? Pois ... Resposta que não me satisfaz mas é a única que tenho. 
Sinto-me num desequilíbrio constante entre acontecimentos e as minhas reações. É só isso que consigo dizer sobre o que sinto. Ou o que não sinto. Sobre o que vai cá dentro.  
«Nós só somos vítimas quando nos colocamos a jeito ou quando somos absolutamente impotentes para reagir»
«(...) ou quando o medo nos paralisa, quando a incapacidade de reagir nos petrifica.»

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Eu sei que provavelmente deves ter achado estranho quando chegaste ao facebook e percebeste que eu não tinha dito nada ainda. Só que eu hoje não estava de muito bom humor quando acordei. Sim, a tua mensagem que não esperava fez milagres por mim. Sorri instantaneamente. Espero que te estejas a divertir. E estás quase a voltar; estamos quase a conseguir falar normalmente e eu estou quase a perceber porque é que estavas como estavas quando nos despedimos.
«Espero que saibas o quanto representas para mim. Que não és só azul mas sim todas as cores da zona visível do espectro electromagnético. Sem ti por perto não sei de mim.»

Nem tenho palavras para além de obrigada. És Lú e basta. 

Ainda bem mesmo que ontem não pude ter acesso ao computador se não ia acabar mal por aqui ... Isto ia ser ainda mais negro do que agora aparentará. Porque agora já tive tempo para pensar nas coisas. Já estou bem. Mais ou menos bem, vá. 

Eu sei. Eu sei que sou reservada. Mas se o sou ... É porque tenho que o ser. Não sei se o quero ser mas aprendi a proteger-me assim. Com os pontapés que ando a levar. Que levei. Que ... Dói-me tudo. Pensar dói-me. Saber que posso ser desmascarada assim, por ti, sem dó nem piedade, dói. Porque eu construí uma máscara estranha quando se trata de mim. E agora não sei como a retirar. Tenho medo. Tenho tanto medo que me deixes cair outra vez. 

sábado, 5 de abril de 2014

Foda-se ... Eu estava a rezar para não me perguntares como estou. "E tu, como estás, baby?" ... Para de me ler os pensamentos ao contrário ... Porque assim não sei o que te dizer. Estou melhor? Estou normal? Estou ... A achar-me estúpida? Sei lá. Estou sei lá. 
Espero que não fiques triste por saberes que eu não estava bem - vá, que já estive melhor - e não te disse nada. Só o fiz porque sei que tinhas imenso trabalho e não te ia estar a preocupar mais, já sabias que estava com dores e chegava ... E também porque não tenho realmente nada para dizer quanto a isto de não estar bem. Simplesmente não estou. Mas lidei muito bem com isso. Faltam cerca de cinco minutos para acabar de ouvir o segundo álbum de LP seguido. 
Mas desculpa. 
Espero só que estejas a ter muito cuidado com o que bebes. A sério que sim. Ainda me lembro de me teres dito que não bebeste e depois ... Vir a saber que o fizeste. Por isso ... Só te peço que tenhas cuidado com o álcool que envias para dentro de ti.
Eu ainda não percebi como é que continuo a fazer de propósito para me magoar. Ver coisas ligadas a ti e à miúda só me dá vontade de chorar porque ela teve as oportunidades que eu gostava de ter tido e (ainda) não tive. Mas quem sabe ... Talvez um dia. 
Engraçado que agora que me pediste o número dela e estão a falar - só pode - já não me dizes nada a mim. E foi sempre assim. Enfiiiiiiiiiiim. E engraçado que eu não me queria meter na vossa cena e acabei por ser eu a ter que dar o número. Se ela veio ter comigo de manhã e eu disse para falarem no facebook e ela a seguir o apaga era para quê? Era para eu me meter, só pode. E eu, burra, meti-me porque acabaste por ver a mensagem e sabias que eu tinha o número dela. Epá a sério. Que puta de filme.
Meteora é a minha companhia para este estado de espírito. Que nem sei bem qual é. 
Já li e (re)li a mensagem que me mandaste às 4.20h quando passaste a fronteira ... E sabes? Precisava. Sim, precisava que tivesses dito mais qualquer coisa para além do que disseste. Precisava sim. Mas deixa lá ... Cá te espero.  
«Há alturas em que parece que fico com um nó na garganta por não acreditar ser possível ter-te desta forma que tenho. E depois parece que a minha mente vagueia e até a tua voz se torna alguma coisa inaudível para me focar apenas no que me fazes sentir. E ainda não me habituei - nem quero - a este estranho carrossel de emoções. Amo-te.»

Obrigada por seres o que és, por me fazeres sentir o que fazes, por me fazeres escrever coisas como esta. Por estares, sempre. 

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Estou tão a rezar para que já estejam bem e que não tenham ainda discutido. Tão a rezar. Não consigo afastar o telemóvel de mim porque tenho que ter a certeza que estou contigo quando precisares de mim. Hoje o dia foi difícil para ti e tenho a certeza que eu fui tipo uma rocha na qual te apoiaste. Dei o meu melhor e espero que o tenhas sentido. Estou aqui. Gosto muito de ti, Ki linda.
Faltam 50 minutos, mais coisa menos coisa, para começares a viagem para Espanha ... Não me disseste nada desde que chegaste a casa. Estarás assim tão ocupado? Vou ficar não sei quantos dias sem saber de ti e o que temos um do outro, fora os abraços que demos já na estação, foi um caminho para a estação silencioso. E não se passa nada, não é? Estás com medo de quê? Fazes-me estar com medo de quê? Eu só não estou a perceber. Não estou mesmo. Perguntei-te uma dezena de vezes se estavas bem ou se estavas triste comigo e disseste sempre que não e que estava tudo bem. E eu sinto que não está. Mas pronto, diverte-te só. Diverte-te muito. 
Obrigada pelas bananas goma que me colocaste na mão antes de entrar no comboio, obrigada por teres ficado à espera que o comboio saísse da linha para virares as costas. Mas não estavas normal, nem sequer bem, estavas abatido e triste. Eu sei que sim. Por isso ... Espero que te divirtas mesmo. Vou sentir a tua falta, foi o que disseste quando me juntaste ao teu peito? Oh ... Há dias em que não consigo descortinar a tua mente.
Nós somos o Trio Maravilha e estamos umas para as outras em qualquer altura! 
Obrigada, baby, pela surpresa. 
Não percebi como é que consegui adormecer tão rápido com as dores de cabeça que tinha na noite passada e continuo a tentar perceber como é que dormi que nem uma pedra durante umas nove ou dez horas. Mas ainda bem que aconteceu, estava a precisar de uma noite de sono destas.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A verdade é que eu não estava à espera que te lembrasses ou que não te lembrasses. Eu não estava à espera de nada, sentia-me despojada de expetativas ou desilusões. Antes de tempo. Mas agora ... Agora dói. Porque já devias de ter dito alguma coisa. É uma dor fininha que apenas incomoda porque existe. Mas dói porque eu pensei que tu podias, assim por acaso, fazer referência ao facto. Ou não. Óbvio que não. Se o ano passado era um dia igual aos outros porque é que este ano não o é? De certeza que não é por eu querer. Por eu querer alguma espécie de salto nisto que temos que não sei o que é. Porque se eu não consigo falar acho que espero que tu consigas. Não sei exatamente explicar-me. Só acho que eu já tentei de mais e a prova de como nos tentava capturar o ano passado foi a referência que tu trataste com desprezo para a seguir fazeres uma surpresa que eu não esperava. Surpresa essa que não apagou a memória da humilhação que me fizeste passar antes. Só queria que este ano tivesse sido diferente e, para isso, não podia ser eu a referir primeiro, tinhas que ser tu. E se não foste é porque já te esqueceste. Não faz mal. Eu também me vou esquecer porque nem sequer sei o que somos. 
E está decidido: não te vou escrever fita nenhuma. E só te digo na sexta e é se perguntares. 
Confesso que tenho medo do que vai acontecer daqui a umas horas. Quer seja pela positiva, quer seja pela negativa. Nem sei sequer o que espero. O que quero que aconteça. Acho que gostava que fosses tu a lembrar-te mas acho que não vais ser e, nesse caso, eu também não irei dizer nada. É apenas mais um dia; foi o que disseste o ano passado para depois fazeres uma coisa que não esperava. 
Odeio(-te). Odeio ver-te. Odeio ter que me cruzar com os teus olhos azuis. Odeio ter de ver o teu sorriso. Odeio. Odeio porque odeio tudo o que tu me fazes lembrar. Odeio o que me fazes sentir. Fazes-me sentir como se eu fosse a maior merda que se cruzou neste mundo. Eu juro que não percebo como é que é possível eu ainda me preocupar - raramente, mas acontece - contigo; como estarás. O que andarás a fazer. As tuas atitudes, desde o início, não se cruzaram de forma nenhuma com as palavras que me enviavas. Por isso prefiro não te ver (por muito que, às vezes, ache que quero) a ver-te e a sentir que odeio tudo o que te rodeia. Porque nem sequer voltaste a ser homem suficiente para me falar. Era assim que querias ser meu amigo. Amigos como tu não preciso deles para nada. E tenho orgulho em mim a cada vez que te viro a cara com a completa certeza de que tu olhaste na minha direção. Tu até paras de falar quando olhas para o sítio onde estou. 

terça-feira, 1 de abril de 2014

Só queria perceber porque é que continuo a magoar-me com coisas que sei de antemão que me vão magoar. Magoa-me. Magoa-me muito, é incrível como pequenas coisas tão mínimas me podem magoar tanto. 
Engraçado que tu me cobras o que sempre soubeste que eu não era capaz de fazer. Epá estás mal? Tenho muita pena de ti. Não queres desabafar comigo? Não queiras, paciência para ti. Eu estou na paz. Desabafa com os teus amigos. Não queres desabafar com eles? Não me cobres o que eu nunca soube fazer. Não sou palhaço de serviço. Não tenho nada para te dizer não vou inventar.
És. Mesmo que não o diga muitas vezes, que tenha medo do conjunto das palavras, da forma que soa e do que carrega, a verdade é que és. E só quis que o soubesses antes de dormires para dormires (mais) feliz. Mesmo que não te sirva para nada, porque, na realidade, não serve. Só é do coração. Por estares, por me apoiares, por me ralhares, por me ouvires, por voltares a repetir mil vezes as mesmas coisas, por me deixares entrar no teu mundo, por seres capaz de te colocar de lado - e me fazer, às vezes, colocar de lado também - em prol da minha felicidade - e eu da tua. Tu és uma pessoa mesmo linda, baby. Amo-te. Muito. 
Obrigada, por dormires no meu ombro enquanto eu estou a tentar concentrar-me para fazer um trabalho. Obrigada, por ficares ao pé de mim enquanto resmungo sobre as dezenas de trabalhos que tenho para fazer e a pouca paciência que me resta para os terminar - aliás, começar. Obrigada por seres (o) estúpido, parvo e idiota que me faz sentir bem. És enorme, meu puto.