quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Eu tenho que colocar pressão em cima de mim se não não vou fazer o que quero. E é tão simples. Por que é que não é simples fazer o que é simples? Por que é que na minha cabeça é tudo tão difícil? Vou odiar-me simplesmente se continuar quieta... Sou tão burra. Sou tão burra. Não posso continuar quieta se o que eu quero é mexer-me.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Adoro ver-te. Só que estavas estranha... Mais dark
eu disse-te que ia escrever(-te) sobre isto mas tenho medo. a verdade é que tenho medo porque tenho medo de mim, de remexer em memórias. digo-te, sei que estivemos mal, sei (mais ou menos) as linhas pelas quais isso aconteceu, mas deixei que o tempo apagasse os motivos mais concretos e as palavras trocadas de parte a parte. a maldade esvaiu-se. mas, mesmo assim, o meu medo existe. porque existe em tudo dentro de mim. 

eu tenho saudades do que éramos, muitas mesmo. e, ao olhar para aquela fotografia (a minha - nossa - preferida), ainda mais saudades tenho. e tenho-as porquê? porque o que se rompeu foi tão forte. o que se rompeu é quase o partir da minha vida em duas partes. e ter-te na minha "segunda parte" é muito importante. mas eu quero ter-te mais do que te tenho hoje. e acredita - não que pense nisto todos os dias, estava a ser hipócrita se to dissesse que o planeio todos os dias - que eu tenciono arranjar uma forma de te trazer para perto de mim. e essa forma (que eu ainda não arranjei) vai ser ainda melhor do que a anterior porque nós ultrapassamos a parte difícil. não te sei explicar com o sentido que o meu cérebro lhe dá mas eu acho que entendes. tudo isto para te dizer que eu também me sinto horrível pelo que aconteceu. eu também sinto que acabei por fazer uma grande asneira. eu também me culpo. porque eu já entendi que também errei. eu sinto-me uma porcaria por não estar a conseguir ser mais rápida na minha mudança. mas está a acontecer. e é fácil lembrar-me disso; os sorrisos que trocamos nas últimas vezes que te vi e que estava acompanhada... ainda é pouco mas é qualquer coisa. qualquer coisa. desculpa por ser pouco. e desculpa por eu ainda ser assim. mas estou a trilhar o meu caminho, devagar, mas estou.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Confesso que hoje estava à espera de te ver. Ansiava por isso. O que será feito de ti?
Abraçar-te com o sol nas minhas costas é provavelmente o top das melhores sensações do mundo. Gosto tanto de ti.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Este mês mata-me toda... Sinto-me mesmo no fundo. Não sei o que fazer comigo. Só quero ficar no meu canto quieta sem fazer barulho para fingir que não existo. 
Juro que não sei o que é que tu ganhas em dizer e redizer em todas as alturas possíveis o quão sonsa me achas. Não entendo. Não entendo mesmo. Mas dói. Dói demasiado. E o pior é quando eu começar a acreditar.