Acabo 2015 com uma leveza no peito que nunca julguei ser possível. Cada dia que passa gosto mais de mim e me orgulho mais de quem estou a construir. Que 2016 me faça continuar a sentir o mesmo. É só o que peço.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Nunca pensei que fossemos capazes de discutir com tamanha raiva e quase gritos. Ainda por cima num espaço público e à frente da tua irmã e do Pedro. Mas, de certa forma, sei que isso nos fortaleceu. E sei que tu tens razão em tudo ou quase tudo o que dizes mas eu também tenho a minha razão. Não ma podes tirar. E tens que me ouvir. Tens que me saber ouvir. Tens que aprender isso. Tens que ouvir de todas as vezes que eu te digo para parares e fazeres isso mesmo. E tens que continuar a ver tudo o que faço mesmo depois de não ter vontade nenhuma de o fazer...
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Preferia que não estivesses apaixonada por mim. Preferia que conseguíssemos construir uma amizade normal agora... Mas o que eu prefiro não é lei. E eu sei que preferias o mesmo que eu. Sem ter que sentir coisas dentro de ti que não estás habituada a sentir.
E eu sei que ontem me querias dizer alguma coisa. Eu não sou maluca. Nunca mais deste sinais de vida mas precisamente a foto anterior à montagem de fotos que eu fiz com ele, foi a que tu foste mostrar que viste. E por isso cedi ao impulso de te perguntar se estavas bem. Ainda bem que estavas a dormir. E ainda bem agora que fizeste o que eu queria e não respondeste mais. Não te quero magoar ao falar nele, no assunto, ao dizer que percebi que tinhas visto aquela foto... É a última coisa que eu quero fazer. Só quero que me esqueças. Esquece o que não vai acontecer. Esquece o que dizes sentir. Esquece-me para sermos amigas. Eu estou aqui à tua espera. Espero que seja rápido. Espero que tenhas em atenção tudo o que te disse na sexta e no sábado. Espero que não me magoes. E espero que fiques feliz. Espero que sejas quem queres ser. Sobretudo isso. E eu sei que não me queres perder e que tens medo que isso aconteça mas nós podemos dar um jeito quando chegar a altura - desde que não me magoes agora. Porque se o fizeres não vou estar cá à tua espera. E deixei-te isso claro, o melhor que consegui.
Sonhei que estavas comigo. Sonhei que estávamos numa Igreja (os meus sonhos são brutais!) e que tu estavas comigo. Trajadas. Numa reunião com imensa gente. Acho que agora fazes tão parte de mim que até te mudas para Lisboa para a minha comissão de Praxe. Oh Lúci, o quanto eu preciso de ti comigo, o quanto eu te queria aqui, mesmo.
Tu e a Leonor no mesmo sonho, contigo a pedir-me para a ver (como se eu não a tivesse visto, eu vejo-a sempre, mesmo de costas, eu reconheço aquela silhueta em todo o lado) porque ela não estava bem. E não parecia bem. Mas pronto, eu obriguei-me a acordar porque estou só farta de sonhar contigo.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Ontem sonhei com ela. Hoje tenho um pesadelo... Sobre o que mais temo. E fico o dia inteiro a pensar no assunto. No quão real pode ser o meu pesadelo. Nos tempos que tenho livres, o meu pensamento vai até ao que me fez acordar durante a noite. E eu sei que isto tem que acabar, que tenho que ser eu a acabar com isto e.. Eu sei. Só não sei quando. E só espero, só espero mesmo, estar errada. Quero muito estar errada.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Tu disseste que querias saber de tudo, que querias saber... Tu disseste que te sentes bem comigo. E que somos completamente reais hoje. E eu sou tão feliz por saber que tu me consideras tua amiga na verdadeira acepção da palavra. Tudo isto porque, no passado, houve momentos em que me disseste que não o éramos. E quando falaste na Curinha nem me doeu... Como doeu tanto há tantos anos. É bom. É tão bom. Sermos reais. Os nossos abraços serem reais. E a última coisa que me disseste foi "até para o ano" e eu sei que é certo. Tu és certa.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
O que aconteceu na segunda feira... Eu hoje percebi que isso me afetou de uma forma que eu não estava à espera. Hoje estava a ir para as máquinas das bolachas e tu apareceste à minha frente. E eu não senti nada. Nada daquilo que senti até segunda. Aquele bater de coração descompassado. Aquele bichinho que me diz que tinhas que me reconhecer. Não tinhas. Não tens. Não sou reconhecível assim. Não poderia ser porque não me mostrei o suficiente para que isso acontecesse. Portanto acho que tudo, em mim, se acalmou. E é bom que assim permaneça. Porque eu quero conhecer-te. Quero que tu me conheças.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Estive hoje mais perto do que alguma vez me encontrei de concretizar o meu sonho de saberes quem sou, que te admiro, que me orgulho de ti, mesmo que não me conheças. Estive hoje numa fila, durante duas horas, que supostamente, me iria levar a ti... Mas afinal de contas fui enganada. Não estavas quando cheguei dentro da loja. E eu merecia que estivesses. Eu merecia mais hoje. E quando sai de lá de dentro as lágrimas caíram, dois minutos, porque eu não tive força para as segurar. Segurei-as quando olhei para o fundo da loja e não vi o teu sorriso. Segurei-as quando disse que me ia embora mas me incentivaram a ficar. Afinal de contas, quem lá estava não merecia que eu virasse as costas só porque eu queria apenas ver-te a ti. Mas doeu. Doeu de mais. E eu merecia mais.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Fiquei bem rápido. Porque tu estavas no meu sítio. Tu foste buscar-me à porta da biblioteca. Nós abraçamos-nos. E depois estudamos durante duas horas lado a lado. Cada uma sozinha e com a outra como companhia. E soube-me bem. Soube-me bem olhar para o lado e ver-te estudar. Soube-me bem rodear-me de montes de livros e de ti. Tu és tão importante para mim.
Temos o nosso coração. Ao fim de sete anos. És a minha irmã. És tão grande. Amo-te. Tanto. Ver-te caminhar ainda me faz explodir o coração. Ver o teu sorriso ainda me faz sentir invencível. Tu és tão grande.
Vi que eras tu ao longe. Ouvi a tua voz. E pensei "é agora, é este o momento em que eu vou perceber se me reconheces ou se não." E eu devia ter pensado que não me ias reconhecer para acalmar o bater constante do meu coração. Mas não... Não. Eu acreditei. E, por isso, o som da tua voz misturou-se com o silêncio da minha tristeza ao entender que não me reconheces. Mesmo quando eu te passo ao lado e poucas pessoas se encontram na rua... E doeu. Doeu.
domingo, 6 de dezembro de 2015
Acho que ainda não tinha escrito nada sobre o assunto porque não queria acreditar que tinha acontecido. Mais uma vez, tu estás a afastar-te. Mais uma vez, tu agarraste nas tuas malas e desististe. Decidiste ir embora porque não aguentas. As minhas merdas. As desculpas que tu primeiro deste e que eu te desarmei completamente com a verdade do que te estava a acontecer. Porque não eram essas as verdadeiras razões do teu abandono a esta nossa amizade. As tuas razões são outras; são tuas. São profundas. São do fundo de ti e no qual eu não posso mudar nada. Porque tu não sabes lidar com o que sentes por mim. Com o que percebeste que sentes. Tu não consegues lidar com o facto de estarmos a construir uma amizade, na sua verdadeira acepção da palavra. Tu não consegues lidar com o facto de tudo ter mudado entre nós. E de eu já não sentir o mesmo que tu. E é por isso que tu decidiste desistir. E é por isso que eu não posso fazer nada para tu ficares. Se me dói? Dói. Dói-me sentir que estás a desistir. Dói-me, sobretudo, sentir que eu não vou ser o mesmo para ti que tu serás para mim. Porque tu vais ficar marcada em mim ao passo que eu não serei nada para ti... Mas, para isso, eu não posso fazer nada. Só posso tentar viver cada dia e meter na cabeça que fiz tudo ao meu alcance para que tu ficasses. Só posso tentar permanecer calma e não sentir muito a tua falta. Se tu estiveste feliz nos três dias em que eu estive a falar contigo e tu não me respondeste nem mexeste uma palha é porque estarás feliz - completamente - com esta decisão que tomaste. E, no fundo, quem está mal sou eu. Porque estou aqui preocupada em como estarás e tudo isso e tu deves estar em paz contigo mesma. Foste tu que te afastaste. A decisão foi tua. Eu queria que ficasses. Eu disse-te tudo isto. Não podia fazer mais para mudar uma decisão que tu tomaste porque não sabes lidar comigo, certo? Certo...
Se acabou de vez? Não sei. Veremos se algum dia virás ter comigo. E se nesse dia eu te vou responder ou se te vou ignorar durante o tempo que me ignoraste até me explicares as desculpas da treta que tinhas para te afastar.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Aquela altura em que eu já tinha metido na cabeça que não te ia ver mais esta semana e que a esperança me tinha abandonado completamente... Foi nessa altura que estava a entrar no ISCTE e que tu estavas a sair. E eu tinha tantas saudades de te saber viva e bem por te ver com os meus olhos. Sorri completamente.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Nós temos uma cumplicidade brutal. E eu revejo isso de todas as vezes em que, por exemplo, me lembro de ontem. Da Leonor a passar à nossa frente. De eu te agarrar no braço. De olharmos um para o outro. De me suportares o peso. De desatarmos a rir feitos tolos. De ninguém perceber o que é que estava a acontecer connosco. Nós somos realmente brutais. Não poderia ter uma relação com mais ninguém como a que tenho contigo.
Os últimos dois dias foram difíceis para mim porque ela me faz confusão. Ela incomoda-me. Saber que eu estive no mesmo sítio que ela sem saber quem ela é, incomoda-me. Saber que tu estiveste no mesmo sítio que ela, com ela, quando eu não estava, sem me dizeres que isso estava a acontecer, incomoda-me. Incomoda-me que o tenhas dito por mensagem, numa altura em que não podias continuar a conversar comigo, e quando o podias ter feito pessoalmente. Incomoda-me que eu tenha tido a certeza, no dia a seguir, que ela lá estava e que a tinhas visto, que não me estavas a dizer, que eu não estava a querer perguntar para não ser acusada de ter ciúmes. Incomoda-me comparar-me a uma pessoa que não conheço e achar que estavas melhor com ela que comigo. É isso. A existência dela faz-me confusão desde que, há um ano, me disseste que podias trocar-me. Porque já não me aguentavas. Já não aguentavas tudo o que eu te fazia suportar... E eu entendo. Mas e agora? É que eu sei que mudei, eu sei que me transcendo todos os dias... Mas não sei até que ponto é que tu podes continuar à espera, eu não sei quando é que vou matar o Dragão de uma vez... Não sei. E ela incomoda-me. E não quero chorar. Portanto tenho que parar de escrever. Amo-te.
"Gostava de saber o que vêem os teus olhos quando me vêem."
Pedro Chagas Freitas, a escrever coisas que se adequam ao que eu sinto, quando eu sinto. E só me vem um nome à cabeça: o teu.
Ontem passaste à minha frente sem eu esperar que o fizesses e eu congelei. Fiquei com o coração acelerado durante os minutos seguintes, a respirar com dificuldade. Parecia que tinha visto um fantasma vindo do além. Mas eras só tu. Só que não esperava ver-te. Acho que algures no tempo em que não te vi (uma semana) meti na cabeça que, apesar de te querer ver, não te ia ver mais. Não te ia ver brevemente. Então, quando isso aconteceu, foi uma surpresa. E eu congelei. Porque se não tivesse congelado acho que tinha ido atrás de ti. Que oportunidade melhor teria eu para saber se me reconheces ou se não? Não teria, não se desenharia nada assim à minha frente... Portanto fui burra. Estúpida. Tinha saudades de te ver.
domingo, 8 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Eu tenho feridas abertas de coisas que me disseste um dia e só me apercebo disso quando tu voltas a utilizar essas frases. E depois vou abaixo. Mas estarmos os dois em baixo não é boa ideia portanto eu tenho que permanecer em cima para te ajudar o melhor que conseguir... Que, para ti, não é nada... Dói, mas também passa...
Aquela parte do dia em que eu entro na faculdade e tu estás a sair do edifício à minha frente.
Aquela parte do dia em que eu tenho uma ideia que me faz perceber que tenho razão mas que me faz ficar triste na mesma.
Aquela parte do dia (porque eu ainda não tinha ido dormir) em que eu posso ver todas as tuas fotos no facebook porque o meu padrinho é um fofo e me deixou cuscar. E é nessa parte do dia em que eu tenho a total e completa certeza que quero mesmo conhecer-te. E que não sei o que fazer para isso...
Resumo da minha segunda feira quanto a ti.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
sábado, 24 de outubro de 2015
Caracol de hoje: a imagem que coloquei no instagram... estava à espera que fosses como sempre: um gosto e chega. E tive três corações. Azuis. Obrigada. Eu sei que isto foi uma só vez e que não me posso habituar mas... És mesmo a melhor do mundo. Eu gosto tanto de ti que até nem me importo que me magoes vinte vezes se na vinte e um fizeres isto...
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Não sei que raio de bicho é que te mordeu mas tu estás diferente. E esta nova Joana é estranha para mim. Surpreendente. Como se estivesses mesmo a fazer um esforço para mudares, por ti, como disseste que ias fazer.
Não estou habituada a que ouças o que te digo que me magoa e que me dês razão. Não estou mesmo, definitivamente. Mas enquanto permanecermos assim, sem discussões, fixe.
Não quero que te aconteça nada de mal. E depois os meus pressentimentos... Numa noite em que sei que tu vais sair. E sei o que aconteceu na vez anterior. Oh caramba, preocupar-me assim contigo estando tão longe de ti... Eu sei que tu tomas conta de ti, que tu te defendes. Mas custa-me, não saber. Só saber se tu contares. Tu poderes não contar porque achas que não vale a pena. Sei lá, eu sei como és...
Não percebo qual é a ideia: fazes-me uma pergunta, dou-te uma resposta e tu simplesmente não mostras que a vês, não a vês... Não sei. Quantas e quantas vezes é que eu não te expliquei já que odeio que me ignores? Mas pronto, fica na tua que eu fico na minha... Vou manter o que te disse na última vez que conversamos.
Eu só queria que houvesse uma maneira de eu perceber se aquilo que eu senti ontem, quando olhei para ti, se era verdade... Porque, pela primeira vez, eu senti que não estavas bem, que havia algum problema. E agora não tenho maneira de perceber se tenho ou não razão. Só gostava de ter, mas não tenho.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Prometo que fui sentar-me naquela mesa porque era a primeira vazia que estava no meu campo de visão. Prometo que não foi porque tu estavas duas mesas depois dessa... Prometo mesmo. Mas foi bom. Estar a trabalhar e olhar à volta e ver-te a rir. Ou olhar à volta e sentir que está toda a gente a queimar neurónios. Mas pronto, olhar e saber que estás no mesmo sítio que eu é uma coisa boa.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
O ar altera-se. No sítio onde eu sei que estás. O meu peito enche-se de um ar energético. É tão estranho. Como tu fazes isto comigo. E bom. É bom também. Tenho que passar mais vezes pela sala de estudo para ver se lá estás a fazer algum trabalho... desconhecia essa tua faceta, de a ver. Mas gostei.
Percebi hoje que róis as unhas. E que ainda ficas melhor de camisa do que eu pensava.
sábado, 17 de outubro de 2015
Eu não sei estar bem. A verdade é que eu aceito quando estou bem mas sei que vai durar pouco. Não fui feita para ser sorrisos. Mas também não acho que tenha sido feita para ser lágrimas. Não sei exatamente o que fui feita para sentir; mas sinto. E sinto que mais vezes me aproximo da minha escuridão que da minha luz. É por isso que sei que há, em mim, uma incapacidade de lidar comigo. Eu não sei lidar comigo, para estar bem. Não sei partir as correntes que me prendem nem largar as amarras que me impedem de respirar. Não sei como me fazer explodir em verdades concretas que me façam ser. Ser mais do que sou hoje. Ser sem medo de ser. Não sei corrigir as falhas do que sou. Embora me esforce por encontrar forma de o fazer. Só que caio; para perto da escuridão de onde saí recentemente. Porque isto é um ciclo: eu não sei estar bem.
Eu sei que me vou esforçar para ser uma madrinha muito mais presente do que tu foste (és) para mim. É por isso que mando mensagens à Ritinha durante a semana quando há reunião e que falo com a Daniela no fim de semana, logo de manhã. Vou esforçar-me para estar sempre em todos os momentos e também dar-lhes espaço. Vou ser melhor que tu...
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Falar contigo sobre o assunto quando não estou contigo não é bom. Porque eu estou sozinha e acabo com lágrimas nos olhos e a ter que me acalmar sozinha. A implorar-te para parares o teu raciocínio porque não consigo continuar com a conversa. Isto dói-me. Isto dói-me tanto. Eu sei que já cresci muito... mas também sei que ainda me falta tanto. Ainda falho tanto. E tudo em mim hoje me dói.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Estou sentada nas bancadas com as duas Ritas e passa uma comissão. Que eu não percebi que era GRH até te ver no fundo. E a Rita olha para mim. E eu não gosto da sensação de ela saber que eu vou procurar-te com os olhos e acalmar quando te vejo. Ou melhor, eu não sei o que ela sabe; mas não gosto da sensação de saber que ela sabe o que acho de ti.
Mas ver-te trajada anima-me sempre o dia. E ver-te, de qualquer das maneiras, também. Porque és tu. Eu quero tanto - tantinho - poder conhecer-te.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
O facto de te começar a ver em todas as pessoas... talvez não seja bom. Esta minha necessidade de te ver está a começar a atingir níveis estranhos. Passando num sítio onde era impossível estares e haver pessoas com laivos a ti... Eu não sei se isto é bom para mim. O melhor que posso fazer é explodir aqui e ignorar.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Aquela parte em que eu chego ao café, olho em volta, vejo que a tua irmã não está lá e queixo-me de não a ver. Despeço-me do mundo todo, brinco contigo e depois vou a correr para a faculdade. Quando chego à faculdade olho em volta e ela está lá sentada com algumas colegas sentadas na bancada. E o que é que eu faço? Tenho que te mandar mensagem porque o bónus estava ali, afinal! Não estava perdido no café como sempre. Estava na faculdade só para eu ver. Uhuh.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
domingo, 11 de outubro de 2015
Nunca pensei que pudesse acontecer. Principalmente depois de todas as discussões e todas as coisas más que nos envolveram. E ter acontecido dois dias antes de ires para Madrid então. Estas coincidências da vida vão sempre ser motivo de revisão mental para mim. Fazem-me impressão e fazem-me ter a certeza de que a vida não é, nunca, como nós esperamos que seja. E que temos que fazer de tudo para que as coisas que queremos aconteçam. Eu vou sempre lutar por ti. Eu vou sempre estar aqui para te agarrar e para te colocar um sorriso na cara. Eu vou ser sempre um ponto de abrigo para ti. É isso que quero ser.
"Não me arrependo de ter quebrado o orgulho", esta era uma das coisas que eu não esperava ouvir-te dizer. Não esperava mesmo. E soube bem saber que, pelo menos, agora, não te arrependes de ter vindo ter comigo. Não te arrependes do que estamos a construir. É bom. Espero que assim permaneça. É sinal que estamos cada vez melhor.
sábado, 10 de outubro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Sei que tu não ficaste bem, sei que não me sentiste totalmente contigo. Sei que não estavas à espera de que eu fosse tão fria, talvez. Mas eu fiz de propósito. Eu tive que o fazer para demonstrar que existe uma linha que não é ultrapassável. Porque não é; já foi, já não é. E olhar para ti e saber que és quem és e saber que não sinto o fogo que sentia, deixou-me muito feliz. Mesmo muito. Só me deixou triste a parte em que não te pude abraçar convenientemente na despedida. Foi uma despedida à pressa. E que não me abraçaste convenientemente quando nos vimos porque estávamos com as tuas primas.
Sei em que página estou. Sei quem quero. Sei o que quero para mim. E saber que te tirei um peso de cima por ter percebido isto ao pé dela também me ajudou. Sinto-me muito melhor com tudo. Sinto-me muito melhor comigo mesma.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
A semana passada não deu porque eu já tinha o jogo do Belenenses... Esta semana não dá porque a tua melhor amiga precisa de ti... E nós, quando nos vemos? Fiquei tão triste quando me deste a notícia... Tão triste. Tenho tantas saudades tuas. De estar horas contigo sentada a conversar sobre tudo. Porque nós temos tanto para conversar. Tanto.
Só espero que na próxima semana dê...
terça-feira, 6 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Obrigada pela companhia que me fizeste ontem. Obrigada por te teres disponibilizado a ouvir-me e a ouvir tudo o que tenho enrolado no cérebro. Mas eu não vou fazer isso. Eu não vou magoar-te gratuitamente. Principalmente quando estamos a tentar uma coisa nova. E esta coisa de ninguém saber que nós falamos... Não sei o que é suposto tu «ganhares» com isto - sem ser paz de espírito. Como se tivesses vergonha de voltar a falar comigo. Eu não tenho vergonha de ti, de continuar a tentar ter uma amizade contigo. Certo ou não... Acho que está a resultar alguma coisa. Porque estamos calmas, estamos cá quando temos que estar, queremos saber uma da outra. Pode ser que seja isto que precisamos. Um segredo estranho entre nós. Que agora, provavelmente, já não é segredo nenhum porque acabei de o escrever aqui. No entanto, obrigada. Mas não sou burra ao ponto de despejar tudo o que eu sei que queres saber de mim quando sei que tu não fazes o mesmo. Tal como não estás preparada para voltar a confiar "cegamente" eu também não estou. Não sei se isto resultará ou não. Não quero entregar-te pedaços de mim que te façam mal. Eu sei que a Léo te faz mal. E sei que o puto te faz mal. E não vou ser burra ao ponto de te falar sobre eles. Por muito que tu insistas. Mas obrigada, baby.
Não sei se fiz a escolha certa e isso assusta-me. Não sei se estou a fazer o que é certo para o meu futuro e isso dói-me. Não sei se estou a chegar a algum lado. E tenho medo. Montes dele. E estou sozinha. Ontem custou-me muito. Sei que foi o primeiro impacto, sei que foi o choque inicial. Eu sei. Mas, apesar de tudo, não pensei que me sentisse tão em baixo. Tão derrotada. Tão sozinha. Tão no meio de tanta gente inteligente e eu simplesmente ali, a pairar. Eu sei que hoje vou voltar e vou (talvez, espero eu) ver as coisas com outros olhos. Mas não sei se fiz a escolha certa. E quero voltar para a segurança das aulas com os meus. Com professores que já me conhecem. Numa licenciatura que eu tinha a certeza que queria. E agora respiro fundo e vou. Arranjar-me. Para sair de casa, tratar de papelada e voltar à carga. Espero chegar à noite com um humor melhor do que aquele com que me senti ontem. Menos assustada. O que mais me dói é tu não estares lá comigo. E a mensagem que te enviei não ter sido respondida... Eu não saber de ti. É isso que me dói. Porque o suposto era estarmos, as duas, a sentir-nos à deriva mas juntas. E não estamos juntas. Não sei o que é o teu abraço desde sei lá quando. Fazes-me uma falta danada.
domingo, 27 de setembro de 2015
Esta semana estava a dar cabo de mim, em termos mentais, porque há um ano, esta semana, acabou meio mal. Muito mal. Então, na minha cabeça, eu não sabia o que nos poderia acontecer. Eu sei que estamos diferentes, estamos muito melhor, sei que caminhei tanto. Mas sei que, para ti, não é suficiente. E atenção: para mim também não é.
Teres-me pedido para te rasgar a capa esta semana foi um sentimento do caraças. Senti-me tão feliz. Senti-me tão bem. Tu fazes-me sentir tão bem, tão eu. Posso ser tão eu própria contigo. Eu só quero fazer-te sentir tão bem como tu me fazes sentir a mim. Eu quero continuar a avançar. Contigo ao meu lado. Com a certeza de que não vais embora. E tu agarraste-me com força na mão e disseste que não ias abandonar-me. Espero que não o faças. Porque não sei... Não sei quanto tempo é que falta para tudo isto acabar. Eu vivo um dia e um momento de cada vez e cada vez que agarro um, sou maior do que no momento anterior, porque estou a lutar por mim.
Na quarta à noite, a Ana proibiu-me de subir a avenida para ir buscar os materiais por saber que nesta semana sofro sempre muito dos pés. Mas eu, teimosa como um raio, e com os pés absolutamente frescos de manhã, decidi que ia fazer o contrário do que ela tinha dito. E subi a avenida. E foi o melhor que podia ter feito. Quando estamos a descer, de sacos na mão, estão alguns representantes de curso a descer para se reunirem no café. Entre eles, tu, de cabelo molhado e sem estar apanhado. Olhaste na minha direção. Podia ser para a Ana. Podia. Mas já a tinhas visto. Portanto também podia ser para mim. E vamos achar que era. Porque ficas completamente diferente sem ter o cabelo apanhado. E senti-me realmente feliz, realmente com energia para aproveitar o resto do dia. E a Ana olhou para mim e disse "se calhar não devíamos ter vindo por aqui mas ainda bem que viemos", e eu também acho. Ainda bem que decidimos que era melhor ir pelo meio da estrada. Porque assim vi-te, coisa que me andava a fazer espécie durante o resto da semana que não te vi. E assim vi-te durante mais vezes nesse dia. Numa das vezes passaste tão perto de mim que até me esqueci de como é que se respirava. Inspira, expira. Tive sorte de ser a Ana à minha frente porque lhe agarrei o casaco com uma força dos diabos.
Pedidos de apadrinhamento serem ao início do ano, durante a semana de praxe, é a coisa mais estúpida em termos de "regras" que podiam ter inventado. Deviam ser ao final, quando as pessoas já se conhecem, antes do Enterro, para o batismo da capa, do vestir o traje. Quarta feira foram os nossos. Embora eu tenha visto outros cursos a ter pedidos mais tarde. Provavelmente não fizeram todos os batismos ao mesmo tempo. O que importa é que sempre me doeu o coração por não ter afilhados. E principalmente este ano. Que dei tudo o que tinha e não tinha. Que estou a receber elogios por todos os lados pela forma como me modifiquei. Quando começo a ver toda a gente a ter pedidos de apadrinhamento e eu de parte... Olhei para o vazio e tentei acalmar-me. Até que, minutos mais tarde, me sento num banco e as minhas companheiras sentadas começam a falar no assunto do dia. Aguentei até sentir que ia explodir. E virei as costas simplesmente. Com o João não consegui mais do que soltar umas lágrimas e dizer que não queria falar, ele veio atrás de mim, estava por perto e percebeu que eu estava perturbada. Durante o tempo em que estive com ele não atendia o telemóvel, tinha chamadas perdidas de pessoas preocupadas, mensagens aos montes. Quando me acalmo e volto para lá, para perto dos caloiros e da comissão, a Ana chama-me. E foi a viragem. Na semana. Por completo. Caí mas levantei-me, com a ajuda dela. Com a ajuda de uma das pessoas que menos esperava. Com a ajuda de uma das pessoas em quem sempre tive medo de confiar. Foi por ter batido tão no fundo que explodi muita coisa que me estava a pesar. Porque com os pedidos vieram todos os outros assuntos ao mesmo tempo, puxando uma pequena linha por um, vieram todos os outros e o peso em mim era cada vez maior. Chorei, aguentei o choro, falei, embarguei a voz. Sempre a medo. Mas explodi tudo o que tinha guardado dentro de mim. Foi ela que me fez prometer falar-lhe quando não estivesse a aguentar qualquer coisa. Promessa de mindinho mesmo. E aguentei os batismos, as fotos dos outros, tudo. Porque não era só eu de parte, percebi que éramos cinco ou seis ao todo. O pior de tudo foi o batismo ser de um lado do lago e do outro lado estar a comissão de GRH, sem ela, mais uma vez. O facto de não a ver durante os dias desta semana em que a podia ter visto e podia ter-me mostrado mais estava a fazer-me ir abaixo de uma maneira incrível. Foi um dos pontos que me fez sentir tão no fundo nesse dia. Não estava a dar para cumprir o que queria, o que tinha pensado na minha cabeça.
No entanto e apesar de tudo, quarta foi um bom dia. Quarta foi um muito bom dia. Senti a minha força. Senti que o meu trabalho estava a ser visto e senti, sobretudo, que aquilo que me foi dito naquela reunião antes do verão, não correspondia à verdade, pela primeira vez.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Tenho que escrever, sobre quarta. Sobre o quanto me senti no chão e o quanto avancei ao mesmo tempo. Em tempos decorrentes. E depois tenho que escrever sobre quinta e a minha leveza na alma. E agora tenho que me despachar porque tenho reunião e depois é festaaaa. Portanto, amanhã, eu escrevo, depois de dormir. Espero que com muito boas recordações da noite de sexta, preciso disso.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
domingo, 20 de setembro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Finalmente consegui descortinar todos os nós em novelo que se amontoavam no meu cérebro e consegui dar-lhes um sentido específico, daqueles que eu compreendo. Finalmente percebi todas as vertentes que me enervavam o espírito e posso dizer que estou tranquila quanto a tudo o que desagua no teu nome. Finalmente percebi o que se vai manter por cá - em mim - e o profundo do que representas. Não podia ser só o que era. Tinha que ser mais qualquer coisa. E é. És. Representas todas as vezes em que me senti invisível e que fingi que não sentia nada. Representas todos os pontapés e safanões que a vida me deu através de pessoas que por mim passaram e eu deixei passar, ignorando-os. É por isso que é tão importante para mim que tu me vejas. Porque tantos outros não me viram. É impressionante deixar arrastar estes sentimentos cá dentro e agir como se não existissem para, depois, anos mais tarde, surgirem em enxurrada e acabarem todos em ti. No desespero de querer que me visses. No desespero de não perceber por que é que não me vias. Pode ser completamente irracional e pode não ser perceptível aos outros mas dentro de mim faz um sentido tão verdadeiro que só pode sê-lo. Eu sei; eu sei o que se vai manter por cá e sei que vou lidar com isso. Melhor agora porque já compreendo. Vai manter-se a necessidade de te saber ver, de te saber sentir. De saber que és tu que passas por mim mesmo sem olhar para trás. Vai manter-se aquele frio na barriga quando tu olhares na minha direção, mesmo que eu não tenha a certeza cem por cento segura de que é a mim que vês. Vai manter-se aquela admiração desmedida que tenho pelo que és, pelo que percepciono. Pelo que não conheço mas vejo, por observação. Vai manter-se o querer ser como tu és. O querer a força que tens. O ambicionar o carisma que te envolve. A dedicação com que pareces ser construída. Vai manter-se a certeza de que não és má como te pintam porque já tive a certeza que não o eras. Vai manter-se o querer conhecer-te, querer desvendar-te o espírito, querer ter a certeza de que mistério és feita. Porque és feita de um mistério como vejo poucos. Tudo isto se vai manter e eu estou tranquila quanto a isso. Finalmente estou tranquila quanto a tudo isto e só desejo avançar. Avançar, com cuidado, para a parte em que poderei - ou não - dar mais de mim, mostrar-me mais, se assim for acontecer. Não sei o dia de amanhã, não sei o que me espera, mas carrego comigo uma tranquilidade muito certa como há muito não sentia. Estou tranquila.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Às vezes, (mas só mesmo às vezes) faz sentido agradecer a todos os santinhos e cenas pequenas que se juntaram e decidiram que ias fazer parte da minha vida. E faz sentido fazer isso porque nos aturamos todos os dias, sem falharmos nenhum. Porque estamos. E porque és a minha informeira preferida. E é a ti que dou todas as Léo-notícias na hora. Te amo, Ana Lúcia Pereira.
Finalmente. Finalmente sinto que estou a chegar a algum lado. Finalmente sinto que começam a ver-me e a perceber que estou cá, que faço parte. Que quero ser. E isso deixa-me contente, deixa-me realizada. Só tenho que continuar com este ritmo de trabalho e poderei tornar-me muito melhor do que até hoje fui.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Eu sei que estou a avançar quando, em vez de pensar que não consigo, estou a arrumar maneiras na minha cabeça de conseguir ultrapassar isto. Uma pontinha de cada vez. E estou a fazer isso sem ter de discutir cada ideia que me passa pela cabeça contigo. Assim é um dois em um: uma surpresa - se conseguir realizá-la - e um avanço enorme. Em três ficam a faltar os dois (mais importantes) mas dois.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
A manhã de hoje foi demasiado surreal para sequer eu pensar que pudesse existir. Eu sei que meti na cabeça que te ia falar e que tu ias saber quem eu era mas eu não sabia que era possível eu conseguir fazer isso já assim. Eu sei (porque eu sinto) que estou cada vez mais visível para ti. Podes não saber o meu nome mas sabes a minha cara. Olhas na minha direção. E falas-me. Mesmo que seja só quando tens que pedir que se façam certas coisas. E é mais fácil pedir a trajados do que andar atrás de todos os caloiros. Obviamente. Só que... tu podias ter feito isso e pronto, acabava aí. Mas quando eu me meti contigo do tipo "ainda agora disseste uma coisa diferente, é para cá ou para lá?", tu disseste, a sorrir, que era "tipo tetris". E o meu coração gostou. Gostou muito porque tetris é a minha cena. E, pelos vistos, também a conheces. Dizem que és má... Gostava de ver uma praxe dada por ti para saber se és tão má quanto te apelidam porque não me parece que isso seja sequer verdade. És um exemplo daquilo que eu gostava de ser e tenho estas primeiras semanas para mudar e procurar isso. Fazer-me melhor do que sou. Fazer notar a minha presença.
O que me custou mais durante a tarde foi não te ter visto na tribuna ou em nenhum dos jogos. Desapareceste durante horas. E eu não gostei. Quando voltaste, eu sabia que eras tu. Mesmo de costas. Adoro quando te conheço de costas. O meu poder de observação é o máximo.
Além disso, a Ana estava comigo quando tu me falaste e viu bem o meu "OMG, nem acredito que isto acabou de acontecer!", ao que isso abriu sinal a reiniciar a conversa que paramos no dia do jantar da Bênção, aquela em que eu lhe pergunto se ela sabe se vais ficar no ISCTE este ano ou não... será que se eu soubesse que não ficavas que o meu comportamento todo o verão tinha sido diferente? Menos sonhos, menos tu... será? E ela prometeu... que não ia contar isto a ninguém e que ia fazer com que eu te conhecesse. Tenho medo. Sempre senti que não podia confiar muito nela mas isso anda a mudar, pelo menos quanto a uma coisa tão estranha como o tópico com o teu nome (cada vez mais real para mim)... E não quero ser apresentada, quero só ser conhecida, assim, à medida do possível crescimento de cada dia. Tendo eu a certeza que também é pelas minhas mãos.
domingo, 13 de setembro de 2015
She: (...) Eu não ando bem. Eu só preciso de chorar muito sem perguntas. Só chorar e berrar sem que me perguntem porquê.
I: Então chora e berra. É nestas alturas que eu devia de estar ao pé de ti. Só estar. Sem perguntas.
She: É nestas alturas que eu precisava mesmo de uma amiga.
I: Agora doeu.
She: Não.
I: Enfim. Passando à frente.
She: Uma amiga aqui. Tu.
I: Está bem...
She: Uma amiga aqui à minha frente.
I: Sim, eu... Desculpa.
She: Que tinhas de ser tu. Mas custa estares atrás de um PC e eu saber que aqui não tenho ninguém.
estou com lágrimas nos olhos porque tive curiosidade em reler-nos, em saber o que nos aconteceu ao longo do tempo em que temos aquilo que faz de nós o quase diário. e saber que te tenho comigo, por muita porcaria que nos tenha acontecido, é uma dádiva. e eu tenho muito mas muito orgulho em nós. no que conseguimos ultrapassar. no que conseguimos ser. e gosto tanto tanto de ti.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Só preciso de dizer que depois de ontem queria ver-te hoje outra vez. E que perdi uma oportunidade de ouro de falar contigo... Só de pensar que me atrasei e que estava no comboio enquanto tu estavas a falar com a Raquel... Castigo divino. Estive o dia inteiro a levar com ela e o seu bem feita, não a viste, não tivesses chegado atrasada.
E não te vi. Hoje não te vi. E prometo: vou conhecer-te. Primeiro vou falar-te. Primeiro isso.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Aquela parte em que eu me estou a despir e a vestir o traje com duas colegas minhas e tu entras para a casa de banho com outra representante de curso... Aquela parte em que olhas para mim ao início da manhã, antes de entrares no auditório, quando sais, quando sobes as escadas e eu estou a descê-las para ir almoçar, quando vens pelo mesmo elevador que eu (mesmo com mais pessoas, incluindo a Rita) e me fazes rir do que dizes, quando estás lá em baixo, depois de fumares, e olhas para cima e trocas o olhar comigo... Quando sobes o elevador e eu estou à entrada da casa de banho... Hoje sim, tive a certeza que me viste e que não era invisível. Cada vez que ouço o teu nome quero saber do que falam... Quero juntar todas as peças que tenha à disposição, quero desvendar-te. Conhecer-te o mistério, a força, o carisma.
Não tenho qualquer tipo de palavras para explicar o que aconteceu durante o dia... E eu gostava de as ter mas estou cheia de ti e cheia da nossa troca de olhares constante. De cruzar de olhares contigo. De ter a certeza que me estavas a ver. Como eu te vejo a ti sempre que passas. Hoje sinto que não fui tão invisível como sempre me senti e isso fez-me bem... O que eu procuro é não ser tão invisível. E hoje não fui. Revejo e revivo tudo o que aconteceu hoje e sinto-me especial por ter sido assim. Apesar de saber que eu senti mais, por já te ter visto antes... Mas eu quero conhecer-te. Eu quero conhecer-te. E sei que isso pode ser impossível mas tenciono tentar, tentar mais.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Tremi. Toda eu foram tremores quando cheguei ao bar e tu estavas à minha frente na fila. Porque eu não estava à espera de te ver lá. Porque eu só te devia de ter visto trajada, no CP, com os outros dezasseis representantes, na reunião. E não de calças de ganga e camisa branca à minha frente na fila à hora de almoço. Cabelo apanhado, descontraída. Tão tu. Portanto, sim, tremi. E depois controlei-me, acalmei-me, fiz outras coisas que tinham que ser feitas. Trajei. E preparei-me para estar uma hora inteira sentada à tua frente. Não só à tua mas... Tu e os teus olhos. Comigo a achar que tocaram nos meus duas ou três vezes... E foi isso.
Estou pronta para te ver amanhã outra vez. E depois estou pronta a enfrentar o que aí venha.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
I: «Vais não me falar durante uma semana?»
She: «Não!»
Caminhamos para isso, domingo fui eu que te falei, segunda não disse nada, nada me disseste, terça igualmente. Estamos na noite de quarta e nada mudou. Eu não vou dizer nada. Continua... Estás a provar que te viras bem sem mim porque se não estivesses bem eu já tinha tido alguma notícia tua... Portanto está tudo bem contigo e não precisas de mim para nada nem faz sentido dar-me notícias ou sequer saber se eu estou bem. Fixe.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Já sei...
que não mereço surpresas de última hora porque não sabes escrever.
que não mereço que lutem por mim (tu) porque não sabes lutar.
que não sou boa o suficiente.
que devem desistir e abandonar-me. porque a minha amizade nunca foi suficiente.
que não pertenço onde estou.
que não sei o que fazer da vida.
que não tenho amigos aqui e
que sou a única que é responsável por isso.
que estou a ficar gorda.
que não me mexo.
que não faço nada em casa.
que sou preguiçosa.
que não pertenço à comissão e que não sabem o que lá estou a fazer.
que, por muito que tente mostrar diferença, não está a resultar, sinto que não estou a ir a lado nenhum.
que ninguém me conhece porque não me dou a conhecer.
que não mereço uma foto contigo porque tu só tiras fotos com o teu namorado.
que não mereço as surpresas pequenas de frases que, às vezes, me fazias porque nunca as fizeste. mentira.
que sou a única a combinar horários e quando eu não falo... não se combina nada.
que mereço sentir que
que não mereço as surpresas pequenas de frases que, às vezes, me fazias porque nunca as fizeste. mentira.
que sou a única a combinar horários e quando eu não falo... não se combina nada.
que mereço sentir que
que estou sozinha -
que, mesmo assim, sou eu que faço isso a mim mesma.
eu já sei.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Orgulho-me de ser quem sou. Conheço-me melhor agora e sei que não sou uma desistente. Não desisto à primeira dificuldade. Dou a cara à luta. Reviro tudo do avesso, discuto, grito e dou pontapés mas estou. Brigo forte mas estou. Sou má, ofendo, digo coisas da boca para fora. Digo coisas que, às vezes, não sinto totalmente. Depois acalmo-me. Peço desculpa. Peço desculpa mais uma vez, respiro fundo. Luto de novo. Mostro-me diferente. Dou mais. Até respiro fundo durante uns dias depois de discussões feias e espero pacientemente. E depois penso que as coisas vão melhorar e acredito. Mesmo quando digo que não acredito. Acredito piamente nas amizades, nas forças que unem as pessoas. Até que não dá mais: quando me mandam embora eu não insisto mais do que já insisti até aí. Quando me dizem que desistiram, quando eu vejo que sou a única a querer... Quando isso acontece, é altura em que não dá mais. E agora não dá mais. Dizem que longe da vista, longe do coração. Sei que não é bem assim. Pelo menos, não connosco. Mas espero por dias melhores: para mim. Porque para ti só tenho a dizer que és uma desistente, uma fraca. "Até nunca." Acredita que nunca odiei ninguém como te odeio a ti agora, foste uma total desilusão na minha vida. Vou esquecer-te e vou ser melhor do que alguma vez fui. Sem ti. Porque tu nunca quiseste verdadeiramente ficar. A verdade é essa, pura, dura e crua. FIM.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Eu podia deixar de pensar nisto mas não consigo. É que andas a elogiar-me mais do que eu (acho que) mereço. Dizias-me muitas vezes que tinhas curiosidade em saber (sentir) pela forma como te beijo... Agora passares isso para eu ter um dom... É demasiado. É coisa de me ficar na cabeça durante muitooooo tempo. É um elogio demasiado forte para mim.
Podia escrever muita coisa mas acho que "És a melhor do mundo!" chega perfeitamente. Eu sem ti não era metade do que sou. És tu que me fazes querer ser melhor. Adoro-te até à última galáxia descoberta pelos cientistas.
«O caminho da vida é longo mas agora que te encontrei sinto que a tarefa é mais fácil porque não estou sozinha. Dê por onde der, eu sei que te tenho comigo. E é completamente recíproco. Porque não te esqueças que nos conhecemos há vidas. E vida após vida vamos voltar a cruzar-nos. Se o universo deixar e os tubarões continuarem a existir - se os humanos não os matarem a todos. E até mesmo quando isso acontecer. Nunca te esqueças, eu gosto de ti ir e voltar à galáxia mais longínqua do sistema solar e gosto de ti a passos de caracol. Para demorar mais. (..) meu bicho, (...) melhor do mundo.»
«O caminho da vida é longo mas agora que te encontrei sinto que a tarefa é mais fácil porque não estou sozinha. Dê por onde der, eu sei que te tenho comigo. E é completamente recíproco. Porque não te esqueças que nos conhecemos há vidas. E vida após vida vamos voltar a cruzar-nos. Se o universo deixar e os tubarões continuarem a existir - se os humanos não os matarem a todos. E até mesmo quando isso acontecer. Nunca te esqueças, eu gosto de ti ir e voltar à galáxia mais longínqua do sistema solar e gosto de ti a passos de caracol. Para demorar mais. (..) meu bicho, (...) melhor do mundo.»
Sinto que finalmente estamos a chegar a algum lado. Sem me sentir pressionada a dizer coisas, a contar coisas, a falar contigo. Sinto-me livre contigo, como não sentia há muito tempo. Espero que assim continue porque nós éramos assim. E depois deixamos de ser. Mas temos que permanecer assim. És muito importante para mim. E eu sei que sou o mesmo para ti.
Estou francamente curiosa com o que andas à procura de prenda de aniversário para mim. Mesmo!
21 de Agosto de 2015
Eu estava nervosa por te ver. Tinha medo que não fossemos iguais pessoalmente ao que somos virtualmente. Tinha medo que tudo fosse pouco parecido. Mas caramba, não é. Não és. Somos exatamente iguais. Somos ainda melhores. Livres, sorridentes, lindas. A tua amizade é das coisas mais certas que eu tenho na vida. Tu és das coisas que eu posso dizer que é para sempre, okay? <3-te,
E eu sou mesmo uma sortuda por todas as amizades que tenho e por todas as pessoas que tenho comigo. Cada dia sinto mais isso. Sortuda!
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Tenho frio. Ofereces-te para me ir buscar a camisola. Vais. Dás-me a camisola e dizes para eu vestir. Se preciso de ajuda para a vestir. "Pensava que preferias da outra maneira". A tua irmã e o Cláudio começam a rir-se. Tu ficas a olhar para mim. Até que percebes. A tua cara quando percebes as minhas provocações subtis é a melhor.
20 de Agosto de 2015
Ver-te é sempre uma alegria e um tremelicar no meu sistema. O teu sorriso ao pé de mim. Nós a sermos felizes juntas. Eu a relembrar-me do quanto já cresci só de te olhar. E o teu abraço, sobretudo o teu abraço.
Só que ver-te, desta vez, ainda foi melhor. Ainda tenho os braços marcados por causa das horas seguidas a jogar voleibol. Nunca tinha jogado contigo. Na verdade, apenas te tinha visto a jogar. Nunca tinha jogado diretamente contigo. O meu desejo concretizou-se. E se há pessoa que merece que eu fique com mais uma negra no braço só para me baixar e fazer uma manchete a um remate... És tu. És a maior. Mesmo quando me molhas com a água e quando corres para a ilha literalmente. E nadas muito muito muito bem. E és linda. E eu gosto de ti.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
O que me está a custar mais é as noites sem ti. Sem adormecer ao teu lado, cansada, e a mandar-te calar. A dizer que tenho sono e que tens que parar de falar. Sem ter as tuas mãos nas minhas. As tuas pernas a enrolarem-me o corpo. Sem sentir o acelerar do meu coração sempre que os teus dedos me percorrem o corpo. Sem me chamares forninho. Sem ti. As noites sem ti... Não são boas. Fiquei mal habituada. És o melhor do mundo. Obrigada por tentares, vez e vez seguida, e por me limpares as lágrimas. Por me abraçares a cada pequeno ataque meu. Por ficares por perto enquanto eu me sinto a pior pessoa do mundo. És tão o melhor. Amo-te tanto.
Estava muito bem na minha ida pela estação, cheia de malas, e com medo de chegar atrasada ao autocarro e não o ter por ele já ter ido embora. E, de repente, oiço uma voz que conheço. E penso: não, Rosa, estás a sonhar. Mas não, Rosa, não estavas a sonhar. Então eu ... quer dizer, tu tinhas que estar precisamente ali àquela hora quando eu estava? Não podias ter passado ali, depois de eu lá ter estado? Em mil sítios de Lisboa, tinhas que estar em Sete Rios?
Eu não percebo. Se eu já estava a bater levemente mal da cabeça por saber que te ia voltar a ver em menos de nada... Tinhas que me aparecer à frente antes do tempo? Não é suposto, não é.
terça-feira, 18 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
«- O que sentes?
- Sinto que ela se pode ir embora a qualquer momento por não aguentar. Mas eu não vou deixar de fazer a minha vida e lutar pela minha relação por saber que ela está mal, percebes? Eu não me arrependo do que "vivi" com ela, mesmo sabendo que quase traí o João e que, para muita gente, o que eu fiz é uma traição... Mas eu não me arrependo. Porque eu sei que ela é a mulher da minha vida. Mesmo com todas as merdas, ela encaixa em mim. E eu tive oportunidade de descobrir isso. Há quem nunca tenha. É por isso que não me arrependo. Mas sei que agora não voltava atrás. Só consigo lutar pela amizade dela. Eu estou demasiado ligada ao João. Os últimos meses fortaleceram-nos de uma forma incrível. Se é possível, todos os dias gosto mais dele, me sinto mais sortuda por o ter comigo, mais sortuda por tudo o que ele me dá. Ele é a minha pessoa. Ele é tudo o que eu sempre quis. Percebes? Eu não quero perder a Joana. Mas eu não vou perder o João. (...) Ela é a minha menina, não vou desistir dela tão cedo, vou sempre ter uma porta meio aberta para ela entrar e se vir aninhar no meu colo. Mas o João é prioridade.»
Vais fazer sempre as perguntas certas. Obrigada, L. Por t-u-d-o. Okay?
A tua prenda, para mim, foi voltares. E finalmente percebi o que te vai na alma. Tu queres-me por inteiro. É isso que te afasta. Fazemos assim: por inteiro tens a minha amizade, a minha dedicação e toda a preocupação do mundo. És a minha menina. Eu não vou desistir de ti fácil. Tu vais ter sempre um lugar em mim. És o meu te.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Gosto de ver que antes lhes chamávamos dark mas que hoje esse é só o nome, só porque sim, só para ser mais fácil. Porque estão mais coloridos - brilhantes - do que antes. Estão a mudar, à medida que nós mudamos com eles. À medida que deixamos de nos focar só no lado escuro e trazemos coisas maravilhosas para dentro deles. E é isto que te quero dizer. Isto e isto: amo-te e à tua felicidade.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Tu sabias que eu tinha comentado a foto dela porque viste isso. E tu foste comentar a seguir a mim precisamente uma frase que me dói... Tu sabes que eu sempre tive ciúmes dela e foste esfregar-me isso na cara de propósito... Obrigada por me teres feito saltar lágrimas dos olhos. A sério, obrigada. Estúpida. Tu fizeste de propósito. Eu sei que fizeste. Eu sei que estás atenta e já deves ter percebido que eu comecei a falar com ela e queres saber...
E eu nunca nunca nunca pensei explicar-lhe que tinha ciúmes dela. Essa parte foi muito boa! Ela não é nada do que eu achava que era, ainda bem que falei com ela aquele bocadinho para perceber isso.
O que mais me arde cá dentro é o facto de eu sentir que não mereço que tu faças nada por mim. E foi por isso que me afastei. E é por isso que não vou ter contigo. Porque não vale a pena continuar a fingir que tu irias fazer alguma coisa por mim quando chegasse a altura disso. Já aconteceu ter chegado essa altura e eu tapei os olhos com força para não ver. Desta vez não deu para tapar. Desta vez não deu. E, por isso, desta vez, afastei-me de ti o máximo que consegui. Só que tu ainda te afastaste mais de mim; tu não falas em mim, tu não falas comigo, tu não me vês (não me mostras que vês, como eu faço, pelo menos)... Tu nada. Tu estás a conseguir viver sem mim. Ardes(-me).
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Às vezes, gostava só que estivesses com outra pessoa que já te pudesse ter dado mais que eu. É isso. Porque eu não sei quando é que te vou conseguir fazer feliz... E eu sei que tu esperas. Mas também sei que podes perder a cabeça e não ouvires os meus pedidos de "tens que parar". E eu posso ficar assustada com isso. E posso garantir-te que está tudo bem porque tu não estás bem, porque te ficaste a sentir a pior pessoa do mundo, porque tens medo que eu me afaste depois de teres não-parado-durante-dois-minutos-que-pareceram-horas, e tu saberes que não está porque me conheces tão bem.
Eu tento lembrar-me de como me senti bem - porque sei que senti, a determinada altura, tu fazes-me sentir a única pessoa no mundo - mas a verdade é que só me lembro do medo que eu tive em que não parasses como te estava a pedir. É por isso que tento não me lembrar sequer desse momento. Já falamos sobre ele. Mas sei que quando estivermos juntos e sozinhos que vamos voltar a conversar sobre o mesmo. E não sei o que sentir sobre isso. Não sei se quero, tenho medo de abordar o assunto... É isso: tenho medo. Tive medo que não parasses... E, por isso, queria que estivesses com outra pessoa que não eu. Porque essa outra pessoa não teria medo. Essa outra pessoa já teria... enfim. Já chega.
Gostava muito de passar uma semana ao teu lado. Quero conseguir isso. E sei que estou quase a conseguir. E tu estás comigo, entre cada palavra não falada, entre cada dor no coração que não me deixa dormir por me sentir a desiludir-te... Tu ficas. E eu fico. Porque todos os dias me deito com o mesmo peso no coração e me levanto, no dia a seguir, pronta a combatê-lo. És tu. Não há mais ninguém que me faça querer ser melhor do que o que sou hoje. Tinhas que vir tu e arrebatar-me por completo. Tinhas que vir tu e me fazer abrir os olhos e perceber que há tanto que não estou a ver... Tinhas que vir tu para me partires, com todo o cuidado, todas as correntes que me prendiam. És tu. Meu.
Sinto-me tão contente por perceber que enquanto eu mudo, tu mudas comigo. Por ver todas as tuas atitudes e só te conseguir agradecer por ouvires cada reclamação que te faço e na vez a seguir melhorares tal qual como te pedi. Tu mudas por mim. Eu mudo por ti. Nós somos assim. A limar, devagar, todas as pequenas arestas que se colocam entre nós. Só me fazes amar-te mais e mais. E mais.
domingo, 26 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
Estou meio atordoada porque voltei a sonhar contigo. E sonhei que todo o mundo tocava piano, numa escola de piano, numa aula de piano. Esta minha cabeça anda a sair-me melhor que a encomenda. Já não sonhava contigo há uns vinte dias... Estava a melhorar. Piorei de novo? És tipo uma doença mental? Ai, sai de mim! Que o teu sorriso saia de mim, que a tua voz saia de mim, que a tua força saia de mim, que saias de mim.
Às vezes - quase todas as vezes, estou a querer enganar quem? - sinto-me a pior pessoa do mundo por causa do meu cérebro. Mas também sei que estou a tratar de mudá-lo. E nada me deixa mais feliz e tranquila do que isso: mudar-me porque sei que estou mal. Tornar-me uma melhor versão de mim. Uma versão de mim sem paranóias, filmes e medos constantes.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
domingo, 19 de julho de 2015
Eu tenho que escrever sobre o facto de termos deixado de falar... De te ter apagado do facebook, de ter apagado o número de telemóvel e de só te ter no instagram porque não sei mexer naquilo... Eu sei que tenho. Só não sei é se consigo. Porque quando eu escrevo fica mais real. E o quanto tu me magoaste já me dói o suficiente. Eu tenho a certeza que desta vez é mesmo a vez... porque eu nunca te tinha dito "acabaste de me perder" até quando o disse, e eu não brinco...
Eu cumpri o que prometi a mim mesma antes de ir de férias: não desistir. Em 15 dias apenas quatro não se ouviu o teu nome, indireta ou diretamente. Ainda não era bem o que eu queria, de forma nenhuma, mas estou muito mais perto de abraçar o meu objetivo e simplesmente me libertar de tudo isto e ser feliz. E tu vens comigo.
13-07-2015
O dia em que ele volta ao Sporting é o dia em que, sem eu planear absolutamente nada, te trago para o meu mundo, para a minha vida e te apresento como minha amiga. Coincidências? És a melhor do mundo.
13-07-2015
Tenho que escrever isto aqui: ninguém, MAS ninguém, (vá, talvez uma pessoa só!) sabe a minha felicidade. Saber que estás de volta é dar gritos, correr, dançar, rir e gargalhar, tudo ao mesmo tempo. É desta que compro uma camisola do Sporting com o teu nome. É desta, 47.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Vamos fazer um livro de regras sobre "como nos perdoarmos" para não nos perdermos. Não aguentava perder-te e eu sei, eu sei, que qualquer dia faço asneira. Eu faço sempre asneira em tudo. Não posso fazer asneira contigo. E o melhor de tudo é sentir que a ideia partiu de uma brincadeira minha mas que alinhaste e desenhaste-a no momento. Gostas tanto de mim como eu de ti e nem é preciso dizer nada. Basta estas pequenas coisas.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
sábado, 20 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Eu estava a melhorar da minha estupidez mental quanto à tua pessoa. E depois o facebook conseguiu que eu interrompesse este tratamento de falar de ti poucas vezes por dia e tentar que o meu cérebro fale ainda menos ... Oh, facebook, porque é que fizeste isto? Tinhas que me mostrar que eu não sou amiga dela... "pessoas que talvez conheças", morre, morre facebook...
domingo, 7 de junho de 2015
Eu precisava que ontem tivesses mostrado alguma coisa que não mostraste. O "porquê" eu não o sei. Mas eu precisava. Até posso estar a ser absolutamente injusta e teres tido dois dias de absoluto trabalho, pode ter sido... Mas não paraste uma vez para ir ao facebook? Não acredito, quando te mandei a primeira mensagem, na madrugada de sábado, estavas online... Foi de propósito que o fiz.
E depois de te ter mandado uma mensagem para o telemóvel, ontem à noite, eu precisava que me tivesses respondido. Mostrado algum respeito, sei lá. Mas nem isso. Que seja, então. Vamos não mostrar respeito. Duvido que te vá responder quando cá voltares; dependendo muito da forma como falas e do que tiveres a dizer... Porque, por agora, estou mesmo magoada com estes dias de silêncio da tua parte. Só me consigo perguntar se estás assim depois do ataque de ciúmes quanto a ela... E se for isso, estás só a ser estúpida, não tens razão nenhuma e estás a ser injusta.
Anyway, dois anos a aturar-nos. Era basicamente isto que eu queria lembrar.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Eu sei que preciso de escrever porque escrever me desenrola os pensamentos, todos embrulhados. Eu sei disso. Mas escrever também torna tudo o que eu sinto real. A escrita é quase que deixar de ter um segredo, expor-me, ficar nua perante todos os que me lêem. E eu não gosto de me expor. Ou melhor, eu gosto. Mas prefiro que poucos percebam exatamente o que exponho. Que só percebam aqueles que conhecem as entrelinhas do meu cérebro. Esses têm direito de as ler e as descobrir, as analisar, como se eu fosse um livro por ler e a cada enredo que escrevo lhes desse mais. Eu estava a dizer que preciso de escrever. E é verdade. Mas também tenho medo de o fazer. Porque sei que as letras me vão levar a ti. Já os pensamentos me levam a ti. Os meus olhos desejam ver-te a cada passo que dou. Procuram-te mesmo sabendo que não estás. Eu tenho medo que tudo me esteja a levar a ti, que eu não consiga ultrapassar estes dias em que me sinto tão estranha por ser invisível. Eu não gosto de ser invisível e é por isso que penso tanto em ti. Porque é um mistério para mim a forma como me tornaste invisível. Eu já não tenho uma grande auto estima, admito, mas ultimamente anda pior. Desde que tive a ideia brutal de carregar no botão sabendo que, provavelmente, ia acontecer o que agora está a acontecer. Não entendo e sei que enquanto não entender - ou não te voltar a ver - tudo isto vai andar num canto do meu cérebro quase como alarme. Volta e meia e toca. Deve ser por isso que desejo tanto ver-te. Mas não devia. Não devia mesmo.
E já está... És tão real aqui como nos meus pensamentos.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
Eu tenho que escrever isto agora se não depois passa da meia noite e já não faz sentido. Eu gostava de te dar os parabéns; mesmo sendo só aquela coisa de escrever no facebook para uma pessoa que só conheces de vista. Porque é isso. Ou melhor, nem é isso. Porque eu sou invisível, desconhecida para ti. E isso está a dar-me cabo da cabeça, aí se está! Eu arranjo coisas que me enlouqueçam, que me impeçam de dormir e que, quando durmo, ainda sonho com elas. Há duas noites que sonho contigo e começo a ficar farta. Não é que seja mau sonhar contigo porque não é. É bom. Faz-me acordar com um sorriso. Só que é mau porque é parte do ciclo do "não me conheces, sou invisível, nunca me vais conhecer" mas faz-me bem ver-te. Faz-me bem há tanto tempo que nem sei; talvez há dois anos que me faz bem e só agora é que consigo admitir isto. Minimamente em voz alta. Com voz derretida e melosa, possivelmente.
Admiro-te, admiro o que vejo de ti. Admiro há muito tempo e finalmente solto essa admiração para mais que pensamentos; deixo que sejam palavras. Deixo que se tornem voz, para poucos. Gostava de te conhecer, isso eu sei. Disso tenho a certeza. E também tenho a certeza que esta situação toda me está a dar cabo da minha sanidade mental e que tenho que fazer por esquecer. Por isso, peço-te cérebro, esta noite não me faças sonhar com ela, com o contorno dos olhos, com a voz e com o sorriso, com o carisma que dela emana e com a persistência que lhe noto no andar. Com a força que pressinto que tenha e com tudo o que já ouvi sobre ela. E que desejo conhecer. Cérebro, dá-me um desconto. Porque eu estou a escrever isto para me mostrar que vou fazer um esforço. Eu vou fazer um esforço para deixar isto ir... Porque já fiz demais; já lhe descobri o nome, já enviei o pedido e já fui recusada. E já chega... Ah, parabéns!
Crio-te uma etiqueta ou não? É que se ta criar és mais real ainda. E não podes ser. O verão vai ajudar a que isto passe, não vai? Vai. Tem que ajudar. Lá para Setembro logo volto a ver-te quase todos os dias - nas primeiras semanas - e depois logo vejo o que fazer com tudo isto. E depois posso não te ver mais e ... eu não quero não te ver mais.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Eu não sei o que se passou conosco, eu tentei saber, duas vezes, e nas duas vezes não obtive resposta. E agora estou a ficar fria. Não sei por quanto tempo. Nem sei se quero ser assim. Nem sei se vou explodir. Provavelmente vou. Mais tarde ou mais cedo. São coisas da minha cabeça mas se cá estão é porque eu as sinto. E tu devias ter respondido. Das duas vezes. E sabes perfeitamente que não estou bem e nem te esforças para perceber porquê. Não queres. Provavelmente uns dias sem saber de mim e já ... É, eu tenho esse péssimo hábito de ser esquecível.
domingo, 24 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
Obrigada, por não teres desistido de mim. Porque eu não desisti de ti. Não vou desistir. Recuso-me a desistir de ser feliz. E tu fazes-me feliz. Como nunca ninguém fez. Teres ido ontem à minha Bênção significou que não desististe. Mesmo quando disseste que não ias. E teres conhecido toda a minha família ontem - as pessoas que me querem bem - foi uma dádiva inesperada. Um convite único o de almoçares conosco, mesmo que não tenhas sido só tu...
Estou perto, de concretizar o derrube total dos muros que me prendem dentro de mim. Perto de me soltar. E vou fazê-lo contigo ao meu lado. Onde mereces estar. E depois? Vamos ser felizes pelo mundo inteiro, meu amor. És o melhor do mundo, fazes-me ser melhor. Prometo(-me) que falta pouco.
terça-feira, 12 de maio de 2015
És tão coitadinho a colocar frases no facebook com dicas... Eu sei perfeitamente que aquilo é sobre mim mas não tenho rigorosamente nada a ver com isso. Eu não tenho que te falar quando não quero. Eu não tenho que abrir a boca para dizer o que quer que seja só porque fica bem. Eu tenho que me sentir bem com as pessoas com quem estou e se contigo não me rio é porque não há motivos para eu me rir. E se com eles havia, óbvio que me ri. E eu não te falei de maneira nenhuma, ficaste logo todo picadinho porque não te disse para vires comigo.... Mas tinha que dizer porquê? Eu sei lá o que vou fazer amanhã quanto mais no sábado!
E nem sequer tinhas que vir comigo para casa porque tinhas-me dito que tinhas uma coisa qualquer da tese para fazer e afinal de contas até nem tinhas... Ai a minha raiva a aumentar... Ai ai ai. Enfim, enfim, enfim. Acalma-te Rosa, acalma-te.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Dar de caras com ela, a quase toda a hora, tem-me feito um bem mesmo estranho. Vá, aceita o meu pedido no facebook se não eu fico parva. E dar de caras com ela num dia mesmo cheio de porcarias para fazer... E isso conseguir acalmar-me... É mesmo fixe. É como sair do exame e vê-la, tal como já aconteceu. Coisas da vida.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
«Acredita, se essa pessoa é como dizes ser quando estás bem com ela, então ela não vai afastar-se de ti por apenas alguns erros.»
Era suposto ter acreditado em ti no dia 12 de Janeiro de 2014? É que acreditei. E agora... Olha onde estamos. Ou melhor; eu olho, eu olho para onde estamos. Ou melhor, novamente, eu olho para onde eu estou sozinha. Porque tu não estás. Foste embora. Eu afastei-te. Uma vez, nem sei bem como. Porque mostrei-te, duas vezes, em dois dias, que ainda me preocupava contigo. E o que é que tu fizeste? Foste uma merda. E desta vez, na última vez que conversamos, foi simples, não te dei resposta. Nem a mereces. As tuas atitudes provaram-me que eu tinha razão. E a tua falta de ação faz o mesmo, dia após dia, desde dia 5 deste mês. Continua a não ter ação porque todos os dias eu continuo a fortalecer-me. Mesmo que na noite anterior tenha sofrido horrores com a tua ausência.
Só estás alone porque queres estar alone. Porque afastaste toda a gente. Porque continuas a querer estar assim. Estás alone e sentes-te alone? Ainda bem. A culpa é tua. Espero que o que sentias à uma semana se mantenha porque mereces. Mereces sentir-te a maior merda de sempre. Já que é o que me fizeste sentir durante tanto tempo e o que continuas a fazer.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
Há dores em mim que são reabertas uma e outra vez. Porque é que eu não tive o mesmo de ti que tu de mim? Porque é que a confiança que eu depositei em ti não veio, para mim, em medida igual? Porque é que isso continua a ser escavado no meu coração de uma maneira impressionante? Porque é que eu continuo a sentir-me, quando me lembro de ti, uma pessoa má e pequena? Que não merece nem um bocadinho de esforço? Porquê? Porque é que eu não mereço esforço da parte de uma pessoa pela qual eu dei tudo? O que é que eu fiz de mal?
Estou a ser forte o suficiente para te apagar do meu dia-a-dia mas todos os dias me lembro da tua existência e todos os dias acabo por referir o teu nome nem que seja uma vez. A grande questão aqui é se tu fazes o mesmo... Eu duvido... Não fui tanto em ti como tu em mim. E isso corrói-me. De uma maneira brutal. Eu queria-te comigo mas estou a aprender a viver sem ti. E isso é outra coisa que me afecta e não é pouco.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Estou a ouvir The Script só para me sentir mais preenchida por dentro. E estou a lutar contra o facto de só me apetecer ir deitar-me na cama sozinha. E, por isso, penso em coisas melhores. Tipo tu. Abraçar-te e estar contigo foi das coisas que mais energia me deu nos últimos tempos. És o meu grande caracol. És a Geraldes. És a minha Alaska. És a pessoa que se sentou à minha frente enquanto eu escrevia para ela. És o sorriso que tinhas na cara quando acabaste de ler o que te escrevi e o abraço que me deste a seguir. És todas as vezes que aguentaste o meu toque. És tu. Mesmo quando não estás por perto. Porque estás sempre comigo. Não posso. Nem quero. Perder-te. Ficar sem ti é demais para mim. Se eu falho contigo, falho comigo própria.
Não percebi qual foi a cena de mandares mensagem do nada depois de eu ter escrito. Achavas que eu te ia contar alguma coisa? Piada... Não, não ia. Se não disse nada até hoje é porque não quero que saibas de nada de mim. Fiquemos-nos pelos "boas noites" por enquanto. E tenho a porcaria da certeza que mais dois ou três dias e voltas a queixar-te de sei lá o quê. Tenho pouca paciência para isso eu.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Depois de hoje vou sentir-me totalmente tranquila em relação a tudo o que nos liga. Ou ligou. Eu fiz tudo por ti. Eu fiz tudo para que te sentisses bem. Segura. Eu fiz tudo para que sentisses que eu estava a lutar por ti. E quando eu preciso que faças o mesmo por mim as tuas "explicações" são enroladas. As tuas explicações não são explicações sequer. Tu não fazes sentido. Os outros merecem e eu não mereço. É esta a minha certeza quanto a tudo isto. Eu não mereço nada de ti e eu fiz bem em seguir em frente. Basicamente só precisava desta conversa para me sentir segura. Para sentir que tinha feito tudo o que devia por ti. Eu fiz. E tu, por mim, nada fizeste. Porque eu não mereço. Certezas no peito, tranquilidade no coração.
terça-feira, 31 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
sábado, 21 de março de 2015
«Eu perdi-te, sim. Mas tu perdeste-me porque eu não vou saber o caminho de volta para ti enquanto tu não me deres um sinal de que vais ser tu a lutar, basta um eu tento. Duas palavras que dizem tanto. Eu mereço um eu tento. Tal como tu mereceste.»
19.01.2015
21.03.2015 - não te falo há dez dias. E há coisas tão actuais como esta. Em tudo o que escrevi ultimamente as frases podem adequar-se totalmente ao que senti - sinto - nos últimos dez dias. O que me faz perceber que eu tinha razão. Tu não lutas por mim porque não queres. A nossa amizade só se sustentou porque eu fiz por isso. E agora que desisti, não mereço que dês o braço a torcer. Tudo certezas.
Tal como me lembro de te ter dito "vais longe mas não é comigo". Eu saltei fora.
sexta-feira, 20 de março de 2015
Não gosto de estar sozinha comigo. Não sou boa companhia para os outros. Imagino para mim mesma... Não preciso imaginar. Sei o que sou. Estou farta que a noite chegue. Porque com ela vêm os fantasmas. As incertezas. As dúvidas mascaradas. Eu não sou suficiente para que tu lutes por mim. E o quanto isso me dói... Mas não vou procurar ninguém. Estou cansada de impor a minha presença a pessoas felizes.
quinta-feira, 19 de março de 2015
«No there's no starting over
Without finding closure
You'd take 'em back
No hesitation»
Eu devia de arranjar uma maneira de terminar isto efetivamente. Uma conversa. Um fim. Mas não consigo. Porque, para isso, tinha que ser eu a ir ter contigo. E eu já fui... E tu foste má para mim. E continuas a ser. "se eu tivesse sido uma cabra", oh... Tu estás a sê-lo agora, espero que estejas satisfeita com isso e que a tua consciência te esteja a dizer que estás a fazer o certo. Orgulho-me de dizer - dentro de mim - que fui a pessoa que mais lutou por ti. E odeio-te por não me mostrares o mesmo. Espero sinceramente que te esteja a doer muito a minha ausência. Juro, só consigo pensar isso, espero que te doa de manhã, que doa à noite. Espero que arda muito. Espero que chores. MUITO. Espero. Que estejas a sofrer e que assim continues. Estás a ser uma cabra nojenta. Eu não vou voltar. Para voltar era preciso tu vires ter comigo, e tu não vens. Tu não queres. A minha mágoa em relação a ti torna-se maior todos os dias, à medida que as horas passam e eu me habituo ao facto de não quereres vir, de eu não ser importante o suficiente para tu dares o braço a torcer. Mesmo que o erro primordial tenha sido o meu; que pode ter sido mas ... até nem foi, porque depois disso fiz muito mais que tu. Fiz sempre mais que tu.
quarta-feira, 18 de março de 2015
I: Nós conhecemos-nos há anos.
Her: Nós conhecemos-nos há vidas.
«É a melhor pessoa do mundo. Somos tipo iguais iguais iguais iguais, ela sabe absolutamente tudo sobre mim. Nem as pessoas que estão comigo todos os dias sabem metade.» Fizeste-me ganhar o dia, é só isto que tenho para te dizer. Para pensar. Estava a ir abaixo e puxaste-me para cima mesmo à Inês, mesmo sem saberes. Às vezes não sei o que fiz para merecer uma pessoa como tu, eu admiro-te tanto e lembro-me de ter tanta vergonha de ir ter contigo e hoje... Que não mude, por favor.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Fala-me. Por ti. Por tu quereres. Por tu sentires a minha falta de forma tão forte que nem todo o orgulho que te consome o peito é mais forte que a falta que te faço. Fala-me. Fala-me porque estás a perder-me. Fala-me pela razão mais pequena que for mas fala. Luta por mim. Abandona toda a tua teimosa, toda a mágoa que possas ter guardada aí dentro e entende que a cada dia que passa em que só me devolves o silêncio que estás a perder-me. Fala-me, para me dizer que é isto que queres, que estás a abandonar-me porque sou aquilo que mais desprezas. Fala-me para me mostrares que fui a pessoa que mais te magoou e que odeias cada bocadinho da tua vida que te possa lembrar que eu existo. O meu nome. Fala-me para me explicares que não aguentas o som da minha voz, que não queres saber se choro ou se rio, se respiro ou se morro. Simplesmente fala-me. Porque é a tua vez.
7 dias sem ti; apesar de te ter falado na terça - faz amanhã uma semana. Vou contar, eu vou contar. Até não me importar em contá-los porque já não me fazes falta.
sábado, 14 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
Segunda, quarta, quinta e sexta. Nunca estive mais de dois dias sem saber de ti. Estive quase cinco dias sem saber de ti. Isso é muito para mim. E só preciso de ir juntando mais dias. Silêncio e mais silêncio. Só preciso de me habituar à ausência que queres marcar por achares que tens razão. E como eu estou a fazer o mesmo, continuamos as duas assim. Porque, desta vez, não vou ser eu a lutar por ti. Já lutei muito. Tu não fazes nada quando é a tua vez... Por isso, estás a perder-me. E eu merecia sentir que lutas... Mas, pelos vistos, não... Pelos vistos não merecia.
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