sexta-feira, 26 de junho de 2015

Algures entre hoje e amanhã faz muitos anos que tu e eu acontecemos. E lembrei-me disso hoje quando te vi e tu não me viste.
Acho que o facto de conseguirmos falar calmamente sobre tudo o que nos ligou (liga) é uma prova muito grande do nosso crescimento. Nós conseguimos ultrapassar tudo, se o fizermos juntas. E tenho a certeza que a nossa amizade ficará mais forte depois de esgotarmos todo este assunto. 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

fui ao teu dark. e fui lá sentir-me feliz. porque tu és feliz. e isso enche-me o coração. amo-te, amo-te, amo-te. tu és dos bens mais preciosos que a vida me trouxe e desejo muito construir-nos ainda mais seguras do que hoje somos. amo-te, sabias? amo-te só.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Pronto, agora é que vais sair é que vou ficar mesmo sozinha... 

sábado, 20 de junho de 2015

Sinto-me completamente sozinha, cá dentro. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Mais uma noite para juntar às outras que sonho contigo. 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

És a melhor pessoa do mundo.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Eu estava a melhorar da minha estupidez mental quanto à tua pessoa. E depois o facebook conseguiu que eu interrompesse este tratamento de falar de ti poucas vezes por dia e tentar que o meu cérebro fale ainda menos ... Oh, facebook, porque é que fizeste isto? Tinhas que me mostrar que eu não sou amiga dela... "pessoas que talvez conheças", morre, morre facebook... 

domingo, 7 de junho de 2015

Eu precisava que ontem tivesses mostrado alguma coisa que não mostraste. O "porquê" eu não o sei. Mas eu precisava. Até posso estar a ser absolutamente injusta e teres tido dois dias de absoluto trabalho, pode ter sido... Mas não paraste uma vez para ir ao facebook? Não acredito, quando te mandei a primeira mensagem, na madrugada de sábado, estavas online... Foi de propósito que o fiz. 
E depois de te ter mandado uma mensagem para o telemóvel, ontem à noite, eu precisava que me tivesses respondido. Mostrado algum respeito, sei lá. Mas nem isso. Que seja, então. Vamos não mostrar respeito. Duvido que te vá responder quando cá voltares; dependendo muito da forma como falas e do que tiveres a dizer... Porque, por agora, estou mesmo magoada com estes dias de silêncio da tua parte. Só me consigo perguntar se estás assim depois do ataque de ciúmes quanto a ela... E se for isso, estás só a ser estúpida, não tens razão nenhuma e estás a ser injusta.


Anyway, dois anos a aturar-nos. Era basicamente isto que eu queria lembrar.  

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Eu sei que preciso de escrever porque escrever me desenrola os pensamentos, todos embrulhados. Eu sei disso. Mas escrever também torna tudo o que eu sinto real. A escrita é quase que deixar de ter um segredo, expor-me, ficar nua perante todos os que me lêem. E eu não gosto de me expor. Ou melhor, eu gosto. Mas prefiro que poucos percebam exatamente o que exponho. Que só percebam aqueles que conhecem as entrelinhas do meu cérebro. Esses têm direito de as ler e as descobrir, as analisar, como se eu fosse um livro por ler e a cada enredo que escrevo lhes desse mais. Eu estava a dizer que preciso de escrever. E é verdade. Mas também tenho medo de o fazer. Porque sei que as letras me vão levar a ti. Já os pensamentos me levam a ti. Os meus olhos desejam ver-te a cada passo que dou. Procuram-te mesmo sabendo que não estás. Eu tenho medo que tudo me esteja a levar a ti, que eu não consiga ultrapassar estes dias em que me sinto tão estranha por ser invisível. Eu não gosto de ser invisível e é por isso que penso tanto em ti. Porque é um mistério para mim a forma como me tornaste invisível. Eu já não tenho uma grande auto estima, admito, mas ultimamente anda pior. Desde que tive a ideia brutal de carregar no botão sabendo que, provavelmente, ia acontecer o que agora está a acontecer. Não entendo e sei que enquanto não entender - ou não te voltar a ver - tudo isto vai andar num canto do meu cérebro quase como alarme. Volta e meia e toca. Deve ser por isso que desejo tanto ver-te. Mas não devia. Não devia mesmo.

E já está... És tão real aqui como nos meus pensamentos.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Estar contigo sentado aos meus pés, abraçados, em silêncio, a apanhar com vento e num dia de sol ainda consegue ser das melhores coisa do mundo. Mesmo que eu tenha mil coisas na cabeça. Mesmo que eu ainda não tenha chegado à parte principal. Mesmo que muita coisa. Consegues fazer-me sentir segura. 

terça-feira, 2 de junho de 2015

Eu tenho que escrever isto agora se não depois passa da meia noite e já não faz sentido. Eu gostava de te dar os parabéns; mesmo sendo só aquela coisa de escrever no facebook para uma pessoa que só conheces de vista. Porque é isso. Ou melhor, nem é isso. Porque eu sou invisível, desconhecida para ti. E isso está a dar-me cabo da cabeça, aí se está! Eu arranjo coisas que me enlouqueçam, que me impeçam de dormir e que, quando durmo, ainda sonho com elas. Há duas noites que sonho contigo e começo a ficar farta. Não é que seja mau sonhar contigo porque não é. É bom. Faz-me acordar com um sorriso. Só que é mau porque é parte do ciclo do "não me conheces, sou invisível, nunca me vais conhecer" mas faz-me bem ver-te. Faz-me bem há tanto tempo que nem sei; talvez há dois anos que me faz bem e só agora é que consigo admitir isto. Minimamente em voz alta. Com voz derretida e melosa, possivelmente.
Admiro-te, admiro o que vejo de ti. Admiro há muito tempo e finalmente solto essa admiração para mais que pensamentos; deixo que sejam palavras. Deixo que se tornem voz, para poucos. Gostava de te conhecer, isso eu sei. Disso tenho a certeza. E também tenho a certeza que esta situação toda me está a dar cabo da minha sanidade mental e que tenho que fazer por esquecer. Por isso, peço-te cérebro, esta noite não me faças sonhar com ela, com o contorno dos olhos, com a voz e com o sorriso, com o carisma que dela emana e com a persistência que lhe noto no andar. Com a força que pressinto que tenha e com tudo o que já ouvi sobre ela. E que desejo conhecer. Cérebro, dá-me um desconto. Porque eu estou a escrever isto para me mostrar que vou fazer um esforço. Eu vou fazer um esforço para deixar isto ir... Porque já fiz demais; já lhe descobri o nome, já enviei o pedido e já fui recusada. E já chega... Ah, parabéns

Crio-te uma etiqueta ou não? É que se ta criar és mais real ainda. E não podes ser. O verão vai ajudar a que isto passe, não vai? Vai. Tem que ajudar. Lá para Setembro logo volto a ver-te quase todos os dias - nas primeiras semanas - e depois logo vejo o que fazer com tudo isto. E depois posso não te ver mais e ... eu não quero não te ver mais. 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Eu escrevo sobre ti e eu sonho contigo e eu estou a entrar em estupidez mental. E é isto. Vou regressar aos relatórios que não se fazem sozinhos!