Lembro-me sempre que antes disto tudo (antes da terapia), achava que a minha família era melhor do que algumas que via para aí. Achava que me poderia apoiar fortemente nela, que seria o meu alicerce inquebrável. E como me sinto arruinada por, cada vez mais, me sentir errada. Era tão ingénua. Ainda sou. Talvez ainda seja. E custa tanto.
Só tenho que aguentar forte quem sou até segunda, não falta assim tanto e eu consigo fazê-lo. É viver um dia atrás do outro o melhor que sei. Mas precisava tanto de dizer tanta coisa que me arde por dentro. Precisava tanto de segurança.