Ver-te, mesmo que de costas, já é ver-te.
Acho que hoje só tinha três razões para ir à actividade; a Rita ter implorado, saber que o João ia, saber que iam as minhas bonequinhas e saber que havia a possibilidade de te ver. E vi-te, mesmo de costas. E fui feliz com os meus, ri-me, sorri, brinquei. E, apesar de ter querido mais, o que tive foi de alguma coisa de especial. É isso que tenho que ver sempre. Mas queria mais do que tive, mais do que vi.