quinta-feira, 7 de abril de 2016

Primeiro ouvi-te a voz... E depois vi-te. E por dois segundos achei que me tinhas visto. Mas não me deves ter visto. E por alguns minutos fiquei sem ar. Mas depois não pensei nisso mais vez nenhuma. E foi bom; saber que consigo controlar a situação na minha cabeça e que eu estou no controlo de mim mesma. A fechar cada página que precisa de ser fechada em mim.