Obrigada por estar sempre lá para me ajudar a compreender o que sou e a forma como reajo - às vezes mal - às coisas. Obrigada por me fazer rir com ideias que fazem todo o sentido, por me mostrar que não concorda quando acha que estou a fazer disparates, por me dar força quando vê que eu preciso, por me fazer ver mais profundamente do que vejo, por me deixar falar e deixar chorar. Não tenho medo de chorar ali. E por me dizer que sabe que dói, que sabe que é injusto, e sempre, mas sempre, que está ali. Esta sensação de confiança absoluta e brutal não poderia ter sido construída com mais ninguém. Por me fazer crescer. Sobretudo e sempre isso.