Sinceramente, a última coisa que eu precisava hoje era ouvir comentários sobre o quão parva era e sobre as minhas atitudes parvas nos últimos dois dias... E eu tive isso, quando não precisava. Não tinhas sequer que tecer nenhum tipo de comentários. O que eu faço só a mim diz respeito. O que eu coloco nas redes sociais sou eu que coloco. [E foi por isto que deixei de colocar tanta coisa e que tenho medo de tanta outra...] Não tem nada a ver contigo. Não pode ter. É da minha responsabilidade e da minha "autoria". Acho que consegui - mais ou menos - lidar com a situação, fazer valer o meu ponto de vista. Sobre o que continuaste a achar não posso ficar a pensar nisso. Não posso. Se o fizer só vou ficar mais e mais deprimida. E é a última coisa que eu preciso; entrar no poço agora.
[Precisava mesmo de si. A sério. Saber que não vou ter a conversa que mais precisava... A semana começou mal e acabou mal precisamente pelo mesmo motivo - pela mesma pessoa. E eu continuei a sentir-me uma miúda estúpida e eu não sei se vou conseguir sentir isso nas próximas semanas sozinha, sem si para me ouvir...]
Actualizando... Quando dás a prenda à minha irmã e eu comento que também já tinha dito que queria uma coisa igual... a única coisa que devias responder foi o que disseste no final: que ela também te tinha dito o mesmo. Não era dizeres alto e bom som a toda a gente que eu fazia sempre isto, que ficava sempre assim todos os anos. Respondi-te que estares a dizer isso era ridículo porque não fazia sentido, que eu não fazia sempre isso. E tu disseste-lhes que esta era a verdadeira versão da Rosa, que não era a Rosa calada, era a que respondia assim. E não, não é. Essa não é a minha versão. Eu não respondo muitas vezes, eu calo tanto. Não imaginas tu o quanto eu calo.
Actualizando... Quando dás a prenda à minha irmã e eu comento que também já tinha dito que queria uma coisa igual... a única coisa que devias responder foi o que disseste no final: que ela também te tinha dito o mesmo. Não era dizeres alto e bom som a toda a gente que eu fazia sempre isto, que ficava sempre assim todos os anos. Respondi-te que estares a dizer isso era ridículo porque não fazia sentido, que eu não fazia sempre isso. E tu disseste-lhes que esta era a verdadeira versão da Rosa, que não era a Rosa calada, era a que respondia assim. E não, não é. Essa não é a minha versão. Eu não respondo muitas vezes, eu calo tanto. Não imaginas tu o quanto eu calo.