quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O meu estado tem passado do desesperado, ao desiludido, ao completo pânico e à mais confusa confusão. E não há forma de explicar isto melhor. É por isso que o silêncio me tem feito tão bem. Mas agora estou mais leve e consigo acreditar um bocadinho mais que isto vai acontecer e siga para a frente que vai resultar de alguma forma. Posso, portanto, parar de achar que vou morrer rapidamente porque a ansiedade vai matar-me. Ainda não é hoje. Não foi ontem. Nem no dia antes dele. Eu sou capaz disto, mesmo quando penso que não.