sexta-feira, 15 de julho de 2016

O meu maior medo é fechar-me totalmente e não ser fácil voltar a abrir a muralha que eu construí à minha volta. Sem saber como e quando, construí a maior muralha e as paredes mais espessas, que me impediram de me ver - e de ser (mais) magoada pelos outros - pelos meus. Por todos os que me cruzam o caminho.

Vou levá-la comigo. Só que eu não sei se isso é verdade, de forma total. São apenas palavras. De conforto? De segurança? Aceito-as mas não sei até que ponto são reais. Não sei se eu faço isso com as pessoas com quem me cruzo. Mas eu também, óbvio que a vou levar comigo.