quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Nós temos uma cumplicidade brutal. E eu revejo isso de todas as vezes em que, por exemplo, me lembro de ontem. Da Leonor a passar à nossa frente. De eu te agarrar no braço. De olharmos um para o outro. De me suportares o peso. De desatarmos a rir feitos tolos. De ninguém perceber o que é que estava a acontecer connosco. Nós somos realmente brutais. Não poderia ter uma relação com mais ninguém como a que tenho contigo.