"Gostava de saber o que vêem os teus olhos quando me vêem."
Pedro Chagas Freitas, a escrever coisas que se adequam ao que eu sinto, quando eu sinto. E só me vem um nome à cabeça: o teu.
Ontem passaste à minha frente sem eu esperar que o fizesses e eu congelei. Fiquei com o coração acelerado durante os minutos seguintes, a respirar com dificuldade. Parecia que tinha visto um fantasma vindo do além. Mas eras só tu. Só que não esperava ver-te. Acho que algures no tempo em que não te vi (uma semana) meti na cabeça que, apesar de te querer ver, não te ia ver mais. Não te ia ver brevemente. Então, quando isso aconteceu, foi uma surpresa. E eu congelei. Porque se não tivesse congelado acho que tinha ido atrás de ti. Que oportunidade melhor teria eu para saber se me reconheces ou se não? Não teria, não se desenharia nada assim à minha frente... Portanto fui burra. Estúpida. Tinha saudades de te ver.