sábado, 25 de julho de 2015

Às vezes - quase todas as vezes, estou a querer enganar quem? - sinto-me a pior pessoa do mundo por causa do meu cérebro. Mas também sei que estou a tratar de mudá-lo. E nada me deixa mais feliz e tranquila do que isso: mudar-me porque sei que estou mal. Tornar-me uma melhor versão de mim. Uma versão de mim sem paranóias, filmes e medos constantes.