domingo, 1 de março de 2015

«Porquê vires ter comigo agora? O que é que aconteceu agora para vires ter comigo? Qual é a importância que eu posso ter para que isso aconteça? Tu tens alguma noção do mal que me fizeste? Tens alguma explicação do porquê de o teres feito? Fez-te, em algum momento, fazer-te sentir melhor contigo mesma humilhares-me e deixares-me completamente no chão? E continuares a fazer isso consecutivamente, dia após dia. Eu não entendo. Estas são algumas das questões que me ocorrem. Eu não entendo com que razão alguém destrói outra pessoa como fizeste comigo. É por isso que preciso disto. Porque quero entender.»

Eram 11.55h da manhã quando te enviei isto. Era suposto eu ter uma resposta ainda hoje. E não ma dás; talvez não estejas em casa, talvez tenhas ido sair, talvez estejas com a família, sem acesso ao e-mail, talvez estejas a estudar, a trabalhar, ocupadíssima. Ou talvez não me queiras responder. Talvez tenhas mudado de opinião. E eu estou a passar-me. Não sei em que pé estás. Não sei. E já te entreguei mais do que devia... Porque eu preciso de respostas. E tu és a única pessoa que mas pode dar.
Eu faço refresh ao meu e-mail 3 vezes antes de o fechar e já o vi mais vezes nos últimos dias que no último mês... Eu não devia de ficar assim. Eu devia de me acalmar e de reunir coisas para fazer... E quando não estou ocupada, estou tramada porque não paro de pensar que tens que me responder. E não quero, NADA, ser assim... Se eu vivi alguns anos sem ter respostas agora também devia conseguir fazer o mesmo...