quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Estou a morrer de saudades tuas, de vontade de saber como estás. Sinto a tua falta a cada segundo do meu dia. Sinto mesmo. Do teu sorriso, da tua voz, do teu apoio, de uma mensagem que me dizia que estavas ali, para mim. E morro de vontade de te enviar uma mensagem, de te mostrar que estou para ti. Mas não posso. Não já. Vou esperar, um dia de cada vez. Uma hora atrás da outra. Eu hei de conseguir ultrapassar os dias até chegar à sexta feira. Eu hei de conseguir estar minimamente bem, com uma cara minimamente normal até aí. Na sexta feira decido se durante o fim de semana te envio alguma mensagem ou não. Eu preciso de saber se tu também sentes a minha falta, se me vais procurar, ou se vais ser frio como ameaçaste ser. Estar distante. Como se eu merecesse isso. 

Hoje foi um dia absolutamente horrível. Senti-me completamente em baixo, completamente derrotada. Completamente revirada do avesso. Eu não sabia nada, não conseguia sentir nada sem ser vazio e medo. Medo de te poder encontrar num corredor. Eu não sei lidar com isto. Fazes-me tanta falta, meu puto. Hoje acordei a pensar em ti, que me ias enviar uma mensagem, que devias estar prestes a acordar. Mas depois acordei efetivamente e colou-se um peso ao meu coração durante o resto do dia. Fazes-me tanta falta. E eu sinto-me tão mal ao pensar na última semana. Ao pensar que foste capaz de me usar... Eu não aguento isto se foste capaz de o fazer. Porque é que me sinto tão usada? Porquê? Porque é que não me explicaste as coisas como eu sempre fiz contigo?