sábado, 9 de novembro de 2013

«Quando te vejo, sinto que as palavras me falham. Sabes… Em tantas oportunidades quis dizer-te muito. Não o disse. Talvez porque sempre tive um enorme conforto nos nossos abraços silenciosos - acredito que eles te dizem o mesmo que dizem a mim. Hoje continuo a desejar conseguir dizer-te tudo. Desde do momento em que te conheci até ao momento em que percebi que é eterno. Este sentimento de amizade é eterno. Conheço-te, e vou-te conhecendo todos os dias. As tuas belezas escondidas, as tuas palavras íntimas, as tuas forças ocultas. Vejo-as. Vejo-te. Sei quem és, como és. Não ouso dizê-lo - não quero que discordes comigo, não, pois todo o orgulho que tenho em ti é real e não quero que aches que o tenho pelos motivos errados (que tu não vês). Ó… Como gostava de te emprestar os meus olhos. Dar-te a conhecer da minha perspectiva. Sei o quanto és fantástica. Sei o quanto tenho sorte por contar contigo, por seres uma mão sempre estendida. Sei a sorte que os inteligentes têm ao conseguirem ver-te como eu. És uma pessoa bela. És mesmo. Podes viver durante anos sem o veres, mas vejo, e sei… És uma pessoa muito especial. És para mim, e assim serás. Gosto muito de ti, amiga-eterna. Não tenciono perder-te em caminho algum. Entendido?»

Oh meu Deus. Tu és eterna, mesmo. És mais que eterna. És mais que parte de mim. Agradeço-te, mil vezes, o respirar. Agradeço-te cada partícula que reconstrui porque o fiz com a tua ajuda. Tu és um ser humano tão perfeito. Tu és mesmo maravilhosa. Amo-te como quem ama a manhã quente no verão e a tarde junto à piscina com um bom livro como companhia, minha Apple.