sábado, 28 de setembro de 2013

Depois de três mensagens da parte dela ... Eu decidi que tinha que pôr um ponto final nisto. 

Eu: Não temos mais nada a dizer uma à outra. Não vale a pena conversarmos mais. Tenho coisas mais importantes para resolver que isto, que é sempre o  mesmo e que não muda, e não posso estar a pensar nisto agora. Preciso de não ter mais cenas para resolver. Acho que agora é de vez. Fica bem.

Ela: Tu é que sabes. A decisão final é tua. Não vou correr atrás de ti e pedir que fiques. Se quisesses mesmo ficar, ficavas. Mas é mais fácil ires embora. Então vai. Quando te lembrares de mim estou no mesmo sítio à tua espera. Fica bem, até um dia.

Eu: Pronto, manda mais coisas à cara, vá. Podes mandar tudo o que quiseres à minha cara porque a culpa é toda minha. Já sei. E é precisamente por isso que me vou afastar. Deixo de ter culpa e deixo de pensar nos teus problemas. Tenho mais que fazer. 

Ela: Faz o que quiseres.

Eu: Isto já não é nada. Não é uma amizade sequer. Isto não é nada. É um monte de discussões sem sentido sobre coisas que já morreram. Tu não me queres conhecer, tu só perdes comigo e eu já não consigo confiar em ti. Não te consigo contar nada meu. Perdi a confiança e não a consigo recuperar. E daí afastar-me. Para ter paz. Gostava muito de ter sido capaz de dizer que contigo foi diferente. Que mantivemos a amizade, a relação que tínhamos. Mas já nem sei como era. E ambas precisamos de estar uma sem a outra. Eu, pelo menos, preciso. E espero que, mesmo que não entendas, me respeites. Sê feliz.

Ela: Tu também. Se estás melhor sem mim, que seja. Adeus.

Eu: Não aceito mais continuar com esta falsidade. Tu tens raiva de mim. Eu não confio em ti. Isto é o quê?! Não é nada. Por isso sim. Estou melhor. É menos um problema.

Ela: É por estas atitudes que tens, de me tentares afastar de ti que te tenho tanta raiva. Só isso. Então vai embora, deixo de ser um problema para ti. Deus me livre ser um problema para ti. Até um dia, agora deixa-me. Já fizeste o suficiente!

Eu: Claro que te afasto de mim. Esta merda não é NADA há uma data de meses. Queres enganar-te? Fixe. Eu não me vou enganar mais.

Ela: DEIXA-ME EM PAZ. Tavas mortinha por ir embora, então vai de uma vez. Não quero dar problemas nem o ser para ninguém. Até um dia, daqui a MUITO TEMPO! Tchau, adeus, o que quiseres! Agora DEIXA-ME!

Eu: Deixo mesmo. Esquece que existo.