sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Para que é que eu fui ler as nossas conversas? Para ficar mal e para as lágrimas caírem? Só se for. Sinto-me tão sozinha. Nunca mais vou deixar entrar alguém do jeito que entraste. Para nunca mais ninguém me magoar do jeito que magoaste. E é por isso que choro. Por me teres estilhaçado o coração e por, ainda hoje, um ano depois disso, o estar a tentar curar. Sozinha. Sozinha.