Que enquanto não me dirigires a palavra que não te falarei. Cusca onde quiseres, I don't care. Cada vez menos me pareces verdadeira. Era assim tão difícil admitires que tinhas lido o raio do texto e que querias saber se eu estava bem. Ou que me querias fazer companhia. Mas não. Decidiste, mais uma vez, armar-te em esperta. O pior é que eu não estava com a mínima vontade para as tuas porcarias e te mandei logo a um sítio passear. Estou totalmente farta das tuas tretas de porcaria. Fazes, cada vez mais, de propósito para me irritar verdadeiramente. Seja, fica na tua a achar que tens toda a razão e presa às memórias do que eu fui e a não quereres conhecer o que sou hoje porque sou uma estranha para ti. É que sabes, querida, eu não esqueço o que me fazes e dizes. Pensas que sim só porque eu quero manter o bom ambiente. "Já te avisei. Foi a última vez que disseste que menti." E agora fazes o quê? Ameaças-me como já me ameaçaste? Tem juízo na cabeça.
E adoro-me pelo facto de não teres acesso ao que penso. Só tens acesso ao que eu quero que tenhas.
Queres falar-me? Hás-de vir ter comigo. Não queres? Continua na tua. Engana o teu "namorado", faz o que quiseres à tua vida. Estou fora.