Porque é que apareces sempre quando menos espero e me fazes soltar gargalhadas? Porque é que me fazes sentir que voltei a ser pequena e que posso olhar pela janela e quase te ver? Porque é que me apetece sair à escada e olhar em volta? Porque é que me apetece simplesmente correr para ti e agradecer-te tudo o que me deste? Se não o tivesses feito eu não estava aqui e agora. Não era forte como me sinto agora. Ver-te e falar-te tem sempre dois sentidos. O sentido da minha pequenez nostálgica (não o sendo) e o sentido do crescimento que observo em mim. E digo-te, mas digo-te de verdade que isto é mais que maravilhoso.