"P., disseste que me falavas ontem às 20h e eu fiquei à espera o resto da noite e o dia de hoje. Acho que depois de o teres dito o mínimo que podias fazer, se não me querias falar, era dizer-mo. Não precisas de pedir desculpa ou algo assim porque não vale a pena. Já percebi o que queria sobre ti. Não vale a pena correr atrás de quem não faz nada por nós ou diz uma data de coisas da boca para fora. Iludi-me, mais uma vez, e tu desiludiste-me, mais uma vez também. Parabéns por isso e parabéns a mim também por continuar a lutar por quem não quer saber de mim. Mas acabou agora. Não mexo mais uma única palha por ti, para te tentar ajudar ou saber se estás bem.
O teu problema é que estás habituado a que eu vá ter contigo e que seja sempre eu a falar contigo. Nem sei para que raio isso é importante para ti. Mas já não quero saber. É a última mensagem que recebes minha. Saiu da tua vida quem nem sequer devia ter entrado.
Fica bem. Beijinhos."
Prova que eu não sou importante, a dada altura: "ok, tu é que sabes"; fixe. Acho que te vou demonstrar mesmo isso. Que acabaste de me provar que nem sequer te preocupas que vá. Tudo o que dizes é da boca para fora. Acabaste de perder uma boa aliada, meu querido, isso te garanto.